A oposição em rede: a imprensa liberal e o projeto constituinte, 1850-1858

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Carvalho, Wagner Melo de [UNIFESP]
Orientador(a): Oliveira, Maria Luiza Ferreira de [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/0013000026gh9
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/73968
Resumo: Essa pesquisa tem como objetivo mapear e analisar uma rede de jornais panfletários, fundados no dia 7 de Setembro de 1850. Tratou-se de um projeto político orquestrado por liberais monarquistas e republicanos, de oposição ao projeto político dos saquaremas, no poder à época. A principal bandeira dessa rede era a convocação de uma nova assembleia constituinte para o país. Os redatores acreditavam que a outorga da Carta Constitucional de 1824 representava um vício de origem que maculava os princípios do constitucionalismo. Por isso, uma nova assembleia deveria ser capaz de devolver ao país a premência da soberania popular e da participação política. Os impressos se espalhavam por dez províncias e, conectados entre si, compartilhavam artigos uns dos outros, orquestrando um mecanismo de circulação de ideias pouco conhecido da historiografia. Para a manutenção da articulação política, contavam com espaços públicos e clandestinos de reunião política, como bailes, banquetes, missas e sociedades. Outras demandas também povoavam o imaginário de seus redatores, como era o caso da reforma eleitoral e judicial, do fim do recrutamento forçado e da nacionalização do comércio a retalho. Os “liberais constituintes”, como se intitulavam, acreditavam advogar um programa político capaz de unir os diferentes núcleos do partido liberal, em torno de uma agenda política de dimensões nacionais. Em 1851, se defrontaram com o surgimento de dois outros programas políticos, que surgiam para disputar a direção do partido. A rede era composta por monarquista e republicanos, acolhendo em seu seio expectativas diferentes em relação ao que a nova Constituição deveria alcançar. Os impressos repercutiram na Corte e nas províncias em que circularam, promovendo confrontos com publicistas consagrados no cenário da imprensa. No parlamento, diversas sessões debateram o perigo da “propaganda revolucionária” que rondava o país, despertando nos saquaremas a necessidade de conter a propagação desses impressos. A rede de jornais constituintes durou cerca de seis anos, em um período caracterizado pela historiografia como marcado pela resignação dos liberais à agenda política saquarema, em que a política saiu de cena, dando lugar à modernização do Estado. Nesse trabalho, pretendemos contribuir para complexificar o debate a respeito das disputas políticas que caracterizaram os anos 1850, dando ênfase à multiplicidade de pautas que o liberalismo abrigou no país.
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Os impressos se espalhavam por dez províncias e, conectados entre si, compartilhavam artigos uns dos outros, orquestrando um mecanismo de circulação de ideias pouco conhecido da historiografia. Para a manutenção da articulação política, contavam com espaços públicos e clandestinos de reunião política, como bailes, banquetes, missas e sociedades. Outras demandas também povoavam o imaginário de seus redatores, como era o caso da reforma eleitoral e judicial, do fim do recrutamento forçado e da nacionalização do comércio a retalho. Os “liberais constituintes”, como se intitulavam, acreditavam advogar um programa político capaz de unir os diferentes núcleos do partido liberal, em torno de uma agenda política de dimensões nacionais. Em 1851, se defrontaram com o surgimento de dois outros programas políticos, que surgiam para disputar a direção do partido. A rede era composta por monarquista e republicanos, acolhendo em seu seio expectativas diferentes em relação ao que a nova Constituição deveria alcançar. Os impressos repercutiram na Corte e nas províncias em que circularam, promovendo confrontos com publicistas consagrados no cenário da imprensa. No parlamento, diversas sessões debateram o perigo da “propaganda revolucionária” que rondava o país, despertando nos saquaremas a necessidade de conter a propagação desses impressos. A rede de jornais constituintes durou cerca de seis anos, em um período caracterizado pela historiografia como marcado pela resignação dos liberais à agenda política saquarema, em que a política saiu de cena, dando lugar à modernização do Estado. Nesse trabalho, pretendemos contribuir para complexificar o debate a respeito das disputas políticas que caracterizaram os anos 1850, dando ênfase à multiplicidade de pautas que o liberalismo abrigou no país.Cette recherche vise à cartographier et analyser un réseau de 55 journaux pamphlétaires fondés le 7 septembre 1850. Il s'agissait d’un projet politique orchestré par des libéraux monarchistes et républicains, opposés au projet politique des saquaremas, alors au pouvoir. La principale revendication de ce réseau était la convocation d’une nouvelle assemblée constituante pour le pays. Les rédacteurs considéraient que l’octroi de la Charte Constitutionnelle de 1824 représentait un vice originel compromettant les principes du constitutionnalisme. Par conséquent, une nouvelle assemblée devait être en mesure de rétablir l’urgence de la souveraineté populaire et de la participation politique. Ces imprimés se diffusaient dans dix provinces et, interconnectés, partageaient leurs articles, orchestrant ainsi un