Micropropagação de espécies ornamentais: avanços e aplicações para Alcea rosea, Dianthus caryophyllus e Anthurium andraeanum

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Ferreira, Talita dos Santos lattes
Orientador(a): Pêgo, Rogério Gomes lattes
Banca de defesa: Pêgo, Rogério Gomes lattes, Fiorini, Cibelle Vilela Andrade lattes, Miranda, Natane Amaral lattes, Santos, Carlos Antonio dos lattes, Antunes, Luiz Fernando de Sousa lattes
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia
Departamento: Instituto de Agronomia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22211
Resumo: A micropropagação tem sido uma das principais técnicas obtenção massal de mudas de qualidade de espécies ornamentais, especialmente das espécies de difícil propagação. Dentre as espécies podem ser citadas plantas de alcea (Alcea rosea L.) propagada por sementes, cujo relatos de dormência tem sido frequente, além disso, essa espécie desenvolve-se em roseta, não produzindo ramificações e por isso a propagação vegetativa é bastante limitada. Outra espécie de grande interesse econômico é o cravo (Dianthus caryophyllus) que embora possam ser propagados por sementes, a forma tradicionalmente utilizada por floricultores é a propagação por estaquia, o que torna o manejo de matrizeiros bastante oneroso. Outra cultura de grande importância comercial são os antúrios (Anthurium andraeanum L.), pertencentes à Família Araceae, que também apresenta muitos entraves para a produção pela germinação de sementes ou propagação vegetativa tradicional, da qual as mudas comerciais são oriundas da micropropagação de plantas. Para todas essas espécies, vantagens significativas podem ser alcançadas com o uso da micropropagação in vitro. Nesse sentido, essa tese foi construída em capítulos que objetivam elucidar aspectos da micropropagação de diferentes espécies ornamentas. No capítulo I pode-se constatar que os frutos de A. rosea apresentam aspecto achatado contendo, em média, 33 sementes. As sementes germinadas in vitro não apresentam dormência, entretanto, a escarificação mecânica promove maiores índice de velocidade de germinação e a produção de plântulas mais vigorosas, independente do meio de cultura utilizado. No capítulo II a suplementação de 2,0 mg L-1 de BAP ao meio MS possibilitou a maior brotação de estacas de A. rosea, sendo indispensável o uso desse regulador para a indução de brotações ao passo que a suplementação de 1,0 mg L-1 de AIB ao meio MS favorece a rizogênese. No capítulo III para plantas de D. caryophyllus o maior percentual de germinação in vitro foi obtido com o meio MSTotal. A formação do maior número de brotos ocorreu no MS suplementado com 1,0 mg L-1 de BAP + 0,5 mg L-1 de AIB, com uma média de 144 brotos por explante. A formação do maior número de raízes (9,3) ocorreu no MS1/2 suplementado com 1,0 mg L-1 de AIB. No capítulo IV para plantas de A. andraeanum L., recomenta-se a assepsia por imersão em álcool 70% (v/v) + solução de gentamicina (20%) por 1 minuto, e posteriormente a imersão por 7 minutos em solução de hipoclorito de sódio 2% (v/v). A combinação dos fatores: explante retirado da folha de idade intermediária + meio de cultivo com WPM + ambiente escuro, foi o tratamento mais eficiente no controle da oxidação e na etapa de indução de calos nos explantes. O meio WPM suplementado com 2,0 mg/L de BAP + 1,0 mg/L de 2,4D ou 1,0 mg/L de BAP + 0,5 mg/L de AIB induzem a produção de calos embriogênicos. E no capítulo V o artigo de revisão fornece informações abrangentes e atualizadas sobre a complexidade da polinização de plantas da família Araceae e suas relações sobre as especificidades de insetos polinizadores.
