Hipérion, hiperíon, hiperion, hiperião: destinos e constelações de um Hölderlin (re)traduzido no Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Rondinelli, Marcelo
Orientador(a): Furlan, Mauri
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/158400
Resumo: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2015.
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spelling Universidade Federal de Santa CatarinaRondinelli, MarceloFurlan, Mauri2016-01-15T14:49:06Z2016-01-15T14:49:06Z2015336873https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/158400Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2015.O estudo aqui desenvolvido toma como corpus central sete (re)traduções brasileiras do célebre poema ?Hyperions Schicksalslied? [?Canto/canção do/de destino de Hipérion/Hiperíon/ Hiperion/Hiperião?], de Friedrich Hölderlin (1770-1843), por Manuel Bandeira (1886-1968), Mário Faustino (1930-1962), Marco Lucchesi (1963), José Paulo Paes (1926-1998), Antonio Medina Rodrigues (1941-2013) e Antonio Cícero (1945). Tais (re)traduções surgem em diferentes contextos e modos de apresentação, de único poema de Hölderlin em volume póstumo de tradução de poesia (caso de Mário Faustino) a antologias exclusivas de traduções daquela poesia (casos de Marco Lucchesi, José Paulo Paes e Antonio Medina Rodrigues), da página de jornal (Faustino) à publicação eletrônica na internet (Antonio Cicero). Abordam-se aqui essa e outras criações do poeta suábio e sua importância em um conjunto de outras traduções e criações dos brasileiros em questão. Para tanto, traçou-se para cada um desses poetas-tradutores uma ?constelação?, designação empregada não com o sentido que lhe atribuíram Adorno e Benjamin, entre outros, mas sim mais próxima do que Itamar Even-Zohar (1990) concebe como ?polissistema?. Uma constelação é aqui entendida como um conjunto de lírica própria e traduzida onde coincidem a filiação a uma ?linhagem hölderliniana? (tradução também de poetas como Rainer Maria Rilke, Georg Trakl, Paul Celan, etc.) e/ou eleição de temas e procedimentos convergentes entre poesia própria e traduzida. Paralelamente, desenvolveu-se neste trabalho uma reflexão sobre os problemas conceituais em torno da ?retradução? ? como, por exemplo, os suscitados com as noções de Nach- e Neuübersetzung, o estatuto de tais (re)traduções à luz da chamada ?hypothèse de la retraduction? de Antoine Berman (1990), da crítica que esta desencadeou e de desdobramentos teóricos mais recentes, como os reunidos no volume Autour de la retraduction (2011), sob organização de Enrico Monti e Peter Schnyder.<br>Abstract : The here-developed study takes as central corpus seven Brazilian (re)translations of the famous Friedrich Hölderlin?s (1770-1843) poem ?Hyperions Schicksalslied? [?Canto/canção do/de destino de Hipérion/Hiperíon/Hiperion/Hiperião?] by Manuel Bandeira (1886-1968), Mário Faustino (1930-1962), Marco Lucchesi (1963), José Paulo Paes (1926-1998), Antonio Medina Rodrigues (1941-2013) and Antonio Cicero (1945). Such (re)translations arise in different contexts and display modes, from the single Hölderlin?s poem in posthumous volume of poetry translation (case of Mario Faustino) to the exclusive anthologies of poetry translations of that (cases of Marco Lucchesi, José Paulo Paes and Antonio Medina Rodrigues), from the newspaper page (Faustino) to the electronic publishing as blog on the Internet (Antonio Cicero). Here were been studied this and other creations of the Swabian poet and its importance in a number of other translations and creations of Brazilians. Therefore, it has been traced for each of these poets-translators a ?constellation?: designation employed here not in the sense that it gave Adorno and Benjamin, among others, but closer to that which Itamar Even-Zohar (1990) conceives as a ?polysystem?. A constellation is understood here as a set of lyrical own and translated works where coincide the membership of a ?hölderlinian line? (also translations of poets like Rainer Maria Rilke, Georg Trakl, Paul Celan, etc.) and/or the election of topics and procedures convergence between itself and translated poetry. At the same time, it has been developed in this work a reflection on the conceptual problems surrounding the ?retranslation? - as, for example, raised with the notions of Nach- and Neuübersetzung, the status of such (re)translations in the light of the "hypothèse de la retraduction? by Antoine Berman (1990), the criticism that this triggered and more recent theoretical developments, such as the those in the essay volume Autour de la retraducion (2011), edited by Enrico Monti and Peter Schnyder.419 p.| il.porTradução e interpretaçãoPoesia alemãTraduçõesTradutoresHipérion, hiperíon, hiperion, hiperião: destinos e constelações de um Hölderlin (re)traduzido no Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL336873.pdfapplication/pdf3196295https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/158400/1/336873.pdfecd3d7d3249fa21a16dc4de40f5eb91fMD51123456789/1584002016-01-15 12:49:06.509oai:repositorio.ufsc.br:123456789/158400Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732016-01-15T14:49:06Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false
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