Os usos da deusa Maat - a proposta de uma identidade cultural no Egito Antigo: uma análise dos textos literários do reino médio (2055-1650 a.C.)
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em História
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| Departamento: |
Instituto Multidisciplinar de Nova Iguaçu
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Brasil
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Resumo: | O Egito Antigo era essencialmente ritualístico, isto quer dizer que, em todos os seus aspectos,quer sejam sociais ou políticos, a sua cultura estava presente. Essa, por sua vez, pautava-se em um passado cosmogônico o qual reiterava o tempo dos deuses inspirado pelos ideais de ordem, verdade, justiça, retidão, harmonia e equilíbrio como premissas para o existir divino, da natureza e a posteriori dos humanos. Além de serem considerados como uma espécie de sabedoria para soluções às demandas surgentes, tal qual eram requeridos pelo poder central como mecanismo para lidar com as imprevisibilidades do cotidiano egípcio. Essa ideologia foi canalizada para uma divindade intitulada Maat, que ditava não somente regras e comportamentos por uma via moral divinizada, mas também justificava as ações da ordem vigente e do sujeito social. Logo, o sagrado, longe de ser apenas um mito do passado, permeava as esferas sacerdotais, dos reis e da população que atribuía usos diversos a depender da prerrogativa enfrentada como arranjo para a sua sobrevivência. A presente dissertação propõe demonstrar como a deusa Maat fora introduzida no contexto social egípcio, a fim de amalgamar uma identidade cultural própria ao Egito Faraônico durante o período conhecido como Reino Médio (2055-650 a.C). |
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Oliveira, Samara Teixeira deCaldas, Marcos José de Araújohttps://orcid.org/0000-0002-3530-4405http://lattes.cnpq.br/0462102982176400Arrais, Nely Feitozahttp://lattes.cnpq.br/4975201079635879Caldas, Marcos José de Araújohttps://orcid.org/0000-0002-3530-4405http://lattes.cnpq.br/0462102982176400Arrais, Nely Feitozahttp://lattes.cnpq.br/4975201079635879Rolland, Cintia Alfieri Gamahttp://lattes.cnpq.br/2837896631311697Lima, Fábio Afonso Frizzo de Moraeshttp://lattes.cnpq.br/5328872418997269João, Maria Thereza Davidhttp://lattes.cnpq.br/5531403602945012http://lattes.cnpq.br/40930728244832992025-09-08T14:07:14Z2025-09-08T14:07:14Z2025-06-16OLIVEIRA, Samara Teixeira de. Os usos da deusa Maat - a proposta de uma identidade cultural no Egito Antigo: uma análise dos textos literários do reino médio (2055-1650 a.C.). 2025. 216 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23151O Egito Antigo era essencialmente ritualístico, isto quer dizer que, em todos os seus aspectos,quer sejam sociais ou políticos, a sua cultura estava presente. Essa, por sua vez, pautava-se em um passado cosmogônico o qual reiterava o tempo dos deuses inspirado pelos ideais de ordem, verdade, justiça, retidão, harmonia e equilíbrio como premissas para o existir divino, da natureza e a posteriori dos humanos. Além de serem considerados como uma espécie de sabedoria para soluções às demandas surgentes, tal qual eram requeridos pelo poder central como mecanismo para lidar com as imprevisibilidades do cotidiano egípcio. Essa ideologia foi canalizada para uma divindade intitulada Maat, que ditava não somente regras e comportamentos por uma via moral divinizada, mas também justificava as ações da ordem vigente e do sujeito social. Logo, o sagrado, longe de ser apenas um mito do passado, permeava as esferas sacerdotais, dos reis e da população que atribuía usos diversos a depender da prerrogativa enfrentada como arranjo para a sua sobrevivência. A presente dissertação propõe demonstrar como a deusa Maat fora introduzida no contexto social egípcio, a fim de amalgamar uma identidade cultural própria ao Egito Faraônico durante o período conhecido como Reino Médio (2055-650 a.C).Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESAncient Egypt was essentially ritualistic, meaning that its culture was present in all its aspects, whether social or political. This, in turn, was based on a cosmogonic past that reiterated the time of the gods inspired by the ideals of order, truth, justice, righteousness, harmony and balance as premises for the divine existence, of nature and a posteriori of humans. In addition to being considered as a kind of wisdom for solutions to emerging demands, such as were required by the central power as a mechanism to deal with the unpredictability of everyday Egyptian life, this ideology was channeled to a deity called Maat, who dictated not only rules and behaviors through a deified moral path, but also justified the actions of the current order and of the social subject. Therefore, the sacred, far from being just a myth of the past, permeated the spheres of priests, kings and the population who attributed different uses to it depending on the prerogative faced as an arrangement for their survival. This dissertation aims to demonstrate how the goddess Maat was introduced into the Egyptian social context, in order to amalgamate a cultural identity specific to Pharaonic Egypt during the period known as the Middle Kingdom (2055-650 a. C.).porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em HistóriaUFRRJBrasilInstituto Multidisciplinar de Nova IguaçuHistóriaHistóriaMaatidentidade culturalEgito AntigoHistória Antigacultural identityAncient EgyptAncient HistoryOs usos da deusa Maat - a proposta de uma identidade cultural no Egito Antigo: uma análise dos textos literários do reino médio (2055-1650 a.C.)The uses of the goddess Maat – the proposal of a cultural identity in Ancient Egypt: an analysis of literary texts from the middle kingdom (2055-1650 a.C.)