A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Santos, José Marcos Melo dos
Orientador(a): Tejada, Julián
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Dor
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/14899
Resumo: A empatia pode ser definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro sem necessariamente precisar passar pela situação. Ao longo dos anos a literatura tem demonstrado a possibilidade de utilizar a dor como um estímulo evocativo de comportamentos empáticos em roedores. Estudos apontam que os mesmos são capazes de reconhecer a dor em co-específico e direcionar comportamentos em direção a ele. Não obstante estudos sugerem que as questões relacionadas a dimorfismo e os hormônios gonadais femininos podem mediar o desempenhar desse tipo de comportamento assim como modular a resposta nociceptiva. O objetivo principal do trabalho em questão é avaliar a influência da reposição dos hormônios gonadais (Óleo, E2, P4, E2+P4) no contato social de ratas expostas a coabitantes com diferentes condições nociceptivas. Foram utilizadas 165 ratas Wistar com 2 a 3 meses de idade. O trabalho foi dividido em três protocolos experimentais. O experimento I teve como objetivo a avaliação da influência da reposição hormonal no repertório comportamental das ratas reposição hormonal (RH) (RH-O: grupo com reposição do veículo; RH+E2: grupo com reposição de estrogênio; RH+P4: grupo com reposição de progesterona; e RH+E2+P4: grupo com reposição de estrogênio e progesterona)durante o contato com as ratas chamadas estimulo social (ES) Controle (ES-CTRL), Salina (ES-SAL) e Formalina (ES-FORM). O experimento II tinha como objetivo analisar os comportamentos dos animais ES durante a exposição as ratas RH e por fim o experimento III tinha como objetivo avaliar o efeito do contato social com animais com diferentes condições nociceptivas, no comportamento álgico das ratas RH na placa quente. No experimento I e II, as ratas RH eram submetidas a 30 minutos de contato com alguma das ratas do grupo ES na própria caixa de convívio para registro videográfico e posterior análise. No experimento III após o contato com os diferentes grupos de animais ES, as ratas RH tinham suas medidas nociceptivas aferidas na placa quente (hotplate) nos tempos 0, 15 e 30. Os resultados apontam a que os hormônios sexuais femininos modulam o desempenhar de comportamentos considerados empáticos em ratas, assim como também se observa que o estímulo doloroso (a presença do animal estímulo) tem influência direta no comportamento desempenhado por parte da rata RH, sendo as diferenças estatísticas encontradas principalmente no que tange aos animais RH expostos ao grupo ES FORM. Os comportamentos desempenhados pelas ratas RH em questão em relação as fêmeas ES-FORM variaram principalmente entre o comportamento de lambida/cuidado e que foi desempenhado nos primeiros cinco minutos e o comportamento de ficar perto/consolação desempenhado a partir dos 15 minutos, mostrando uma relação entre as respostas a dor neurogênica/aguda e a dor inflamatória. Em se tratando dos efeitos do contato/social e dos comportamentos empáticos/altruístas emitidos pela rata RH e a influência dos mesmos no seu limiar nociceptivo, os resultados apontaram que todos os animais RH tiveram uma diminuição no limiar nociceptivo quando comparados com os parâmetros basais, entretanto, deve-se destacar que os animais RH que tiveram contato com os animais ES-FORM, isto é, os que desempenharam mais comportamentos pró-sociais, apresentaram um limiar nociceptivo superior quando comparados com os animais que tiveram contato com os outros grupos ES-CTRL e ES-SAL nos tempos 0 e 15 minutos p< 0,0001***. Não obstante, observa-se um perfil modulador dos hormônios gonadais, através da estimação por intervalos, foi possível constatar que as reposições hormonais com E2, P4 e E2+P4 contribuíram para o aumento do tempo e da frequência do acontecimento de comportamentos empáticos (cuidado/consolação). Em se tratando dos aspectos nociceptivos, os hormônios gonadais se mostraram antinociceptivos quando comparados com o grupo RH+O.
