Laser de CO2 e radiofrequência fracionados e microablativos no tratamento da síndrome genito urinária da pós menopausa: estudo clínico randomizado. LARF braço 1
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001zc6k |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/65372 |
Resumo: | Objetivo: comparar a resposta clínica e as modificações no índice de maturação vaginal e nas características histo-morfométricas do tecido vaginal após os tratamentos: estrogenioterapia tópica (ET), laser de CO2 fracionado microablativo (LCO2) e radiofrequência fracionada microablativa (RF) em mulheres com síndrome genitourinária da pós-menopausa (SGUM) moderada a grave. Métodos: foram incluídas mulheres que classificassem pelo menos uma das seguintes queixas na Escala Visual Analógica (EVA) como de intensidade 4 ou mais: ardor, desconforto, secura, fissuras, prurido, falta de lubrificação, dispareunia, apagamento de pregas, perda de turgor e de trofismo. As pacientes selecionadas responderam ao questionário de qualidade de vida em incontinência urinaria (IQOL), assinaram o termo de consentimento e foram submetidas a exame ginecológico padronizado para cálculo do Índice de Saúde Vaginal (ISV), além de coleta de raspado vaginal para obtenção do Índice de Maturação Vaginal (IMV) e biópsia de terço superior de parede vaginal lateral para avaliação de características do epitélio e do estroma. Os dois patologistas responsáveis por estas avaliações eram cegos quanto ao grupo da paciente em análise e quanto ao tempo de tratamento dela. Após, as participantes foram randomizadas para um dos três grupos de tratamento: ET, LCO2 ou RF. O grupo ET consistiu no uso domiciliar de Estriol creme por via vaginal na dose de 0,5mg durante 14 dias consecutivos e, após, duas vezes por semana em dias alternados, por quatro meses. Nos grupos LCO2 e RF foram realizadas três sessões de laserterapia ou de radiofrequência vulvovaginais, respectivamente, com intervalos mensais. Trinta dias após a última sessão de LCO2 ou RF ou após 120 dias de uso de ET, as pacientes foram submetidas à reavaliação dos mesmos parâmetros aferidos inicialmente. Quarenta e oito mulheres concluíram o estudo: 12 no grupo ET, 21 no grupo LCO2 e 15 no grupo RF. Resultados: As mulheres apresentavam características demográficas e clínicas semelhantes nos três grupos na condição pré-intervenção. Houve melhora relevante e estatisticamente significativa na sintomatologia clínica expressa pela redução da nota do EVA (p<0,001) e pelo aumento no score do IQOL (p=0,013) comparando-se o estado pré ao pós- tratamento nos três grupos. O índice de saúde vaginal aumentou de forma relevante estatisticamente também (p<0,001). Não houve mudança relevante estatisticamente no índice de maturação vaginal após as intervenções realizadas (p=0,158). Somente 22.9% das mulheres apresentavam atrofia citológica antes dos tratamentos. Delas, foi observada melhora em 1/4 (25%) no grupo LCO2, 1/3 (33,3%) no RF e em 3/4 (75%) no ET. Comparando-se os três grupos entre si quanto à avaliação histológica pré-tratamento, somente 1 paciente (2%) apresentava redução de número de camadas epiteliais além de maturação reduzida; outras 5 (10,4%) pacientes apresentavam somente a maturação reduzida. Todos esses parâmetros normalizaram após os tratamentos: 4 LCO2, 1 RF, 1 ET. Não foi observada alteração da vascularização estromal pré ou pós-tratamento. A presença de papilas epiteliais antes e depois do tratamento se manteve equilibrada (p>0,05). A espessura epitelial pré em comparação com o estado pós não apresentou mudança estatisticamente relevante (p>0,05). Nenhuma injuria à estrutura histo-morfométrica da mucosa vaginal foi identificada pós-tratamento. Além disso, nenhum evento adverso importante foi relatado. Conclusão: o LCO2 e a RF se mostraram equivalentes ao ET no tratamento da SGUM. O uso de energia não trouxe dano à mucosa vaginal, ou seja, não houve alteração estrutural do tecido, o que fala a favor da segurança da aplicação destas tecnologias no tecido vaginal para tratamento a SGUM. |
