Volta Redonda: uma estratégia de resgate e salva guarda patrimonial

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Almeida, Damiana Silva Bastos de lattes
Orientador(a): Sampaio, Julio Cesar Ribeiro lattes
Banca de defesa: Sampaio, Julio Cesar Ribeiro lattes, Gonçalves, Luís Jorge Rodrigues lattes, Moreira, Andrea Auad lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Patrimônio, Cultura e Sociedade
Departamento: Instituto Multidisciplinar de Nova Iguaçu
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23112
Resumo: Volta Redonda surge no cenário nacional no início dos anos 1940, concebida pelo governo de Getúlio Vargas sob pesados investimentos federais, como símbolo da industrialização do Brasil, transformando desta forma, o povoado rural de Santo Antônio da Volta Redonda, para a nova etapa que se inaugurava com a implementação da Companhia Siderúrgica Nacional, em um ícone do Estado Novo, a Cidade do Aço. A perda da memória sobre a Vila Operária, pequeno conjunto urbano planejado em 1941 por Attilio Corrêa Lima, juntamente com sua descaracterização mediante a dissolução do vínculo entre a cidade e a empresa, em decorrência da privatização do patrimônio da estatal em 1993 e do desenvolvimento urbano, que se dá sobre o que hoje se configura como centro histórico e principal centralidade da cidade, vem gradativamente alterando a integridade desse patrimônio, apagando traços projetados que caracterizam o lugar. Os remanescentes são hoje, principalmente, o traçado urbano, os espaços livres e alguns imóveis que compunham o projeto, ou o complementaram num primeiro momento, construídos pelo Estado e colocados a serviço da população que se estabelecia, que hoje se constituem em partes resilientes da cidade, que guardam uma coleção de imóveis icônicos para população. Ao iluminar as qualidades e valores do projeto original, refletir sobre suas características de permanência, e constituir possíveis estratégias de conservação e planejamento urbano - à partir da Teoria do Diálogo das Fontes e da interpretação unificada, coordenada e complementar do ordenamento jurídico e seus instrumentos de salvaguarda, com base no princípio constitucional da função socioambiental da propriedade - intenciona-se, para além da consolidação de um entendimento sobre o patrimônio cultural representado pelo conjunto urbano da atual Vila Santa Cecília e adjacências, como identidade e memória de um povo e de um momento histórico, restabelecer o usufruto da sociedade à parte significativa do patrimônio histórico, cultural e natural de Volta Redonda, hoje privatizado e abandonado pela empresa. Esse trabalho concentra-se, portanto, na análise e valorização desse conjunto patrimonial, das singularidades que caracterizam sua autenticidade, das suas características morfológicas, arquitetônicas e urbanísticas, da integridade da paisagem e das relações afetivas que compõe o lugar e o seu espírito.
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Dissertação (Mestrado em Patrimônio, Cultura e Sociedade) - Instituto Multidisciplinar, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, 2024.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23112Volta Redonda surge no cenário nacional no início dos anos 1940, concebida pelo governo de Getúlio Vargas sob pesados investimentos federais, como símbolo da industrialização do Brasil, transformando desta forma, o povoado rural de Santo Antônio da Volta Redonda, para a nova etapa que se inaugurava com a implementação da Companhia Siderúrgica Nacional, em um ícone do Estado Novo, a Cidade do Aço. A perda da memória sobre a Vila Operária, pequeno conjunto urbano planejado em 1941 por Attilio Corrêa Lima, juntamente com sua descaracterização mediante a dissolução do vínculo entre a cidade e a empresa, em decorrência da privatização do patrimônio da estatal em 1993 e do desenvolvimento urbano, que se dá sobre o que hoje se configura como centro histórico e principal centralidade da cidade, vem gradativamente alterando a integridade desse patrimônio, apagando traços projetados que caracterizam o lugar. Os remanescentes são hoje, principalmente, o traçado urbano, os espaços livres e alguns imóveis que compunham o projeto, ou o complementaram num primeiro momento, construídos pelo Estado e colocados a serviço da população que se estabelecia, que hoje se constituem em partes resilientes da cidade, que guardam uma coleção de imóveis icônicos para população. Ao iluminar as qualidades e valores do projeto original, refletir sobre suas características de permanência, e constituir possíveis estratégias de conservação e planejamento urbano - à partir da Teoria do Diálogo das Fontes e da interpretação unificada, coordenada e complementar do ordenamento jurídico e seus instrumentos de salvaguarda, com base no princípio constitucional da função socioambiental da propriedade - intenciona-se, para além da consolidação de um entendimento sobre o patrimônio cultural representado pelo conjunto urbano da atual Vila Santa Cecília e adjacências, como identidade e memória de um povo e de um momento histórico, restabelecer o usufruto da sociedade à parte significativa do patrimônio histórico, cultural e natural de Volta Redonda, hoje privatizado e abandonado pela empresa. Esse trabalho concentra-se, portanto, na análise e valorização desse conjunto patrimonial, das singularidades que caracterizam sua autenticidade, das suas características morfológicas, arquitetônicas e urbanísticas, da integridade da paisagem e das relações afetivas que compõe o lugar e o seu espírito.