Prevalência de fraturas vertebrais detectadas pela Morfometria Vertebral Digital por DXA em mulheres em tratamento para osteoporose em ambulatório especializado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Muszkat, Patricia [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002939s
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2679658
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48770
Resumo: Introdução: Fraturas ósseas são a principal causa de morbi-mortalidade associadas à osteoporose, sendo que fraturas vertebrais são frequentes e muitas vezes não diagnosticadas. Quando identificadas, indicam maior gravidade da doença, associando-se a alto risco para novas fraturas. Os novos aparelhos de densitometria óssea (DXA) possuem o recurso de Avaliação da Morfometria Vertebral (VFA), para detecção de fraturas. Objetivos: Avaliar a utilidade da morfometria vertebral por DXA para a identificação de fraturas vertebrais não referidas e correlacionar com potenciais fatores de risco. Pacientes e Métodos: Foram elegíveis mulheres acima de 45 anos, na pós-menopausa há pelo menos 2 anos, com diagnóstico de osteoporose e em tratamento há pelo menos três meses. Todas realizaram densitometria óssea e morfometria vertebral por DXA concomitante. A presença de fraturas foi definida entre T7 e L4 e somente fraturas moderadas e graves foram consideradas na análise. Todas as voluntárias realizaram exames laboratoriais, antropometria e um questionário sobre hábitos de vida e história médica. Resultados: Das 188 mulheres, 32 (17%) apresentaram pelo menos uma fratura vertebral, sendo que apenas 4 (12,5%) dessas pacientes tinham conhecimento prévio da fratura. A localização das fraturas ocorreu principalmente na coluna torácica. Nove pacientes (28,1%) apresentaram fraturas graves e 23 (71,9%) apresentaram fraturas moderadas. As pacientes com fratura apresentaram em média 5 anos a mais e 5 quilos a menos do que as sem fratura. O clearence de creatinina foi em média 9,0 mL/min menor nas pacientes com fratura vertebral. A avaliação de fraturas vertebrais por morfometria por DXA é um método complementar rápido, preciso e com baixa exposição à radiação, que permite a identificação de fraturas vertebrais moderadas e graves muitas vezes desconhecidas pelo paciente e pelo médico. A predisposição para fratura vertebral não é dependente apenas da DMO.
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Pacientes e Métodos: Foram elegíveis mulheres acima de 45 anos, na pós-menopausa há pelo menos 2 anos, com diagnóstico de osteoporose e em tratamento há pelo menos três meses. Todas realizaram densitometria óssea e morfometria vertebral por DXA concomitante. A presença de fraturas foi definida entre T7 e L4 e somente fraturas moderadas e graves foram consideradas na análise. Todas as voluntárias realizaram exames laboratoriais, antropometria e um questionário sobre hábitos de vida e história médica. Resultados: Das 188 mulheres, 32 (17%) apresentaram pelo menos uma fratura vertebral, sendo que apenas 4 (12,5%) dessas pacientes tinham conhecimento prévio da fratura. A localização das fraturas ocorreu principalmente na coluna torácica. Nove pacientes (28,1%) apresentaram fraturas graves e 23 (71,9%) apresentaram fraturas moderadas. As pacientes com fratura apresentaram em média 5 anos a mais e 5 quilos a menos do que as sem fratura. O clearence de creatinina foi em média 9,0 mL/min menor nas pacientes com fratura vertebral. A avaliação de fraturas vertebrais por morfometria por DXA é um método complementar rápido, preciso e com baixa exposição à radiação, que permite a identificação de fraturas vertebrais moderadas e graves muitas vezes desconhecidas pelo paciente e pelo médico. A predisposição para fratura vertebral não é dependente apenas da DMO. Introduction: Bone fractures are the main cause of morbidity and mortality associated with osteoporosis, with vertebral fractures being common and frequently undiagnosed. When identified, they indicate greater severity of the illness and higher risk of new fractures. New densitometers (DXA) have the Vertebral Fracture Assessment (VFA) resource that allows the detection of fractures. Purposes: To evaluate the usefulness of vertebral morphometry by DXA in identifying unreferred vertebral fractures and correlate potential risk factors. Patients and Methods: Female patients above 45 years, postmenopausal for at least 2 years, diagnosed with osteoporosis and undergoing treatment for at least three months were considered eligible. All of them underwent bone densitometry and concomitant vertebral morphometry by DXA. The presence of fractures was defined between T7 and L4; only moderate and severe fractures were considered for analysis. All volunteers were submitted to laboratory tests, anthropometry and responded a questionnaire on their lifestyle habits and medical history. Results: 32 (17%) out of the 188 female patients presented with at least one vertebral fracture, among whom only 4 (12.5%) were previously aware of the fracture. The fractures were mainly located on the thoracic spine. Nine patients had severe fractures (28.1%), whereas 23 had moderate fractures (71.9%). On average, patients with fractures were 5 years older and weighed 5 kilograms less than those without fractures. The creatinine clearance was on average 9ml/min less in patients with vertebral fracture. The assessment of vertebral fractures by morphometry is a fast, accurate and complementary method associated with low radiation exposure for identifying moderate and severe vertebral fractures. Predisposition to vertebral fractures does not depend solely on BMD.Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Castro, Marise Lazaretti [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8253870907570489http://lattes.cnpq.br/8333217169590629Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Muszkat, Patricia [UNIFESP]2018-07-30T11:53:30Z2018-07-30T11:53:30Z2015-12-18info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion105 f.application/pdfhttps://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2679658MUSZKAT, Patricia. Prevalência de fraturas vertebrais detectadas pela Morfometria Vertebral Digital por DXA em mulheres em tratamento para osteoporose em ambulatório especializado. 2015. 105 f. Dissertação (Mestrado em Endocrinologia Clínica) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48770ark:/48912/001300002939sporSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-03-27T10:51:53Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/48770Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-03-27T10:51:53Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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