id UFS-2_a0c109a107eaf71a07b950f64155ddf9
oai_identifier_str oai:oai:ri.ufs.br:repo_01:riufs/14899
network_acronym_str UFS-2
network_name_str Repositório Institucional da UFS
repository_id_str
spelling Santos, José Marcos Melo dosTejada, Julián2021-12-16T12:07:27Z2021-12-16T12:07:27Z2021-07-21SANTOS, José Marcos Melo dos. A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas. 2021. 102 f. Tese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2021.https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/14899A empatia pode ser definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro sem necessariamente precisar passar pela situação. Ao longo dos anos a literatura tem demonstrado a possibilidade de utilizar a dor como um estímulo evocativo de comportamentos empáticos em roedores. Estudos apontam que os mesmos são capazes de reconhecer a dor em co-específico e direcionar comportamentos em direção a ele. Não obstante estudos sugerem que as questões relacionadas a dimorfismo e os hormônios gonadais femininos podem mediar o desempenhar desse tipo de comportamento assim como modular a resposta nociceptiva. O objetivo principal do trabalho em questão é avaliar a influência da reposição dos hormônios gonadais (Óleo, E2, P4, E2+P4) no contato social de ratas expostas a coabitantes com diferentes condições nociceptivas. Foram utilizadas 165 ratas Wistar com 2 a 3 meses de idade. O trabalho foi dividido em três protocolos experimentais. O experimento I teve como objetivo a avaliação da influência da reposição hormonal no repertório comportamental das ratas reposição hormonal (RH) (RH-O: grupo com reposição do veículo; RH+E2: grupo com reposição de estrogênio; RH+P4: grupo com reposição de progesterona; e RH+E2+P4: grupo com reposição de estrogênio e progesterona)durante o contato com as ratas chamadas estimulo social (ES) Controle (ES-CTRL), Salina (ES-SAL) e Formalina (ES-FORM). O experimento II tinha como objetivo analisar os comportamentos dos animais ES durante a exposição as ratas RH e por fim o experimento III tinha como objetivo avaliar o efeito do contato social com animais com diferentes condições nociceptivas, no comportamento álgico das ratas RH na placa quente. No experimento I e II, as ratas RH eram submetidas a 30 minutos de contato com alguma das ratas do grupo ES na própria caixa de convívio para registro videográfico e posterior análise. No experimento III após o contato com os diferentes grupos de animais ES, as ratas RH tinham suas medidas nociceptivas aferidas na placa quente (hotplate) nos tempos 0, 15 e 30. Os resultados apontam a que os hormônios sexuais femininos modulam o desempenhar de comportamentos considerados empáticos em ratas, assim como também se observa que o estímulo doloroso (a presença do animal estímulo) tem influência direta no comportamento desempenhado por parte da rata RH, sendo as diferenças estatísticas encontradas principalmente no que tange aos animais RH expostos ao grupo ES FORM. Os comportamentos desempenhados pelas ratas RH em questão em relação as fêmeas ES-FORM variaram principalmente entre o comportamento de lambida/cuidado e que foi desempenhado nos primeiros cinco minutos e o comportamento de ficar perto/consolação desempenhado a partir dos 15 minutos, mostrando uma relação entre as respostas a dor neurogênica/aguda e a dor inflamatória. Em se tratando dos efeitos do contato/social e dos comportamentos empáticos/altruístas emitidos pela rata RH e a influência dos mesmos no seu limiar nociceptivo, os resultados apontaram que todos os animais RH tiveram uma diminuição no limiar nociceptivo quando comparados com os parâmetros basais, entretanto, deve-se destacar que os animais RH que tiveram contato com os animais ES-FORM, isto é, os que desempenharam mais comportamentos pró-sociais, apresentaram um limiar nociceptivo superior quando comparados com os animais que tiveram contato com os outros grupos ES-CTRL e ES-SAL nos tempos 0 e 15 minutos p< 0,0001***. Não obstante, observa-se um perfil modulador dos hormônios gonadais, através da estimação por intervalos, foi possível constatar que as reposições hormonais com E2, P4 e E2+P4 contribuíram para o aumento do tempo e da frequência do acontecimento de comportamentos empáticos (cuidado/consolação). Em se tratando dos aspectos nociceptivos, os hormônios gonadais se mostraram antinociceptivos quando comparados com o grupo RH+O.A empatia pode ser definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro sem necessariamente precisar passar pela situação. Ao longo dos anos a literatura tem demonstrado a possibilidade de utilizar a dor como um estímulo evocativo de comportamentos empáticos em roedores. Estudos apontam que os mesmos são capazes de reconhecer a dor em