Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas
| Ano de defesa: | 2012 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93656 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pos-Graduação em Engenharia Ambiental, Florianópolis, 2010 |
| id |
UFSC_ce6d5a366e5e85411d965134e52daec7 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufsc.br:123456789/93656 |
| network_acronym_str |
UFSC |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFSC |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Universidade Federal de Santa CatarinaSuntti, CarlaPhilippi, Luiz Sergio2012-10-25T01:34:00Z2012-10-25T01:34:00Z2012-10-25T01:34:00Z279598http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93656Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pos-Graduação em Engenharia Ambiental, Florianópolis, 2010Entre os sistemas individuais de tratamento de esgoto doméstico, o tanque séptico é o mais representativo, utilizado por 22% da população brasileira. Os tanques sépticos são projetados para reter e acumular lodo e escuma durante um determinado intervalo de tempo, sendo indispensável a limpeza periódica dos mesmos. No entanto, o lodo precisa de tratamento antes de sua disposição final no ambiente, uma vez que nele se concentram nutrientes, matéria orgânica, metais pesados e organismos patogênicos. Com o objetivo de avaliar o potencial do filtro plantado com macrófitas para o desaguamento de lodo de tanque séptico foram construídos dois filtros pilotos aplicando-se duas taxas distintas em termos de sólidos totais (F1 - 250 e F2 - 125 kgST.m-2.ano-1). Os filtros pilotos eram idênticos, com 4,3 m2 de área superficial, 0,75 m de meio filtrante e plantados com Zizaniopsis bonariensis. O trabalho experimental se desenvolveu em três fases: Fase I - alimentação dos filtros com esgoto durante 75 dias para amadurecimento do leito; Fase II - alimentação com lodo durante um mês para adaptação das macrófitas e Fase III com a taxa nominal estipulada inicialmente, por um período de 126 dias. Os resultados obtidos revelaram que o F2 apresentou melhor desempenho em relação ao F1 obtendo eficiência média de remoção de 96% sólidos totais, 99% demanda química de oxigênio, 99,9% sólidos suspensos e 72% de nitrogênio amoniacal, com concentrações efluentes de 472, 85, 18 e 10,7 mg.L-1, respectivamente. O F2 também apresentou maior concentração de sólidos totais no lodo acumulado no leito (33%) e por consequência, menor umidade (67%), enquanto o lodo acumulado no F1 a concentração de sólidos totais foi de 24% e a umidade foi de 76%. As concentrações de sólidos totais atingidas no lodo acumulado no filtro permitiram classificá-lo como torta semi-sólida. Em relação às macrófitas, as Fases I e II mostraram-se importantes para adaptação da espécie Z. bonariensi nos filtros. Com alimentação dos filtros com lodo, além de aumentar a biomassa das macrófitas foi verificado maior concentração de nitrogênio no tecido vegetal das mesmas, obtendo uma assimilação de 4% de nitrogênio no F1 e 6% no F2. As macrófitas foram importantes no tratamento do lodo pois, a elevada densidade destas no leito auxiliaram as perdas de água do lodo, principalmente pelo processo de evapotranspiração. Com base nestes resultados, e por meio das análises estatísticas pôde-se afirmar que o F2, que recebeu a menor taxa de lodo, apresentou um melhor desempenho no processo de desaguamento do lodo de tanque séptico. Desta forma, pode-se concluir que os filtros plantados com macrófitas, como sistema natural de tratamento de lodo apresentaram bom desempenho no desaguamento do mesmo, constituindo-se em uma tecnologia simples do ponto de vista operacional, com baixo consumo energético, não necessitando a adição de produtos químicos, podendo-se adequar para pequenas comunidades.129 p.| il., grafs., tabs.porEngenharia ambientalAguas residuais -EliminaçãoTanques septicosEsgotosLodoFiltros e filtraçãoMacrófitaDesaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL279598.pdfapplication/pdf1848177https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/1/279598.pdf603f3f62b11fb27d7c6fa2b4edb1f103MD51TEXT279598.pdf.txt279598.pdf.txtExtracted Texttext/plain208223https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/2/279598.pdf.txtf51111911b85b1fc567c7f9c55af3dfaMD52THUMBNAIL279598.pdf.jpg279598.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg707https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/3/279598.pdf.jpg673eb773a1c9a281ec2c260b6a341261MD53123456789/936562013-05-01 21:11:47.77oai:repositorio.ufsc.br:123456789/93656Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-02T00:11:47Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| title |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| spellingShingle |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas Suntti, Carla Engenharia ambiental Aguas residuais - Eliminação Tanques septicos Esgotos Lodo Filtros e filtração Macrófita |
| title_short |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| title_full |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| title_fullStr |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| title_full_unstemmed |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| title_sort |
Desaguamento de lodo de tanque séptico em filtros plantados com macrófitas |
| author |
Suntti, Carla |
| author_facet |
Suntti, Carla |
| author_role |
author |
| dc.contributor.pt_BR.fl_str_mv |
Universidade Federal de Santa Catarina |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Suntti, Carla |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Philippi, Luiz Sergio |
| contributor_str_mv |
Philippi, Luiz Sergio |
| dc.subject.classification.pt_BR.fl_str_mv |
Engenharia ambiental Aguas residuais - Eliminação Tanques septicos Esgotos Lodo Filtros e filtração Macrófita |
| topic |
Engenharia ambiental Aguas residuais - Eliminação Tanques septicos Esgotos Lodo Filtros e filtração Macrófita |
| description |
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pos-Graduação em Engenharia Ambiental, Florianópolis, 2010 |
| publishDate |
2012 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2012-10-25T01:34:00Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2012-10-25T01:34:00Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2012-10-25T01:34:00Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93656 |
| dc.identifier.other.pt_BR.fl_str_mv |
279598 |
| identifier_str_mv |
279598 |
| url |
http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93656 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
129 p.| il., grafs., tabs. |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFSC instname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) instacron:UFSC |
| instname_str |
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| instacron_str |
UFSC |
| institution |
UFSC |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFSC |
| collection |
Repositório Institucional da UFSC |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/1/279598.pdf https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/2/279598.pdf.txt https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93656/3/279598.pdf.jpg |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
603f3f62b11fb27d7c6fa2b4edb1f103 f51111911b85b1fc567c7f9c55af3dfa 673eb773a1c9a281ec2c260b6a341261 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| repository.mail.fl_str_mv |
sandra.sobrera@ufsc.br |
| _version_ |
1851759173280202752 |