Potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta Hyptis fruticosa em camundongos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Beserra-Filho, José Ivo Araújo [UNIFESP]
Orientador(a): Ribeiro, Alessandra Mussi [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002sfv9
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60928
Resumo: O uso de extratos de plantas como medicamentos é a forma mais antiga e tradicional de tratamento para muitas doenças. O Brasil possui a maior biodiversidade de plantas do mundo e consequentemente apresenta grande potencial para a descoberta de substâncias biologicamente ativas que possam ser utilizadas no desenvolvimento de novos fármacos. Neste contexto, o objetivo do presente estudo foi avaliar o potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta H. fruticosa em camundongos. Foram utilizados camundongos Swiss machos (3-6 meses) que foram divididos aleatoriamente em grupos para a realização dos seguintes experimentos: Experimento 1 - para a avaliação dos efeitos comportamentais os animais foram tratados com diferentes doses do extrato (100, 200 e 400 mg/kg) e após 30 min foram colocados em um campo aberto (20 min) e em seguida no labirinto em cruz elevado (5 min). Após análise observamos que a maior dose aumentou o tempo de imobilidade no CA e diminuiu o tempo de permanência nos braços abertos no LCE. Experimento 2 - para avaliação do potencial anticonvulsivante foi utilizado o modelo de indução de crises convulsivas por administração de pilocarpina. Os animais foram divididos em quatro grupos onde foi realizada a administração do extrato 30 min antes da administração de pilocarpina (400 mg/kg). Imediatamente após os animais foram colocados em um campo aberto (20 min) e avaliados quanto ao escore de crises convulsivas tendo sido observado que o extrato diminuiu a latência para morte. Experimento 3 - a avaliação do potencial neuroprotetor foi realizada através do modelo de indução progressiva de parkinsonismo por reserpina (RES). Neste experimento os animais foram divididos aleatoriamente em quatro grupos que receberam RES ou veículo a cada 48h e diariamente extrato (5 mg/kg) ou veículo durante 40 dias. Neste período os animais foram submetidos aos testes comportamentais de catalepsia, movimentos orais, reconhecimento de objetos, sensibilidade táctil e labirinto em cruz elevado. Ao final do experimento os encéfalos foram retirados para avaliação dos níveis de peroxidação lipídica. Em relação ao potencial neuroprotetor, o tratamento crônico com o extrato retardou o aparecimento dos prejuízos motores e não motores provocados pela reserpina, sendo observado através da diminuição do tempo de catalepsia, perda de peso dos animais e estresse oxidativo no estriado. Experimento 4 - neste experimento foi avaliado o potencial neuroprotetor do extrato complexado em β-ciclodextrina (-CD/EO) sendo reproduzido o delineamento do experimento anterior. O tratamento com extrato complexado em β-ciclodextrina também retardou o início da catalepsia, reduziu a frequência de automatismos orais e provocou um efeito ansiolítico nos animais. Em conjunto estes resultados mostram que o extrato (óleo essencial) e o complexado em β-ciclodextrina contêm compostos que mostram um potencial neuroprotetor. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para determinar quais compostos são responsáveis por esta atividade, bem como esclarecer seu mecanismos de ação.
