O professor intérprete de libras em uma escola polo do município de Nova Iguaçu
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UFRJ
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/190829 |
Resumo: | Essa dissertação buscou analisar a recente criação do cargo de professor intérprete de Libras em concurso público do município de Nova Iguaçu, no Estado do Rio de Janeiro. Por meio de observações, análises de documentos e entrevistas - com a participação de professores intérpretes, professores regentes, orientadora educacional e pedagógica da escola polo, coordenadoras da Educação Especial Inclusiva, coordenadora do Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência auditiva da Secretaria Municipal de Educação (SEMED); e demais professores intérpretes de quatro escolas do município - foi possível vislumbrar a construção do projeto piloto de núcleo e polo de atendimento aos alunos surdos em Nova Iguaçu. Os relatos de suas próprias experiências colaboram para uma forma metodológica que possibilitou recuperar e avaliar os processos experenciados (LARROSA, 2015, p. 70). Foi realizada uma análise documental de portarias emitidas pela SEMED, uma Resolução publicada em Diário Oficial com as atribuições do cargo e um documento criado pelos professores intérpretes. Uma investigação detalhada apresentou a função dos professores intérpretes em interação com os professores regentes e alunos surdos. Teve como objetivo investigar a proposta de educação bilíngue para alunos surdos por meio da atuação do professor intérprete. As perguntas da entrevista foram construídas ao longo da observação da dinâmica de trabalho dos profissionais. O cargo de professor intérprete surgiu da própria Secretaria de Educação Especial de Nova Iguaçu, em 2012, que viu a necessidade de realização de concurso. A escola polo está em processo de estruturação, ainda não têm um quantitativo considerável de profissionais fluentes para ser considerada escola bilíngue. Os professores intérpretes, professores regentes e professores da sala de recurso, ao atuarem de maneira conjunta, constroem possibilidades para que os alunos surdos participem do processo de ensino aprendizagem e avancem no processo de se tornarem sujeitos bilíngues. |
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Por meio de observações, análises de documentos e entrevistas - com a participação de professores intérpretes, professores regentes, orientadora educacional e pedagógica da escola polo, coordenadoras da Educação Especial Inclusiva, coordenadora do Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência auditiva da Secretaria Municipal de Educação (SEMED); e demais professores intérpretes de quatro escolas do município - foi possível vislumbrar a construção do projeto piloto de núcleo e polo de atendimento aos alunos surdos em Nova Iguaçu. Os relatos de suas próprias experiências colaboram para uma forma metodológica que possibilitou recuperar e avaliar os processos experenciados (LARROSA, 2015, p. 70). Foi realizada uma análise documental de portarias emitidas pela SEMED, uma Resolução publicada em Diário Oficial com as atribuições do cargo e um documento criado pelos professores intérpretes. Uma investigação detalhada apresentou a função dos professores intérpretes em interação com os professores regentes e alunos surdos. Teve como objetivo investigar a proposta de educação bilíngue para alunos surdos por meio da atuação do professor intérprete. As perguntas da entrevista foram construídas ao longo da observação da dinâmica de trabalho dos profissionais. O cargo de professor intérprete surgiu da própria Secretaria de Educação Especial de Nova Iguaçu, em 2012, que viu a necessidade de realização de concurso. A escola polo está em processo de estruturação, ainda não têm um quantitativo considerável de profissionais fluentes para ser considerada escola bilíngue. 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