Avaliação audiológica e monitoramento auditivo em pacientes com Hepatite C
| Ano de defesa: | 2019 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | A infecção pelo vírus de hepatite C (VHC) é uma das principais causas de doença hepática crônica no mundo e pode estar associada à perda auditiva em função da doença ou do tratamento tradicional. Objetivo: Verificar a função auditiva em pacientes com vírus da hepatite C e o efeito dos antivirais, atualmente recomendados pelo Ministério da Saúde, na audição. Método: A casuística foi composta por 27 indivíduos, portadores do vírus da hepatite C, de ambos os sexos e com idade média de 51 anos. Foram excluídos do grupo indivíduos com perda auditiva do tipo condutiva ou mista e que apresentassem fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo comparativo foram avaliados dois grupos: o grupo estudo com 18 indivíduos portadores do vírus da hepatite C e um grupo controle, composto por 18 indivíduos, voluntários, sem queixas auditivas e/ou fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo do efeito dos medicamentos na audição, a avaliação foi realizada em 16 pacientes, em dois momentos: antes do uso dos antivirais de ação direta e após o término do tratamento de três meses. A avaliação audiológica incluiu os seguintes procedimentos: anamnese, inspeção do meato acústico externo, audiometria tonal liminar, limiar de recepção de fala, índice de reconhecimento de fala, medidas de imitância acústica e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e produto de distorção. Resultados: 44,4% dos pacientes com vírus da hepatite C apresentaram perda auditiva neurossensorial e 44,4% apresentaram disfunção coclear. A perda auditiva foi maior nas frequências altas, com maior ocorrência nos indivíduos acima de 40 anos de idade (44,4%) e no sexo masculino (66,7%). Houve baixa ocorrência de zumbido e vertigem. A ocorrência de perda auditiva nos pacientes com vírus da hepatite C foi superior a encontrada nos indivíduos sem queixas auditivas. 51,9% dos pacientes com vírus da hepatite C, apresentaram emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e apenas 11,1% apresentaram emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção. Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente (EOAT) nos portadores do vírus da hepatite C: maior ocorrência de emissões nos indivíduos com sensibilidade auditiva normal (80%) e maior ausência de emissões nos indivíduos com perda auditiva (83,3%) . Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção (EOAPD), com maior ocorrência de sensibilidade auditiva normal nos indivíduos com presença de EOAPD. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os resultados da avaliação pré e pós-tratamento. Conclusão: Houve elevada ocorrência de perda auditiva neurossensorial e disfunção coclear nos pacientes com hepatite C e o tratamento proposto recentemente pelo ministério da saúde não provocou efeitos adversos na função auditiva. |
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Mestradohttp://lattes.cnpq.br/3499728717437032Lagreca, Lorena Carvalho Cavalcanti [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8231444380250886Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Azevedo, Marisa Frasson De [UNIFESP]São Paulo2021-01-19T16:35:36Z2021-01-19T16:35:36Z2019-12-18A infecção pelo vírus de hepatite C (VHC) é uma das principais causas de doença hepática crônica no mundo e pode estar associada à perda auditiva em função da doença ou do tratamento tradicional. Objetivo: Verificar a função auditiva em pacientes com vírus da hepatite C e o efeito dos antivirais, atualmente recomendados pelo Ministério da Saúde, na audição. Método: A casuística foi composta por 27 indivíduos, portadores do vírus da hepatite C, de ambos os sexos e com idade média de 51 anos. Foram excluídos do grupo indivíduos com perda auditiva do tipo condutiva ou mista e que apresentassem fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo comparativo foram avaliados dois grupos: o grupo estudo com 18 indivíduos portadores do vírus da hepatite C e um grupo controle, composto por 18 indivíduos, voluntários, sem queixas auditivas e/ou fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo do efeito dos medicamentos na audição, a avaliação foi realizada em 16 pacientes, em dois momentos: antes do uso dos antivirais de ação direta e após o término do tratamento de três meses. A avaliação audiológica incluiu os seguintes procedimentos: anamnese, inspeção do meato acústico externo, audiometria tonal liminar, limiar de recepção de fala, índice de reconhecimento de fala, medidas de imitância acústica e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e produto de distorção. Resultados: 44,4% dos pacientes com vírus da hepatite C apresentaram perda auditiva neurossensorial e 44,4% apresentaram disfunção coclear. A perda auditiva foi maior nas frequências altas, com maior ocorrência nos indivíduos acima de 40 anos de idade (44,4%) e no sexo masculino (66,7%). Houve baixa ocorrência de zumbido e vertigem. A ocorrência de perda auditiva nos pacientes com vírus da hepatite C foi superior a encontrada nos indivíduos sem queixas auditivas. 