Ingresso e permanência de alunos com deficiência em universidades públicas brasileiras
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
UFSCar
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/187845 |
Resumo: | A chegada de alunos com deficiência no ensino superior é cada vez mais evidente tanto nas instituições brasileiras quanto em todo mundo. Mas, será que o ensino superior está preparado para receber este alunado que até então tinha acesso muito limitado a este nível de ensino? A fim de responder a essa indagação essa pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de identificar as ações e iniciativas de universidades públicas brasileiras quanto ao ingresso e permanência de pessoas com deficiência, a fim de verificar as barreiras e os facilitadores encontrados por esses estudantes no cotidiano do ensino superior. Foi realizado em 13 universidades públicas brasileiras, o método de investigação foi a "pesquisa de campo". Optou-se por cinco fontes de evidências: questionário, entrevista semi-estruturada, documentos, observação direta informal e artefatos físicos. Os participantes foram: 1) Reitor(a) da instituição ou alguém por ele designado; 2) Coordenador(a) do Processo seletivo/Vestibular ou alguém por ele/ela designado; 3) coordenador do núcleo, serviço ou programa de atendimento especializado aos alunos com deficiência; e 4) alunos com deficiência. As principais Barreiras encontradas nas universidades foram: Arquitetônicas (ausência de rampas ou rampas com inclinação inadequada, calçadas sem manutenção ou feitas com piso em próprio, portas de banheiros com tamanho adequado, falta de corrimão, ausência de sinalização e de referências); Comunicacionais (falta de informações e intérpretes de libras); Pedagógicas (práticas pedagógicas inadequadas, falta de material didático adaptado, problemas na atuação de intérprete) e; Atitudinais (atitudes dos professores em sala de aula, relacionamento com os colegas, desrespeito às vagas reservadas nos estacionamentos, estacionamento em frente as rampas e obstáculos nas calçadas e caminhos). Alguns diferenciais encontrados: - O Atendimento Educacional Especializado desenvolvido na UNISUL; - A estrutura e a organização do departamento de apoio à inclusão da UERN e do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da UFPR; - As modificações realizadas na biblioteca da UERN; - O Guia USP Acessível; - A legislação institucional da UNESC; O Manual do Candidato da UFRJ, UDESC, UERN, UNESC, UNISUL, FURB e UnB. O que pode-se observar é que as universidades vêm desenvolvendo ações, porém ainda não são suficientes para a permanência e participação dos alunos com deficiência. Espera-se que as discussões aqui propostas possam colaborar com a área, mas principalmente que indique alternativas viáveis para melhorar o cotidiano dos alunos com deficiência no ensino superior brasileiro. Assim, espera-se, por intermédio da divulgação dos resultados dessa pesquisa a possibilidade da implementação de ações que contribuam para a permanência, buscando influir, principalmente, mediante a sensibilização das autoridades competentes. |
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CASTRO, Sabrina Fernandes de2018-07-06T17:21:57Z2018-07-06T17:21:57Z2011CASTRO, Sabrina Fernandes de. Ingresso e permanência de alunos com deficiência em universidades públicas brasileiras. 2011. 278 f. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Educação Especial). Universidade Federal de São Carlos. 2011. Orientadora: Dra. Maria Amelia Almeidahttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/187845A chegada de alunos com deficiência no ensino superior é cada vez mais evidente tanto nas instituições brasileiras quanto em todo mundo. Mas, será que o ensino superior está preparado para receber este alunado que até então tinha acesso muito limitado a este nível de ensino? A fim de responder a essa indagação essa pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de identificar as ações e iniciativas de universidades públicas brasileiras quanto ao ingresso e permanência de pessoas com deficiência, a fim de verificar as barreiras e os facilitadores encontrados por esses estudantes no cotidiano do ensino superior. Foi realizado em 13 universidades públicas brasileiras, o método de investigação foi a "pesquisa de campo". Optou-se por cinco fontes de evidências: questionário, entrevista semi-estruturada, documentos, observação direta informal e artefatos físicos. Os participantes foram: 1) Reitor(a) da instituição ou alguém por ele designado; 2) Coordenador(a) do Processo seletivo/Vestibular ou alguém por ele/ela designado; 3) coordenador do núcleo, serviço