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http://lattes.cnpq.br/5291735356167262http://lattes.cnpq.br/8169544398769371Nogueira, Maria Cristina Caceres [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2495406911272198Speck, Neila Maria de Gois [UNIFESP]Bianchi-Ferraro, Ana Maria Homem de Mello [UNIFESP]São Paulo2022-08-23T19:35:37Z2022-08-23T19:35:37Z2022-06-21Objetivo: comparar a resposta clínica e as modificações no índice de maturação vaginal e nas características histo-morfométricas do tecido vaginal após os tratamentos: estrogenioterapia tópica (ET), laser de CO2 fracionado microablativo (LCO2) e radiofrequência fracionada microablativa (RF) em mulheres com síndrome genitourinária da pós-menopausa (SGUM) moderada a grave. Métodos: foram incluídas mulheres que classificassem pelo menos uma das seguintes queixas na Escala Visual Analógica (EVA) como de intensidade 4 ou mais: ardor, desconforto, secura, fissuras, prurido, falta de lubrificação, dispareunia, apagamento de pregas, perda de turgor e de trofismo. As pacientes selecionadas responderam ao questionário de qualidade de vida em incontinência urinaria (IQOL), assinaram o termo de consentimento e foram submetidas a exame ginecológico padronizado para cálculo do Índice de Saúde Vaginal (ISV), além de coleta de raspado vaginal para obtenção do Índice de Maturação Vaginal (IMV) e biópsia de terço superior de parede vaginal lateral para avaliação de características do epitélio e do estroma. Os dois patologistas responsáveis por estas avaliações eram cegos quanto ao grupo da paciente em análise e quanto ao tempo de tratamento dela. Após, as participantes foram randomizadas para um dos três grupos de tratamento: ET, LCO2 ou RF. O grupo ET consistiu no uso domiciliar de Estriol creme por via vaginal na dose de 0,5mg durante 14 dias consecutivos e, após, duas vezes por semana em dias alternados, por quatro meses. Nos grupos LCO2 e RF foram realizadas três sessões de laserterapia ou de radiofrequência vulvovaginais, respectivamente, com intervalos mensais. Trinta dias após a última sessão de LCO2 ou RF ou após 120 dias de uso de ET, as pacientes foram submetidas à reavaliação dos mesmos parâmetros aferidos inicialmente. Quarenta e oito mulheres concluíram o estudo: 12 no grupo ET, 21 no grupo LCO2 e 15 no grupo RF. Resultados: As mulheres apresentavam características demográficas e clínicas semelhantes nos três grupos na condição pré-intervenção. Houve melhora relevante e estatisticamente significativa na sintomatologia clínica expressa pela redução da nota do EVA (p<0,001) e pelo aumento no score do IQOL (p=0,013) comparando-se o estado pré ao pós- tratamento nos três grupos. O índice de saúde vaginal aumentou de forma relevante estatisticamente também (p<0,001). Não houve mudança relevante estatisticamente no índice de maturação vaginal após as intervenções realizadas (p=0,158). Somente 22.9% das mulheres apresentavam atrofia citológica antes dos tratamentos. Delas, foi observada melhora em 1/4 (25%) no grupo LCO2, 1/3 (33,3%) no RF e em 3/4 (75%) no ET. Comparando-se os três grupos entre si quanto à avaliação histológica pré-tratamento, somente 1 paciente (2%) apresentava redução de número de camadas epiteliais além de maturação reduzida; outras 5 (10,4%) pacientes apresentavam somente a maturação reduzida. Todos esses parâmetros normalizaram após os tratamentos: 4 LCO2, 1 RF, 1 ET. Não foi observada alteração da vascularização estromal pré ou pós-tratamento. A presença de papilas epiteliais antes e depois do tratamento se manteve equilibrada (p>0,05). A espessura epitelial pré em comparação com o estado pós não apresentou mudança estatisticamente relevante (p>0,05). Nenhuma injuria à estrutura histo-morfométrica da mucosa vaginal foi identificada pós-tratamento. Além disso, nenhum evento adverso importante foi relatado. Conclusão: o LCO2 e a RF se mostraram equivalentes ao ET no tratamento da SGUM. O uso de energia não trouxe dano à mucosa vaginal, ou seja, não houve alteração estrutural do tecido, o que fala a favor da segurança da aplicação destas tecnologias no tecido vaginal para tratamento a SGUM.Objective: to compare clinical response, vaginal maturation value (VMV) (and morpho histometric characteristics of the vaginal tissue before and after each of the following treatments for the genitourinary syndrome of menopause (GSM): microablative fractional CO2 laser (CO2L), microablative fractional radiofrequency (RF) and topical estriol (ET). Methods: 71 symptomatic women in the postmenopause were selected to participate in the study if they had, at least, one moderate to severe (VAS>4) of the following symptoms: burning, itching, dryness, general discomfort, dyspareunia, lack of lubrication during sexual intercourse, fissures, thinning of vaginal rugae, and trophism reduction. The Impact of urinary symptoms was evaluated