mécanisme de circulation des idées encore peu exploré par l’historiographie. Pour entretenir cette articulation politique, le réseau s’appuyait sur des espaces publics et clandestins de réunion politique, tels que des bals, des banquets, des messes et des sociétés. D’autres revendications nourrissaient également l’imaginaire de leurs rédacteurs, notamment la réforme électorale et judiciaire, la fin du recrutement forcé et la nationalisation du commerce de détail. Se désignant comme les « libéraux constituants », ces acteurs prétendaient défendre un programme politique susceptible d’unifier les différents noyaux du parti libéral autour d’un agenda politique de dimension nationale. En 1851, ils furent confrontés à l’émergence de deux autres programmes politiques concurrents, qui aspiraient à diriger le parti. Le réseau réunissait aussi bien des monarchistes que des républicains, intégrant ainsi des attentes divergentes quant aux objectifs de la nouvelle Constitution. Ces imprimés suscitèrent des réactions à la Cour et dans les provinces où ils circulaient, provoquant des affrontements avec des publicistes reconnus dans le paysage de la presse, à l’instar de Justiniano José da Rocha. Au Parlement, plusieurs sessions débattirent du danger de la « propagande révolutionnaire » qui menaçait le pays, éveillant chez les saquaremas la nécessité de contenir la diffusion de ces journaux. Le réseau de journaux en faveur de la constituante dura environ six ans, publiant dans une période que l’historiographie qualifie de marquée par la résignation des libéraux face à l’agenda politique conservateur, où la politique s’effaçait progressivement au profit de la modernisation de l’État. Cette étude entend ainsi contribuer à la complexification du débat sur les luttes politiques des années 1850, en mettant en lumière la multiplicité des courants libéraux qui traversaient le pays.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)2022/04805-2mlfoliveira@unifesp.br228 f.CARVALHO, Wagner. A oposição em rede: a imprensa liberal e o projeto constituinte, 1850-1858. Guarulhos: Dissertação (Mestrado) - Curso de História, Universidade Federal de São Paulo, 2025, 228p.https://hdl.handle.net/11600/73968ark:/48912/0013000026gh9porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNão se aplicaImprensaLiberalismosRepublicanismoConstituinteRegeneraçãoA oposição em rede: a imprensa liberal e o projeto constituinte, 1850-1858L’opposition empêtré: la presse libérale et le projet constituant, 1850-1858info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)HistóriaORIGINALDissertação - Wagner Carvalho (versão corrigida).pdfDissertação - Wagner Carvalho (versão corrigida).pdfapplication/pdf26002683https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f6a2856a-4763-465b-aa9d-9958dde1599b/download40bbeda2ceaf4c35357b0a47b3fa7056MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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description Essa pesquisa tem como objetivo mapear e analisar uma rede de jornais panfletários, fundados no dia 7 de Setembro de 1850. Tratou-se de um projeto político orquestrado por liberais monarquistas e republicanos, de oposição ao projeto político dos saquaremas, no poder à época. A principal bandeira dessa rede era a convocação de uma nova assembleia constituinte para o país. Os redatores acreditavam que a outorga da Carta Constitucional de 1824 representava um vício de origem que maculava os princípios do constitucionalismo. Por isso, uma nova assembleia deveria ser capaz de devolver ao país a premência da soberania popular e da participação política. Os impressos se espalhavam por dez províncias e, conectados entre si, compartilhavam artigos uns dos outros, orquestrando um mecanismo de circulação de ideias pouco conhecido da historiografia. Para a manutenção da articulação política, contavam com espaços públicos e clandestinos de reunião política, como bailes, banquetes, missas e sociedades. Outras demandas também povoavam o imaginário de seus redatores, como era o caso da reforma eleitoral e judicial, do fim do recrutamento forçado e da nacionalização do comércio a retalho. Os “liberais constituintes”, como se intitulavam, acreditavam advogar um programa político capaz de unir os diferentes núcleos do partido liberal, em torno de uma agenda política de dimensões nacionais. Em 1851, se defrontaram com o surgimento de dois outros programas políticos, que surgiam para disputar a direção do partido. A rede era composta por monarquista e republicanos, acolhendo em seu seio expectativas diferentes em relação ao que a nova Constituição deveria alcançar. Os impressos repercutiram na Corte e nas províncias em que circularam, promovendo confrontos com publicistas consagrados no cenário da imprensa. No parlamento, diversas sessões debateram o perigo da “propaganda revolucionária” que rondava o país, despertando nos saquaremas a necessidade de conter a propagação desses impressos. A rede de jornais constituintes durou cerca de seis anos, em um período caracterizado pela historiografia como marcado pela resignação dos liberais à agenda política saquarema, em que a política saiu de cena, dando lugar à modernização do Estado. Nesse trabalho, pretendemos contribuir para complexificar o debate a respeito das disputas políticas que caracterizaram os anos 1850, dando ênfase à multiplicidade de pautas que o liberalismo abrigou no país.
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