A antropologia filosófica no pensamento de Adam Smith
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/39328 |
Resumo: | O presente trabalho tem como proposta explicitar a concepção da natureza humana no pensamento de Adam Smith, isto é, buscar um entendimento da antropologia filosófica no pensamento do filósofo e economista moderno. Desse modo, será incorporado à discussão as principais obras do autor: The Theory of Moral Sentiments, Essays on Philosophical Subjects, An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations, Lectures on Jurisprudence e Lectures on Rethoric and Belles Lettres, para aprofundar a tentativa de resposta do sistema moral de Smith. Entretanto, destacamos a primeira obra, The Theory of Moral Sentiments, por entendermos que esta obra estabelece os principais pressupostos da Filosofia Moderna que se aproximam do entendimento da antropologia filosófica, e também, por situar a discussão no cenário da "crise moral" dos séculos XVI e XVII. Outra ressalva a fazer sobre a discussão compreende a leitura que entendemos do método adotado por Smith, que se vale pela visão de sistema filosófico do homem e sociedade de mercado. Por isso, momentaneamente será abordado o tema com elementos que dialogam com outras obras do pensador. Em outras palavras, entendemos que as relações que imantam a escola filosófica escocesa do "senso moral", isto é, as condições que são sinalizadas para a natureza humana sobre os sentimentos morais, são proposições de um sistema filosófico moderno que se apresentam, mais adiante, como ciência social e econômica. Para tanto, o alcance que se busca neste trabalho compreende responder a seguinte questão: qual é o lugar no pensamento de Smith para a Antropologia Filosófica? Neste sentido, o método a ser adotado no estudo compreende analisar os pressupostos do sistema moral do pensador, à luz do tempo lógico e temporal do que pode-se nomear de "crise moderna moral". O estudo ainda sinaliza que a relação de intersubjetividade existente na ordem social e econômica estão expressos pelos sentimentos simpáticos - sentir com - que são sugeridos como resposta pelo autor para a nova ordem social e econômica moderna, e, ao meu entender, está situada no solo das regras gerais da moral. Diante deste contexto, nos faz considerar que a simpatia é explicitada como causa (conveniência social e econômica) e como efeito (aprovação e desaprovação moral). |
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Aguiar, Alexandra Paulino de [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Nascimento, Rodnei [UNIFESP]2016-06-28T11:35:17Z2016-06-28T11:35:17Z2013-05O presente trabalho tem como proposta explicitar a concepção da natureza humana no pensamento de Adam Smith, isto é, buscar um entendimento da antropologia filosófica no pensamento do filósofo e economista moderno. Desse modo, será incorporado à discussão as principais obras do autor: The Theory of Moral Sentiments, Essays on Philosophical Subjects, An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations, Lectures on Jurisprudence e Lectures on Rethoric and Belles Lettres, para aprofundar a tentativa de resposta do sistema moral de Smith. Entretanto, destacamos a primeira obra, The Theory of Moral Sentiments, por entendermos que esta obra estabelece os principais pressupostos