Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico.
| Ano de defesa: | 2019 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001w5pn |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7991649 https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59770 |
Resumo: | Introdução: A esquizofrenia é apontada como um dos transtornos psiquiátricos mais prevalente nos serviços de saúde mental. A medicina e as ciências do movimento têm procurado aperfeiçoar a experimentação da atividade física (AF) como procedimento eficaz na prevenção, tratamento e reabilitação de transtornos mentais. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos terapêuticos de um Programa de Atividade Física (PAF) nos níveis de depressão, ansiedade, humor (questionários) e inflamação (nível de IL 6 e TNF alfa salivar) de indivíduos com esquizofrenia. Metodologia : Foi realizado um (PAF) du rante 12 semanas, 2 vezes por semanais, com duração média de 45 minutos cada sessão e ênfase aeróbia. Participaram 32 indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia; sendo 15 do sexo feminino e 17 do sexo masculino, divididos em Grupo Controle (GC, n=11, não participaram do PAF); Grupo Intermediário (GI, n=10, executaram menos de 70% das sessões) e Grupo Exercício (GE, n=11, realizaram mais de 70% das sessões). Os voluntários assinaram o TCLE e preencheram ficha de anamnese com dados pessoais, de saúde e nível de AF. Foram aplicados antes e após o PAF os questionários: Índice de depressão de Beck (IDB), Inventá r io de Ansiedade Traço Estado (IDATE) e Escala de Humor de Brunel (BRUMS), e feita coleta de saliva (congelada a 80ºC até a análise com Kit Elisa). Anál ise estatística : Após realização de testes de normalidade, foi realizado o teste de Kruskal Wallis para análise entre os grupos e teste de Wilcoxon para análises intragrupos , com significância estatística estabelecida em p 0,05 . Resultados : Cerca de 59% da amostra (n=19) foi classificada como sedentária; 32% (n=11) como irregularmente ativa e apenas 6% (n=2) da amostra era fisicamente ativa. Após o PAF, não houve mudanças antropométricas significantes em nenhum dos grupos. Verificou se redução estat i sticamente significante intragrupo para as variáveis IDB p =0,008), IDATE Traço ( p =0,040 ), subvariável “depressão” da variável BRUMS (p= e nível de IL 6 p = apenas no GE. O GC apresentou redução significativa da sub variável “vigor” da variável BRUMS p = 0,036). Discussão : A prática regular de AF mostrou se como um componente interessante para o tratamento de indivíduos em sofrimento psíquico, tendo em vista os resultados apresentados na pesquisa e os malefícios físicos, metabólicos e mentais que hábitos sedentários podem acarretar. Corroborando dados da literatura, o perfil sedentário ou pouco ativo da maioria dos indivíduos deste estudo contribui na manutenção de sintomas psicobiológicos negativos. Conclusão : A realização de um programa simples de prática de AF foi capaz de promover efeitos terapêuticos favoráveis nos participantes, independentemente de mudanças antropométricas. Outros estudos são necessários com o controle de outras variáveis e formas de exercício para análise e melhor compreensão de todos os benefícios que a prática de AF pode proporcionar aos praticantes com esquizofrenia. |
| id |
UFSP_1f056fe4c1d045cafe7c5518516e42c8 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unifesp.br:11600/59770 |
| network_acronym_str |
UFSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
MestradoBarros, Meire Kelly Scalia [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Colantonio, Emilson [UNIFESP]2021-01-19T16:35:54Z2021-01-19T16:35:54Z2019-11-11Introdução: A esquizofrenia é apontada como um dos transtornos psiquiátricos mais prevalente nos serviços de saúde mental. A medicina e as ciências do movimento têm procurado aperfeiçoar a experimentação da atividade física (AF) como procedimento eficaz na prevenção, tratamento e reabilitação de transtornos mentais. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos terapêuticos de um Programa de Atividade Física (PAF) nos níveis de depressão, ansiedade, humor (questionários) e inflamação (nível de IL 6 e TNF alfa salivar) de indivíduos com esquizofrenia. Metodologia : Foi realizado um (PAF) du rante 12 semanas, 2 vezes por semanais, com duração média de 45 minutos cada sessão e ênfase aeróbia. Participaram 32 indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia; sendo 15 do sexo feminino e 17 do sexo masculino, divididos em Grupo Controle (GC, n=11, não participaram do PAF); Grupo Intermediário (GI, n=10, executaram menos de 70% das sessões) e Grupo Exercício (GE, n=11, realizaram mais de 70% das sessões). Os voluntários assinaram o TCLE e preencheram ficha de anamnese com dados pessoais, de saúde e nível de AF. Foram aplicados antes e após o PAF os questionários: Índice de depressão de Beck (IDB), Inventá r io de Ansiedade Traço Estado (IDATE) e Escala de Humor de Brunel (BRUMS), e feita coleta de saliva (congelada a 80ºC até a análise com Kit Elisa). Anál ise estatística : Após realização de testes de normalidade, foi realizado o teste de Kruskal Wallis para análise entre os grupos e teste de Wilcoxon para análises intragrupos , com significância estatística estabelecida em p 0,05 . Resultados : Cerca de 59% da amostra (n=19) foi classificada como sedentária; 32% (n=11) como irregularmente ativa e apenas 6% (n=2) da amostra era fisicamente ativa. Após o PAF, não houve mudanças antropométricas significantes em nenhum dos grupos. Verificou se redução estat i sticamente significante intragrupo para as variáveis IDB p =0,008), IDATE Traço ( p =0,040 ), subvariável “depressão” da variável BRUMS (p= e nível de IL 6 p = apenas no GE. O GC apresentou redução significativa da sub variável “vigor” da variável