Correlação entre fenótipo e genótipo de pacientes com doença de Stargardt
| Ano de defesa: | 2018 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Objetivo: Identificar as variantes genéticas em pacientes com diagnóstico clínico de doença de Stargardt e correlacionar com a sua manifestação fenotípica e características de hereditariedade na população brasileira. Métodos: Foram incluídos pacientes com diagnóstico de doença de Stargardt que fazem acompanhamento no ambulatório de retina da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP ou no Instituto de Genética Ocular (IGO), São Paulo-Brasil. Os casos oriundos da UNIFESP foram submetidos à análise de sequenciamento de nova geração (NGS) para avaliação dos genes ABCA4, ELOVL4 e PROM1 e validação pelo método de sequenciamento Sanger. Os prontuários dos pacientes em acompanhamento no IGO que possuíam teste molecular realizado por NGS foram revisados para seleção dos casos com diagnóstico clínico de doença de Stargardt e seus testes moleculares foram reanalisados. Resultados: Foram incluídos 52 pacientes de 47 famílias. Na primeira fase foram selecionados 24 pacientes de 21 famílias do ambulatório de retina da UNIFESP. Na segunda fase, foram revisados 254 prontuários de pacientes que estavam em acompanhamento no IGO. Destes, foram selecionados 28 pacientes de 26 famílias com doença de Stargardt. Estes possuíam variantes patogênicas nos genes ABCA4 e PROM1. Em nenhum destes 2 grupos de pacientes foi encontrada variante no gene ELOVL4. A idade dos pacientes variou de 10 e 66 anos e a idade de início dos sintomas foi em média 14 anos de idade (variou de 5 a 40 anos de idade). A acuidade visual variou de 20/40 até conta dedos a 20 cm no momento do exame. Ao exame da retina encontrou-se flecks de retina associados à atrofia macular. O sequenciamento do gene ABCA4 foi conclusivo em 41 pacientes, inconclusivo em 8 e negativo em 1 caso. Dois casos tiveram suas características fenotípicas ligadas à presença de variantes no gene PROM1. Este trabalho descreveu 5 novas variantes patogênicas e 3 novos alelos complexos no gene ABCA4. Conclusões: Os painéis gênicos usados no NGS para doença de Stargardt foram capazes de concluir o diagnóstico em aproximadamente 80% dos pacientes. Apesar da grande variabilidade clínica e genética houve concordância na gravidade da expressão da doença em irmãos com mesmo genótipo. A identificação dos alelos complexos em 14 famílias (30% dos casos) reforça a importância do teste de segregação para a conclusão do diagnóstico molecular relacionado ao gene ABCA4. |
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Doutoradohttp://lattes.cnpq.br/0856630824759511Pesquero, João Boscohttp://lattes.cnpq.br/2233267084488852Salles, Mariana Vallim [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/6434715002327011Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Sallum, Juliana Maria Ferraz [UNIFESP]São Paulo2020-03-25T12:10:40Z2020-03-25T12:10:40Z2018-08-30Objetivo: Identificar as variantes genéticas em pacientes com diagnóstico clínico de doença de Stargardt e correlacionar com a sua manifestação fenotípica e características de hereditariedade na população brasileira. Métodos: Foram incluídos pacientes com diagnóstico de doença de Stargardt que fazem acompanhamento no ambulatório de retina da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP ou no Instituto de Genética Ocular (IGO), São Paulo-Brasil. Os casos oriundos da UNIFESP foram submetidos à análise de sequenciamento de nova geração (NGS) para avaliação dos genes ABCA4, ELOVL4 e PROM1 e validação pelo método de sequenciamento Sanger. Os prontuários dos pacientes em acompanhamento no IGO que possuíam teste molecular realizado por NGS foram revisados para seleção dos casos com diagnóstico clínico de doença de Stargardt e seus testes moleculares foram reanalisados. Resultados: Foram incluídos 52 pacientes de 47 famílias. Na primeira fase foram selecionados 24 pacientes de 21 famílias do ambulatório de retina da UNIFESP. Na segunda fase, foram revisados 254 prontuários de pacientes que estavam em acompanhamento no IGO. Destes, foram selecionados 28 pacientes de 26 famílias com doença de Stargardt. Estes possuíam variantes patogênicas nos genes ABCA4 e PROM1. Em nenhum destes 2 grupos de pacientes foi encontrada variante no gene ELOVL4. A idade dos pacientes variou de 10 e 66 anos e a idade de início dos sintomas foi em média 14 anos de idade (variou de 5 a 40 anos de idade). A acuidade visual variou de 20/40 até conta dedos a 20 cm no momento do exame. Ao exame da retina encontrou-se