Comportamento de cultivares de coqueiro (Cocos nucifera L.) em diferentes condições agroecológicas dos tabuleiros costeiros do nordeste brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Loiola, Carina Mendes lattes
Orientador(a): Aragão, Wilson Menezes lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Sergipe
Programa de Pós-Graduação: Pós-Graduação em Agroecossistemas
Departamento: Não Informado pela instituição
País: BR
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://ri.ufs.br/handle/riufs/6604
Resumo: Na exploração dos agroecossistemas com coqueiro no Brasil o emprego de cultivares melhoradas ainda é muito incipiente. Para o desenvolvimento sustentável desses agroecossitemas é necessário além de conhecer o comportamento, estimar parâmetros genéticos, como repetibilidade e correlações entre caracteres, para não só acelerar o melhoramento, mas também selecionar cultivares de coqueiro adaptadas às diversas regiões. Nesse sentido, o trabalho objetivou selecionar cultivares de coqueiro adaptadas aos tabuleiros costeiros do Nordeste. Os ensaios foram conduzidos pela Embrapa Tabuleiros Costeiros em Neópolis/SE (NEO) e Porto Seguro/BA (PSE), empregando as seguintes cultivares comuns: anão verde do Brasil de Jiqui (AVeBrJ) x gigante do Brasil de Jiqui (GBrJ), AVeBrJ x gigante do Brasil de Merepe (GBrMe), AVeBrJ x gigante do Brasil da Praia do Forte (GBrPF), AVeBrJ x gigante do Brasil de São José de Mipibu (GBrSJM) AVeBrJ x gigante do Oeste Africano (GOA), AVeBrJ x gigante da Polinésia (GPY), AVeBrJ x gigante de Rennell (GRL), AVeBrJ x gigante de Rotuma (GRT), AVeBrJ x gigante de Tonga (GTG) e anão verde do Brasil de Una (AVeBrU) x GOA. Além dessas cultivares, utilizou-se ainda em NEO o AVeBrJ x gigante de Vonuatu (GVT) e o GBrPF e em PSE o AVeBrJ, anão verde do Brasil da Ponta do Seixas (AVeBrPS) e AVeBrU. O delineamento foi o de blocos ao acaso com 4 e 3 repetições e 16 e 8 plantas úteis por parcela em NEO e PSE, respectivamente. As avaliações foram realizadas entre 2005 a 2007 para os caracteres juvenis: comprimento da folha três (CF3), comprimento do pecíolo da folha três (CPF3), número de folíolos da folha três (NFoF3), comprimento do folíolo da folha três (CFoF3), números de folhas vivas (NFV), emitidas (NFE) e mortas (NFM), circunferência do coleto (CC), altura do estipe (AE) e início do florescimento (IFL). As análises de variância individual por local e conjunta foram feitas através do Sisvar, sendo as médias das cultivares comparadas pelo teste de Tukey a p0,05. Para as análises de repetibilidade (r) e correlações genética (rg) foi utilizado o programa genes. Não houve interação cultivar x local para qualquer característica, indicando um comportamento semelhante das cultivares nos dois locais. Existe variabilidade genética entre as cultivares para NFV, NFM, NFE, CF3, CPF3, NFoF3 e CFoF3 em NEO e CC, CF3 e CFoF3 em PSE. Em NEO os híbridos além do florescimento precoce, apresentam maiores NFV e NFE que o gigante. Todos os híbridos foram superiores em NEO em relação a PSE para NFV, NFM, CF3, CPF3 e CFoF3. O componente principal - covariância por estimar valores mais altos, é o melhor método para determinar a r de caracteres morfológico vegetativo em cultivares de coqueiro. Por esse método, as estimativas do número de avaliações necessárias variam de quatro a nove com precisão de 85% para NFM e CF3, duas a cinco com precisão de 90% e 95% para NFV, NFE e CC e uma com precisão de 99% para CF3, CPF3, NFoF3 e CFoF3 em NEO e PSE. As rg foram significativas e positivas para CF3 x CPF3, CF3 x CFoF3, NFVx NFE, NFV x NFoF3, NFE x NFoF3, CF3 x NFoF3, NFM x NFoF3, CC x CFoF3, CPF3 x CFoF3, NFV x CF3, AE x NFoF3, CC x CPF3, AE x CFoF3, AE x CPF3, CC x CF3 e CPF3 x CFoF3 e negativas para NFE x CC, AEx CC, NFM x AE, NFV x CC, NFM x CPF3, NFM x CF3 e NFM x CFoF3.
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