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESVolta Redonda emerged in the national scene in the beginning of 1940 ́s, conceived by the government of Getúlio Vargas under heavy federal investments, as a symbol of Brazil ́s industrialization, thus transforming the rural village of Santo Antônio da Volta Redonda, for a new stage that iniciated with the implementation of the Companhia Siderúrgica Nacional, into an icon of the Estado Novo, the City of Steel. The loss of memory regarding the Company Town, a small urban complex planned in 1941 by Attilio Corrêa Lima, along with its alteration due to the dissolution of the link between the city and the company , as a result of the privatization of the state-owned company's assets in 1993 and urban development, which takes place over what today constitutes the historic center and main centrality of the city, has gradually altered the integrity of this heritage, erasing designed traces that characterize the place. The remnants, mainly, refer to urban layout, the open spaces and some buildings that composed the project, or complemented it at a first moment, built by the State and put at the service of the population that was settled there, which today constitute resilient parts of the city that hold a collection of iconic buildings for the population. By illuminating the qualities and values of the original design, reflecting on their enduring characteristics and establishing possible conservation and urban planning strategies - from “Dialogue of Sources Theory” and the unified, coordinated and complementary interpretation of the legal system and its safeguard instruments, based on the constitutional principle of the socio-environmental function of property - it is intended, beyond consolidating an understanding of the cultural heritage represented by current urban complex of Vila Santa Cecília and its surroundings as the identity and memory of a people and a historical moment, to reestablish society's usufruct of a significant part of the historical, cultural, and natural heritage of Volta Redonda, today privatized and abandoned by the company. This work, therefore, focuses on the analysis and appreciation of this patrimonial ensemble, the singularities that characterize its authenticity, its morphological, architectural, and urban characteristics, the integrity of the landscape, and the affective relationships that compose the place and its spirit.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Patrimônio, Cultura e SociedadeUFRRJBrasilInstituto Multidisciplinar de Nova IguaçuArquitetura e UrbanismoSociologiaCidade planejadavila operáriapatrimônio edificadoVolta RedondaPlanned citycompany townbuilt heritageVolta Redonda: uma estratégia de resgate e salva guarda patrimonialinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisALMEIDA JUNIOR, Gerval de. Paisagem e Mobilidade Sustentável: Propostas de Reestruturação na Cidade do Aço. 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description Volta Redonda surge no cenário nacional no início dos anos 1940, concebida pelo governo de Getúlio Vargas sob pesados investimentos federais, como símbolo da industrialização do Brasil, transformando desta forma, o povoado rural de Santo Antônio da Volta Redonda, para a nova etapa que se inaugurava com a implementação da Companhia Siderúrgica Nacional, em um ícone do Estado Novo, a Cidade do Aço. A perda da memória sobre a Vila Operária, pequeno conjunto urbano planejado em 1941 por Attilio Corrêa Lima, juntamente com sua descaracterização mediante a dissolução do vínculo entre a cidade e a empresa, em decorrência da privatização do patrimônio da estatal em 1993 e do desenvolvimento urbano, que se dá sobre o que hoje se configura como centro histórico e principal centralidade da cidade, vem gradativamente alterando a integridade desse patrimônio, apagando traços projetados que caracterizam o lugar. Os remanescentes são hoje, principalmente, o traçado urbano, os espaços livres e alguns imóveis que compunham o projeto, ou o complementaram num primeiro momento, construídos pelo Estado e colocados a serviço da população que se estabelecia, que hoje se constituem em partes resilientes da cidade, que guardam uma coleção de imóveis icônicos para população. Ao iluminar as qualidades e valores do projeto original, refletir sobre suas características de permanência, e constituir possíveis estratégias de conservação e planejamento urbano - à partir da Teoria do Diálogo das Fontes e da interpretação unificada, coordenada e complementar do ordenamento jurídico e seus instrumentos de salvaguarda, com base no princípio constitucional da função socioambiental da propriedade - intenciona-se, para além da consolidação de um entendimento sobre o patrimônio cultural representado pelo conjunto urbano da atual Vila Santa Cecília e adjacências, como identidade e memória de um povo e de um momento histórico, restabelecer o usufruto da sociedade à parte significativa do patrimônio histórico, cultural e natural de Volta Redonda, hoje privatizado e abandonado pela empresa. Esse trabalho concentra-se, portanto, na análise e valorização desse conjunto patrimonial, das singularidades que caracterizam sua autenticidade, das suas características morfológicas, arquitetônicas e urbanísticas, da integridade da paisagem e das relações afetivas que compõe o lugar e o seu espírito.
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