ou programa de atendimento especializado aos alunos com deficiência; e 4) alunos com deficiência. As principais Barreiras encontradas nas universidades foram: Arquitetônicas (ausência de rampas ou rampas com inclinação inadequada, calçadas sem manutenção ou feitas com piso em próprio, portas de banheiros com tamanho adequado, falta de corrimão, ausência de sinalização e de referências); Comunicacionais (falta de informações e intérpretes de libras); Pedagógicas (práticas pedagógicas inadequadas, falta de material didático adaptado, problemas na atuação de intérprete) e; Atitudinais (atitudes dos professores em sala de aula, relacionamento com os colegas, desrespeito às vagas reservadas nos estacionamentos, estacionamento em frente as rampas e obstáculos nas calçadas e caminhos). Alguns diferenciais encontrados: - O Atendimento Educacional Especializado desenvolvido na UNISUL; - A estrutura e a organização do departamento de apoio à inclusão da UERN e do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da UFPR; - As modificações realizadas na biblioteca da UERN; - O Guia USP Acessível; - A legislação institucional da UNESC; O Manual do Candidato da UFRJ, UDESC, UERN, UNESC, UNISUL, FURB e UnB. O que pode-se observar é que as universidades vêm desenvolvendo ações, porém ainda não são suficientes para a permanência e participação dos alunos com deficiência. Espera-se que as discussões aqui propostas possam colaborar com a área, mas principalmente que indique alternativas viáveis para melhorar o cotidiano dos alunos com deficiência no ensino superior brasileiro. Assim, espera-se, por intermédio da divulgação dos resultados dessa pesquisa a possibilidade da implementação de ações que contribuam para a permanência, buscando influir, principalmente, mediante a sensibilização das autoridades competentes.porUFSCarEducação especialEnsino superiorPessoas com deficiênciaAcessibilidadeIngresso e permanência de alunos com deficiência em universidades públicas brasileirasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81383https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/187845/2/license.txt11ee89cd31d893362820eab7c4d46734MD52ORIGINALCASTRO Sabrina Fernades 2011 (dissertação) UFSCar.pdfCASTRO Sabrina Fernades 2011 (dissertação) UFSCar.pdfapplication/pdf4238657https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/187845/1/CASTRO%20Sabrina%20Fernades%202011%20%28disserta%c3%a7%c3%a3o%29%20UFSCar.pdf13185669d5681aa086eaefa5217888cdMD51123456789/1878452018-07-06 14:21:58.12oai:repositorio.ufsc.br:123456789/187845Vm9jw6ogdGVtIGEgbGliZXJkYWRlIGRlOiBDb21wYXJ0aWxoYXIg4oCUIGNvcGlhciwgZGlzdHJpYnVpciBlIHRyYW5zbWl0aXIgYSBvYnJhLiBSZW1peGFyIOKAlCBjcmlhciBvYnJhcyBkZXJpdmFkYXMuClNvYiBhcyBzZWd1aW50ZXMgY29uZGnDp8O1ZXM6IEF0cmlidWnDp8OjbyDigJQgVm9jw6ogZGV2ZSBjcmVkaXRhciBhIG9icmEgZGEgZm9ybWEgZXNwZWNpZmljYWRhIHBlbG8gYXV0b3Igb3UgbGljZW5jaWFudGUgKG1hcyBuw6NvIGRlIG1hbmVpcmEgcXVlIHN1Z2lyYSBxdWUgZXN0ZXMgY29uY2VkZW0gcXVhbHF1ZXIgYXZhbCBhIHZvY8OqIG91IGFvIHNldSB1c28gZGEgb2JyYSkuIFVzbyBuw6NvLWNvbWVyY2lhbCDigJQgVm9jw6ogbsOjbyBwb2RlIHVzYXIgZXN0YSBvYnJhIHBhcmEgZmlucyBjb21lcmNpYWlzLgpGaWNhbmRvIGNsYXJvIHF1ZTogUmVuw7puY2lhIOKAlCBRdWFscXVlciBkYXMgY29uZGnDp8O1ZXMgYWNpbWEgcG9kZSBzZXIgcmVudW5jaWFkYSBzZSB2b2PDqiBvYnRpdmVyIHBlcm1pc3PDo28gZG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMuIERvbcOtbmlvIFDDumJsaWNvIOKAlCBPbmRlIGEgb2JyYSBvdSBxdWFscXVlciBkZSBzZXVzIGVsZW1lbnRvcyBlc3RpdmVyIGVtIGRvbcOtbmlvIHDDumJsaWNvIHNvYiBvIGRpcmVpdG8gYXBsaWPDoXZlbCwgZXN0YSBjb25kacOnw6NvIG7Do28gw6ksIGRlIG1hbmVpcmEgYWxndW1hLCBhZmV0YWRhIHBlbGEgbGljZW7Dp2EuIE91dHJvcyBEaXJlaXRvcyDigJQgT3Mgc2VndWludGVzIGRpcmVpdG9zIG7Do28gc8OjbywgZGUgbWFuZWlyYSBhbGd1bWEsIGFmZXRhZG9zIHBlbGEgbGljZW7Dp2E6IExpbWl0YcOnw7VlcyBlIGV4Y2XDp8O1ZXMgYW9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIG91IHF1YWlzcXVlciB1c29zIGxpdnJlcyBhcGxpY8OhdmVpczsgT3MgZGlyZWl0b3MgbW9yYWlzIGRvIGF1dG9yOyBEaXJlaXRvcyBxdWUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgcG9kZW0gdGVyIHNvYnJlIGEgb2JyYSBvdSBzb2JyZSBhIHV0aWxpemHDp8OjbyBkYSBvYnJhLCB0YWlzIGNvbW8gZGlyZWl0b3MgZGUgaW1hZ2VtIG91IHByaXZhY2lkYWRlLiBBdmlzbyDigJQgUGFyYSBxdWFscXVlciByZXV0aWxpemHDp8OjbyBvdSBkaXN0cmlidWnDp8Ojbywgdm9jw6ogZGV2ZSBkZWl4YXIgY2xhcm8gYSB0ZXJjZWlyb3Mgb3MgdGVybW9zIGRhIGxpY2Vuw6dhIGEgcXVlIHNlIGVuY29udHJhIHN1Ym1ldGlkYSBlc3RhIG9icmEuIEEgbWVsaG9yIG1hbmVpcmEgZGUgZmF6ZXIgaXNzbyDDqSBjb20gdW0gbGluayBwYXJhIGVzdGEgcMOhZ2luYS4KTGljZW7Dp2EgQ3JlYXRpdmUgQ29tbW9ucyAtIGh0dHA6Ly9jcmVhdGl2ZWNvbW1vbnMub3JnL2xpY2Vuc2VzL2J5LW5jLzMuMC9ici8KRepositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732018-07-06T17:21:58Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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