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Tese (Doutorado em Fitotecnia) - Instituto de Agronomia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/22211A micropropagação tem sido uma das principais técnicas obtenção massal de mudas de qualidade de espécies ornamentais, especialmente das espécies de difícil propagação. Dentre as espécies podem ser citadas plantas de alcea (Alcea rosea L.) propagada por sementes, cujo relatos de dormência tem sido frequente, além disso, essa espécie desenvolve-se em roseta, não produzindo ramificações e por isso a propagação vegetativa é bastante limitada. Outra espécie de grande interesse econômico é o cravo (Dianthus caryophyllus) que embora possam ser propagados por sementes, a forma tradicionalmente utilizada por floricultores é a propagação por estaquia, o que torna o manejo de matrizeiros bastante oneroso. Outra cultura de grande importância comercial são os antúrios (Anthurium andraeanum L.), pertencentes à Família Araceae, que também apresenta muitos entraves para a produção pela germinação de sementes ou propagação vegetativa tradicional, da qual as mudas comerciais são oriundas da micropropagação de plantas. Para todas essas espécies, vantagens significativas podem ser alcançadas com o uso da micropropagação in vitro. Nesse sentido, essa tese foi construída em capítulos que objetivam elucidar aspectos da micropropagação de diferentes espécies ornamentas. No capítulo I pode-se constatar que os frutos de A. rosea apresentam aspecto achatado contendo, em média, 33 sementes. As sementes germinadas in vitro não apresentam dormência, entretanto, a escarificação mecânica promove maiores índice de velocidade de germinação e a produção de plântulas mais vigorosas, independente do meio de cultura utilizado. No capítulo II a suplementação de 2,0 mg L-1 de BAP ao meio MS possibilitou a maior brotação de estacas de A. rosea, sendo indispensável o uso desse regulador para a indução de brotações ao passo que a suplementação de 1,0 mg L-1 de AIB ao meio MS favorece a rizogênese. No capítulo III para plantas de D. caryophyllus o maior percentual de germinação in vitro foi obtido com o meio MSTotal. A formação do maior número de brotos ocorreu no MS suplementado com 1,0 mg L-1 de BAP + 0,5 mg L-1 de AIB, com uma média de 144 brotos por explante. A formação do maior número de raízes (9,3) ocorreu no MS1/2 suplementado com 1,0 mg L-1 de AIB. No capítulo IV para plantas de A. andraeanum L., recomenta-se a assepsia por imersão em álcool 70% (v/v) + solução de gentamicina (20%) por 1 minuto, e posteriormente a imersão por 7 minutos em solução de hipoclorito de sódio 2% (v/v). A combinação dos fatores: explante retirado da folha de idade intermediária + meio de cultivo com WPM + ambiente escuro, foi o tratamento mais eficiente no controle da oxidação e na etapa de indução de calos nos explantes. O meio WPM suplementado com 2,0 mg/L de BAP + 1,0 mg/L de 2,4D ou 1,0 mg/L de BAP + 0,5 mg/L de AIB induzem a produção de calos embriogênicos. E no capítulo V o artigo de revisão fornece informações abrangentes e atualizadas sobre a complexidade da polinização de plantas da família Araceae e suas relações sobre as especificidades de insetos polinizadores.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESMicropropagation has been one of the main techniques for obtaining high-quality seedlings of ornamental species, especially those that are difficult to propagate. Among the species, we can mention the alcea (Alcea rosea L.) propagated by seeds, whose dormancy has been frequently reported. Furthermore, this species develops in rosettes, does not produce branches, and therefore vegetative propagation is quite limited. Another species of great economic interest is the carnation (Dianthus caryophyllus), which, although it can be propagated by seeds, is traditionally propagated by cuttings, which makes the management of nursery stocks quite expensive. Another crop of great commercial importance is the anthurium (Anthurium andraeanum L.), which belongs to the Araceae family, which also presents many obstacles for production by seed germination or traditional vegetative propagation, from which commercial seedlings come from plant micropropagation. For all these species, significant advantages can be achieved with the use of in vitro micropropagation. In this sense, this thesis was constructed in chapters that aim to elucidate aspects of the micropropagation of different ornamental species. In Chapter I, it can be seen that the fruits of A. rosea have a flattened appearance and contain, on average, 33 seeds. The seeds germinated in vitro do not present dormancy; however, mechanical scarification promotes higher germination rates and the production of more vigorous seedlings, regardless of the culture medium used. In Chapter II, the supplementation of 2.0 mg L-1 of BAP to the MS medium allowed for greater sprouting of A. rosea cuttings, making the use of this regulator essential for inducing sprouting, while the supplementation of 1.0 mg L-1 of IBA to the MS medium favors rhizogenesis. In Chapter III, for D. caryophyllus plants, the