Avaliação da vulnerabilidade das águas subterrâneas na bacia hidrográfica urbana do Ribeirão dos Couros, municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, SP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Vieira, Suellen de Melo [UNIFESP]
Orientador(a): Leite, Claudio Benedito Baptista [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001xk75
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
AVI
Palavras-chave em Inglês:
AVI
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/55940
Resumo: A Bacia Hidrográfica do Ribeirão dos Couros, uma sub-bacia da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, a qual compreende os municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, é caracterizada por sua alta densidade populacional, alta demanda de água subterrânea e concentração de numerosas indústrias de diferentes setores. Segundo as prefeituras, o DAEE e a CETESB, localizam-se na área cerca 1030 empreendimentos dentre comércios, indústrias diversas e postos de combustíveis; 80 registros de locais que já sofrem contaminação e 241 poços de captação de água subterrânea. O uso da água subterrânea na região cresce a cada ano e planos de uso e conservação do solo e água ainda são insuficientes e necessitam de estudos mais detalhados. A vulnerabilidade intrínseca dos aquíferos, resultante das propriedades hidrogeológicas e geológicas do sistema de águas subterrâneas determina a sensibilidade do sistema frente aos impactos humanos e/ou naturais. A avaliação da vulnerabilidade e perigo a contaminação é uma importante ferramenta na proteção da qualidade das águas subterrâneas, indicando as zonas mais sensíveis a atividades antrópicas responsáveis pela degradação das águas subterrâneas. A fim de se estabelecer um primeiro passo frente à contaminação de aquíferos, o presente trabalho tem como objetivo mapear a vulnerabilidade das águas subterrâneas à contaminação na Bacia Hidrográfica do Ribeirão dos Couros. Ométodo AVI, é um método de avaliação da vulnerabilidade com base na resistência hídrica, estimada pela divisão da profundidade do nível d´água pela condutividade hidráulica, resultando um tempo de percurso vertical, representando um possível tempo que um contaminante dissolvido levará para atingir a zona saturada do aquífero). É um método quantitativo, não arbitrário, indicado para escalas locais e não fazendo uso da recarga como parâmetro de avaliação, o torna adequado para estudos em escala local e em áreas altamente antropizadas com pouca influência da recarga. Qualitativamente divide a avaliação da vulnerabilidade em muito baixa - para resistências hídricas maiores do que 10.000 anos, baixa, entre 1000 a 10000 anos, moderada entre 100 e 1000 anos, alta entre 10 e 100 anos, e, extremamente alta menores que 10 anos. Os resultados da avaliação da vulnerabilidade pelo método AVI apontaram 94% da área com vulnerabilidade extremamente alta e 6% de vulnerabilidade alta. A fim de melhorar a visualização da vulnerabilidade na Bacia do Ribeirão dos Couros, contudo não alterando o resultado físico atribuído pelo método AVI, o mapa de vulnerabilidade foi apresentado qualitativamente em vulnerabilidade A1 – menor do que 360 dias; A2 – entre 360 e 1200 dias; e, A3 maior do que 1200 dias. O resultado apontou 66% de áreas com Vulnerabilidades A1; 17,5% de Vulnerabilidades A2; e, 16,5% com Vulnerabilidades A3. Visto a importância socioeconômica da área e a vulnerabilidade das águas subterrâneas observadas recomendam-se a discussão e implementação de medidas de proteção.
