Estresse de alevinos do dourado e mandi sob diferentes densidades e tempos de transporte
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Florianópolis, SC
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/101891 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aquicultura. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaAdamante, Washington de BarrosNuñer, Alex Pires de OliveiraBarcellos, Leonardo José Gil2013-07-15T23:28:43Z2013-07-15T23:28:43Z20052005225333http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/101891Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Aquicultura.O transporte de alevinos de dourado, Salminus brasiliensis, e de mandi, Pimelodus maculatus, em três tempos de transporte (4, 8 e 12 horas) e três densidades de carga (5, 10 e 15 g L-1 e 6, 12 e 18 g L-1 para S. brasiliensis e P. maculatus, respectivamente),foi avaliado, através do estresse, representado pelos níveis de cortisol tecidual, quantificado através do método ELISA no início e ao final de cada tratamento. As variáveis de qualidade de água, analisadas no início e no final do experimento, permaneceram dentro das faixas recomendadas para a manutenção de peixes tropicais, destacando-se a elevação da condutividade elétrica da água à medida que o tempo e a densidade aumentaram. Ao final do experimento constatou-se que o transporte estressou os peixes, porém, a influência do aumento da densidade e do maior tempo de transporte não foi suficiente para resultar em mortalidade nos alevinos. Os resultados obtidos demonstraram que a resposta primária ao estresse dessas espécies, quando submetidas a tempos de transporte relativamente curtos, tende a seguir o padrão comum a qualquer outro estressor agudo. A ausência de mortalidade e as boas condições de qualidade de água ao final do experimento, sugerem que os tempos de transporte e densidades de carga, que podem comprometer a sobrevivência dos alevinos dessas espécies estão acima dos níveis testados.viii, 30 f.| il., grafs.porFlorianópolis, SCAquiculturaPimelodus maculatusTransporteDourado(Peixe)TransportePeixeTransporteEstresse de alevinos do dourado e mandi sob diferentes densidades e tempos de transporteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL225333.pdfapplication/pdf775126https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/101891/1/225333.pdfa58cda22be52e988ed7bfe91cef2e614MD51TEXT225333.pdf.txt225333.pdf.txtExtracted texttext/plain64620https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/101891/2/225333.pdf.txt4164aeb496f3695eb34aec76ab765ab9MD52123456789/1018912013-08-27 17:35:14.962oai:repositorio.ufsc.br:123456789/101891Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-08-27T20:35:14Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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