Estudo do mecanismo de ação não-genômico da tiroxina e da 1a,25(OH)2- vitamina D3 em sistemas de membrana plasmática: transporte de aminoácidos e fluxo iônico em testículos de ratos e em células TM4
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Florianópolis, SC
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93101 |
Resumo: | Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 2009. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaMenegaz, DanusaSilva, Fatima Regina Mena Barreto2012-10-24T16:38:49Z2012-10-24T16:38:49Z20092009265413http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93101Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Farmácia, Florianópolis, 2009.Hormônios esteróides, vitamina D, retinóides e hormônios da tireóide estimulam respostas celulares através de mecanismos genômicos e não-genômicos. No presente trabalho, hormônios com ação genômica: Tiroxina (T4) e 1?,25-diidróxivitamina D3 (1?,25(OH)2D3 ou 1,25D), foram estudados sob o ponto de vista não-genômico através de dois diferentes sistemas de membrana plasmática: transporte de aminoácidos em testículos de ratos e fluxo de cloreto em células de Sertoli TM4. As células de Sertoli de testículos de mamíferos são células secretoras que além de proteínas, nutrientes e fatores de crescimento, secretam um fluido rico em cloreto (Cl-) e potássio (K+) no lúmen dos túbulos seminíferos que são críticos para espermatogênese. Primeiramente, os resultados desse trabalho demonstraram que os canais de Ca2+ e os canais de K+ dependentes de ATP (K+ATP) são requeridos para o efeito estimulatório do hormônio T4 no transporte de aminoácidos em testículos de ratos imaturos. Além disso, os canais de Cl- e os canais de K+ dependentes da baixa condutância de Ca2+ (SKCa) estão parcialmente envolvidos nesse mecanismo. Esse efeito não-genômico do T4 é dependente da proteína cinase C (PKC) e aponta o T4 como um importante regulador metabólico da função testicular. Posteriormente foi demonstrado o efeito estimulatório da 1,25D no transporte de aminoácidos em testículo de ratos de uma forma dependente da concentração, dependente da idade e específico para esse hormônio. O requerimento dos canais de Ca2+, dos canais SKCa, da proteína cinase A (PKA) e da síntese de proteínas indicam efeitos rápidos e prolongados da 1,25D nesse mecanismo. Através de estudos eletrofisiológicos foi demonstrado que a 1,25D aumenta a permeabilidade ao íon cloreto na membrana plasmática de células de Sertoli TM4 em potenciais despolarizantes através do receptor VDR (receptor de vitamina D) e de uma forma dependente das proteínas PKA e PKC. Com a utilização de análogos esteróis da vitamina D (VDS) específicos para o estudo de respostas não-genômicas, células TM4 individuais foram tratadas com diferentes VDS, 1,25D e 25-diidróxivitamina D3 (25D) (metabólitos naturais); 1?,25(OH)2-lumisterol D3 (JN; agonista não-genômico), e/ou 1?,25(OH)2-vitamin D3 (HL; antagonista não-genômico). Os resultados demonstraram que: 1) 1,25D, 25D e JN são agonistas no estímulo da permeabilidade ao Cl-; 2) HL bloqueia o efeito desses agonistas confirmando a presença de um VDR alternativo de membrana (VDRmem ou VDR-AP). Experimentos de capacitância celular e videomicroscopia demonstraram que a 1,25D estimula processos secretórios em células TM4 importantes para a função reprodutiva. Ensaios de ligação hormônio-receptor e análises computacionais demonstraram que dois curcuminóides, a curcumina (CM) e a bisdemetóxicurcumina (BDC), polifenóis ativos da planta turmérica, se ligam com alta afinidade ao VDR e mais favoravelmente ao VDR-AP. Dessa forma, para verificar a especificidade de ação da 1,25D no VDR-AP, o efeito da CM e da BDC foi testado nas correntes de Cl- em células TM4. Em baixas concentrações, CM e BDC demonstraram um mecanismo de ação similar a 1,25D no aumento da permeabilidade ao íon Cl-. Em altas concentrações, CM e BDC parecem ativar correntes de Cl- através dos canais de cloreto reguladores da condutância transmembrana da fibrose cística (CFTR). Os dados obtidos com esse trabalho contribuem para o entendimento de novas vias de ação nas células de Sertoli desencadeadas por hormônios e substâncias relacionadas importantes para a homeostasia endócrina e exócrina do testículo.150 f.| il., tabs., grafs.porFlorianópolis, SCFarmáciaTiroxinaCanais ionicosSertoli, Células deAminoacidosTransporteEletrofisiologiaTesticulosEstudo do mecanismo de ação não-genômico da tiroxina e da 1a,25(OH)2- vitamina D3 em sistemas de membrana plasmática: transporte de aminoácidos e fluxo iônico em testículos de ratos e em células TM4info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL265413.pdfapplication/pdf3730048https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93101/1/265413.pdff61fcefd12bae9a7111b586b424409abMD51TEXT265413.pdf.txt265413.pdf.txtExtracted Texttext/plain341163https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93101/2/265413.pdf.txtbeb350e7a69bfe5ddf04d6b7e4ecbea4MD52THUMBNAIL265413.pdf.jpg265413.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1264https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/93101/3/265413.pdf.jpgce57f7ad9abe3b12ac52c3b41529aedcMD53123456789/931012013-04-30 16:02:52.751oai:repositorio.ufsc.br:123456789/93101Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-04-30T19:02:52Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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