highest percentage of in vitro germination was obtained with the MSTotal medium. The formation of the greatest number of shoots occurred in the MS supplemented with 1.0 mg L-1 of BAP + 0.5 mg L-1 of IBA, with an average of 144 shoots per explant. The formation of the greatest number of roots (9.3) occurred in the MS1/2 supplemented with 1.0 mg L-1 of IBA. In chapter IV for A. andraeanum L. plants, asepsis by immersion in 70% (v/v) alcohol + gentamicin solution (20%) for 1 minute is recommended, followed by immersion for 7 minutes in 2% (v/v) sodium hypochlorite solution. The combination of factors: explant taken from the intermediate-aged leaf + culture medium with WPM + dark environment, was the most efficient treatment in controlling oxidation and in the callus induction stage in the explants. WPM medium supplemented with 2.0 mg/L BAP + 1.0 mg/L 2,4D or 1.0 mg/L BAP + 0.5 mg/L IBA induces the production of embryogenic callus. And in chapter V the review article provides comprehensive and updated information on the complexity of pollination of plants of the Araceae family and their relationships on the specificities of pollinating insects.porUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em FitotecniaUFRRJBrasilInstituto de AgronomiaAgronomiaCultura de tecidosAraceaePlanta ornamentalCalogêneseTissue cultureOrnamental plantCallogenesisMicropropagação de espécies ornamentais: avanços e aplicações para Alcea rosea, Dianthus caryophyllus e Anthurium andraeanumMicropropagation of ornamental species: advances and applications for Alcea rosea, Dianthus caryophyllus and Anthurium andraeanuminfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisBARABÉ, D.; C. LACROIX. Morfologia de desenvolvimento da flor de Anaphyllopsis americana e sua relevância para nossa compreensão de Araceae basal. Botany 86: 1467-1473. 2008. BOYCE, P.C.; CROAT, T.B. 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Ferreira, Talita dos Santos
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description A micropropagação tem sido uma das principais técnicas obtenção massal de mudas de qualidade de espécies ornamentais, especialmente das espécies de difícil propagação. Dentre as espécies podem ser citadas plantas de alcea (Alcea rosea L.) propagada por sementes, cujo relatos de dormência tem sido frequente, além disso, essa espécie desenvolve-se em roseta, não produzindo ramificações e por isso a propagação vegetativa é bastante limitada. Outra espécie de grande interesse econômico é o cravo (Dianthus caryophyllus) que embora possam ser propagados por sementes, a forma tradicionalmente utilizada por floricultores é a propagação por estaquia, o que torna o manejo de matrizeiros bastante oneroso. Outra cultura de grande importância comercial são os antúrios (Anthurium andraeanum L.), pertencentes à Família Araceae, que também apresenta muitos entraves para a produção pela germinação de sementes ou propagação vegetativa tradicional, da qual as mudas comerciais são oriundas da micropropagação de plantas. Para todas essas espécies, vantagens significativas podem ser alcançadas com o uso da micropropagação in vitro. Nesse sentido, essa tese foi construída em capítulos que objetivam elucidar aspectos da micropropagação de diferentes espécies ornamentas. No capítulo I pode-se constatar que os frutos de A. rosea apresentam aspecto achatado contendo, em média, 33 sementes. As sementes germinadas in vitro não apresentam dormência, entretanto, a escarificação mecânica promove maiores índice de velocidade de germinação e a produção de plântulas mais vigorosas, independente do meio de cultura utilizado. No capítulo II a suplementação de 2,0 mg L-1 de BAP ao meio MS possibilitou a maior brotação de estacas de A. rosea, sendo indispensável o uso desse regulador para a indução de brotações ao passo que a suplementação de 1,0 mg L-1 de AIB ao meio MS favorece a rizogênese. No capítulo III para plantas de D. caryophyllus o maior percentual de germinação in vitro foi obtido com o meio MSTotal. A formação do maior número de brotos ocorreu no MS suplementado com 1,0 mg L-1 de BAP + 0,5 mg L-1 de AIB, com uma média de 144 brotos por explante. A formação do maior número de raízes (9,3) ocorreu no MS1/2 suplementado com 1,0 mg L-1 de AIB. No capítulo IV para plantas de A. andraeanum L., recomenta-se a assepsia por imersão em álcool 70% (v/v) + solução de gentamicina (20%) por 1 minuto, e posteriormente a imersão por 7 minutos em solução de hipoclorito de sódio 2% (v/v). A combinação dos fatores: explante retirado da folha de idade intermediária + meio de cultivo com WPM + ambiente escuro, foi o tratamento mais eficiente no controle da oxidação e na etapa de indução de calos nos explantes. O meio WPM suplementado com 2,0 mg/L de BAP + 1,0 mg/L de 2,4D ou 1,0 mg/L de BAP + 0,5 mg/L de AIB induzem a produção de calos embriogênicos. E no capítulo V o artigo de revisão fornece informações abrangentes e atualizadas sobre a complexidade da polinização de plantas da família Araceae e suas relações sobre as especificidades de insetos polinizadores.
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