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Federalismo e Guerra Fiscal no Brasil: a falta de coordenação federativa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Rodrigues, Vladimir Correa lattes
Orientador(a): Silva, Robson Dias da lattes
Banca de defesa: Silva, Robson Dias da lattes, Matos, Manuel Victor Martins de lattes, Jesus, Claudiana Guedes de lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas
Departamento: Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/21779
Resumo: A história do federalismo no Brasil se origina durante o período imperial e se estende pelo período republicano a partir de 1889. O federalismo brasileiro tem por característica um movi- mento pendular alternando períodos marcados por centralização e descentralização e avaliado por seu aspecto vertical, isto é, a relação entre o governo central, estados e municípios e também por seu aspecto horizontal determinado pelas relações territoriais ou regionais. A análise histó- rica do federalismo apresenta os graus de influência dos entes federativos em determinadas épocas. Ora sofre maior influência do poder central, ora maior influência dos estados, sempre alternando-se tais forças. A partir da promulgação da Constituição de 1988 há uma configura- ção de um federalismo em que a participação dos municípios possui maior protagonismo na implementação de políticas públicas, ao mesmo tempo que é exposta a fragilidade dos governos estaduais e uma nova configuração em que os municípios passam a dialogar diretamente com a União. O grande desafio é o alinhamento e a estruturação dos entes através do pacto federa- tivo, sendo necessários coordenação e cooperação com o intuito de reduzir as disparidades re- gionais e a resolução de conflitos. O objetivo deste trabalho é analisar como o arranjo do fede- ralismo brasileiro influenciou nos problemas de coordenação e cooperação entre os entes fede- rados resultando na guerra fiscal. Para a realização deste trabalho adotou-se como procedimen- tos metodológicos: a pesquisa bibliográfica e a realização de uma revisão teórica sobre o fede- ralismo brasileiro e a guerra fiscal; a análise documental através da coleta de informações sobre a participação dos estados no ICMS no sítio do CONFAZ, consulta do PIB anual das regiões e estados no sítio do IBGE e; a análise descritiva dos dados referentes a guerra fiscal em âmbito nacional e regional através de gráficos, tabelas e quadros, possibilitando melhor entendimento e interpretação dos dados, auxiliando na comparação inter-regional. Como resultado pode-se concluir que a natureza conflitiva do federalismo brasileiro impõe dificuldades de se estabelecer os mecanismos de cooperação entre os entes federativos e as dimensões territoriais, as hetero- geneidades regionais e os diversos interesses regionais e locais se traduzem em entraves para a coordenação nacional, demandando obstáculos na resolução de conflitos, ficando óbvia a ne- cessidade de se firmar um pacto federativo que promova o desenvolvimento regional de ma- neira coordenada, cooperativa e harmoniosa.
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O federalismo brasileiro tem por característica um movi- mento pendular alternando períodos marcados por centralização e descentralização e avaliado por seu aspecto vertical, isto é, a relação entre o governo central, estados e municípios e também por seu aspecto horizontal determinado pelas relações territoriais ou regionais. A análise histó- rica do federalismo apresenta os graus de influência dos entes federativos em determinadas épocas. Ora sofre maior influência do poder central, ora maior influência dos estados, sempre alternando-se tais forças. A partir da promulgação da Constituição de 1988 há uma configura- ção de um federalismo em que a participação dos municípios possui maior protagonismo na implementação de políticas públicas, ao mesmo tempo que é exposta a fragilidade dos governos estaduais e uma nova configuração em que os municípios passam a dialogar diretamente com a União. O grande desafio é o alinhamento e a estruturação dos entes através do pacto federa- tivo, sendo necessários coordenação e cooperação com o intuito de reduzir as disparidades re- gionais e a resolução de conflitos. O objetivo deste trabalho é analisar como o arranjo do fede- ralismo brasileiro influenciou nos problemas de coordenação e cooperação entre os entes fede- rados resultando na guerra fiscal. Para a realização deste trabalho adotou-se como procedimen- tos metodológicos: a pesquisa bibliográfica e a realização de uma revisão teórica sobre o fede- ralismo brasileiro e a guerra fiscal; a análise documental através da coleta de informações sobre a participação dos estados no ICMS no sítio do CONFAZ, consulta do PIB anual das regiões e estados no sítio do IBGE e; a análise descritiva dos dados referentes a guerra fiscal em âmbito nacional e regional através de gráficos, tabelas e quadros, possibilitando melhor entendimento e interpretação dos dados, auxiliando na comparação inter-regional. Como resultado pode-se concluir que a natureza conflitiva do federalismo brasileiro impõe dificuldades de se estabelecer os mecanismos de cooperação entre os entes federativos e as dimensões territoriais, as hetero- geneidades regionais e os diversos interesses regionais e locais se traduzem em entraves para a coordenação nacional, demandando obstáculos na resolução de conflitos, ficando óbvia a ne- cessidade de se firmar um pacto federativo que promova o desenvolvimento regional de ma- neira coordenada, cooperativa e harmoniosa.