Modelo de internacionalização de empresas produtoras exportadoras brasileiras
| Ano de defesa: | 2000 |
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Florianópolis, SC
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Resumo: | Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaKraus, Pedro GuilhermeSalm, Jose Francisco2012-10-17T15:30:07Z2012-10-17T15:30:07Z20002000175450http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/78521Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico.Neste estudo, elabora-se um modelo de internacionalização de empresas brasileiras. O processo de internacionalização empresarial, no Brasil, adquiriu atenção científica e empresarial devido à abertura comercial do país, iniciada nos idos dos anos 90. O modelo proposto foi embasado na literatura internacional e nacional, em outros modelos de internacionalização, suas características, adequações ou inadequações à realidade brasileira, e em pesquisas anteriores do autor em empresas produtoras exportadoras catarinenses. A validade externa do modelo proposto prende-se ao fato das empresas produtoras exportadoras catarinenses, objeto da observação participante, já exportarem há muitos anos e possuírem experiências mais consistentes do que a maioria das produtoras exportadoras localizadas em outros Estados. No modelo, são identificadas quatro grandes etapas: pré-envolvimento, envolvimento passivo, envolvimento ativo e envolvimento comprometido. As três etapas iniciais estão voltadas ao entendimento do desenvolvimento incremental de exportações. As quatro grandes etapas são divididas em estágios intermediários, os quais estão tipificados. Descreve-se também o que leva uma empresa produtora exportadora a evoluir ou retroceder em seu processo de internacionalização. Enquadrou-se ao modelo 5 empresas produtoras exportadoras catarinenses. Realizou-se nessas empresas, as quais foram acompanhadas durante 18 meses, uma observação participante. Os resultados mais expressivos deste estudo são: a comprovação de que as empresas produtoras exportadoras brasileiras, em sua maioria, são exportadoras passivas, com o seu foco de atuação voltado para a produção; as relações estabelecidas nas operações de exportação são dominadas pelos agentes comerciais internacionais ou importadores, a este fenômeno chamou-se armadilha da internacionalização; o comprometimento da empresa exportadora ocorre de forma gradual, mas o retrocesso pode ocorrer, tanto de forma gradual, como aos saltos; as empresas que reconhecem sua passividade nas operações de exportação e transpõem o ponto de ruptura, iniciando o estágio de exportadora ativa, necessitam voltar-se para o mercado, e, neste particular, passam a ser cruciais, para a empresa: a administração de marcas e dos canais de distribuição, e a transferência de toda ou parte da produção para terceiros. Por fim entende-se que, diferentemente de muitas afirmações contidas na literatura, as empresas produtoras exportadoras brasileiras somente buscam formas mais comprometidas de atuação, em nível internacional, após o sucesso no processo incremental de exportações.xiv, 131 f.| tabsporFlorianópolis, SCEngenharia de produçãoBrasil (A palavra)EmpresasExportaçãoModelo de internacionalização de empresas produtoras exportadoras brasileirasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL175450.pdfapplication/pdf5904708https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/78521/1/175450.pdffac7eb810a57499e16218eaaff60af8eMD51123456789/785212014-09-25 15:39:44.774oai:repositorio.ufsc.br:123456789/78521Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732014-09-25T18:39:44Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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