Questionário APDQ em indivíduos com transtorno do espectro autista

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Almeida, Mariana Buncana Simões Kanaan de [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001n2sw
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/73463
Resumo: Objetivo: Analisar as habilidades de escuta do cotidiano, na percepção de pais ou cuidadores de indivíduos com TEA, e neurotípicos utilizando os questionários Scale of Auditory Behavior (SAB) e o Auditory Processing Domains Questionnaire (APDQ), criado por Brian O’Hara em 2018 e atualizado em 2020. Método: Estudo transversal, aprovado pelo comitê de ética institucional, realizado no laboratório de Neuroaudiologia da UNIFESP com 93 participantes (pais de indivíduos de 7 a 17 anos), divididos em dois grupos: 45 com TEA nível 1 (GTEA) e 48 neurotípicos (GN). Foram aplicados os questionários APDQ e SAB, que avaliam comportamentos auditivos, linguagem e atenção. Menores pontuações indicam maior risco de alterações. O APDQ, validado para 7 a 17 anos, ajuda a diagnosticar riscos para TPAC e distingue crianças em risco de TPAC de outras com TDAH ou transtorno de linguagem. Para compor esses grupos e evitar possíveis vieses: em ambos os grupos não foram incluídos pais e ou cuidadores de crianças e adolescentes com comprometimento auditivo condutivo ou com histórico de otites recorrentes, ou com deficit cognitivo avaliados pelo teste WASI (manual de escala Wescheler abreviada de inteligência por um psicólogo) .A avaliação comportamental do processamento auditivo central foi realizada em todos os participantes pela pesquisadora. O número de sessões foi tres vezes maior nas crianças com TEA nível 1 e foram usados os testes de inteligibilidade de fala com mensagem competitiva ipsilateral; teste dicótico de dígitos, abreviado TDD; teste de detecção de intervalos aleatórios, abreviado RGDT; e teste de padrão de duração abreviado TP. No GTEA, foram incluídos respondentes de crianças e adolescentes com alterações de PAC, enquanto no GN não foram incluídos respondentes de indivíduos com alteração de PAC. Resultados: O GTEA teve 48,38% da amostra, com predominância de meninos (75,6%) e faixa etária entre 11 e 17 anos (66,7%). O GN foi composto por 51,61%, com a maioria (68,7%) entre 7 e 10 anos. O GTEA demonstrou alta preocupação com as habilidades auditivas (24,4%), enquanto no GN foi apenas 4,2%, com diferença estatisticamente significativa. A dificuldade de localizar sons foi mais comum no GTEA (44,5% leve e 22,2% moderada) em comparação ao GN (8,3% leve). O SAB mostrou média de 53 pontos no GN e 32 no GTEA, com diferença estatisticamente significante. Nos domínios do APDQ, o GTEA apresentou menores pontuações, especialmente em atenção, linguagem e processamento auditivo, com diferenças significativas entre os grupos. O GN teve pontuações mais altas, especialmente no processamento auditivo, onde a mediana foi o dobro do GTEA. Nos desfechos secundários, 42,1% dos indivíduos com TEA apresentaram risco de TPAC e TDAH, enquanto nenhum neurotípico teve esse risco. 57,77% dos indivíduos com TEA apresentaram TDAH, isolado ou em comorbidade. Conclusão: O GTEA apresentou menores pontuações nos comportamentos auditivos, com alta preocupação nas habilidades auditivas e dificuldade de localizar sons. O APDQ mostrou-se eficaz para identificar riscos para dificuldades auditivas em indivíduos com TEA nível 1, podendo ser usado como ferramenta de triagem para TPAC, além de identificar predisposições a dificuldades de linguagem e atenção. Assim recomenda-se o APDQ para auxiliar no encaminhamento clínico de crianças e adolescentes de 7 a 17 anos.