51,9% dos pacientes com vírus da hepatite C, apresentaram emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e apenas 11,1% apresentaram emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção. Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente (EOAT) nos portadores do vírus da hepatite C: maior ocorrência de emissões nos indivíduos com sensibilidade auditiva normal (80%) e maior ausência de emissões nos indivíduos com perda auditiva (83,3%) . Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção (EOAPD), com maior ocorrência de sensibilidade auditiva normal nos indivíduos com presença de EOAPD. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os resultados da avaliação pré e pós-tratamento. Conclusão: Houve elevada ocorrência de perda auditiva neurossensorial e disfunção coclear nos pacientes com hepatite C e o tratamento proposto recentemente pelo ministério da saúde não provocou efeitos adversos na função auditiva.Hepatitis C virus (HCV) infection is one of the leading causes of chronic liver disease in the world and may be associated with hearing loss due to the disease or traditional treatment. Objective: To verify the occurrence of hearing impairment in patients with hepatitis C virus and the effect of antivirals, currently recommended by the Ministry of Health, on hearing. Method: The sample consisted of 27 individuals with hepatitis C virus, of both sexes and with an average age of 51 years. Individuals with conductive or mixed hearing loss and those with risk factors for hearing loss were excluded from the group. For the comparative study two groups were evaluated: the study group with 18 individuals with hepatitis C virus and a control group, composed of 18 individuals, volunteers, without hearing complaints and/or risk factors for hearing loss. For the study of the effect of drugs on hearing, the evaluation was performed in 16 patients, in two moments: before the use of direct acting antivirals and after the end of the treatment of three months. The audiological evaluation included the following procedures: anamnesis, external auditory canal inspection, pure tone audiometry, speech reception threshold, speech recognition index, acoustic immittance measures and transient and distortion product otoacoustic emissions. Results: 44.4% of patients with hepatitis C virus had sensorineural hearing loss and 44.4% had cochlear dysfunction; hearing loss was superior at the higher frequencies with main occurrence of hearing loss in individuals over 40 years (44.4%) and in males (66.7%); there was low occurrence of tinnitus and vertigo; only 51.9% of patients with hepatitis C virus had transient stimulus evoked otoacoustic emissions and 11.1% had distortion product evoked otoacoustic emissions; there was an association between the results of pure tone audiometry and transient stimulus evoked otoacoustic emissions (TEOAE) in patients with hepatitis C virus: higher occurrence of emissions in individuals with normal hearing (80%) and greater absence of emissions in individuals with hearing loss (83.3%); there was an association between the results of pure tone audiometry and distortion product evoked otoacoustic emissions (DPEOAE), with a higher occurrence of hearing loss in individuals without DPEOAE; hearing loss in the study group was higher than that found in the control group; there was no statistically significant difference between pre- and post-treatment evaluation results. Conclusion: Due to the high occurrence of hearing loss in patients with hepatitis C virus, audiological evaluation is recommended, especially in patients over 40 years. The treatment proposed recently by the Ministry of Health does not cause adverse effects on hearing function.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)100 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8333610LAGRECA, Lorena Carvalho Cavalcanti. Avaliação audiológica e monitoramento auditivo em pacientes com hepatite C. 2019. 