BRUMS p = 0,036). Discussão : A prática regular de AF mostrou se como um componente interessante para o tratamento de indivíduos em sofrimento psíquico, tendo em vista os resultados apresentados na pesquisa e os malefícios físicos, metabólicos e mentais que hábitos sedentários podem acarretar. Corroborando dados da literatura, o perfil sedentário ou pouco ativo da maioria dos indivíduos deste estudo contribui na manutenção de sintomas psicobiológicos negativos. Conclusão : A realização de um programa simples de prática de AF foi capaz de promover efeitos terapêuticos favoráveis nos participantes, independentemente de mudanças antropométricas. Outros estudos são necessários com o controle de outras variáveis e formas de exercício para análise e melhor compreensão de todos os benefícios que a prática de AF pode proporcionar aos praticantes com esquizofrenia.Introduction: Schizophrenia is i dentified as one of the most prevalent psychiatric disorders in mental health services. Medicine and movement sciences have sought to improve physical activity (PA) experimentation as an effective procedure for the prevention, treatment, and rehabilitation of mental disorders. The aim of this study was to verify the therapeutic effects of a Physical Activity Program ( on the levels of depression, anxiety, mood (questionnaires)and inflammation ( salivary IL 6 and TNF alpha) of individuals with schizophre nia. Methodology : A Physical Activity Program was performed for 12 weeks, twice a week, with an average duration of 45 minutes each session and aerobic emphasis. Participants were 32 individuals diagnosed with schizophrenia; 15 females and 17 males, divide d into Control Group ( CG , n = 11, did not participate in the FAP )); Intermediate Group I G , n = 10, performed less than 70% of sessions and Exercise Group EG , n = 11, performed more than 70% of sessions). The volunteers signed an informed consent form and filled out anamnesis form with personal, health and PA level data. The following questionnaires were applied before and after the PAF: Beck Depression Index, State Trait Anxiety Inventory ( and Bru nels Mood Scale (BRUMS), and saliva collection (froze n at 80ºC until analysis with Kit Elisa).Statistical analysis: After normality tests, Kruskal Wallis test was performed for analysis between groups and Wilcoxon test for intragroup analyzes. Results : About 59% of the sample (n = 19) was classified as se dentary; 32% (n = 11) as irregularly active and only 6% (n = 2) of the sample was physically active. After the Physical Activity Program , there were no significant anthropometric changes in any of the groups. There was a statistically significant reduction (p <0.05) within the group for the variables BDI p = 0,008), STAI Trait ( p =0,040 ), subvariable “depression” of the BRUMS p = variable and IL 6 p = level only in the EG. The CG showed a significant reduction in the sub variable “vigor” of the BR UMS variable p = Discussion : The regular practice of PA proved to be an interesting component for the treatment of individuals in psychological distress, considering the results presented in the research and the physical, metabolic and mental harms that sedentary habits can cause. Corroborating literature data, the sedentary or inactive profile of most individuals in this study contributes to the maintenance of negative psychobiological symptoms. Conclusion : The implementation of a simple PA practice program was able to promote favorable therapeutic effects in the participants, regardless of anthropometric changes. Further studies are needed with the control of other variables and forms of exercise to analyze and better understand all the benefits tha t PA practice can provide for schizophrenic practitioners.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)71 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7991649MEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59770ark:/48912/001300001w5pnporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessEsquizofreniaAtividade FísicaCitocinasSaúde Mental.SchizophreniaPhysical ActivityCytokinesMental HealthEfeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico.info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPBaixada Santista, Instituto de Saúde e SociedadeCiências do Movimento Humano e ReabilitaçãoBiodinâmica Da Atividade Física, Esporte E Reabilitação FísicaORIGINALMEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdfapplication/pdf5716625https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/107105e8-91ac-4120-97a4-277e750e1575/download6458c8130bb7956d6004c06a37b92744MD51TEXTMEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf.txtMEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf.txtExtracted texttext/plain103079https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/df64fd28-0733-451e-8028-4c8a98e6fb8e/download7805c22d776c401b9ee310b5941249f4MD52THUMBNAILMEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf.jpgMEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2804https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6822447e-7342-4eaa-b166-25ab4880f20e/downloada1c7b98ab4c77c4363fc82d0d9dba4aaMD5311600/597702024-08-11 09:17:06.497oai:repositorio.unifesp.br:11600/59770https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-11T09:17:06Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
| dc.title.pt.fl_str_mv |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| title |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| spellingShingle |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. Barros, Meire Kelly Scalia [UNIFESP] Esquizofrenia Atividade Física Citocinas Saúde Mental. Schizophrenia Physical Activity Cytokines Mental Health |