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESThe history of federalism in Brazil originates during the imperial period and extends into the republican period from 1889. Brazilian federalism is characterized by a pendular move- ment alternating periods marked by centralization and decentralization and evaluated by its vertical aspect, that is, the relationship between the central government, states and counties and also for it's horizontal aspect determined by territorial or regional relations. The historical anal- ysis of federalism presents the degrees of influence of federative entities at certain times. Some- times it is more influenced by the central power, sometimes more influenced by the states, always alternating such forces. Since the promulgation of the 1988 Constitution, there is a con- figuration of federalism in which the participation of counties plays a greater role in the imple- mentation of public policies, while the fragility of state governments is exposed and a new configuration in which counties start to dialogue directly with the Union. The great challenge is the alignment and structuring of entities through the federative pact, requiring coordination and cooperation in order to reduce regional disparities and solve conflicts. The objective of this work is analyze how the composition of Brazilian federalism influenced the problems of coor- dination and cooperation between federal entities available in the fiscal war. To carry out this work, the following methodological procedures were adopted: a bibliographical research and a theoretical review on Brazilian federalism and the fiscal war; a documentary analysis on the collection of information on the participation of states in ICMS on the CONFAZ website; con- sulting the annual GDP of regions and states on the IBGE website and; a descriptive analysis of data relating to the fiscal war at national and regional levels through graphs, tables and charts, enabling better understanding and interpretation of data, aiding in inter-regional comparison. As a result, it can be concluded that the conflicting nature of Brazilian federalism imposes dif- ficulties in establishing cooperation mechanisms between federative entities and territorial di- mensions, regional heterogeneities and diverse regional and local interests translate into obsta- cles for national coordination, demanding obstacles in the resolution of conflicts, being obvious the need to sign a federative pact that promotes regional development in a coordinated, coop- erative and harmonious way.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas PúblicasUFRRJBrasilInstituto de Ciências Sociais AplicadasEconomiaEconomiaFederalismodesenvolvimento regionalguerra fiscalFederalismregional developmentfiscal warFederalismo e Guerra Fiscal no Brasil: a falta de coordenação federativaFederalism and Fiscal War in Brazil: federalism and fiscal war in Brazil: lack of federative coordinationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisABRUCIO, F. 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Economia
Federalismo
desenvolvimento regional
guerra fiscal
Federalism
regional development
fiscal war
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description A história do federalismo no Brasil se origina durante o período imperial e se estende pelo período republicano a partir de 1889. O federalismo brasileiro tem por característica um movi- mento pendular alternando períodos marcados por centralização e descentralização e avaliado por seu aspecto vertical, isto é, a relação entre o governo central, estados e municípios e também por seu aspecto horizontal determinado pelas relações territoriais ou regionais. A análise histó- rica do federalismo apresenta os graus de influência dos entes federativos em determinadas épocas. Ora sofre maior influência do poder central, ora maior influência dos estados, sempre alternando-se tais forças. A partir da promulgação da Constituição de 1988 há uma configura- ção de um federalismo em que a participação dos municípios possui maior protagonismo na implementação de políticas públicas, ao mesmo tempo que é exposta a fragilidade dos governos estaduais e uma nova configuração em que os municípios passam a dialogar diretamente com a União. O grande desafio é o alinhamento e a estruturação dos entes através do pacto federa- tivo, sendo necessários coordenação e cooperação com o intuito de reduzir as disparidades re- gionais e a resolução de conflitos. O objetivo deste trabalho é analisar como o arranjo do fede- ralismo brasileiro influenciou nos problemas de coordenação e cooperação entre os entes fede- rados resultando na guerra fiscal. Para a realização deste trabalho adotou-se como procedimen- tos metodológicos: a pesquisa bibliográfica e a realização de uma revisão teórica sobre o fede- ralismo brasileiro e a guerra fiscal; a análise documental através da coleta de informações sobre a participação dos estados no ICMS no sítio do CONFAZ, consulta do PIB anual das regiões e estados no sítio do IBGE e; a análise descritiva dos dados referentes a guerra fiscal em âmbito nacional e regional através de gráficos, tabelas e quadros, possibilitando melhor entendimento e interpretação dos dados, auxiliando na comparação inter-regional. Como resultado pode-se concluir que a natureza conflitiva do federalismo brasileiro impõe dificuldades de se estabelecer os mecanismos de cooperação entre os entes federativos e as dimensões territoriais, as hetero- geneidades regionais e os diversos interesses regionais e locais se traduzem em entraves para a coordenação nacional, demandando obstáculos na resolução de conflitos, ficando óbvia a ne- cessidade de se firmar um pacto federativo que promova o desenvolvimento regional de ma- neira coordenada, cooperativa e harmoniosa.
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