Associação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300002tn9f |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/73618 |
Resumo: | Introdução: A hiperacusia é uma intolerância a sons de fraca a moderada intensidade, que não são considerados fortes ou desconfortáveis pela maioria das pessoas. Altamente prevalente em indivíduos com zumbido crônico, caracteriza um subtipo de paciente com necessidades específicas de tratamento. Objetivo: Verificar a associação entre a avaliação clínica e uma proposta de triagem de hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. Método: Trata-se de um estudo observacional, descritivo e analítico e de corte transversal, que seguiu as recomendações do STROBE Statement (Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology). Foram convidados a participar do estudo pacientes adultos, 18 anos ou mais, em acompanhamento no Ambulatório de Zumbido do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Escola Paulista de Medicina/ Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, com queixa de zumbido há pelo menos seis meses, uni ou bilateral. Todos os participantes responderam ao Questionário de Hiperacusia e foram submetidos à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade (Loudness Discomfort Levels - LDL) para tons puros. Responderam a duas questões da triagem de hiperacusia, uma sobre hiperacusia associada à sensação de intensidade e a outra sobre hiperacusia associada à dor. Resultados: Participaram da pesquisa 70 indivíduos, com média de idade de 60,54 anos, sendo 35 (50%) do gênero feminino e 35 (50%) do masculino. A maioria dos participantes referiram zumbido do tipo chiado e há mais de sete anos, apresentavam perda auditiva neurossensorial nas frequências altas. A média de idade dos participantes foi de 60,54 anos e houve homogeneidade com relação ao sexo. A pontuação média no Questionário de Hiperacusia foi de 12,5 pontos e 18,57% dos participantes apresentaram pontuação compatível com hiperacusia. Com relação à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade, 50% do participantes apresentaram alteração na orelha direita e 52,85% na esquerda. Houve associação significante entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e da pergunta da triagem sobre hiperacusia associada à intensidade sonora (p=0,02%). Não houve associação estatisticamente significativa entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e do LDL. Conclusão: A questão da triagem relacionada à hiperacusia associada à intensidade sonora mostrou associação com a avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. |
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http://lattes.cnpq.br/5151016741471311Paulino, Talita Fecchio [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/1610021825134532Branco-Barreiro, Fátima Cristina Alves [UNIFESP]Onish, Ektor TsuneoSão Paulo2025-03-13T19:37:29Z2025-03-13T19:37:29Z2025-02-13Introdução: A hiperacusia é uma intolerância a sons de fraca a moderada intensidade, que não são considerados fortes ou desconfortáveis pela maioria das pessoas. Altamente prevalente em indivíduos com zumbido crônico, caracteriza um subtipo de paciente com necessidades específicas de tratamento. Objetivo: Verificar a associação entre a avaliação clínica e uma proposta de triagem de hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. Método: Trata-se de um estudo observacional, descritivo e analítico e de corte transversal, que seguiu as recomendações do STROBE Statement (Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology). Foram convidados a participar do estudo pacientes adultos, 18 anos ou mais, em acompanhamento no Ambulatório de Zumbido do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Escola Paulista de Medicina/ Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, com queixa de zumbido há pelo menos seis meses, uni ou bilateral. Todos os participantes responderam ao Questionário de Hiperacusia e foram submetidos à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade (Loudness Discomfort Levels - LDL) para tons puros. Responderam a duas questões da triagem de hiperacusia, uma sobre hiperacusia associada à sensação de intensidade e a outra sobre hiperacusia associada à dor. Resultados: Participaram da pesquisa 70 indivíduos, com média de idade de 60,54 anos, sendo 35 (50%) do gênero feminino e 35 (50%) do masculino. A maioria dos participantes referiram zumbido do tipo chiado e há mais de sete anos, apresentavam perda auditiva neurossensorial nas frequências altas. A média de idade dos participantes foi de 60,54 anos e houve homogeneidade com relação ao sexo. A pontuação média no Questionário de Hiperacusia foi de 12,5 pontos e 18,57% dos participantes apresentaram pontuação compatível com hiperacusia. Com relação à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade, 50% do participantes apresentaram alteração na orelha direita e 52,85% na esquerda. Houve associação significante entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e da pergunta da triagem sobre hiperacusia associada à intensidade sonora (p=0,02%). Não houve associação estatisticamente significativa entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e do LDL. Conclusão: A questão da triagem relacionada à hiperacusia associada à intensidade sonora mostrou associação com a avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)branco.fatima@unifesp.br69 f.PAULINO, Talita Fecchio. Associação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. 2025. 69 f. Dissertação (Mestrado em Fonaudiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/73618ark:/48912/001300002tn9fporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNão se aplicaHiperacusiaZumbidoPercepção sonoraTriagemInquéritosQuestionáriosAssociação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia)LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b0119cde-31a0-4b70-b7da-bfd5ccc38dd5/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD51ORIGINALDissertação_Talita Fecchio Paulino.pdfDissertação_Talita Fecchio 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Associação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico |
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Associação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico Paulino, Talita Fecchio [UNIFESP] Hiperacusia Zumbido Percepção sonora Triagem Inquéritos Questionários Não se aplica |
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Introdução: A hiperacusia é uma intolerância a sons de fraca a moderada intensidade, que não são considerados fortes ou desconfortáveis pela maioria das pessoas. Altamente prevalente em indivíduos com zumbido crônico, caracteriza um subtipo de paciente com necessidades específicas de tratamento. Objetivo: Verificar a associação entre a avaliação clínica e uma proposta de triagem de hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. Método: Trata-se de um estudo observacional, descritivo e analítico e de corte transversal, que seguiu as recomendações do STROBE Statement (Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology). Foram convidados a participar do estudo pacientes adultos, 18 anos ou mais, em acompanhamento no Ambulatório de Zumbido do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Escola Paulista de Medicina/ Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, com queixa de zumbido há pelo menos seis meses, uni ou bilateral. Todos os participantes responderam ao Questionário de Hiperacusia e foram submetidos à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade (Loudness Discomfort Levels - LDL) para tons puros. Responderam a duas questões da triagem de hiperacusia, uma sobre hiperacusia associada à sensação de intensidade e a outra sobre hiperacusia associada à dor. Resultados: Participaram da pesquisa 70 indivíduos, com média de idade de 60,54 anos, sendo 35 (50%) do gênero feminino e 35 (50%) do masculino. A maioria dos participantes referiram zumbido do tipo chiado e há mais de sete anos, apresentavam perda auditiva neurossensorial nas frequências altas. A média de idade dos participantes foi de 60,54 anos e houve homogeneidade com relação ao sexo. A pontuação média no Questionário de Hiperacusia foi de 12,5 pontos e 18,57% dos participantes apresentaram pontuação compatível com hiperacusia. Com relação à medida do nível de desconforto para sensação de intensidade, 50% do participantes apresentaram alteração na orelha direita e 52,85% na esquerda. Houve associação significante entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e da pergunta da triagem sobre hiperacusia associada à intensidade sonora (p=0,02%). Não houve associação estatisticamente significativa entre a classificação da hiperacusia segundo os resultados do Questionário de Hiperacusia e do LDL. Conclusão: A questão da triagem relacionada à hiperacusia associada à intensidade sonora mostrou associação com a avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. |
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PAULINO, Talita Fecchio. Associação entre triagem e avaliação clínica da hiperacusia em pacientes com zumbido crônico. 2025. 69 f. Dissertação (Mestrado em Fonaudiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025. |
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