Incontinência urinária, bexiga hiperativa e qualidade de vida em mulheres submetidas à artroplastia total de quadril
| Ano de defesa: | 2021 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001vpfj |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/64086 |
Resumo: | Introdução: A Osteoartrite (OA) de quadril é a doença articular mais frequentemente encontrada e uma das principais causas de incapacidade, sendo responsável por um número alarmante de absenteísmo no trabalho e aposentadoria por invalidez. Sua prevalência é maior em mulheres de meia idade e idosas, ocasionando, dentre inúmeros sintomas, dor e diminuição da capacidade funcional e importante impacto negativo na qualidade de vida (QV). Dentre as formas de tratamento existentes atualmente destaca- se a artroplastia total de quadril (ATQ), a qual melhora a sintomatologia da dor e diminui a incapacidade, permitindo que uma nova articulação funcione normalmente. Além desses benefícios, a literatura científica tem sugerido também a ocorrência de efeitos positivos sobre os sintomas da incontinência urinária (IU), dependendo da via de acesso utilizada. Objetivos: Verificar a frequência de IU, Bexiga Hiperativa (BH) e o impacto na QV na amostra populacional e no sub-grupo de mulheres incontinentes nos períodos pré e pós-operatório de 3 e 6 meses de ATQ; determinar a porcentagem de mulheres que foram curadas e que adoeceram aos 3 e 6 meses de pós-operatório de artroplastia total de quadril; investigar os fatores associados à IU no período de 6 meses pós-operatório de ATQ, investigar a correlação entre os escores finais do International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form (ICIQ-SF) e os escores do componente físico do Short-Form 12-Item Health Survey (SF-12) no periodo de 6 meses de pós-operatório de ATQ, além de propor novos "insights" sobre a hipótese fisiopatológica atual. Métodos: Realizou-se um estudo de coorte prospectivo, constituído por 183 mulheres submetidas a ATQ entre 2017 e 2019 pela via de acesso posterolateral. Os instrumentos utilizados para avaliação foram o ICIQ-SF, o International Consultation on Incontinence Questionnaire Overactive Bladder (ICIQ-OAB) e o SF-12 com seus compontentes físico e mental. Resultados: Melhoras significativas foram observadas na IU, BH e QV nos períodos de 3 e 6 meses de pós-operatório na amostra geral e no subgrupo com IU pré-operatória. Em números absolutos, 24 mulheres foram curadas quanto aos sintomas de IU, enquanto 6 adoeceram (13,11% e 3,28% da amostra total, respectivamente), concluindo que 18 mulheres foram curadas após 6 meses de intervenção (9,83% da amostra total e 25,7% do sub-grupo incontinente no início do estudo). Quanto à BH, 16 mulheres foram curadas, enquanto 3 adoeceram (8,74% e 1,64% da amostra total, respectivamente), alcançando a cura em 13 mulheres após 6 meses de intevenção (7,10% da amostra total). A regressão multivariada revelou que os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e do ICIQ-OAB foram os melhores preditores de IU no pós-operatório de 6 meses. Cada unidade de aumento do ICIQ-OAB aumenta xvi as chances de IU em 26,9% e a IU pré-operatória aumenta a chance de IU pós- operatória em 18,7 vezes. Uma correlação fraca e negativa, porém significativa foi encontrada entre o escore do ICIQ-SF e o escore físico do SF-12, sugerindo que o fator "recuperação da mobilidade" obtido pela ATQ atua positivamente na melhora da IU e BH pós-operatória de ATQ. Conclusões: Melhorias significativas na IU, BH e QV foram encontradas em 3 e 6 meses de pós-operatório. A taxa de cura quanto a IU e BH pós- intervenção de ATQ foi satisfatória e muito superior ao adoecimento, demonstrando a eficácia da intervenção cirúrgica. Os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e ICIQ- OAB foram os melhores preditores de IU 6 meses após a cirurgia. Uma correlação significante foi obtida entre os escores do ICIQ-SF e o componente físico do SF-12, sugerindo que a recuperação da mobilidade, alívio da dor e a provável melhora da função do Assoalho Pélvico (AP) pode ajudar a explicar a melhora dos sintomas urinários. |