by I-QOL (Incontinence Quality of Life). During the mandatory physical exam, the vaginal health index (VHI) was obtained as well as vaginal smear for the calculation of the vaginal maturation value. Besides that, vaginal biopsy was performed to assess vaginal epithelial and stromal characteristics. Then, the participants were randomized to one of the three treatment groups mentioned above. In the CO2L and RF groups, three vulvovaginal energy therapies were applied in monthly intervals. The ET group consisted of domiciliary use of 0,5mg Estriol vaginal cream for 14 consecutive days, and later two times a week on non-subsequent days for four months. About 120 days after the beginning of the treatments, the patients were reevaluated to access the same parameters obtained at the first visit. Forty-eight women completed the study and have cytological and histological samples adequate for analysis (21 in the CO2L group,15 in the RF group and 12 in the ET group). Results: the groups were homogeneous regarding pre-treatment demographic, clinical, cytological and histological parameters. SGUM symptoms (p<0.001), IQOL (p=0.013) and VHI (p<0.001) significantly improved after the three proposed treatments and a significant impression of improvement was observed in all groups without difference between them (p=0.323). VMV did not change (p=0.158) after any treatment, however just 22.9% of the women presented cytologic atrophy pre- treatment. Of these, was observed improvement in 1/4 (25%) CO2L group, 1/3 (33,3%) in RF group and in 3/4 (75%) in ET group. Histological vaginal atrophy was identified in only 6 (12.5%) pre- treatment vaginal samples (4 CO2L, 1 RF, 1 ET). After the interventions, all ix histological parameters normalized. Any histo-morfometric tissue damage was observed in any group after treatment and no major clinical complications. Conclusion: CO2L and RF seem to be good alternatives to ET for ameliorating the symptoms, and vaginal health in women with GSM with no statistically significant difference between the treatments. Focusing on the vaginal tissue’s assessment, it was possible to conclude that the energy devices improved vaginal atrophy, when it was presented and, no tissue damage was observed.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)57 f.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/65372ark:/48912/001300001zc6kporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessSíndrome genitourináriaIndice de maturação vaginalEspessura vaginalLASER CO2RadiofrequênciaBiópsia de vaginavagina biopsyGenitourinary syndromeVaginal maturation indexVaginal thicknessRadiofrequencyLaser de CO2 e radiofrequência fracionados e microablativos no tratamento da síndrome genito urinária da pós menopausa: estudo clínico randomizado. LARF braço 1Fractional and microablative CO2 laser and radiofrequency in treatment of genitourinary syndrome of menopausa: randomized clinical trial LARF arm 1info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ginecologia e MastologiaImpacto de medidas comportamentais, questionários, atividade física, suporte psicológico, terapêuticas clínicas, cirúrgicas e fisioterápicas na qualidade de vida e na reabilitaçãoLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85928https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/9349482b-5e5e-4f4f-96c7-9ca804492916/downloadb4b22dbc03df4b5abe65947f4dc15aedMD52ORIGINALMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdfMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdfDissertação de Mestradoapplication/pdf1010629https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5aa8c00d-e7a8-4ca3-93f1-e0fcea3fef40/download4f077f896505f8e43c8251849979f493MD51TEXTMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdf.txtMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdf.txtExtracted texttext/plain95061https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/1521ac4a-c18b-45a5-8822-44f4eaa2b4c2/download46e56f80c06ec64db6e7d13339e19986MD518THUMBNAILMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdf.jpgMaria Cristina Nogueira_ME_TESE.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3206https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b09c21f8-ea58-4a81-9f61-5eab19c48f57/downloada15c3b936aa23f41f3f1cf5d2d508107MD51911600/653722024-08-11 20:19:16.116oai:repositorio.unifesp.br:11600/65372https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-11T20:19:16Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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Laser de CO2 e radiofrequência fracionados e microablativos no tratamento da síndrome genito urinária da pós menopausa: estudo clínico randomizado. LARF braço 1 Nogueira, Maria Cristina Caceres [UNIFESP] Síndrome genitourinária Indice de maturação vaginal Espessura vaginal LASER CO2 Radiofrequência Biópsia de vagina vagina biopsy Genitourinary syndrome Vaginal maturation index Vaginal thickness Radiofrequency |