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spelling http://lattes.cnpq.br/7373640456805525Beserra-Filho, José Ivo Araújo [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/1547199557624852Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Ribeiro, Alessandra Mussi [UNIFESP]Universidade Federal de São Paulo - campus Baixada Santista2021-04-22T16:38:33Z2021-04-22T16:38:33Z2017-03-20O uso de extratos de plantas como medicamentos é a forma mais antiga e tradicional de tratamento para muitas doenças. O Brasil possui a maior biodiversidade de plantas do mundo e consequentemente apresenta grande potencial para a descoberta de substâncias biologicamente ativas que possam ser utilizadas no desenvolvimento de novos fármacos. Neste contexto, o objetivo do presente estudo foi avaliar o potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta H. fruticosa em camundongos. Foram utilizados camundongos Swiss machos (3-6 meses) que foram divididos aleatoriamente em grupos para a realização dos seguintes experimentos: Experimento 1 - para a avaliação dos efeitos comportamentais os animais foram tratados com diferentes doses do extrato (100, 200 e 400 mg/kg) e após 30 min foram colocados em um campo aberto (20 min) e em seguida no labirinto em cruz elevado (5 min). Após análise observamos que a maior dose aumentou o tempo de imobilidade no CA e diminuiu o tempo de permanência nos braços abertos no LCE. Experimento 2 - para avaliação do potencial anticonvulsivante foi utilizado o modelo de indução de crises convulsivas por administração de pilocarpina. Os animais foram divididos em quatro grupos onde foi realizada a administração do extrato 30 min antes da administração de pilocarpina (400 mg/kg). Imediatamente após os animais foram colocados em um campo aberto (20 min) e avaliados quanto ao escore de crises convulsivas tendo sido observado que o extrato diminuiu a latência para morte. Experimento 3 - a avaliação do potencial neuroprotetor foi realizada através do modelo de indução progressiva de parkinsonismo por reserpina (RES). Neste experimento os animais foram divididos aleatoriamente em quatro grupos que receberam RES ou veículo a cada 48h e diariamente extrato (5 mg/kg) ou veículo durante 40 dias. Neste período os animais foram submetidos aos testes comportamentais de catalepsia, movimentos orais, reconhecimento de objetos, sensibilidade táctil e labirinto em cruz elevado. Ao final do experimento os encéfalos foram retirados para avaliação dos níveis de peroxidação lipídica. Em relação ao potencial neuroprotetor, o tratamento crônico com o extrato retardou o aparecimento dos prejuízos motores e não motores provocados pela reserpina, sendo observado através da diminuição do tempo de catalepsia, perda de peso dos animais e estresse oxidativo no estriado. Experimento 4 - neste experimento foi avaliado o potencial neuroprotetor do extrato complexado em β-ciclodextrina (-CD/EO) sendo reproduzido o delineamento do experimento anterior. O tratamento com extrato complexado em β-ciclodextrina também retardou o início da catalepsia, reduziu a frequência de automatismos orais e provocou um efeito ansiolítico nos animais. Em conjunto estes resultados mostram que o extrato (óleo essencial) e o complexado em β-ciclodextrina contêm compostos que mostram um potencial neuroprotetor. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para determinar quais compostos são responsáveis por esta atividade, bem como esclarecer seu mecanismos de ação.The use of plants for medicinal purposes is the oldest and most traditional form of treatment for various diseases. Brazil has the highest diversity of plants of any country in the world, so there is high potential source for discovery of new drug models. Thus, the aim of this study was to investigate the potential anxiolytic, anticonvulsive and neuroprotective effects of H. fruticosa extract in mice. Male Swiss mice (3-6 months) were divided in groups. In experiment 1, mice received extract (100, 200 and 400 mg/kg, i.p.) and after 30 min were placed in open field (20 min) and afterwards in the elevated plus maze (5 min). Results showed that the extract (400 mg/kg) increased the immobility time in OF and decreased the spent time in the open arms in the EPM. In experiment 2, animals received extract (400 mg/kg, i.p.) 30 min before pilocarpine (400 mg/kg, i.p.) administration, after mice were placed in OF. The extract decreased latency to death. In experiment 3, animals were randomly divided into four groups, that received reserpine (0.1 mg/kg s.c., RES) or vehicle every other day and extract (5 mg/kg i.p) or vehicle daily for 40 days. Catalepsy, oral movements, object recognition memory, tactile sensitivity and elevated plus maze were performed throughout treatment, and oxidative stress in the striatum was held after the end of the behavioral protocol. The results showed that extract treatment delayed the onset of motor impairments and preventing the loss weight. In experiment 4, animals received βcyclodextrin complex containing H. fruticosa essential oil (-CD/EO) and RES, under the same conditions described above. The -CD/EO treatment also delayed the onset of catalepsy, moreover reduced the frequency of oral automatisms and anxiety-like behavior. Taken together, these findings indicate that the extract (essential oil) and the -CD/EO might be potential source of new neuroprotective. However, future research is needed to determine which compounds are responsible for this effect, as well as to clarify their mechanisms of action.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)87 f.BESERRA-FILHO, José Ivo Araújo. Potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta Hyptis fruticosa em camundongos. 2017. 87f. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Saúde e Sociedade, Universidade Federal de São Paulo, Santos, 2017.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/60928ark:/48912/001300002sfv9porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessAnsiedadeEpilepsiaDoença de ParkinsonHyptis fruticosaHyptis fruticosaAnxietyEpilepsyParkinson’s diseasePotencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta Hyptis fruticosa em camundongosPotential anxiolytic, anticonvulsant and neuroprotective effect of the plant extract Hyptis fruticosa in miceinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Saúde e Sociedade (ISS)BiociênciasInterdisciplinar em Ciências da SaúdePsicobiologia e psicofarmacologiaBioprospecção de produtos naturais e doença de ParkinsonORIGINALDissertação Final.pdfDissertação Final.pdfDissertação José Ivo Araújo Beserra Filhoapplication/pdf1348636https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/59195f6a-0888-4251-ab7c-41c4c6e4449c/downloada9cff25e3702515a84f1a9785c84ac4dMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85493https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3b9ba181-b568-4bca-a358-96c5826d8f8e/download460cd5b3a3b9c1f0f57626c0748ef4c3MD52TEXTDissertação Final.pdf.txtDissertação Final.pdf.txtExtracted texttext/plain102964https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/218da001-115a-4f76-a92d-5d92cd35341e/download9bbf6f5a4a2b20ac655c7fc5e394388bMD53THUMBNAILDissertação Final.pdf.jpgDissertação Final.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2796https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/8d8657b4-6b25-4a63-b1a8-98b715d52b23/download35fc6eb96689994783138c0952d1dc60MD5411600/609282024-08-11 14:14:34.731oai:repositorio.unifesp.br:11600/60928https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-11T14:14:34Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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title Potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta Hyptis fruticosa em camundongos
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Beserra-Filho, José Ivo Araújo [UNIFESP]
Ansiedade
Epilepsia
Doença de Parkinson
Hyptis fruticosa
Hyptis fruticosa
Anxiety
Epilepsy
Parkinson’s disease
title_short Potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta Hyptis fruticosa em camundongos
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author Beserra-Filho, José Ivo Araújo [UNIFESP]
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Epilepsia
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description O uso de extratos de plantas como medicamentos é a forma mais antiga e tradicional de tratamento para muitas doenças. O Brasil possui a maior biodiversidade de plantas do mundo e consequentemente apresenta grande potencial para a descoberta de substâncias biologicamente ativas que possam ser utilizadas no desenvolvimento de novos fármacos. Neste contexto, o objetivo do presente estudo foi avaliar o potencial efeito ansiolítico, anticonvulsivante e neuroprotetor do extrato da planta H. fruticosa em camundongos. Foram utilizados camundongos Swiss machos (3-6 meses) que foram divididos aleatoriamente em grupos para a realização dos seguintes experimentos: Experimento 1 - para a avaliação dos efeitos comportamentais os animais foram tratados com diferentes doses do extrato (100, 200 e 400 mg/kg) e após 30 min foram colocados em um campo aberto (20 min) e em seguida no labirinto em cruz elevado (5 min). Após análise observamos que a maior dose aumentou o tempo de imobilidade no CA e diminuiu o tempo de permanência nos braços abertos no LCE. Experimento 2 - para avaliação do potencial anticonvulsivante foi utilizado o modelo de indução de crises convulsivas por administração de pilocarpina. Os animais foram divididos em quatro grupos onde foi realizada a administração do extrato 30 min antes da administração de pilocarpina (400 mg/kg). Imediatamente após os animais foram colocados em um campo aberto (20 min) e avaliados quanto ao escore de crises convulsivas tendo sido observado que o extrato diminuiu a latência para morte. Experimento 3 - a avaliação do potencial neuroprotetor foi realizada através do modelo de indução progressiva de parkinsonismo por reserpina (RES). Neste experimento os animais foram divididos aleatoriamente em quatro grupos que receberam RES ou veículo a cada 48h e diariamente extrato (5 mg/kg) ou veículo durante 40 dias. Neste período os animais foram submetidos aos testes comportamentais de catalepsia, movimentos orais, reconhecimento de objetos, sensibilidade táctil e labirinto em cruz elevado. Ao final do experimento os encéfalos foram retirados para avaliação dos níveis de peroxidação lipídica. Em relação ao potencial neuroprotetor, o tratamento crônico com o extrato retardou o aparecimento dos prejuízos motores e não motores provocados pela reserpina, sendo observado através da diminuição do tempo de catalepsia, perda de peso dos animais e estresse oxidativo no estriado. Experimento 4 - neste experimento foi avaliado o potencial neuroprotetor do extrato complexado em β-ciclodextrina (-CD/EO) sendo reproduzido o delineamento do experimento anterior. O tratamento com extrato complexado em β-ciclodextrina também retardou o início da catalepsia, reduziu a frequência de automatismos orais e provocou um efeito ansiolítico nos animais. Em conjunto estes resultados mostram que o extrato (óleo essencial) e o complexado em β-ciclodextrina contêm compostos que mostram um potencial neuroprotetor. Entretanto, mais pesquisas são necessárias para determinar quais compostos são responsáveis por esta atividade, bem como esclarecer seu mecanismos de ação.
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