Mecanismo de adsorção de alquilxantatos sobre pirita

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Penha, Fabio Garcia
Orientador(a): Debacher, Nito Angelo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Florianópolis, SC
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/81986
Resumo: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Pós-Graduação em Química.
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spelling Universidade Federal de Santa CatarinaPenha, Fabio GarciaDebacher, Nito Angelo2012-10-19T10:01:35Z2012-10-19T10:01:35Z20012001179676http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/81986Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Pós-Graduação em Química.A velocidade de adsorção do C2XK sobre pirita é controlada pelo transporte de massa da solução para a interface sólido - líquido envolvendo difusão externa, e o composto que se adsorve é o produto da oxidação do xantato, o dímero dietildixantogênio (C2X)2. O efeito do aumento da cadeia carbônica utilizando o etilxantato de potássio, C2XK, o butilxantato de potássio, C4XK e o octilxantato de potássio, C8XK foi avaliado na adsorção; no ângulo de contato da interface pirita - xantato - ar; e na porcentagem recuperada de pirita adsorvida com diferentes quantidades dos xantatos por flotação. O ângulo de contato na interface pirita - xantato - ar, foi medido usando o método da captura da bolha. Devido a adsorção dos xantatos a superfície da pirita muda de hidrofílica, q = 0o, para hidrofóbica, q = 90o. Há um aumento no ângulo de contato com o aumento da concentração dos xantatos. As isotermas de adsorção estão de acordo com as medidas do ângulo de contato. A quantidade de moléculas de xantato adsorvida necessárias para a saturação da superfície da pirita diminui com o aumento da cadeia carbônica, ultrapassando o valor da monocamada. A afinidade e a velocidade de adsorção aumentam com o aumento da cadeia carbônica. Para o C4XK e para o C8XK com o aumento da concentração foi possível observar a presença de dois processos de adsorção paralelos. A flotação da pirita com tamanho de 0,105 - 0,125 mm de diâmetro e com fluxo de gás de 0,5 L/min. ocorre sem xantato adsorvido, sendo que somente 30% é recuperada em 1800 segundos de flotação. A eficiência da recuperação da pirita adsorvida aumenta cerca de 8,50 vezes com o aumento da cadeia carbônica.xiii, [150] f.| il., grafs., tabs.porFlorianópolis, SCQuimicaAdsorçãoPiritasXantatosMecanismo de adsorção de alquilxantatos sobre piritainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL179676.pdfapplication/pdf8888511https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/81986/1/179676.pdfdf990ae82777f61ebf059fb7901d41baMD51123456789/819862014-09-25 18:04:57.819oai:repositorio.ufsc.br:123456789/81986Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732014-09-25T21:04:57Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false
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