Letramento e tradução no espelho de Oxum: teoria lésbica negra em auto/re/conhecimentos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Santos, Tatiana Nascimento dos
Orientador(a): Rassier, Luciana
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/128822
Resumo: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2014.
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spelling Universidade Federal de Santa CatarinaSantos, Tatiana Nascimento dosRassier, Luciana2015-02-05T20:22:56Z2015-02-05T20:22:56Z2014331961https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/128822Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2014.A baixa tradução de feministas lésbicas negras no Brasil me leva a traduzir Audre Lorde, Uses of the erotic: the erotic as power e Poetry is not a luxury; Cheryl Clarke, Intimacy no luxury e We are everywhere; e Doris Davenport, Black lesbians in academia: visible invisibility. Primeiro discuto a importância desses textos para a formação ativista, intelectual e subjetiva de ativistas negras lésbicas em formação acadêmica. Penso tradução como política de letramento lésbico negro feminista. Daí, analiso as traduções com Barbara Godard e Sonia Alvarez, que pensam escrita e tradução feminista como transformação crítica do falogocentrismo e tráfico epistêmico na diáspora afro-latino-americana. Logo, miro a poesia como episteme cara à diáspora afro-americana; e me volto à mito-metáfora do caso entre Oxum e Iansã para pensar esses textos como pedagogias textuais/sexuais ancestrais da lesbiandade negra diaspórica. Por fim, vejo Oxum e seu espelho, o abebé, como modelo de autoconhecimento que chama uma mirada para dentro, para si. Junto à genealogia matrilinear de Pilar Godayol, o abebé surge como metáfora de teorias lésbicas negras e suas traduções compartilhadas pela palavra na diáspora afro-americana, em que o texto de uma outra permite o mergulho em mim mesma para mais sentir minha própria lesbiandade negra.<br>Abstract : The lack of translation projects regarding Black lesbian feminist theories in Brazil inspired me to translate to Brazilian Portuguese the following titles: Audre Lorde's Uses of the erotic: The erotic as power, and Poetry is not a luxury; Cheryl Clarke's Intimacy no luxury, and We are everywhere; and Doris Davenport's Black lesbians in academia: visible invisibility. First of all I address the importance of these contributions considering the political, intellectual and subjective upbringings of black lesbian activists, for my translation motivations are intertwined with black lesbian feminist literacy. Later on I analyze my translations approaching Barbara Godard and Sonia Alvarez's theories concerning the critical transformation of the phalogocentrism on feminist writings and translations (Godard), as well as the thoughts on epistemic traffic within Afro-Latin-American diaspora (Alvarez). I then discuss poetry as an epistemology to which the Afro-American diaspora is fond of, which later leads me towards the mythical metaphor of the sexual affair between the Orishas Oxum and Yansã within which I analyze the texts as ancient textual/sexual pedagogies of Black lesbian diaspora. I finally suggest that Oxum and her mirror abebé can be referred to as a model for self acknowledgement, one that invites a person to look inside herself. Once combined with the matrilineal genealogy proposed by Pilar Godayol, abebé rises as a metaphor for Black lesbian theories and their translations, which are wordily shared in the Afro-American diaspora. These entanglements between feminist theories and the metaphorical approaches to the Orisha's myths within my translations allow me to dive deep within myself in order to tactilely and sensibly experience to my own black lesbianism.porTradução e interpretaçãoTeoria feministaFeminismoTraduçõesLesbianismoRelações de gêneroLesbicasLetramento e tradução no espelho de Oxum: teoria lésbica negra em auto/re/conhecimentosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL331961.pdfapplication/pdf1356928https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/128822/1/331961.pdf3584cff030a916a5468858dcc64f602cMD51123456789/1288222015-02-05 18:22:56.649oai:repositorio.ufsc.br:123456789/128822Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732015-02-05T20:22:56Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false
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