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Objetivo: comparar a resposta clínica e as modificações no índice de maturação vaginal e nas características histo-morfométricas do tecido vaginal após os tratamentos: estrogenioterapia tópica (ET), laser de CO2 fracionado microablativo (LCO2) e radiofrequência fracionada microablativa (RF) em mulheres com síndrome genitourinária da pós-menopausa (SGUM) moderada a grave. Métodos: foram incluídas mulheres que classificassem pelo menos uma das seguintes queixas na Escala Visual Analógica (EVA) como de intensidade 4 ou mais: ardor, desconforto, secura, fissuras, prurido, falta de lubrificação, dispareunia, apagamento de pregas, perda de turgor e de trofismo. As pacientes selecionadas responderam ao questionário de qualidade de vida em incontinência urinaria (IQOL), assinaram o termo de consentimento e foram submetidas a exame ginecológico padronizado para cálculo do Índice de Saúde Vaginal (ISV), além de coleta de raspado vaginal para obtenção do Índice de Maturação Vaginal (IMV) e biópsia de terço superior de parede vaginal lateral para avaliação de características do epitélio e do estroma. Os dois patologistas responsáveis por estas avaliações eram cegos quanto ao grupo da paciente em análise e quanto ao tempo de tratamento dela. Após, as participantes foram randomizadas para um dos três grupos de tratamento: ET, LCO2 ou RF. O grupo ET consistiu no uso domiciliar de Estriol creme por via vaginal na dose de 0,5mg durante 14 dias consecutivos e, após, duas vezes por semana em dias alternados, por quatro meses. Nos grupos LCO2 e RF foram realizadas três sessões de laserterapia ou de radiofrequência vulvovaginais, respectivamente, com intervalos mensais. Trinta dias após a última sessão de LCO2 ou RF ou após 120 dias de uso de ET, as pacientes foram submetidas à reavaliação dos mesmos parâmetros aferidos inicialmente. Quarenta e oito mulheres concluíram o estudo: 12 no grupo ET, 21 no grupo LCO2 e 15 no grupo RF. Resultados: As mulheres apresentavam características demográficas e clínicas semelhantes nos três grupos na condição pré-intervenção. Houve melhora relevante e estatisticamente significativa na sintomatologia clínica expressa pela redução da nota do EVA (p<0,001) e pelo aumento no score do IQOL (p=0,013) comparando-se o estado pré ao pós- tratamento nos três grupos. O índice de saúde vaginal aumentou de forma relevante estatisticamente também (p<0,001). Não houve mudança relevante estatisticamente no índice de maturação vaginal após as intervenções realizadas (p=0,158). Somente 22.9% das mulheres apresentavam atrofia citológica antes dos tratamentos. Delas, foi observada melhora em 1/4 (25%) no grupo LCO2, 1/3 (33,3%) no RF e em 3/4 (75%) no ET. Comparando-se os três grupos entre si quanto à avaliação histológica pré-tratamento, somente 1 paciente (2%) apresentava redução de número de camadas epiteliais além de maturação reduzida; outras 5 (10,4%) pacientes apresentavam somente a maturação reduzida. Todos esses parâmetros normalizaram após os tratamentos: 4 LCO2, 1 RF, 1 ET. Não foi observada alteração da vascularização estromal pré ou pós-tratamento. A presença de papilas epiteliais antes e depois do tratamento se manteve equilibrada (p>0,05). A espessura epitelial pré em comparação com o estado pós não apresentou mudança estatisticamente relevante (p>0,05). Nenhuma injuria à estrutura histo-morfométrica da mucosa vaginal foi identificada pós-tratamento. Além disso, nenhum evento adverso importante foi relatado. Conclusão: o LCO2 e a RF se mostraram equivalentes ao ET no tratamento da SGUM. O uso de energia não trouxe dano à mucosa vaginal, ou seja, não houve alteração estrutural do tecido, o que fala a favor da segurança da aplicação destas tecnologias no tecido vaginal para tratamento a SGUM. |
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Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
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