Impacto de diferentes esquemas de tratamento com EMA/CO em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Souza, Laís Cristhine Santos [UNIFESP]
Orientador(a): Sun, Sue Yazaki [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000271nq
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/72586
Resumo: Objetivo: Comparar o desfecho clínico de mulheres com neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) de baixo risco resistentes ou refratária ao tratamento com metotrexato (MTX) e doença de alto risco tratadas com o esquema tradicional de EMA/CO (etoposide, methotrexate, actinomicina-D, ciclofosfamida e vincristina) vs. EM/CO (etoposide, methotrexato, ciclofosfamida e vincristina), em virtude do desabastecimento da actinomicina-D (Act-D), no Brasil. Métodos: Trata-se de estudo de coorte retrospectivo, multicêntrico, brasileiro e observacional, que avaliou prontuários médicos de pacientes com diagnóstico de NTG de baixo risco e alto risco tratadas com o esquema tradicional EMA/CO e aquelas tratadas com esquema modificado no qual a actinomicina-D foi suprimida, EM/CO, em virtude do desabastecimento desse medicamento no Brasil, acompanhadas no período de 01 de janeiro de 2010 até 31 de dezembro de 2023. Foram estudados resultados de casos oriundos do Centro de Referência em Doença Trofoblástica Gestacional do Hospital São Paulo – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Ambulatório de Doença Trofoblástica Gestacional da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Ambulatório de Atendimento às Pacientes Portadores de Doença do Trofoblasto da Universidade Caxias do Sul. O desfecho primário foi a ocorrência de remissão após o tratamento quimioterápico. Os desfechos secundários foram a recorrência, toxicidade, óbito e número de ciclos necessários para remissão. Resultados: Um total de 142 pacientes foi analisado, das quais 109 foram tratadas com EMA/CO e 33 receberam EM/CO. Dessas pacientes, 69 pacientes apresentavam NTG de baixo risco (escore <7) e 73 de alto risco (escore ≥7). Considerando todas as pacientes, sem estratificação de risco (escore <7 ou ≥7), aquelas que utilizaram EM/CO tiveram maior prevalência de uso de tratamento adicional comparativamente às pacientes que utilizaram EMA/CO (30,3% vs 11,9%, p=0,027) e não foi observado associação entre o uso de EM/CO ou EMA/CO e toxicidade (p=0,124). Considerando apenas as pacientes com escore de risco ≥7 elas apresentaram maior prevalência de quimiorresistência utilizando o regime EM/CO (53,8% vs 13,3%, p=0,0034) e de necessidade de tratamento quimioterápico adicional (61,5% vs 10,0%, p=0,005) do que pacientes que utilizaram EMA/CO, e com relação aos desfechos secundários, recorrência, toxicidade, óbito e número de ciclos necessários para remissão, não foi observada influência do esquema utilizado, EMA/CO ou EM/CO. Considerando apenas as pacientes com escore < 7, não foi encontrada associação entre o regime utilizado, EMA/CO ou EM/CO sobre a quimiorresistência, recorrência, toxicidade, óbito e mediana de ciclos. O nível sérico de hCG antes do tratamento (149133 UI/L) foi preditor moderadamente significativo (AUC: 0,77, IC95% 0,6-0,88, p<0,0001) para identificar quimiorresistência e o número de ciclos de EM/CO (2,5 ciclos) foi um preditor fortemente significativo (AUC: 0,81, IC95% 0,66-0,96, p<0,0001) para identificar toxicidade à quimioterapia, enquanto o número de ciclos de EMA/CO (6,5 ciclos), foi um preditor moderadamente significativo (AUC: 0,71. IC 95% 0,61-0,81. p<0.0001). Conclusão: Pacientes com NTG de alto risco tratadas com o regime EM/CO apresentaram maior prevalência de necessidade de tratamento adicional e quimiorresistência comparativamente às pacientes tratadas com EMA/CO, sem diferença na recorrência, toxicidade ou óbito. Pacientes com NTG de baixo risco tratadas com o regime EM/CO não apresentaram diferença nas taxas de tratamento adicional, quimiorresistência, recorrência, toxicidade ou óbito, comparativamente às pacientes tratadas com EMA/CO. O nível sérico de hCG antes do tratamento e o número de ciclos de EM/CO e EMA/CO foram preditores significativos de quimiorresistência e toxicidade, respectivamente.
