Análise teórica e experimental do processo de medição in situ da impedância acústica
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/95225 |
Resumo: | Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, Florianópolis, 2011 |
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Universidade Federal de Santa CatarinaCarneiro, Eric BrandãoLenzi, Arcanjo2012-10-25T22:42:12Z2012-10-25T22:42:12Z2012-10-25T22:42:12Z293196http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/95225Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, Florianópolis, 2011A medição in situ da impedância acústica possui uma série de vantagens em relação à medição da impedância em tubo de impedância e à medição do coeficiente de absorção em câmara reverberante. Entre essas vantagens, destacam-se o fato de a medição in situ ser um método não destrutivo e que leva em conta condições realistas de montagem da amostra, os efeitos de acúmulo de sujeira e a não necessidade de um ambiente especial para a medição. Entre os métodos de medição in situ mais comumente usados, destaca-se a técnica baseada na medição da função de transferência entre dois microfones (PP), posicionados próximos à amostra. As principais desvantagens desse método são suas limitações em baixas e altas frequências, devido à distância finita entre os microfones. A sonda PU, que integra um sensor de pressão (microfone) e um de velocidade de partícula não sofre essa limitação já que os dois sensores ocupam aproximadamente a mesma posição no espaço. A medição in situ requer, no entanto, devido à complexidade física do problema, a modelagem precisa do campo acústico em frente à amostra que se deseja caracterizar, especialmente porque em aplicações típicas a fonte sonora e a sonda PU estão próximas uma da outra e não se pode considerar que o campo acústico seja composto por ondas planas. A influência do algoritmo de dedução da impedância de superfície é a primeira fronteira explorada neste trabalho. A partir da escolha do melhor método de dedução da impedância de superfície, uma estimativa da incerteza de medição foi feita através do método de Monte Carlo. E já que as aplicações da técnica PU se destinam à medição de amostras de dimensões tipicamente limitadas, a influência do tamanho da amostra é investigada com um modelo em elemento de contorno (BEM) da medição. Após a verificação de que os resultados experimentais corroboram o modelo numérico, a influência de vários parâmetros em relação ao tamanho finito da amostra foi investigada e estratégias propostas para minimizar o erro encontrado. Como a principal estratégia de dedução da impedância de superfície se destina à medição de amostras localmente reativas, a medição de amostras não-localmente reativas também foi avaliada. Neste caso, um modelo analítico foi utilizado para simular a medição in situ com boa concordância em relação aos dados experimentais. Para amostras que não podem ser consideradas como localmente reativas, dois novos algoritmos de dedução foram propostos. O primeiro baseia-se na minimização do erro da resposta em frequência, usado com sucesso em diversos casos, e o segundo em mínimos quadrados, que se mostrou menos robusto. Finalmente a técnica PU foi contrastada com a técnica PP em algumas condições de medição in situ realistas, o que permitiu estabelecer algumas das vantagens e desvantagens de ambas.349 p.| il., grafs., tabs.porEngenharia mecânicaAcusticaImpedancia acusticaMediçãoAnálise teórica e experimental do processo de medição in situ da impedância acústicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL293196.pdfapplication/pdf15781075https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/95225/1/293196.pdf17ba56064d4daee8d5890a3f048bc3ddMD51TEXT293196.pdf.txt293196.pdf.txtExtracted Texttext/plain577835https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/95225/2/293196.pdf.txta47648d1dfd1cbfa92586383fc3e5edeMD52THUMBNAIL293196.pdf.jpg293196.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg707https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/95225/3/293196.pdf.jpg673eb773a1c9a281ec2c260b6a341261MD53123456789/952252013-04-30 17:13:31.508oai:repositorio.ufsc.br:123456789/95225Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-04-30T20:13:31Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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