co-específico e direcionar comportamentos em direção a ele. Não obstante estudos sugerem que as questões relacionadas a dimorfismo e os hormônios gonadais femininos podem mediar o desempenhar desse tipo de comportamento assim como modular a resposta nociceptiva. O objetivo principal do trabalho em questão é avaliar a influência da reposição dos hormônios gonadais (Óleo, E2, P4, E2+P4) no contato social de ratas expostas a coabitantes com diferentes condições nociceptivas. Foram utilizadas 165 ratas Wistar com 2 a 3 meses de idade. O trabalho foi dividido em três protocolos experimentais. O experimento I teve como objetivo a avaliação da influência da reposição hormonal no repertório comportamental das ratas reposição hormonal (RH) (RH-O: grupo com reposição do veículo; RH+E2: grupo com reposição de estrogênio; RH+P4: grupo com reposição de progesterona; e RH+E2+P4: grupo com reposição de estrogênio e progesterona)durante o contato com as ratas chamadas estimulo social (ES) Controle (ES-CTRL), Salina (ES-SAL) e Formalina (ES-FORM). O experimento II tinha como objetivo analisar os comportamentos dos animais ES durante a exposição as ratas RH e por fim o experimento III tinha como objetivo avaliar o efeito do contato social com animais com diferentes condições nociceptivas, no comportamento álgico das ratas RH na placa quente. No experimento I e II, as ratas RH eram submetidas a 30 minutos de contato com alguma das ratas do grupo ES na própria caixa de convívio para registro videográfico e posterior análise. No experimento III após o contato com os diferentes grupos de animais ES, as ratas RH tinham suas medidas nociceptivas aferidas na placa quente (hotplate) nos tempos 0, 15 e 30. Os resultados apontam a que os hormônios sexuais femininos modulam o desempenhar de comportamentos considerados empáticos em ratas, assim como também se observa que o estímulo doloroso (a presença do animal estímulo) tem influência direta no comportamento desempenhado por parte da rata RH, sendo as diferenças estatísticas encontradas principalmente no que tange aos animais RH expostos ao grupo ES FORM. Os comportamentos desempenhados pelas ratas RH em questão em relação as fêmeas ES-FORM variaram principalmente entre o comportamento de lambida/cuidado e que foi desempenhado nos primeiros cinco minutos e o comportamento de ficar perto/consolação desempenhado a partir dos 15 minutos, mostrando uma relação entre as respostas a dor neurogênica/aguda e a dor inflamatória. Em se tratando dos efeitos do contato/social e dos comportamentos empáticos/altruístas emitidos pela rata RH e a influência dos mesmos no seu limiar nociceptivo, os resultados apontaram que todos os animais RH tiveram uma diminuição no limiar nociceptivo quando comparados com os parâmetros basais, entretanto, deve-se destacar que os animais RH que tiveram contato com os animais ES-FORM, isto é, os que desempenharam mais comportamentos pró-sociais, apresentaram um limiar nociceptivo superior quando comparados com os animais que tiveram contato com os outros grupos ES-CTRL e ES-SAL nos tempos 0 e 15 minutos p< 0,0001***. Não obstante, observa-se um perfil modulador dos hormônios gonadais, através da estimação por intervalos, foi possível constatar que as reposições hormonais com E2, P4 e E2+P4 contribuíram para o aumento do tempo e da frequência do acontecimento de comportamentos empáticos (cuidado/consolação). Em se tratando dos aspectos nociceptivos, os hormônios gonadais se mostraram antinociceptivos quando comparados com o grupo RH+O.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESSão CristóvãoporHormonoterapiaDor nociceptivaEmpatiaFêmeasReposição hormonalDorNocicepçãoFemalesHormone replacementEmpathyPainNociceptionCIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIAA reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivasThe replacement of gonadal hormones modulates empathy type behavioral responses in rats exposed to coespecific with different nociceptive conditionsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisPós-Graduação em Ciências FisiológicasUniversidade Federal de Sergipereponame:Repositório Institucional da UFSinstname:Universidade Federal de Sergipe (UFS)instacron:UFSinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdfJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdfapplication/pdf1140409https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/2/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdffc52618a62f447e6ea58cf035fda1066MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81475https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/1/license.txt098cbbf65c2c15e1fb2e49c5d306a44cMD51TEXTJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.txtJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.txtExtracted