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisAGUIAR, A. Roberto. Direito, poder e opressão. São Paulo: Alfa - Omega, 1990. ARAÚJO, Emanuel. Mitos e lendas do Antigo Egito. 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Os festivais como encenação da sociedade.PHOÎNIX, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 12–26, 2020. CARDOSO, Ciro Flamarion. Tinham os antigos uma literatura?PHOÎNIX, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 99–120, 2020. CARDOSO, Ciro Flamarion. Um historiador fala de teoria e metodologia: ensaios. Bauru, SP: Edusc, 2005. CLARK, Robert Thomas Rundle. Myth and Symbol in Ancient Egypt. New Impression Edition. London: Thames & Hudson, 1991. DONADONI, Sergio. O Homem Egípcio. 1. ed. Lisboa: Editorial Presença, 1994. DURKHEIM, Émile.A educação moral. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. DURKHEIM, Émile.As regras do método sociológico. 9. ed. Lisboa: Editorial Presença, 2001. DURKHEIM, Émile.Da Divisão do Trabalho Social. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. FAULKNER, Raymond O. The Ancient Egyptian Book of the Dead. Londres: The British Museum Press, 2010. GARCÍA, Moreno; CARLOS, Juan; PINES, Yuri. Maat and Tianxia: Building World Orders in Ancient Egypt and China.Journal of Egyptian History, 13, 1-2, 227-270, 2021. 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Random House, Trade Paperbacks, 2013.reponame:Repositório Institucional da UFRRJinstname:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)instacron:UFRRJinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdfSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdfapplication/pdf3454554https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/23151/1/SAMARA%20TEIXEIRA%20DE%20OLIVEIRA.pdf5d3950cb3afa48f96912609209d13e53MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/23151/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdf.txtSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdf.txtExtracted texttext/plain562013https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/23151/3/SAMARA%20TEIXEIRA%20DE%20OLIVEIRA.pdf.txta0ca019ed35a194600600e4d4d566a60MD53THUMBNAILSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdf.jpgSAMARA TEIXEIRA DE OLIVEIRA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1282https://rima.ufrrj.br/jspui/bitstream/20.500.14407/23151/4/SAMARA%20TEIXEIRA%20DE%20OLIVEIRA.pdf.jpgce23b6761fcc6c326f86a9e74073a296MD5420.500.14407/231512025-09-09 02:07:05.941oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/23151Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://tede.ufrrj.br/PUBhttps://tede.ufrrj.br/oai/requestbibliot@ufrrj.bropendoar:2025-09-09T05:07:05Repositório Institucional da UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)false |
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O Egito Antigo era essencialmente ritualístico, isto quer dizer que, em todos os seus aspectos,quer sejam sociais ou políticos, a sua cultura estava presente. Essa, por sua vez, pautava-se em um passado cosmogônico o qual reiterava o tempo dos deuses inspirado pelos ideais de ordem, verdade, justiça, retidão, harmonia e equilíbrio como premissas para o existir divino, da natureza e a posteriori dos humanos. Além de serem considerados como uma espécie de sabedoria para soluções às demandas surgentes, tal qual eram requeridos pelo poder central como mecanismo para lidar com as imprevisibilidades do cotidiano egípcio. Essa ideologia foi canalizada para uma divindade intitulada Maat, que ditava não somente regras e comportamentos por uma via moral divinizada, mas também justificava as ações da ordem vigente e do sujeito social. Logo, o sagrado, longe de ser apenas um mito do passado, permeava as esferas sacerdotais, dos reis e da população que atribuía usos diversos a depender da prerrogativa enfrentada como arranjo para a sua sobrevivência. A presente dissertação propõe demonstrar como a deusa Maat fora introduzida no contexto social egípcio, a fim de amalgamar uma identidade cultural própria ao Egito Faraônico durante o período conhecido como Reino Médio (2055-650 a.C). |
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OLIVEIRA, Samara Teixeira de. Os usos da deusa Maat - a proposta de uma identidade cultural no Egito Antigo: uma análise dos textos literários do reino médio (2055-1650 a.C.). 2025. 216 f. Dissertação (Mestrado em História) - Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025. |
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