flecks de retina associados à atrofia macular. O sequenciamento do gene ABCA4 foi conclusivo em 41 pacientes, inconclusivo em 8 e negativo em 1 caso. Dois casos tiveram suas características fenotípicas ligadas à presença de variantes no gene PROM1. Este trabalho descreveu 5 novas variantes patogênicas e 3 novos alelos complexos no gene ABCA4. Conclusões: Os painéis gênicos usados no NGS para doença de Stargardt foram capazes de concluir o diagnóstico em aproximadamente 80% dos pacientes. Apesar da grande variabilidade clínica e genética houve concordância na gravidade da expressão da doença em irmãos com mesmo genótipo. A identificação dos alelos complexos em 14 famílias (30% dos casos) reforça a importância do teste de segregação para a conclusão do diagnóstico molecular relacionado ao gene ABCA4.Purpose: To identify genetic variants in Brazilian patients with clinical diagnosis of Stargardt disease and to correlate with its phenotypic manifestation and hereditary characteristics. Methods: Patients with clinical diagnosis of Stargardt disease from retina clinic of UNIFESP were included. Medical records from patients from the Instituto de Genética Ocular, São Paulo – Brazil, were reviewed. The ABCA4, ELOVL4 and PROM1 genes were analyzed by the nextgeneration sequencing (NGS) and complementation with the Sanger sequencing. Results: 52 patients from 47 families were included. In the first phase 24 patients from 21 families from retina clinic of UNIFESP were selected. In the second phase, 254 medical records from Instituto de Genética Ocular were reviewed. Of these, 28 patients from 26 families with pathogenic variants in the ABCA4 and PROM1 genes detected by NGS were selected. No patient had genetic alteration in the ELOVL4 gene. The age of the patients varied from 10 to 66 years and the age of onset of symptoms was on average 14 years of age (ranged from 5 to 40 years of age). A visual acuity ranged from 20/40 to 20 cm at the time of examination. Retinal flecks was found in the retina examination and was associated with macular atrophy. The ABCA4 gene sequencing was conclusive in 41 patients, inconclusive in 8 and negative in 1 case. Two patients have their phenotypic characteristics due to the presence of variants in the PROM1 gene. This study described 5 new pathogenic variants and 3 new complex alleles in the ABCA4 gene. Conclusion: The NGS gene panel was effective to conclude the diagnosis in approximately 80% of the patients. Despite wide genetic and clinic variability, there was concordance in sibling disease expression with the same genotype. The identification of the complex alleles in 14 families (30% of cases) reinforces the importance of the segregation test for the conclusion of the molecular diagnosis related to the ABCA4 gene.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2018)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2012/50454-571 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=67481452018-0848.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52904ark:/48912/001300001fbjxporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessRetinose pigmentarRetinaDoença de StargardtDoença genéticaAnalise de DNARetinitis pigmentosaRetinaStargardt diseaseGenetic diseaseDNACorrelação entre fenótipo e genótipo de pacientes com doença de StargardtCorrelation between phenotype and genotype in patients with Stargardt Diseaseinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaOftalmologia e Ciências VisuaisCiências da SaúdeEstudo da Prevalencia, Frequencia e Medicina Virtual nos Distúrbios VisuaisORIGINALMariana Vallim Salles - A.pdfMariana Vallim Salles - A.pdfTese de doutoradoapplication/pdf17485259https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b5dc20b4-4c89-4060-ac81-d2a3b9cb1182/download226acc652cb8fd65c192ec3c83e4b21bMD51TEXTMariana Vallim Salles - A.pdf.txtMariana Vallim Salles - A.pdf.txtExtracted texttext/plain101537https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/996ea3cf-312a-4267-ac01-216e3293c0d8/downloadfedbab3d689a67014a7aa5d2ddca6d86MD52THUMBNAILMariana Vallim Salles - A.pdf.jpgMariana Vallim Salles - A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3175https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/a6d2fd8f-fcd0-4096-a9fe-804bd9c92f60/download61eae2f9b5cd30add8554d0b7f326c40MD5311600/529042024-08-02 19:13:28.005oai:repositorio.unifesp.br:11600/52904https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-02T19:13:28Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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