texttext/plain181082https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/3/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.txtbe0d647428b62fee3d17deef2ea99a8eMD53THUMBNAILJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.jpgJOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1412https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/4/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.jpg5a6d3aa84e70569e536556c9b214e07dMD54riufs/148992022-03-21 09:43:00.972oai:oai:ri.ufs.br:repo_01:riufs/14899TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvcihlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTZXJnaXBlIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyIHNldSB0cmFiYWxobyBubyBmb3JtYXRvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KClZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFNlcmdpcGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIHNldSB0cmFiYWxobyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU2VyZ2lwZSBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc2V1IHRyYWJhbGhvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIHNldSB0cmFiYWxobyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0bywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBuaW5ndcOpbS4KCkNhc28gbyB0cmFiYWxobyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU2VyZ2lwZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvLgoKQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTZXJnaXBlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpIApkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRvIHRyYWJhbGhvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuIAo=Repositório InstitucionalPUBhttps://ri.ufs.br/oai/requestrepositorio@academico.ufs.bropendoar:2022-03-21T12:43Repositório Institucional da UFS - Universidade Federal de Sergipe (UFS)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
dc.title.alternative.eng.fl_str_mv The replacement of gonadal hormones modulates empathy type behavioral responses in rats exposed to coespecific with different nociceptive conditions
title A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
spellingShingle A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
Santos, José Marcos Melo dos
Hormonoterapia
Dor nociceptiva
Empatia
Fêmeas
Reposição hormonal
Dor
Nocicepção
Females
Hormone replacement
Empathy
Pain
Nociception
CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA
title_short A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
title_full A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
title_fullStr A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
title_full_unstemmed A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
title_sort A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas
author Santos, José Marcos Melo dos
author_facet Santos, José Marcos Melo dos
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Santos, José Marcos Melo dos
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Tejada, Julián
contributor_str_mv Tejada, Julián
dc.subject.por.fl_str_mv Hormonoterapia
Dor nociceptiva
Empatia
Fêmeas
Reposição hormonal
Dor
Nocicepção
topic Hormonoterapia
Dor nociceptiva
Empatia
Fêmeas
Reposição hormonal
Dor
Nocicepção
Females
Hormone replacement
Empathy
Pain
Nociception
CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA
dc.subject.eng.fl_str_mv Females
Hormone replacement
Empathy
Pain
Nociception
dc.subject.cnpq.fl_str_mv CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA
description A empatia pode ser definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro sem necessariamente precisar passar pela situação. Ao longo dos anos a literatura tem demonstrado a possibilidade de utilizar a dor como um estímulo evocativo de comportamentos empáticos em roedores. Estudos apontam que os mesmos são capazes de reconhecer a dor em co-específico e direcionar comportamentos em direção a ele. Não obstante estudos sugerem que as questões relacionadas a dimorfismo e os hormônios gonadais femininos podem mediar o desempenhar desse tipo de comportamento assim como modular a resposta nociceptiva. O objetivo principal do trabalho em questão é avaliar a influência da reposição dos hormônios gonadais (Óleo, E2, P4, E2+P4) no contato social de ratas expostas a coabitantes com diferentes condições nociceptivas. Foram utilizadas 165 ratas Wistar com 2 a 3 meses de idade. O trabalho foi dividido em três protocolos experimentais. O experimento I teve como objetivo a avaliação da influência da reposição hormonal no repertório comportamental das ratas reposição hormonal (RH) (RH-O: grupo com reposição do veículo; RH+E2: grupo com reposição de estrogênio; RH+P4: grupo com reposição de progesterona; e