Aspectos clínicos, laboratoriais e epidemiológicos da infecção natural por Babesia equi (Laveran, 1901) em eqüinos da Academia Militar das Agulhas Negras
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (Patologia e Ciências Clínicas)
|
| Departamento: |
Instituto de Veterinária
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14128 |
Resumo: | Este estudo foi conduzido com o intuito de avaliar achados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos na infecção natural de Babesia equi em 178 eqüinos mantidos em sistema semiintensivo de criação, de propriedade da Academia Militar das Agulhas Negras Exército Brasileiro, situada no município de Resende, Estado do Rio de Janeiro. Babesia equi é uma espécie de hemoparasita de elevada prevalência entre eqüídeos de áreas tropicais, sendo de difícil controle, causando perdas econômicas importantes, pelos longos períodos de convalescença, queda de desempenho nos animais acometidos, gastos com medicamentos e mão de obra, além de impor restrições no trânsito de eqüinos, seja para competições hípicas ou comércio internacional. Na Reação de Imunofluorescência Indireta, foi verificada uma prevalência de 85,96% (n=153), podendo ser a área considerada endêmica para Babesia equi e em estabilidade enzoótica, não sendo observadas diferenças significativas entre sexo e idade dos animais. Parâmetros laboratoriais como volume globular, hematimetria, plaquetometria, leucometrias global e específica, dosagens de creatinina sérica, albumina e proteínas plasmáticas totais foram conduzidos, podendo-se concluir que no estado de portador assintomático não há variação hematológica ou de bioquímica sérica que possa ser creditada ao protozoário Babesia equi. |
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Babesia equi é uma espécie de hemoparasita de elevada prevalência entre eqüídeos de áreas tropicais, sendo de difícil controle, causando perdas econômicas importantes, pelos longos períodos de convalescença, queda de desempenho nos animais acometidos, gastos com medicamentos e mão de obra, além de impor restrições no trânsito de eqüinos, seja para competições hípicas ou comércio internacional. Na Reação de Imunofluorescência Indireta, foi verificada uma prevalência de 85,96% (n=153), podendo ser a área considerada endêmica para Babesia equi e em estabilidade enzoótica, não sendo observadas diferenças significativas entre sexo e idade dos animais. Parâmetros laboratoriais como volume globular, hematimetria, plaquetometria, leucometrias global e específica, dosagens de creatinina sérica, albumina e proteínas plasmáticas totais foram conduzidos, podendo-se concluir que no estado de portador assintomático não há variação hematológica ou de bioquímica sérica que possa ser creditada ao protozoário Babesia equi.This study was conducted with the purpose to evaluate the clinical, laboratory and epidemiological aspects of naturally acquired Babesia equi infection in 178 horses handled in a semi-intensive system, property of the Academia Militar das Agulhas Negras Brazilian Army, situated in the city of Resende, in the Rio de Janeiro State. Babesia equi is a species of hemoparasite of elevated prevalence among equids in tropical regions, being hard to control, causing important economic losses because of the long periods of convalescence, decline of performance in the affected animals, expenses with medication and workers, besides the restrictions in transit of equines, either for hippic competitions or international commerce. In the Indirect Immunofluorescence Reaction, a prevalence of 85,96% (n=153) was verified, therefore the area can be considered endemic for Babesia equi and in enzootic stability. There was no significant difference in the age or sex of the seropositive animals. Laboratory parameters like packed cell volume, red blood cell count, platelet count, global and differential white blood cell counts, dosages of seric creatinine, albumin and total plasmatic proteins, all of which led to the conclusion that in the assymptomatic carrier state there is no hematologic or seric biochemical variations that could be attributed to the protozoal Babesia equi.application/pdfporUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (Patologia e Ciências Clínicas)UFRRJBrasilInstituto de VeterináriababesioseeqüinosepidemiologiababesiosisequinesepidemiologyMedicina VeterináriaAspectos clínicos, laboratoriais e epidemiológicos da infecção natural por Babesia equi (Laveran, 1901) em eqüinos da Academia Militar das Agulhas NegrasClinical, laboratory and epidemiological aspects of naturally acquired Babesia equi infection (Laveran, 1901) in equines from the Academia Militar das Agulhas Negrasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttps://tede.ufrrj.br/retrieve/60348/2006%20-%20Marcelo%20de%20Oliveira%20Henriques.pdf.jpghttps://tede.ufrrj.br/jspui/handle/tede/913Made available in DSpace on 2016-04-28T20:18:33Z (GMT). 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