Ação de cratabl, crataeva tapia bark lectin, em modelos experimentais de trombose arterial e diabetes induzidas em camundongos black 6 c57

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Salu, Bruno Ramos [UNIFESP]
Orientador(a): Oliva, Maria Luiza Vilela Oliva [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002msw1
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=100832
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47167
Resumo: A hiperglicemia crônica presente nos quadros de diabetes é a maior iniciadora de complicações microvasculares, como a trombose arterial é um importante alvo para intervenções terapêuticas. Espécies de plantas do gênero Crataeva, da família Capparidaceae, comuns no nordeste brasileiro, tem sido utilizadas pela medicina popular no tratamento de diabetes sem uma sólida base científica. Uma lectina isolada da entrecasca da árvore, chamada CrataBL (Crataeva tapia bark lectin), foi utilizada em modelos de experimentação animal (camundongos Black 6 C57) de diabetes induzidos por aloxano com avalição do peso do animal, níveis de glicose, colesterol total, triglicerídeos, dosagem de citocinas e análise histológica dos órgãos. Paralelamente um modelo de trombose arterial com camundongos não diabéticos foi realizado avaliando a influência da proteína no tempo de oclusão de fluxo sanguíneo da artéria carótida. Uma dose simples de CrataBL em camundongos diabéticos promoveu a diminuição de 12% nos níveis de glicose sanguínea, após 6 horas da sua administração, enquanto um tratamento diário de 28 dias promoveu uma queda de 36% nos níveis de glicose, ambos valores comparados com a glicemia inicial do grupo no tempo zero de tratamento. Não foram observadas alterações no colesterol total, triglicerídeos e estruturas histológicas (pulmão, coração, rim, fígado e pâncreas) após os 28 dias de tratamento. CrataBL prolongou o TTPa (em plasma de humanos e camundongos) e não mostrou ação no TP nas concentrações utilizadas. No modelo de trombose induzido por Rosa de Bengala (50 mg/Kg, camundongo não diabético), o tempo de oclusão do fluxo sanguíneo da artéria carótida isolada foi monitorada. Nos grupos pré-tratados com 5 mg/kg ou 10 mg/kg de CrataBL, o tempo de oclusão do fluxo sanguíneo foi prolongado em 69,5% e 60,2%, respectivamente, em comparação com o grupo tratado com NaCl 0,15 M.
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