da Filosofia Moderna que se aproximam do entendimento da antropologia filosófica, e também, por situar a discussão no cenário da "crise moral" dos séculos XVI e XVII. Outra ressalva a fazer sobre a discussão compreende a leitura que entendemos do método adotado por Smith, que se vale pela visão de sistema filosófico do homem e sociedade de mercado. Por isso, momentaneamente será abordado o tema com elementos que dialogam com outras obras do pensador. Em outras palavras, entendemos que as relações que imantam a escola filosófica escocesa do "senso moral", isto é, as condições que são sinalizadas para a natureza humana sobre os sentimentos morais, são proposições de um sistema filosófico moderno que se apresentam, mais adiante, como ciência social e econômica. Para tanto, o alcance que se busca neste trabalho compreende responder a seguinte questão: qual é o lugar no pensamento de Smith para a Antropologia Filosófica? Neste sentido, o método a ser adotado no estudo compreende analisar os pressupostos do sistema moral do pensador, à luz do tempo lógico e temporal do que pode-se nomear de "crise moderna moral". O estudo ainda sinaliza que a relação de intersubjetividade existente na ordem social e econômica estão expressos pelos sentimentos simpáticos - sentir com - que são sugeridos como resposta pelo autor para a nova ordem social e econômica moderna, e, ao meu entender, está situada no solo das regras gerais da moral. Diante deste contexto, nos faz considerar que a simpatia é explicitada como causa (conveniência social e econômica) e como efeito (aprovação e desaprovação moral).The present work has the proposal of explaining the conception of the human nature according to the thought of Adam Smith, that is, to seek an understanding of the philosophical anthropology in the thinking of a modern philosopher and economist. In this way, the discussion will be incorporated with the main works of the author: The Theory of Moral Sentiments, Essays on Philosophical Subjects, An Inquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations, Lectures on Jurisprudence and Lectures on Rhetoric and Belles Letters, to deepen the answering attempts of the moral system of Smith. However, we emphasize the first work, The Theory of Moral Sentiments, for we understand that this work establishes the major assumptions of the Modern Philosophy that approach the understanding of the philosophical anthropology, and also, by situating the discussion into the scenario of the “moral crisis” that took place during the centuries of XVII and XVIII. Another observation to make on the discussion comprises the interpretation that we understand from the method adopted by Smith, who goes by the vision of man’s philosophical system and market society. So, for a moment, the theme will be addressed with elements that dialogue with other works of the thinker. In other words, we understand that the relations that magnetize the Scottish philosophical school of the “moral sense”, i.e., the conditions that are signaled to the human nature about the moral sentiments, are all propositions of a modern philosophical system that are presented, later, as social and economic science. For such, the reach searched in this work intends to answer the following question: what is the place in the thinking of Smith for