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O APDQ, validado para 7 a 17 anos, ajuda a diagnosticar riscos para TPAC e distingue crianças em risco de TPAC de outras com TDAH ou transtorno de linguagem. Para compor esses grupos e evitar possíveis vieses: em ambos os grupos não foram incluídos pais e ou cuidadores de crianças e adolescentes com comprometimento auditivo condutivo ou com histórico de otites recorrentes, ou com deficit cognitivo avaliados pelo teste WASI (manual de escala Wescheler abreviada de inteligência por um psicólogo) .A avaliação comportamental do processamento auditivo central foi realizada em todos os participantes pela pesquisadora. O número de sessões foi tres vezes maior nas crianças com TEA nível 1 e foram usados os testes de inteligibilidade de fala com mensagem competitiva ipsilateral; teste dicótico de dígitos, abreviado TDD; teste de detecção de intervalos aleatórios, abreviado RGDT; e teste de padrão de duração abreviado TP. No GTEA, foram incluídos respondentes de crianças e adolescentes com alterações de PAC, enquanto no GN não foram incluídos respondentes de indivíduos com alteração de PAC. Resultados: O GTEA teve 48,38% da amostra, com predominância de meninos (75,6%) e faixa etária entre 11 e 17 anos (66,7%). O GN foi composto por 51,61%, com a maioria (68,7%) entre 7 e 10 anos. O GTEA demonstrou alta preocupação com as habilidades auditivas (24,4%), enquanto no GN foi apenas 4,2%, com diferença estatisticamente significativa. A dificuldade de localizar sons foi mais comum no GTEA (44,5% leve e 22,2% moderada) em comparação ao GN (8,3% leve). O SAB mostrou média de 53 pontos no GN e 32 no GTEA, com diferença estatisticamente significante. Nos domínios do APDQ, o GTEA apresentou menores pontuações, especialmente em atenção, linguagem e processamento auditivo, com diferenças significativas entre os grupos. O GN teve pontuações mais altas, especialmente no processamento auditivo, onde a mediana foi o dobro do GTEA. Nos desfechos secundários, 42,1% dos indivíduos com TEA apresentaram risco de TPAC e TDAH, enquanto nenhum neurotípico teve esse risco. 57,77% dos indivíduos com TEA apresentaram TDAH, isolado ou em comorbidade. Conclusão: O GTEA apresentou menores pontuações nos comportamentos auditivos, com alta preocupação nas habilidades auditivas e dificuldade de localizar sons. O APDQ mostrou-se eficaz para identificar riscos para dificuldades auditivas em indivíduos com TEA nível 1, podendo ser usado como ferramenta de triagem para TPAC, além de identificar predisposições a dificuldades de linguagem e atenção. Assim recomenda-se o APDQ para auxiliar no encaminhamento clínico de crianças e adolescentes de 7 a 17 anos. Objective: To analyze everyday listening skills, as perceived by parents or caregivers of individuals with ASD and neurotypical individuals, using the Scale of Auditory Behavior (SAB) and the Auditory Processing Domains Questionnaire (APDQ), created by Brian O’Hara in 2018 and updated in 2020. Method: This cross-sectional study, approved by the institutional ethics committee, was carried out at the Neuroaudiology Laboratory of UNIFESP with 93 participants (parents of individuals aged 7 to 17 years), divided into two groups: 45 with level 1 ASD (GTEA) and 48 neurotypical (GN). The APDQ and SAB questionnaires were applied, which assess auditory behaviors, language and attention. Lower scores indicate a higher risk of alterations. The APDQ, validated for 7 to 17 years old, helps diagnose risks for CAPD and distinguishes children at risk of CAPD from others with ADHD or language disorder. In order to compose these groups and avoid possible biases: in both groups, parents and/or caregivers of children and adolescents with conductive hearing impairment or a history of recurrent otitis, or with cognitive deficits assessed by the WASI test (Wescheler Abbreviated Scale of Intelligence manual by a psychologist) were not included. The behavioral assessment of central auditory processing was performed on all participants by the researcher. The number of sessions was three times higher in children with level 1 ASD and the following tests were used: speech intelligibility with ipsilateral competitive message; dichotic digit span test, abbreviated DDT; random interval detection test, abbreviated RGDT; and duration pattern test, abbreviated TP. In the GTEA, respondents from children and adolescents with CAP alterations were included, while in the GN, respondents from individuals with CAP alterations were not included. Results: The GTEA had 48.38% of the sample, with a predominance of boys (75.6%) and age range between 11 and 17 years (66.7%). The GN was composed of 51.61%, with the majority (68.7%) between 7 and 10 years. The GTEA showed high concern with auditory skills (24.4%), while in the GN it was only 4.2%, with a statistically significant difference. Difficulty in localizing sounds was more common in the GTEA (44.5% mild and 22.2% moderate) compared to the GN (8.3% mild). The SAB showed an average of 53 points in the GN and 32 in the GTEA, with a statistically significant difference. In the APDQ domains, the GTEA presented lower scores, especially in attention, language and auditory processing, with significant differences between the groups. The GN had higher scores, especially in auditory processing, where the median was twice that of the GTEA. In secondary outcomes, 42.1% of individuals with ASD were at risk for CAPD and ADHD, while no neurotypical individuals were at risk. 57.77% of individuals with ASD had ADHD, either alone or in comorbidity. Conclusion: The GTEA presented lower scores in auditory behaviors, with high concern in auditory skills and difficulty in localizing sounds. The APDQ proved to be effective in identifying risks for hearing difficulties in individuals with ASD level 1 and can be used as a screening tool for CAPD, in addition to identifying predispositions to language and attention difficulties. Therefore, the APDQ is recommended to assist in the clinical referral of children and adolescents aged 7 to 17 years.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível - CAPES Universidade Federal de São PauloPereira, Liliane Desgualdo [UNIFESP]Perissinoto, Jacy [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/6591561982003926http://lattes.cnpq.br/0546134611213515http://lattes.cnpq.br/0480039795134883Almeida, Mariana Buncana Simões Kanaan de [UNIFESP]2025-03-10T17:15:52Z2025-03-10T17:15:52Z2025-02-27info:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion124 f.application/pdfALMEIDA, Mariana Buncana Simões Kanaan de. Questionário APDQ em indivíduos com transtorno do espectro autista. 2025. 124 f. Tese (Doutorado em Fonoaudiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/73463ark:/48912/001300001n2swporSão Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-03-11T04:07:45Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/73463Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-03-11T04:07:45Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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