100f. Dissertação (Mestrado emdistúrbios da comunicação humana) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.Lorena Lagreca-A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59740ark:/48912/001300002kx3jporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAudiçãoPerda AuditivaHepatite CCócleaHearingHearing LossHepatitis CCochleaAvaliação audiológica e monitoramento auditivo em pacientes com Hepatite CAudiological assessment and auditory monitoring in hepatitis C patients.info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaDistúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia)Comunicação Humana: Normalidade, Transtornos E RepercussõesDiagnóstico, Prevenção E Intervenção Nos Distúrbios Da Audição E Do EquilibrioORIGINALLorena Lagreca-A.pdfapplication/pdf1211853https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d11576cc-8533-44cd-84f6-cdd27ee215d7/download054e154c751a511300e5f35fd21b1c1dMD51TEXTLorena Lagreca-A.pdf.txtLorena Lagreca-A.pdf.txtExtracted texttext/plain117022https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/35f9dac7-ce3e-4db0-8335-d7e12c8569c7/downloadc8f2388accc707ae709ac2879719952dMD52THUMBNAILLorena Lagreca-A.pdf.jpgLorena Lagreca-A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2768https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/20deaa47-8a44-4d83-88bd-f9be20551805/downloada35fb174c5a4d0e9f987d472759018e1MD5311600/597402024-08-11 07:39:53.028oai:repositorio.unifesp.br:11600/59740https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-11T07:39:53Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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A infecção pelo vírus de hepatite C (VHC) é uma das principais causas de doença hepática crônica no mundo e pode estar associada à perda auditiva em função da doença ou do tratamento tradicional. Objetivo: Verificar a função auditiva em pacientes com vírus da hepatite C e o efeito dos antivirais, atualmente recomendados pelo Ministério da Saúde, na audição. Método: A casuística foi composta por 27 indivíduos, portadores do vírus da hepatite C, de ambos os sexos e com idade média de 51 anos. Foram excluídos do grupo indivíduos com perda auditiva do tipo condutiva ou mista e que apresentassem fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo comparativo foram avaliados dois grupos: o grupo estudo com 18 indivíduos portadores do vírus da hepatite C e um grupo controle, composto por 18 indivíduos, voluntários, sem queixas auditivas e/ou fatores de risco para perda auditiva. Para o estudo do efeito dos medicamentos na audição, a avaliação foi realizada em 16 pacientes, em dois momentos: antes do uso dos antivirais de ação direta e após o término do tratamento de três meses. A avaliação audiológica incluiu os seguintes procedimentos: anamnese, inspeção do meato acústico externo, audiometria tonal liminar, limiar de recepção de fala, índice de reconhecimento de fala, medidas de imitância acústica e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e produto de distorção. Resultados: 44,4% dos pacientes com vírus da hepatite C apresentaram perda auditiva neurossensorial e 44,4% apresentaram disfunção coclear. A perda auditiva foi maior nas frequências altas, com maior ocorrência nos indivíduos acima de 40 anos de idade (44,4%) e no sexo masculino (66,7%). Houve baixa ocorrência de zumbido e vertigem. A ocorrência de perda auditiva nos pacientes com vírus da hepatite C foi superior a encontrada nos indivíduos sem queixas auditivas. 51,9% dos pacientes com vírus da hepatite C, apresentaram emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e apenas 11,1% apresentaram emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção. Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente (EOAT) nos portadores do vírus da hepatite C: maior ocorrência de emissões nos indivíduos com sensibilidade auditiva normal (80%) e maior ausência de emissões nos indivíduos com perda auditiva (83,3%) . Houve associação entre os resultados da audiometria tonal e emissões otoacústicas evocadas - produto de distorção (EOAPD), com maior ocorrência de sensibilidade auditiva normal nos indivíduos com presença de EOAPD. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os resultados da avaliação pré e pós-tratamento. Conclusão: Houve elevada ocorrência de perda auditiva neurossensorial e disfunção coclear nos pacientes com hepatite C e o tratamento proposto recentemente pelo ministério da saúde não provocou efeitos adversos na função auditiva. |
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