Estudo taxonômico de ostras do gênero Crassostrea Sacco, 1897, da região da grande Florianópolis - Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: Alves, Rafael
Orientador(a): Magalhães, Aimê Rachel Magenta
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Florianópolis, SC
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/88128
Resumo: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura.
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spelling Universidade Federal de Santa CatarinaAlves, RafaelMagalhães, Aimê Rachel Magenta2012-10-22T05:51:07Z2012-10-22T05:51:07Z20042004212468http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/88128Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura.A maricultura está em expansão no litoral de Santa Catarina e o município de Florianópolis é o maior produtor de ostras do Brasil, onde se cultiva a espécie japonesa Crassostrea gigas (Thunberg, 1793). Há necessidade de estudos que auxiliem a elucidar a identificação das espécies brasileiras do gênero Crassostrea. O presente trabalho teve como objetivo contribuir com a sistemática do gênero, para ostras da região da Grande Florianópolis. Para isso, foram coletados 50 animais (Crassostrea sp.) em 5 pontos de coleta. Nestes espécimes foram realizadas análises morfológicas e citogenéticas, utilizando C. gigas como grupo externo. O estudo baseado na morfologia das conchas não forneceu dados suficientes para identificação, somente isolou o grupo externo. As análises da pigmentação da impressão muscular e da conformação dos tentáculos da borda do manto também não apresentaram dados aplicáveis para a diferenciação. O estudo citogenético confirmou que o número cromossômico é 2n=20, constituído por cromossomos metacêntricos, com o segundo par limítrofe com submetacêntrico. O número haplóide (n=10) encontrado nas células meióticas, confirmou o número diplóide nas células mitóticas. A Análise de Componentes Principais (PCA) agrupou as ostras nativas diferenciando de C. gigas, mantendo-as muito próximas entre si. Através de análise de Cluster englobando as espécies descritas para o Atlântico Sul e Caribe, foi possível aproximar Crassostrea sp. de C. rhizophorae (Guilding, 1828), porém, sem poder afirmar que sejam a mesma espécie. Os sítios ativos nas regiões organizadoras de nucléolos foram evidenciados na posição telomérica dos braços longos nos cromossomos 3 e 4. Este estudo sugere a aplicação do nome Crassostrea brasiliana (Lamark, 1819) para a ostra do mesolitoral da Grande Florianópolis.ix, [31] f.| il., grafs., tabs.porFlorianópolis, SCAquiculturaCrassostrea gigasOstraCriaçãoFlorianopolis (SC)CitogeneticaCromossomosEstudo taxonômico de ostras do gênero Crassostrea Sacco, 1897, da região da grande Florianópolis - Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL212468.pdfapplication/pdf677867https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/88128/1/212468.pdf8bf0d676953ce2e8afff7600ef44bc1bMD51THUMBNAIL212468.pdf.jpg212468.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg707https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/88128/2/212468.pdf.jpg673eb773a1c9a281ec2c260b6a341261MD52123456789/881282013-05-04 18:51:35.311oai:repositorio.ufsc.br:123456789/88128Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-04T21:51:35Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false
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