Caracterização química e climática de populações naturais de erva-mate (Ilex paraguariensis st. hill) no Planalto Norte Catarinense
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Florianópolis, SC
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| País: |
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/96172 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaMeurer, Analice ZaccaronSilva, Aparecido Lima da2012-10-26T09:29:05Z2012-10-26T09:29:05Z20122012302639http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/96172Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais.A erva-mate do Planalto Norte Catarinense é reconhecida mundialmente pela extração de matéria prima a partir de ervais nativos, remanescentes da Floresta Ombrófila Mista, e importantes áreas de preservação e manutenção da biodiversidade local. A erva-mate possui em sua composição química diversos compostos secundários que dão sabor ao mate e que sofrem influência do ambiente. Objetivando caracterizar química e climaticamente as populações naturais de erva-mate dessa região na busca de uma delimitação regional para uma Indicação Geográfica, foram selecionados 4 municípios e instaladas 4 parcelas de 10m x 20m em cada município. Foram avaliados os valores de DAP e número de indivíduos, dividindo-as em duas classes: 1) erva-mate e; 2) outras espécies e para cálculo da área basal e estimar indiretamente o sombreamento. Foram coletadas amostras de folhas no período de safra (junho) para análise química. A população de Campo Alegre apresentou os maiores valores para área basal total (39,5 m²/há) e área basal da erva-mate (9,9 m²/há), com diferenças significativas para Major Vieira, Irineópolis e Mafra. Para a área basal total, Major Vieira foi 28,6 m²/ha e Irineópolis foi 26,7 m²/há. Para a área basal da erva-mate, Major Vieira foi 6,7 m²/há e Irineópolis foi 5,4 m²/ha. Na classe denominada de outras espécies os valores foram de 29,6 m²/ha; 21,9 m²/ha e 21,5 m²/ha para Campo Alegre, Major Vieira e Irineópolis, respectivamente, sem diferenças significativas. Campo Alegre apresentou o maior sombreamento, seguido de Irineópolis e Major Vieira, apontando um padrão de manejo do sombreamento nestes ervais. Para as análises químicas, em Campo Alegre houve maior concentração de fenólicos (336,72 mg/g), significativamente diferente de Irineópolis (270,46 mg/g), Major Vieira (268,84 mg/g) e Mafra (241,93 mg/g). Para cafeína, Irineópolis (63,35 mg/g) e Campo Alegre (61,75 mg/g) apresentaram maires concentrações. Major Vieira, (39,06 mg/g) foi significativamente diferente dos outros municípios, e Mafra (23,00 mg/g) foi significativamente diferente dos outros locais. Para teobromina, Major Vieira (11,97 mg/g), Campo Alegre (11,05 mg/g) e Irineópolis (9,67 mg/g) não diferiram estatisticamente, sendo Mafra (2,03 mg/g) diferente dos outros municípios. Para a caracterização climática, de acordo com os dados disponíveis para as localidades de Rio Negrinho e Major Vieira, indicam julho como o mês mais frio, com média da temperatura mínima do ar variando entre 8,0ºC e 6,0°C, sendo este último o menor valor médio da temperatura mínima do ar e 17°C o maior valor médio da temperatura mínima do ar registrado. Janeiro e fevereiro foram caracterizados como os meses mais quentes, com média da temperatura máxima do ar de 27,4°C e 27,2°C, respectivamente. A menor temperatura do ar registrada na região foi de -7,0°C e a maior de 37,2°C. De acordo com a média histórica, em Rio Negrinho, o maior acúmulo de chuva ocorreu em janeiro (458,9mm), e o menor em maio (184,6mm). Os resultados observados levam à conclusão da existência de um padrão de manejo do sombreamento nas áreas de ervais nativos do Planalto Norte Catarinense, as condições climáticas são semelhantes e os compostos secundários analisados apresentaram maiores concentrações nas áreas de maior sombreamento.90 p.| il., grafs., tabs.porFlorianópolis, SCAgriculturaRecursos genéticos vegetaisErva-mateInfluencia do climaPlanalto catarinenseFenoisClimatologia agricolaCaracterização química e climática de populações naturais de erva-mate (Ilex paraguariensis st. hill) no Planalto Norte Catarinenseinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL302639.pdfapplication/pdf1455038https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/96172/1/302639.pdf4bf8945f59e80e4ae9e86596c9880e72MD51TEXT302639.pdf.txt302639.pdf.txtExtracted Texttext/plain131147https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/96172/2/302639.pdf.txtf20c8bf793081223c640e74018285906MD52THUMBNAIL302639.pdf.jpg302639.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg766https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/96172/3/302639.pdf.jpgde076b991f775ed07a014d31ca136087MD53123456789/961722013-05-04 13:40:52.877oai:repositorio.ufsc.br:123456789/96172Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-04T16:40:52Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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