Malucos de estrada experiência nômade e produção de modos de vida
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Link de acesso: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/185402 |
Resumo: | Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2017. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaStrappazzon, André LuizMaheirie, Kátia2018-04-13T19:25:34Z2018-04-13T19:25:34Z2017351207https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/185402Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2017.Esta pesquisa foi construída a partir da análise dos modos de vida de artistas de rua e artesãos nômades, ou ?malucos de estrada?, também conhecidos popularmente como hippies. O eixo da reflexão se refere a como os ?malucos de estrada? constroem seus modos de vida em tensão com o que eles chamam de ?sistema?, e que designamos como modos de vida hegemônicos, entendidos como ?normais? em nossa sociedade, criando outras possibilidades de existência em suas dimensões éticas, estéticas e políticas. O percurso metodológico tem no método da cartografia o horizonte de inspiração. As informações agenciadas para a pesquisa partem de documentários, entrevistas e reportagens produzidas pelos ?malucos? ou sobre eles, além de algumas experiências de campo. O referencial teórico tem como base a filosofia de Espinosa e seus interlocutores, além de contar com a colaboração de alguns estudos de Deleuze, Guattari, Foucault, Negri e Hardt, dentre outros. Nas análises discute-se a constituição de modos de vida hegemônicos e os processos de subjetivação decorrentes, no encalço dos conceitos de sociedade disciplinar, biopoder e sociedade de controle, que preconizam noções de normalidade, calcadas em verdades morais erigidas ao longo da história ocidental. A partir disso, são trazidas as críticas que os artistas de rua e artesãos nômades endereçam ao ?sistema? e os modelos alternativos de vida que propõem na prática. Na sequência, analisa-se alguns aspectos que possibilitaram aos artistas de rua e artesãos nômades romper com os modos de vida ?dentro do sistema? em direção à criação de outros, situados na dimensão dos encontros. Tomando a viagem dos ?malucos? como experiência e o nômade como operador conceitual, propõe-se, a partir da análise de alguns relatos conjugados com os referenciais teóricos, chamar de ?experiência nômade? a ação de criar em processo condições dissidentes de existência.Abstract : This research was developed based on analysis of street artists lifestyle and nomadic craftsmen or ?road crazies?, also commonly known as hippies. The axis of reflection refers how the road crazies build its lifestyle in tension with what they call of ?system? and what we call hegemonic lifestyle, understood as ?normal? in our society, making other possibilities of being in its ethical, aesthetic and political dimensions. The methodological route has in the method of cartography the horizon of inspiration. The information data for the research were collected from documentaries, interviews and reports produced by ?crazies? or about them, beyond some field experience. The conceptual framework is based on the philosophy of Espinosa and his interlocutors, besides the collaboration of some studies by Deleuze, Guattari, Foucault, Negri and Hardt, among others. The analysis discusses the constitution of hegemonic lifestyle and the resulting processes of subjectivation, on the run of the concepts of disciplinary society, biopower and control society, which advocate notions of normality, based on moral truths erected throughout Western history. From this, the criticisms that the street artists and nomadic craftsmen address to the "system" and the alternative models of life that they propose in practice are brought for the discussion. In the sequence, it is analyzed some aspects that allowed to the street artists and nomadic craftsmen to break with the ways of life "within the system" toward the creation of others, located in the dimension of the meetings. Taking the trip of the ?crazies? as an experience and the nomad as a conceptual operator, it is proposed, from the analysis of some reports in conjunction with the theoretical references, to call the "nomadic experience" the action of creating dissident conditions of existence.177 p.| il.porPsicologiaEstilo de vida alternativoNômadesHippiesMalucos de estrada experiência nômade e produção de modos de vidainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALPPSI0763-T.pdfPPSI0763-T.pdfapplication/pdf1262055https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/185402/-1/PPSI0763-T.pdf9e389ec34656964440c4775e59d3dd16MD5-1123456789/1854022018-04-13 16:25:35.477oai:repositorio.ufsc.br:123456789/185402Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732018-04-13T19:25:35Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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