RH+E2+P4: grupo com reposição de estrogênio e progesterona)durante o contato com as ratas chamadas estimulo social (ES) Controle (ES-CTRL), Salina (ES-SAL) e Formalina (ES-FORM). O experimento II tinha como objetivo analisar os comportamentos dos animais ES durante a exposição as ratas RH e por fim o experimento III tinha como objetivo avaliar o efeito do contato social com animais com diferentes condições nociceptivas, no comportamento álgico das ratas RH na placa quente. No experimento I e II, as ratas RH eram submetidas a 30 minutos de contato com alguma das ratas do grupo ES na própria caixa de convívio para registro videográfico e posterior análise. No experimento III após o contato com os diferentes grupos de animais ES, as ratas RH tinham suas medidas nociceptivas aferidas na placa quente (hotplate) nos tempos 0, 15 e 30. Os resultados apontam a que os hormônios sexuais femininos modulam o desempenhar de comportamentos considerados empáticos em ratas, assim como também se observa que o estímulo doloroso (a presença do animal estímulo) tem influência direta no comportamento desempenhado por parte da rata RH, sendo as diferenças estatísticas encontradas principalmente no que tange aos animais RH expostos ao grupo ES FORM. Os comportamentos desempenhados pelas ratas RH em questão em relação as fêmeas ES-FORM variaram principalmente entre o comportamento de lambida/cuidado e que foi desempenhado nos primeiros cinco minutos e o comportamento de ficar perto/consolação desempenhado a partir dos 15 minutos, mostrando uma relação entre as respostas a dor neurogênica/aguda e a dor inflamatória. Em se tratando dos efeitos do contato/social e dos comportamentos empáticos/altruístas emitidos pela rata RH e a influência dos mesmos no seu limiar nociceptivo, os resultados apontaram que todos os animais RH tiveram uma diminuição no limiar nociceptivo quando comparados com os parâmetros basais, entretanto, deve-se destacar que os animais RH que tiveram contato com os animais ES-FORM, isto é, os que desempenharam mais comportamentos pró-sociais, apresentaram um limiar nociceptivo superior quando comparados com os animais que tiveram contato com os outros grupos ES-CTRL e ES-SAL nos tempos 0 e 15 minutos p< 0,0001***. Não obstante, observa-se um perfil modulador dos hormônios gonadais, através da estimação por intervalos, foi possível constatar que as reposições hormonais com E2, P4 e E2+P4 contribuíram para o aumento do tempo e da frequência do acontecimento de comportamentos empáticos (cuidado/consolação). Em se tratando dos aspectos nociceptivos, os hormônios gonadais se mostraram antinociceptivos quando comparados com o grupo RH+O.
publishDate 2021
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-12-16T12:07:27Z
dc.date.available.fl_str_mv 2021-12-16T12:07:27Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2021-07-21
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv SANTOS, José Marcos Melo dos. A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas. 2021. 102 f. Tese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2021.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/14899
identifier_str_mv SANTOS, José Marcos Melo dos. A reposição de hormônios gonadais modula respostas comportamentais do tipo empatia em ratas expostas a coespecíficas com diferentes condições nociceptivas. 2021. 102 f. Tese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2021.
url https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/14899
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.program.fl_str_mv Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas
dc.publisher.initials.fl_str_mv Universidade Federal de Sergipe
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFS
instname:Universidade Federal de Sergipe (UFS)
instacron:UFS
instname_str Universidade Federal de Sergipe (UFS)
instacron_str UFS
institution UFS
reponame_str Repositório Institucional da UFS
collection Repositório Institucional da UFS
bitstream.url.fl_str_mv https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/2/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf
https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/1/license.txt
https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/3/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.txt
https://ri.ufs.br/jspui/bitstream/riufs/14899/4/JOSE_MARCOS_MELO_SANTOS.pdf.jpg
bitstream.checksum.fl_str_mv fc52618a62f447e6ea58cf035fda1066
098cbbf65c2c15e1fb2e49c5d306a44c
be0d647428b62fee3d17deef2ea99a8e
5a6d3aa84e70569e536556c9b214e07d
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFS - Universidade Federal de Sergipe (UFS)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@academico.ufs.br
_version_ 1851759405265059840