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http://lattes.cnpq.br/3679939808816276Martines, Guilherme Augusto [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/5349842311839280Tamanini, José Tadeu Nunes [UNIFESP]São Paulo2022-07-15T18:31:50Z2022-07-15T18:31:50Z2021-12-16Introdução: A Osteoartrite (OA) de quadril é a doença articular mais frequentemente encontrada e uma das principais causas de incapacidade, sendo responsável por um número alarmante de absenteísmo no trabalho e aposentadoria por invalidez. Sua prevalência é maior em mulheres de meia idade e idosas, ocasionando, dentre inúmeros sintomas, dor e diminuição da capacidade funcional e importante impacto negativo na qualidade de vida (QV). Dentre as formas de tratamento existentes atualmente destaca- se a artroplastia total de quadril (ATQ), a qual melhora a sintomatologia da dor e diminui a incapacidade, permitindo que uma nova articulação funcione normalmente. Além desses benefícios, a literatura científica tem sugerido também a ocorrência de efeitos positivos sobre os sintomas da incontinência urinária (IU), dependendo da via de acesso utilizada. Objetivos: Verificar a frequência de IU, Bexiga Hiperativa (BH) e o impacto na QV na amostra populacional e no sub-grupo de mulheres incontinentes nos períodos pré e pós-operatório de 3 e 6 meses de ATQ; determinar a porcentagem de mulheres que foram curadas e que adoeceram aos 3 e 6 meses de pós-operatório de artroplastia total de quadril; investigar os fatores associados à IU no período de 6 meses pós-operatório de ATQ, investigar a correlação entre os escores finais do International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form (ICIQ-SF) e os escores do componente físico do Short-Form 12-Item Health Survey (SF-12) no periodo de 6 meses de pós-operatório de ATQ, além de propor novos "insights" sobre a hipótese fisiopatológica atual. Métodos: Realizou-se um estudo de coorte prospectivo, constituído por 183 mulheres submetidas a ATQ entre 2017 e 2019 pela via de acesso posterolateral. Os instrumentos utilizados para avaliação foram o ICIQ-SF, o International Consultation on Incontinence Questionnaire Overactive Bladder (ICIQ-OAB) e o SF-12 com seus compontentes físico e mental. Resultados: Melhoras significativas foram observadas na IU, BH e QV nos períodos de 3 e 6 meses de pós-operatório na amostra geral e no subgrupo com IU pré-operatória. Em números absolutos, 24 mulheres foram curadas quanto aos sintomas de IU, enquanto 6 adoeceram (13,11% e 3,28% da amostra total, respectivamente), concluindo que 18 mulheres foram curadas após 6 meses de intervenção (9,83% da amostra total e 25,7% do sub-grupo incontinente no início do estudo). Quanto à BH, 16 mulheres foram curadas, enquanto 3 adoeceram (8,74% e 1,64% da amostra total, respectivamente), alcançando a cura em 13 mulheres após 6 meses de intevenção (7,10% da amostra total). A regressão multivariada revelou que os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e do ICIQ-OAB foram os melhores preditores de IU no pós-operatório de 6 meses. Cada unidade de aumento do ICIQ-OAB aumenta xvi as chances de IU em 26,9% e a IU pré-operatória aumenta a chance de IU pós- operatória em 18,7 vezes. Uma correlação fraca e negativa, porém significativa foi encontrada entre o escore do ICIQ-SF e o escore físico do SF-12, sugerindo que o fator "recuperação da mobilidade" obtido pela ATQ atua positivamente na melhora da IU e BH pós-operatória de ATQ. Conclusões: Melhorias significativas na IU, BH e QV foram encontradas em 3 e 6 meses de pós-operatório. A taxa de cura quanto a IU e BH pós- intervenção de ATQ foi satisfatória e muito superior ao adoecimento, demonstrando a eficácia da intervenção cirúrgica. Os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e ICIQ- OAB foram os melhores preditores de IU 6 meses após a cirurgia. Uma correlação significante foi obtida entre os escores do ICIQ-SF e o componente físico do SF-12, sugerindo que a recuperação da mobilidade, alívio da dor e a provável melhora da função do Assoalho Pélvico (AP) pode ajudar a explicar a melhora dos sintomas urinários.88 f.MARTINES, G.A. Incontinência urinária, bexiga hiperativa e qualidade de vida em mulheres submetidas à artroplastia total de quadril. São Paulo, 2021. 