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Métodos: Trata-se de estudo de coorte retrospectivo, multicêntrico, brasileiro e observacional, que avaliou prontuários médicos de pacientes com diagnóstico de NTG de baixo risco e alto risco tratadas com o esquema tradicional EMA/CO e aquelas tratadas com esquema modificado no qual a actinomicina-D foi suprimida, EM/CO, em virtude do desabastecimento desse medicamento no Brasil, acompanhadas no período de 01 de janeiro de 2010 até 31 de dezembro de 2023. Foram estudados resultados de casos oriundos do Centro de Referência em Doença Trofoblástica Gestacional do Hospital São Paulo – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Ambulatório de Doença Trofoblástica Gestacional da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Ambulatório de Atendimento às Pacientes Portadores de Doença do Trofoblasto da Universidade Caxias do Sul. O desfecho primário foi a ocorrência de remissão após o tratamento quimioterápico. 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O nível sérico de hCG antes do tratamento e o número de ciclos de EM/CO e EMA/CO foram preditores significativos de quimiorresistência e toxicidade, respectivamente. sueysun@gmail.com99 f.SOUZA, Laís Cristhine Santos. Impacto de diferentes esquemas de tratamento com EMA/CO em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional. 2024. 99 f. Dissertação (Mestrado em Obstetrícia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2024.https://hdl.handle.net/11600/72586ark:/48912/00130000271nqporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNeoplasia trofoblástica gestacionalActinomicina-DEMA/COQuimioterapiaImpacto de diferentes esquemas de tratamento com EMA/CO em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacionalImpact of different ema/co treatment regimens on patients with gestational trophoblastic neoplasiainfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Obstetrícia)Obstetrícia e GinecologiaDoença Trofoblástica Gestacional e Terapias OncológicasLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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description Objetivo: Comparar o desfecho clínico de mulheres com neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) de baixo risco resistentes ou refratária ao tratamento com metotrexato (MTX) e doença de alto risco tratadas com o esquema tradicional de EMA/CO (etoposide, methotrexate, actinomicina-D, ciclofosfamida e vincristina) vs. EM/CO (etoposide, methotrexato, ciclofosfamida e vincristina), em virtude do desabastecimento da actinomicina-D (Act-D), no Brasil. Métodos: Trata-se de estudo de coorte retrospectivo, multicêntrico, brasileiro e observacional, que avaliou prontuários médicos de pacientes com diagnóstico de NTG de baixo risco e alto risco tratadas com o esquema tradicional EMA/CO e aquelas tratadas com esquema modificado no qual a actinomicina-D foi suprimida, EM/CO, em virtude do desabastecimento desse medicamento no Brasil, acompanhadas no período de 01 de janeiro de 2010 até 31 de dezembro de 2023. Foram estudados resultados de casos oriundos do Centro de Referência em Doença Trofoblástica Gestacional do Hospital São Paulo – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Ambulatório de Doença Trofoblástica Gestacional da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Ambulatório de Atendimento às Pacientes Portadores de Doença do Trofoblasto da Universidade Caxias do Sul. O desfecho primário foi a ocorrência de remissão após o tratamento quimioterápico. Os desfechos secundários foram a recorrência, toxicidade, óbito e número de ciclos necessários para remissão. Resultados: Um total de 142 pacientes foi analisado, das quais 109 foram tratadas com EMA/CO e 33 receberam EM/CO. Dessas pacientes, 69 pacientes apresentavam NTG de baixo risco (escore <7) e 73 de alto risco (escore ≥7). Considerando todas as pacientes, sem estratificação de risco (escore <7 ou ≥7), aquelas que utilizaram EM/CO tiveram maior prevalência de uso de tratamento adicional comparativamente às pacientes que utilizaram EMA/CO (30,3% vs 11,9%, p=0,027) e não foi observado associação entre o uso de EM/CO ou EMA/CO e toxicidade (p=0,124). Considerando apenas as pacientes com escore de risco ≥7 elas apresentaram maior prevalência de quimiorresistência utilizando o regime EM/CO (53,8% vs 13,3%, p=0,0034) e de necessidade de tratamento quimioterápico adicional (61,5% vs 10,0%, p=0,005) do que pacientes que utilizaram EMA/CO, e com relação aos desfechos secundários, recorrência, toxicidade, óbito e número de ciclos necessários para remissão, não foi observada influência do esquema utilizado, EMA/CO ou EM/CO. Considerando apenas as pacientes com escore < 7, não foi encontrada associação entre o regime utilizado, EMA/CO ou EM/CO sobre a quimiorresistência, recorrência, toxicidade, óbito e mediana de ciclos. O nível sérico de hCG antes do tratamento (149133 UI/L) foi preditor moderadamente significativo (AUC: 0,77, IC95% 0,6-0,88, p<0,0001) para identificar quimiorresistência e o número de ciclos de EM/CO (2,5 ciclos) foi um preditor fortemente significativo (AUC: 0,81, IC95% 0,66-0,96, p<0,0001) para identificar toxicidade à quimioterapia, enquanto o número de ciclos de EMA/CO (6,5 ciclos), foi um preditor moderadamente significativo (AUC: 0,71. IC 95% 0,61-0,81. p<0.0001). Conclusão: Pacientes com NTG de alto risco tratadas com o regime EM/CO apresentaram maior prevalência de necessidade de tratamento adicional e quimiorresistência comparativamente às pacientes tratadas com EMA/CO, sem diferença na recorrência, toxicidade ou óbito. Pacientes com NTG de baixo risco tratadas com o regime EM/CO não apresentaram diferença nas taxas de tratamento adicional, quimiorresistência, recorrência, toxicidade ou óbito, comparativamente às pacientes tratadas com EMA/CO. O nível sérico de hCG antes do tratamento e o número de ciclos de EM/CO e EMA/CO foram preditores significativos de quimiorresistência e toxicidade, respectivamente.
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