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Efeito do padrão circadiano na reabilitação de pacientes após acidente vascular cerebral

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Pereira, Debora Dias [UNIFESP]
Orientador(a): Coelho, Fernando Morgadinho Santos [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001mv41
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6435317
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52896
Resumo: Objetivos: os objetivos do presente estudo foram: Comparar a variação pré e pós tratamento, segundo escalas de avaliação da Terapia de Contensão Induzida (TCI), em pacientes após Acidente Vascular Cerebral (AVC) segundo a preferência circadiana, comparar a variação pré e pós tratamento, segundo escalas de avaliação da TCI, em pacientes após AVC segundo a qualidade de sono e comparar a variação pré e pós tratamento, segundo escalas de avaliação da TCI, em pacientes após AVC segundo o risco de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS). Métodos: em um estudo retrospectivo de pacientes após AVC que foram submetidos a TCI somente pela manhã, entre 2009 e 2016 na AACD, foram divididas três diferentes abordagens: A- três grupos, segundo a preferência circadiana; B- em dois grupos dependendo do risco de SAOS e C- três grupos segundo a qualidade do sono. Posteriormente, a diferença dos escores de capacidade funcional pré e pós tratamento com TCI foram anotados. Resultados: quarenta e três pacientes tinham idade média de 56,93 ± 14,97 anos, 58,14% eram do sexo masculino, o Índice de Massa Corpórea (IMC) foi de 30,33 ± 2,37 kg /m2, com reabilitação realizada em 6,15 ± 4,26 anos após o AVC. O AVC foi isquêmico em 29 pacientes (67,44%) e hemorrágico em 12 pacientes (32,56%). Todas as escalas de avaliação da TCI melhoraram após a terapia em geral. Quando analisamos as preferências circadianas, os pacientes vespertinos (com preferência circadiana discordante) tiveram menor melhora após a reabilitação do que os outros grupos, bem como os maus dormidores os quais tiveram pior desempenho. Conclusões: os pacientes após AVC com preferência circadiana discordante com o horário de atendimento tiveram menos ganho após TCI. Os pacientes após AVC com má qualidade do sono tiveram menor melhora após TCI. A população estudada foi relativamente jovem, o tipo de AVC, a localização foram compatíveis com a literatura mundial e a maioria está obesa. Houve um tempo longo entre o evento e o início da reabilitação. Não houve sonolência excessiva em pacientes após AVC mesmo com má qualidade de sono e risco de SAOS.
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Métodos: em um estudo retrospectivo de pacientes após AVC que foram submetidos a TCI somente pela manhã, entre 2009 e 2016 na AACD, foram divididas três diferentes abordagens: A- três grupos, segundo a preferência circadiana; B- em dois grupos dependendo do risco de SAOS e C- três grupos segundo a qualidade do sono. Posteriormente, a diferença dos escores de capacidade funcional pré e pós tratamento com TCI foram anotados. Resultados: quarenta e três pacientes tinham idade média de 56,93 ± 14,97 anos, 58,14% eram do sexo masculino, o Índice de Massa Corpórea (IMC) foi de 30,33 ± 2,37 kg /m2, com reabilitação realizada em 6,15 ± 4,26 anos após o AVC. O AVC foi isquêmico em 29 pacientes (67,44%) e hemorrágico em 12 pacientes (32,56%). Todas as escalas de avaliação da TCI melhoraram após a terapia em geral. Quando analisamos as preferências circadianas, os pacientes vespertinos (com preferência circadiana discordante) tiveram menor melhora após a reabilitação do que os outros grupos, bem como os maus dormidores os quais tiveram pior desempenho. Conclusões: os pacientes após AVC com preferência circadiana discordante com o horário de atendimento tiveram menos ganho após TCI. Os pacientes após AVC com má qualidade do sono tiveram menor melhora após TCI. A população estudada foi relativamente jovem, o tipo de AVC, a localização foram compatíveis com a literatura mundial e a maioria está obesa. Houve um tempo longo entre o evento e o início da reabilitação. Não houve sonolência excessiva em pacientes após AVC mesmo com má qualidade de sono e risco de SAOS. Objectives: The objectives of this study were: compare pre and post-treatment, according to the Constraint-Induced Movement Therapy (CIT) assessment scales, in stroke patients regarding circadian preference, sleep quality, and risk of Obstructive Sleep Apnea Syndrome (OSAS). Methods: In a retrospective study of patients after stroke who underwent CIT only in the morning, between 2009 and 2016 in the AACD, three different approaches were divided: A- three groups, according to the circadian reference; B- in two groups depending on the risk of OSAS and C- three groups according to sleep quality. Subsequently, the difference in the functional capacity scores before and after treatment with CIT were recorded. Results: Fortythree patients, 56.93 ± 14.97 years old, 58.14% males, the Body Mass Index (BMI) was 30.33 ± 2.37 kg / m2, with rehabilitation performed 6.15 ± 4.26 years after stroke. The stroke was ischemic in 29 patients (67.44%) and hemorrhagic in 12 patients (32.56%). All CIT assessment scales improved after therapy in general. When we analyzed the circadian preferences, the evening patients (with discordant circadian preference) had less improvement after the rehabilitation than the other groups, as well as the bad sleepers had worse performance. Conclusions: Patients after stroke with discordant circadian preference had lower gain after CIT. Patients after stroke with poor sleep quality had lower improvement too. Our stroke population was relatively young, the type of stroke and it’s location were consistent with the literature and most part of them were obese. There was a long time between the event and the beginning of rehabilitation. There was no excessive daytime sleepiness in stroke patients after stroke even with poor sleep quality and higher risk of OSAS.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2018)Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa (AFIP)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)49 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6435317PEREIRA, Debora Dias. Efeito do padrão circadiano na reabilitação de pacientes após acidente vascular cerebral. 2018. 49 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2018.2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52896ark:/48912/001300001mv41porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAcidente Vascular CerebralReabilitação Por ContençãoPreferência CircadianaSonoStrokeReinstatement By RetentionCircadian PreferenceSleepEfeito do padrão circadiano na reabilitação de pacientes após acidente vascular cerebralEffect of circadian pattern in stroke patients in rehabilitationinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaPsicobiologiaCiências Da SaúdeDistúrbios Do Sono E Suas ConsequênciasORIGINAL2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdf2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdfapplication/pdf1173990https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/01a56e42-187d-482f-93a1-7a927604bb90/download4efe6a651aed05ba3ec3ccf9c2c7e2bbMD51TEXT2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdf.txt2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdf.txtExtracted texttext/plain57096https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/464de537-021f-427e-9f96-8518ddb4dca9/downloade8997eefec1881f9c839ba250cd0cff8MD52THUMBNAIL2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdf.jpg2018 PEREIRA, DEBORA DIAS.Mestrado.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2660https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5d0d6230-edf1-468b-8b10-cf03efad1818/downloadba27a5a114bc364962699e9adf6f4aebMD5311600/528962025-08-11 09:44:22.906oai:repositorio.unifesp.br:11600/52896https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-08-11T09:44:22Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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