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A vulnerabilidade intrínseca dos aquíferos, resultante das propriedades hidrogeológicas e geológicas do sistema de águas subterrâneas determina a sensibilidade do sistema frente aos impactos humanos e/ou naturais. A avaliação da vulnerabilidade e perigo a contaminação é uma importante ferramenta na proteção da qualidade das águas subterrâneas, indicando as zonas mais sensíveis a atividades antrópicas responsáveis pela degradação das águas subterrâneas. A fim de se estabelecer um primeiro passo frente à contaminação de aquíferos, o presente trabalho tem como objetivo mapear a vulnerabilidade das águas subterrâneas à contaminação na Bacia Hidrográfica do Ribeirão dos Couros. Ométodo AVI, é um método de avaliação da vulnerabilidade com base na resistência hídrica, estimada pela divisão da profundidade do nível d´água pela condutividade hidráulica, resultando um tempo de percurso vertical, representando um possível tempo que um contaminante dissolvido levará para atingir a zona saturada do aquífero). É um método quantitativo, não arbitrário, indicado para escalas locais e não fazendo uso da recarga como parâmetro de avaliação, o torna adequado para estudos em escala local e em áreas altamente antropizadas com pouca influência da recarga. Qualitativamente divide a avaliação da vulnerabilidade em muito baixa - para resistências hídricas maiores do que 10.000 anos, baixa, entre 1000 a 10000 anos, moderada entre 100 e 1000 anos, alta entre 10 e 100 anos, e, extremamente alta menores que 10 anos. Os resultados da avaliação da vulnerabilidade pelo método AVI apontaram 94% da área com vulnerabilidade extremamente alta e 6% de vulnerabilidade alta. A fim de melhorar a visualização da vulnerabilidade na Bacia do Ribeirão dos Couros, contudo não alterando o resultado físico atribuído pelo método AVI, o mapa de vulnerabilidade foi apresentado qualitativamente em vulnerabilidade A1 – menor do que 360 dias; A2 – entre 360 e 1200 dias; e, A3 maior do que 1200 dias. O resultado apontou 66% de áreas com Vulnerabilidades A1; 17,5% de Vulnerabilidades A2; e, 16,5% com Vulnerabilidades A3. Visto a importância socioeconômica da área e a vulnerabilidade das águas subterrâneas observadas recomendam-se a discussão e implementação de medidas de proteção.The Ribeirão dos Couros Watershed, in the Alto Tietê Hydrologic Basin, situated in Diadema and São Bernardo do Campo city, is characterized by a high population density, high demand for groundwater and concentration of numerous industries. According to the DAEE and CETESB, there are around 1080 commerces, industries and fuel stations; 80 sites already contaminated; and 230 groundwater withdrawal wells. The use of groundwater in the region grows every year and plans for soil and water use and conservation are still insufficient and require detailed studies. The intrinsic vulnerability of aquifers is the result from the hydrogeological and geological properties of the groundwater system and to establish the sensitivity of the system to human and/or natural impacts. The assessment of vulnerability and risk of contamination is an important tool to preserve the quality of groundwater indicating the most sensitive areas for groundwater degradation. In order to establish a first step towards the aquifer’s contamination, this work has the objective of mapping the intrinsic vulnerability of the Ribeirão dos Couros Watershed. Developed by Stempvoort et al, (1992), the AVI method is a method of assessing vulnerability based on water resistance, estimated by the ratio of the water depth to the hydraulic conductivity in a specific point, resulting in a vertical travel time, representing the time that a contaminant will lead to reach the saturated zone of the aquifer (GUIGUER and KOHNKE, 2002). It is a quantittative method, not arbitrary, indicated for local scales and not using recharge as an evaluation parameter, which makes it suitable for study and local scale in a highly anthropic area with little influence of recharge. Qualitatively divides the vulnerability assessment into very low - less than 10,000 years, low, – between 10,000 and 1000 years, moderate - between 100 and 1000 years, high - between 10 and 100 years, and extremely high, –lower than 10 years. The AVI vulnerability assessment showed 94% of the extremely high area and 6% of high vulnerability. In order to improve the visualization of vulnerability in Ribeirão dos Couros Watershed, but not altering the physical result attributed by the AVI method, the vulnerability map was qualitatively presented in A1 vulnerability - less than 360 days; A2 - between 360 and 1200 days; e, A3 vulnerability greater than 1200 days. The result indicated 66% of areas A1; 17.5% of A2 Vulnerabilities; and, 16.5% A3 Vulnerabilities. Given the socio-economic importance of the area, and the observed vulnerability protection measures are recommended.