88 f. Tese (Doutorado em Ginecologia) - Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2021.https://hdl.handle.net/11600/64086ark:/48912/001300001vpfjporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessArtroplastia total de quadrilBexiga hiperativaIncontinência urináriaOsteoartriteQualidade de vidaIncontinência urinária, bexiga hiperativa e qualidade de vida em mulheres submetidas à artroplastia total de quadrilUrinary incontinence, hyperactive bladder and quality of life in women submitted to total hip arthroplastyinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ginecologia e ObstetríciaDIAGNÓSTICO, TERAPIA CLÍNICA E CIRÚRGICA NOS DISTÚRBIOS URINÁRIO DA MULHERORIGINALTese Guilherme Augusto.pdfTese Guilherme Augusto.pdfTese de 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InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-07-26T23:32:58Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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Introdução: A Osteoartrite (OA) de quadril é a doença articular mais frequentemente encontrada e uma das principais causas de incapacidade, sendo responsável por um número alarmante de absenteísmo no trabalho e aposentadoria por invalidez. Sua prevalência é maior em mulheres de meia idade e idosas, ocasionando, dentre inúmeros sintomas, dor e diminuição da capacidade funcional e importante impacto negativo na qualidade de vida (QV). Dentre as formas de tratamento existentes atualmente destaca- se a artroplastia total de quadril (ATQ), a qual melhora a sintomatologia da dor e diminui a incapacidade, permitindo que uma nova articulação funcione normalmente. Além desses benefícios, a literatura científica tem sugerido também a ocorrência de efeitos positivos sobre os sintomas da incontinência urinária (IU), dependendo da via de acesso utilizada. Objetivos: Verificar a frequência de IU, Bexiga Hiperativa (BH) e o impacto na QV na amostra populacional e no sub-grupo de mulheres incontinentes nos períodos pré e pós-operatório de 3 e 6 meses de ATQ; determinar a porcentagem de mulheres que foram curadas e que adoeceram aos 3 e 6 meses de pós-operatório de artroplastia total de quadril; investigar os fatores associados à IU no período de 6 meses pós-operatório de ATQ, investigar a correlação entre os escores finais do International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form (ICIQ-SF) e os escores do componente físico do Short-Form 12-Item Health Survey (SF-12) no periodo de 6 meses de pós-operatório de ATQ, além de propor novos "insights" sobre a hipótese fisiopatológica atual. Métodos: Realizou-se um estudo de coorte prospectivo, constituído por 183 mulheres submetidas a ATQ entre 2017 e 2019 pela via de acesso posterolateral. Os instrumentos utilizados para avaliação foram o ICIQ-SF, o International Consultation on Incontinence Questionnaire Overactive Bladder (ICIQ-OAB) e o SF-12 com seus compontentes físico e mental. Resultados: Melhoras significativas foram observadas na IU, BH e QV nos períodos de 3 e 6 meses de pós-operatório na amostra geral e no subgrupo com IU pré-operatória. Em números absolutos, 24 mulheres foram curadas quanto aos sintomas de IU, enquanto 6 adoeceram (13,11% e 3,28% da amostra total, respectivamente), concluindo que 18 mulheres foram curadas após 6 meses de intervenção (9,83% da amostra total e 25,7% do sub-grupo incontinente no início do estudo). Quanto à BH, 16 mulheres foram curadas, enquanto 3 adoeceram (8,74% e 1,64% da amostra total, respectivamente), alcançando a cura em 13 mulheres após 6 meses de intevenção (7,10% da amostra total). A regressão multivariada revelou que os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e do ICIQ-OAB foram os melhores preditores de IU no pós-operatório de 6 meses. Cada unidade de aumento do ICIQ-OAB aumenta xvi as chances de IU em 26,9% e a IU pré-operatória aumenta a chance de IU pós- operatória em 18,7 vezes. Uma correlação fraca e negativa, porém significativa foi encontrada entre o escore do ICIQ-SF e o escore físico do SF-12, sugerindo que o fator "recuperação da mobilidade" obtido pela ATQ atua positivamente na melhora da IU e BH pós-operatória de ATQ. Conclusões: Melhorias significativas na IU, BH e QV foram encontradas em 3 e 6 meses de pós-operatório. A taxa de cura quanto a IU e BH pós- intervenção de ATQ foi satisfatória e muito superior ao adoecimento, demonstrando a eficácia da intervenção cirúrgica. Os escores finais pré-operatórios do ICIQ-SF e ICIQ- OAB foram os melhores preditores de IU 6 meses após a cirurgia. Uma correlação significante foi obtida entre os escores do ICIQ-SF e o componente físico do SF-12, sugerindo que a recuperação da mobilidade, alívio da dor e a provável melhora da função do Assoalho Pélvico (AP) pode ajudar a explicar a melhora dos sintomas urinários. |
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