Influência da temperatura de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma cajennense. (Fabricius, 1787) (Acari: Ixodidae).
| Ano de defesa: | 2001 |
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Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (Patologia e Ciências Clínicas)
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| Departamento: |
Instituto de Veterinária
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Resumo: | Com o propósito de avaliar os efeitos de diferentes temperaturas de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma cajennense, ovos, larvas e ninfas foram mantidos em temperaturas constantes de 18, 27 e 32°C, umidade relativa de 80 ± 10% e escotofase. Não houve desenvolvimento embrionário na temperatura de 32oC, enquanto que a 18°C o percentual de eclosão foi de apenas 3%. Após as mudas das larvas e ninfas mantidas nas três temperaturas, os ínstares subseqüentes foram transferidos para coelhos domésticos e eqüinos, respectivamente. O ciclo de vida do carrapato foi influenciado pela temperatura de manutenção dos ínstares, sendo que a temperatura de 18°C prolongou o período parasitário das ninfas e fêmeas quando comparada às temperaturas de 27 e 32°C (p<0.05). Na temperatura de 32°C, o período ninfal foi aumentado significativamente (p<0.05) em relação à de 27°C, enquanto que as fêmeas apresentaram período parasitário inferior, porém não significativo (p>0.05). O percentual de recuperação das ninfas ingurgitadas não sofreu influência da temperatura de procedência dos exemplares ao nível de 5% de significância. O peso, tanto de ninfas quanto de fêmeas, foi influenciado pela temperatura de procedência destes ínstares anteriores, sendo que a temperatura de 32°C foi a que mais afetou (p<0.05) o peso, já que ínstares procedentes desta temperatura apresentaram as menores médias de peso. A temperatura de 27°C foi considerada a mais eficiente para a manutenção da fase não parasitária. A temperatura de 18°C mostrou–se adequada para retardar o ciclo biológico de A. cajennense, a partir do estágio larval, porém não permite manter uma colônia permanentemente, já que o percentual de desenvolvimento embrionário é muito reduzido. A temperatura de 32°C foi considerada a mais deletéria para o ciclo de A. cajennense. |
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Candanedo Chacón, SamuelFaccini, Joao Luiz Horaciohttps://orcid.org/0000-0003-3478-0394http://lattes.cnpq.br/4057181536894373Faccini, Joao Luiz Horaciohttps://orcid.org/0000-0003-3478-0394http://lattes.cnpq.br/4057181536894373Pinto, Erik Daemon de Souzahttp://lattes.cnpq.br/9233854312952989Famadas, Kátia Mariahttps://orcid.org/0000-0002-0157-962Xhttp://lattes.cnpq.br/1261448861473568http://lattes.cnpq.br/04401649491951742025-12-02T14:01:23Z2025-12-02T14:01:23Z2001-02-19CANDANEDO CHACÓN, Samuel. Influência da temperatura de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma Cajennense. (Fabricius, 1787) (Acari: Ixodidae). 2001. 47 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Instituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2001.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24149Com o propósito de avaliar os efeitos de diferentes temperaturas de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma cajennense, ovos, larvas e ninfas foram mantidos em temperaturas constantes de 18, 27 e 32°C, umidade relativa de 80 ± 10% e escotofase. Não houve desenvolvimento embrionário na temperatura de 32oC, enquanto que a 18°C o percentual de eclosão foi de apenas 3%. Após as mudas das larvas e ninfas mantidas nas três temperaturas, os ínstares subseqüentes foram transferidos para coelhos domésticos e eqüinos, respectivamente. O ciclo de vida do carrapato foi influenciado pela temperatura de manutenção dos ínstares, sendo que a temperatura de 18°C prolongou o período parasitário das ninfas e fêmeas quando comparada às temperaturas de 27 e 32°C (p<0.05). Na temperatura de 32°C, o período ninfal foi aumentado significativamente (p<0.05) em relação à de 27°C, enquanto que as fêmeas apresentaram período parasitário inferior, porém não significativo (p>0.05). O percentual de recuperação das ninfas ingurgitadas não sofreu influência da temperatura de procedência dos exemplares ao nível de 5% de significância. O peso, tanto de ninfas quanto de fêmeas, foi influenciado pela temperatura de procedência destes ínstares anteriores, sendo que a temperatura de 32°C foi a que mais afetou (p<0.05) o peso, já que ínstares procedentes desta temperatura apresentaram as menores médias de peso. A temperatura de 27°C foi considerada a mais eficiente para a manutenção da fase não parasitária. A temperatura de 18°C mostrou–se adequada para retardar o ciclo biológico de A. cajennense, a partir do estágio larval, porém não permite manter uma colônia permanentemente, já que o percentual de desenvolvimento embrionário é muito reduzido. A temperatura de 32°C foi considerada a mais deletéria para o ciclo de A. cajennense.Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqWith the purpose of evaluating the effects of different temperatures of maintenance of the free living stages on the parasitic phase of Amblyomma cajennense, eggs, larvae and nymphs were kept in constant temperatures of 18, 27 and 32°C, relative humidity of 80 ± 10% and darkness. There was not development of the embryo at 32 oC, and at 18°C the hatching rate was 3%. After the ecdisys of the larvae and nymphs maintained in the three temperatures, the subsequent stages were transferred to domestic rabbits and horses, respectively. The life cycle of the tick was influenced by the temperature of maintenance. The temperature of 18°C extendend the parasitic period of the nymphs and females when compared to the temperatures of 27 and 32°C (p <0.05). At 32°C, the nymphal period was extended (p <0.05) in relation to 27°C, whereas for females, it was shortened (p>0.05). The rate of recovery of both engorged nymphs and adults was not influenced (p>0.05) by the temperatures of maintenance of the earlier stages. The weight of engorged nymphs and females was influenced by the temperature of origin of these previous stages. The lowest weights occurred at 32°C (p <0.05). The temperature of 27°C was considered the most efficient for the maintenance of the free living phase. The temperature of 18°C is appropriate for slowing the life cycle of A. cajennense from larvae to adult. However it does not allow to maintain a colony permanently, since the embryogenic development of the eggs is very reduced. The temperature of 32°C was considered the most harmful for the life cycle of this tick.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (Patologia e Ciências Clínicas)UFRRJBrasilInstituto de VeterináriaParasitologiaAmblyomma cajennenseTemperatura de desenvolvimentoFase parasitária / não parasitáriaAmblyomma cajennenseDevelopmental temperatureParasitic / non-parasitic phaseInfluência da temperatura de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma cajennense. (Fabricius, 1787) (Acari: Ixodidae).Influence of the maintenance temperature of the non-parasitic phase on the parasitic phase of Amblyomma cajennense (Fabricius, 1787) (Acari: Ixodidae)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFRRJinstname:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)instacron:UFRRJinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdf2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdfapplication/pdf105638https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/24149/1/2001%20-%20Samuel%20Candanedo%20Chac%c3%b3n.pdf80d3db96727953469db6f2807ba7a9abMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/24149/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXT2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdf.txt2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdf.txtExtracted texttext/plain54975https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/24149/3/2001%20-%20Samuel%20Candanedo%20Chac%c3%b3n.pdf.txtbfc9c9dac46cce761b81ec4c346557f3MD53THUMBNAIL2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdf.jpg2001 - Samuel Candanedo Chacón.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1299https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/24149/4/2001%20-%20Samuel%20Candanedo%20Chac%c3%b3n.pdf.jpg1d1a16fe7a5b129ac8eb7c68c4753c2fMD5420.500.14407/241492025-12-03 02:18:41.69oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/24149Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://tede.ufrrj.br/PUBhttps://tede.ufrrj.br/oai/requestbibliot@ufrrj.bropendoar:2025-12-03T05:18:41Repositório Institucional da UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)false |
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Com o propósito de avaliar os efeitos de diferentes temperaturas de manutenção da fase não parasitária sobre a fase parasitária de Amblyomma cajennense, ovos, larvas e ninfas foram mantidos em temperaturas constantes de 18, 27 e 32°C, umidade relativa de 80 ± 10% e escotofase. Não houve desenvolvimento embrionário na temperatura de 32oC, enquanto que a 18°C o percentual de eclosão foi de apenas 3%. Após as mudas das larvas e ninfas mantidas nas três temperaturas, os ínstares subseqüentes foram transferidos para coelhos domésticos e eqüinos, respectivamente. O ciclo de vida do carrapato foi influenciado pela temperatura de manutenção dos ínstares, sendo que a temperatura de 18°C prolongou o período parasitário das ninfas e fêmeas quando comparada às temperaturas de 27 e 32°C (p<0.05). Na temperatura de 32°C, o período ninfal foi aumentado significativamente (p<0.05) em relação à de 27°C, enquanto que as fêmeas apresentaram período parasitário inferior, porém não significativo (p>0.05). O percentual de recuperação das ninfas ingurgitadas não sofreu influência da temperatura de procedência dos exemplares ao nível de 5% de significância. O peso, tanto de ninfas quanto de fêmeas, foi influenciado pela temperatura de procedência destes ínstares anteriores, sendo que a temperatura de 32°C foi a que mais afetou (p<0.05) o peso, já que ínstares procedentes desta temperatura apresentaram as menores médias de peso. A temperatura de 27°C foi considerada a mais eficiente para a manutenção da fase não parasitária. A temperatura de 18°C mostrou–se adequada para retardar o ciclo biológico de A. cajennense, a partir do estágio larval, porém não permite manter uma colônia permanentemente, já que o percentual de desenvolvimento embrionário é muito reduzido. A temperatura de 32°C foi considerada a mais deletéria para o ciclo de A. cajennense. |
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