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)104 f.VIEIRA, S. M. Avaliação da vulnerabilidade das águas subterrâneas na bacia hidrográfica urbana do Ribeirão dos Couros, municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, SP. Dissertação (Mestrado). Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas. Universidade Federal de São Paulo. Diadema. 2019.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/55940ark:/48912/001300001xk75porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessVulnerabilidadeÁguas subterrâneasRibeirão dos CourosAVIAquíferosVulnerabilityGroundwaterRibeirão dos Couros watershedAVIAquifersAvaliação da vulnerabilidade das águas subterrâneas na bacia hidrográfica urbana do Ribeirão dos Couros, municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, SPinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPNão se aplicaInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)Não se aplicaNão se aplicaNão se aplicaAnálise Ambiental IntegradaAnálise Ambiental IntegradaAvaliação, Prognóstico e Diagnóstico AmbientalORIGINALDissertação - Suellen de Melo Vieira (1).pdfDissertação - Suellen de Melo Vieira 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description A Bacia Hidrográfica do Ribeirão dos Couros, uma sub-bacia da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, a qual compreende os municípios de Diadema e São Bernardo do Campo, é caracterizada por sua alta densidade populacional, alta demanda de água subterrânea e concentração de numerosas indústrias de diferentes setores. Segundo as prefeituras, o DAEE e a CETESB, localizam-se na área cerca 1030 empreendimentos dentre comércios, indústrias diversas e postos de combustíveis; 80 registros de locais que já sofrem contaminação e 241 poços de captação de água subterrânea. O uso da água subterrânea na região cresce a cada ano e planos de uso e conservação do solo e água ainda são insuficientes e necessitam de estudos mais detalhados. A vulnerabilidade intrínseca dos aquíferos, resultante das propriedades hidrogeológicas e geológicas do sistema de águas subterrâneas determina a sensibilidade do sistema frente aos impactos humanos e/ou naturais. A avaliação da vulnerabilidade e perigo a contaminação é uma importante ferramenta na proteção da qualidade das águas subterrâneas, indicando as zonas mais sensíveis a atividades antrópicas responsáveis pela degradação das águas subterrâneas. A fim de se estabelecer um primeiro passo frente à contaminação de aquíferos, o presente trabalho tem como objetivo mapear a vulnerabilidade das águas subterrâneas à contaminação na Bacia Hidrográfica do Ribeirão dos Couros. Ométodo AVI, é um método de avaliação da vulnerabilidade com base na resistência hídrica, estimada pela divisão da profundidade do nível d´água pela condutividade hidráulica, resultando um tempo de percurso vertical, representando um possível tempo que um contaminante dissolvido levará para atingir a zona saturada do aquífero). É um método quantitativo, não arbitrário, indicado para escalas locais e não fazendo uso da recarga como parâmetro de avaliação, o torna adequado para estudos em escala local e em áreas altamente antropizadas com pouca influência da recarga. Qualitativamente divide a avaliação da vulnerabilidade em muito baixa - para resistências hídricas maiores do que 10.000 anos, baixa, entre 1000 a 10000 anos, moderada entre 100 e 1000 anos, alta entre 10 e 100 anos, e, extremamente alta menores que 10 anos. Os resultados da avaliação da vulnerabilidade pelo método AVI apontaram 94% da área com vulnerabilidade extremamente alta e 6% de vulnerabilidade alta. A fim de melhorar a visualização da vulnerabilidade na Bacia do Ribeirão dos Couros, contudo não alterando o resultado físico atribuído pelo método AVI, o mapa de vulnerabilidade foi apresentado qualitativamente em vulnerabilidade A1 – menor do que 360 dias; A2 – entre 360 e 1200 dias; e, A3 maior do que 1200 dias. O resultado apontou 66% de áreas com Vulnerabilidades A1; 17,5% de Vulnerabilidades A2; e, 16,5% com Vulnerabilidades A3. Visto a importância socioeconômica da área e a vulnerabilidade das águas subterrâneas observadas recomendam-se a discussão e implementação de medidas de proteção.
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