the Philosophical Anthropology? In this sense, the method to be adopted in the study intends to examine the assumptions of the moral system of the thinker, in the light of the logical and temporal time of what can be called as “modern moral crisis”. The study still signs that the existing inter-subjectivity relation in the social and economic order is expressed by the sympathetic feelings – to feel with – that are suggested as an answer by the author to the new modern social and economic order and, to my understanding, is situated on the ground of the general rules of moral. With this said, we consider that sympathy is explicated as cause (social and economic convenience) and as effect (moral approval and disapproval).Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)181 f.AGUIAR, Alexandra Paulino de. A antropologia filosófica no pensamento de Adam Smith. 2013. 181 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Guarulhos, 2013.Publico-39328.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/39328ark:/48912/001300002bmg7porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAdam SmithAntropologiaFilosofiaA antropologia filosófica no pensamento de Adam Smithinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)Filosofia - GuarulhosFilosofiaORIGINALPublico-39328.pdfPublico-39328.pdfapplication/pdf1083603https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3f59ec9d-9bf2-4e68-b018-8dcac03e4730/download3b4ed811817044fa4f1a0e560de1202eMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82931https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/c0376806-cfc8-4a04-ba97-be49be148949/downloadd35adf8b107f65631a344434a5a02c8bMD52TEXTPublico-39328.pdf.txtPublico-39328.pdf.txtExtracted texttext/plain102416https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0d9e9be4-5261-4564-a369-a0fb3d3aa1e2/download2029ecb70a7005e4cc578a0e6b383754MD57THUMBNAILPublico-39328.pdf.jpgPublico-39328.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2830https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/a3a73b50-5560-400d-aafd-e7e9e6a9e0d0/downloada923c51d24c1abd40f91a6fa4e7dfe7aMD5811600/393282024-08-03 14:40:52.919oai:repositorio.unifesp.br:11600/39328https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-03T14:40:52Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)falseTElDRU7Dh0EgUEFSQSBBIERJU1BPTklCSUxJWkHDh8ODTyBPTkxJTkUgREUgRElTU0VSVEHDh8ODTyBPVSBERSBURVNFIFNVQk1FVElEQSBBTyBSRVBPU0lUw5NSSU8gSU5TVElUVUNJT05BTCBVTklGRVNQDQoNCjEuIEFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgZXUsIEFuZHJlYSBIYXlhc2hpIChkZWFjaGFuQGdtYWlsLmNvbSksIHJlc3BvbnPDoXZlbCBwZWxvIHRyYWJhbGhvIOKAnEEgYW50cm9wb2xvZ2lhIGZpbG9zw7NmaWNhIG5vIHBlbnNhbWVudG8gZGUgQWRhbSBTbWl0aOKAnSBwb3IgbWltIHN1Ym1ldGlkbyBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBVTklGRVNQIGUgZGVzZW52b2x2aWRvIG5vIMOibWJpdG8gZGUgdW0gZG9zIHByb2dyYW1hcyBkZSBww7NzLWdyYWR1YcOnw6NvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApOg0KDQphKSBhdGVzdG8gc2VyIG8gcmVzcG9uc8OhdmVsIGxlZ2FsIHBlbG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIGUgcGVsb3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbzsNCg0KYikgYXRlc3RvIHF1ZSBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBuw6NvIGluZnJpbmdlIGxlaXMgZGUgZGlyZWl0byBhdXRvcmFsOw0KDQpjKSBhdGVzdG8gcXVlIG8gdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvIG7Do28gY29udMOpbSBxdWFscXVlciBpbmZvcm1hw6fDo28gY29uZmlkZW5jaWFsIG1pbmhhIG91IGRlIHRlcmNlaXJvczsNCg0KZCkgYXRlc3RvIHF1ZSwgc2Ugb2J0aXZlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcGFyYSBvIGRlc2Vudm9sdmltZW50byBkbyB0cmFiYWxobyBzdWJtZXRpZG8sIGluZm9ybWVpIGEgYWfDqm5jaWEgZGUgZm9tZW50byBlIG8gbsO6bWVybyBkbyBmaW5hbmNpYW1lbnRvIGR1cmFudGUgYSBzdWJtaXNzw6NvOw0KDQplKSBhdGVzdG8gcXVlIGEgdmVyc8OjbyBkbyB0cmFiYWxobyBwcmVzZW50ZSBubyBhcnF1aXZvIHN1Ym1ldGlkbyDDqSBhIHZlcnPDo28gZGVmaW5pdGl2YSBxdWUgaW5jbHVpIGFzIGFsdGVyYcOnw7VlcyBkZWNvcnJlbnRlcyBkYSBkZWZlc2EsIHNlIGhvdXZlIGFsZ3VtYTsNCg0KZikgYXRlc3RvIHF1ZSBhIHZlcnPDo28gZG8gdHJhYmFsaG8gcHJlc2VudGUgbm8gYXJxdWl2byBzdWJtZXRpZG8gc2Vyw6EgYSBtZXNtYSB2ZXJzw6NvIGltcHJlc3NhIGVudHJlZ3VlIG5hIFNlw6fDo28gVMOpY25pY2EgZGUgUMOzcy1HcmFkdWHDp8OjbyBjb20gYSBxdWFsIG8gcHJvZ3JhbWEgZGUgcMOzcy1ncmFkdWHDp8OjbyBlbSBxdWUgbyB0cmFiYWxobyBmb2kgZGVzZW52b2x2aWRvIGVzdMOhIHZpbmN1bGFkbzsNCg0KZykgY29uY2VkbyDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBTw6NvIFBhdWxvIChVTklGRVNQKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIsIGRlIGNvcGlhciBlIGRlIGRpc3RyaWJ1aXIsIHBvciBtZWlvIGRlIHNldXMgYW1iaWVudGVzIGluc3RpdHVjaW9uYWlzIGRlIGFjZXNzbyByZXN0cml0byBvdSBhYmVydG8gYW8gcMO6YmxpY28gZ2VyYWwsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbyBlIG9zIGRhZG9zIGluZm9ybWFkb3MgZHVyYW50ZSBhIHN1Ym1pc3PDo287DQoNCmgpIGNvbmNlZG8gw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAoVU5JRkVTUCkgbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlYWxpemFyIHF1YWlzcXVlciBhbHRlcmHDp8O1ZXMgbmEgbcOtZGlhIG91IG5vIGZvcm1hdG8gZG8gYXJxdWl2byBwYXJhIHByb3DDs3NpdG9zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28gZGlnaXRhbCwgZGUgYWNlc3NpYmlsaWRhZGUgZSBkZSBtZWxob3IgaWRlbnRpZmljYcOnw6NvIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbywgZGVzZGUgcXVlIG7Do28gc2VqYSBhbHRlcmFkbyBzZXUgY29udGXDumRvIGludGVsZWN0dWFsLg0KDQoyLiBBIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIFPDo28gUGF1bG8gKFVOSUZFU1ApIHNlIGNvbXByb21ldGUgYToNCg0KYSkgZm9ybmVjZXIgdW1hIGlkZW50aWZpY2HDp8OjbyBjbGFyYSBkbyBub21lIGRvIGF1dG9yIGR1cmFudGUgYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28sIGVtIGFtYmllbnRlIGluc3RpdHVjaW9uYWwsIGRvIHRyYWJhbGhvIHN1Ym1ldGlkbzsNCg0KYikgc2UgbmVjZXNzw6FyaW8sIHJlYWxpemFyIGFsdGVyYcOnw7VlcyBub3MgZGFkb3MgaW5mb3JtYWRvcyBkdXJhbnRlIGEgc3VibWlzc8OjbyBwYXJhIHF1ZSBtZWxob3IgcmVwcmVzZW50ZW0gZSBpZGVudGlmaXF1ZW0gbyB0cmFiYWxobyBzZW0sIG5vIGVudGFudG8sIGNvbXByb21ldGVyIHNldSBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWxlY3R1YWw7DQoNCmMpIHJlc3BlaXRhciBhIGRlY2lzw6NvIGRvIGF1dG9yIHNvYnJlIGEgdmVyc8OjbyBxdWUgZGV2ZXLDoSBzZXIgZGlzcG9uaWJpbGl6YWRhIGltZWRpYXRhbWVudGUgYXDDs3MgbyBhY2VpdGUgZGEgc3VibWlzc8Ojbywgc2VqYSBlbGEgYSB2ZXJzw6NvIGludGVncmFsIG91IHBhcmNpYWw7DQoNCmQpIHJlc3BlaXRhciBvIHByYXpvIGRlZmluaWRvIHBlbG8gYXV0b3IgcGFyYSBhIGRpc3BvbmliaWxpemHDp8OjbyBkbyBjb250ZcO6ZG8gaW50ZWdyYWwsIGNhc28gbyBhdXRvciB0ZW5oYSBvcHRhZG8gcGVsYSBkaXNwb25pYmlsaXphw6fDo28gaW1lZGlhdGEgYXBlbmFzIGRvIGNvbnRlw7pkbyBwYXJjaWFsIGUgbyBwcmF6byBkZWZpbmlkbyBlc3RlamEgZGVudHJvIGRlIDIgKGRvaXMpIGFub3MgYXDDs3MgYSBkZWZlc2E7DQoNCmUpIG7Do28gcmVhbGl6YXIgYWx0ZXJhw6fDtWVzIG5vIGFycXVpdm8gZW52aWFkbyBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBkZXNjcml0YXMgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuDQoNClPDo28gUGF1bG8sIFR1ZSBKdW4gMjggMDg6MzQ6MjcgQlJUIDIwMTYu |
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