| title_short |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| title_full |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| title_fullStr |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| title_full_unstemmed |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| title_sort |
Efeitos terapêuticos de um programa de atividade física em indivíduos com esquizofrenia : do comportamental ao biológico. |
| author |
Barros, Meire Kelly Scalia [UNIFESP] |
| author_facet |
Barros, Meire Kelly Scalia [UNIFESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.institution.pt.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Barros, Meire Kelly Scalia [UNIFESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Colantonio, Emilson [UNIFESP] |
| contributor_str_mv |
Colantonio, Emilson [UNIFESP] |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Esquizofrenia Atividade Física Citocinas Saúde Mental. |
| topic |
Esquizofrenia Atividade Física Citocinas Saúde Mental. Schizophrenia Physical Activity Cytokines Mental Health |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Schizophrenia Physical Activity Cytokines Mental Health |
| description |
Introdução: A esquizofrenia é apontada como um dos transtornos psiquiátricos mais prevalente nos serviços de saúde mental. A medicina e as ciências do movimento têm procurado aperfeiçoar a experimentação da atividade física (AF) como procedimento eficaz na prevenção, tratamento e reabilitação de transtornos mentais. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos terapêuticos de um Programa de Atividade Física (PAF) nos níveis de depressão, ansiedade, humor (questionários) e inflamação (nível de IL 6 e TNF alfa salivar) de indivíduos com esquizofrenia. Metodologia : Foi realizado um (PAF) du rante 12 semanas, 2 vezes por semanais, com duração média de 45 minutos cada sessão e ênfase aeróbia. Participaram 32 indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia; sendo 15 do sexo feminino e 17 do sexo masculino, divididos em Grupo Controle (GC, n=11, não participaram do PAF); Grupo Intermediário (GI, n=10, executaram menos de 70% das sessões) e Grupo Exercício (GE, n=11, realizaram mais de 70% das sessões). Os voluntários assinaram o TCLE e preencheram ficha de anamnese com dados pessoais, de saúde e nível de AF. Foram aplicados antes e após o PAF os questionários: Índice de depressão de Beck (IDB), Inventá r io de Ansiedade Traço Estado (IDATE) e Escala de Humor de Brunel (BRUMS), e feita coleta de saliva (congelada a 80ºC até a análise com Kit Elisa). Anál ise estatística : Após realização de testes de normalidade, foi realizado o teste de Kruskal Wallis para análise entre os grupos e teste de Wilcoxon para análises intragrupos , com significância estatística estabelecida em p 0,05 . Resultados : Cerca de 59% da amostra (n=19) foi classificada como sedentária; 32% (n=11) como irregularmente ativa e apenas 6% (n=2) da amostra era fisicamente ativa. Após o PAF, não houve mudanças antropométricas significantes em nenhum dos grupos. Verificou se redução estat i sticamente significante intragrupo para as variáveis IDB p =0,008), IDATE Traço ( p =0,040 ), subvariável “depressão” da variável BRUMS (p= e nível de IL 6 p = apenas no GE. O GC apresentou redução significativa da sub variável “vigor” da variável BRUMS p = 0,036). Discussão : A prática regular de AF mostrou se como um componente interessante para o tratamento de indivíduos em sofrimento psíquico, tendo em vista os resultados apresentados na pesquisa e os malefícios físicos, metabólicos e mentais que hábitos sedentários podem acarretar. Corroborando dados da literatura, o perfil sedentário ou pouco ativo da maioria dos indivíduos deste estudo contribui na manutenção de sintomas psicobiológicos negativos. Conclusão : A realização de um programa simples de prática de AF foi capaz de promover efeitos terapêuticos favoráveis nos participantes, independentemente de mudanças antropométricas. Outros estudos são necessários com o controle de outras variáveis e formas de exercício para análise e melhor compreensão de todos os benefícios que a prática de AF pode proporcionar aos praticantes com esquizofrenia. |
| publishDate |
2019 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2019-11-11 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2021-01-19T16:35:54Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2021-01-19T16:35:54Z |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.pt.fl_str_mv |
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7991649 |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59770 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/48912/001300001w5pn |
| dc.identifier.file.none.fl_str_mv |
MEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf |
| url |
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7991649 https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59770 |
| identifier_str_mv |
MEIRE KELLY SCALIA BARROS.pdf ark:/48912/001300001w5pn |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
71 p. |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNIFESP instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) instacron:UNIFESP |
| instname_str |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| instacron_str |
UNIFESP |
| institution |
UNIFESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/107105e8-91ac-4120-97a4-277e750e1575/download https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/df64fd28-0733-451e-8028-4c8a98e6fb8e/download https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6822447e-7342-4eaa-b166-25ab4880f20e/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
6458c8130bb7956d6004c06a37b92744 7805c22d776c401b9ee310b5941249f4 a1c7b98ab4c77c4363fc82d0d9dba4aa |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
biblioteca.csp@unifesp.br |
| _version_ |
1865648475878719488 |