Bullying em adolescentes: influência da inteligência e da competência social na sua incidência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Guedes, Deborah Zacarias [UNIFESP]
Orientador(a): Kopelman, Benjamin Israel [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002nkqz
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=6642243
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52452
Resumo: Bullying é um vocábulo inglês, que expressa maus tratos, brincadeiras de mau gosto, intimidação, exclusão ou atitudes que empregam violência física. Existem três critérios para sua identificação: repetibilidade, intencionalidade e desigualdade de poder entre pares. Meninos praticam mais bullying direto (verbal e físico) e meninas o indireto (subjetivo). Consequências dependerão da frequência, duração e severidade da agressão e compreendem desde problemas de socialização, transtornos acadêmicos, físico-emocionais a suicídios. A escola, espaço de consolidação do saber e de trocas afetivas com amigos, é também local de maior ocorrência de bullying durante a adolescência, período de transformações corpóreas, de oscilação emocional, de busca de identidade e comportamento impulsivo e transgressor. No processo de intervenção anti-bullying, recorre-se a fatores de proteção internos como Inteligência e Competência Social buscando estratégias de superação a fim de reduzir a vulnerabilidade e promover a resiliência em jovens. Foi realizado estudo transversal com 507 adolescentes (11 a 17 anos), ambos sexos, no ensino fundamental-2 e ensino médio, em escolas públicas e privadas com objetivo de verificar ocorrência de bullying e fatores protetores associados a este evento, identificando a influência do nível intelectual e da competência social no bullying, entre adolescentes no contexto escolar. O questionário socioeconômico e demográfico foi aplicado individualmente. A incidência de Bullying foi mensurada pela Escala de Avaliação do Bullying Escolar – EAB-E. A Inteligência foi avaliada pelas Matrizes Progressivas de Raven- Escala Geral e a Competência Social através do Youth Self Report - YSR. Dentre os adolescentes pesquisados, 161 estavam envolvidos em bullying (31,8%), sendo 35 vítimas, 110 agressores e 16 vítimas-agressoras. Vítimas preponderaram aos 12 anos (meninos) e 15 anos (meninas). A renda familiar foi acima de 5 salários mínimos. A maioria era composta de adolescentes brancos, eutróficos, em atividades grupais, coabitando com pais, de religião evangélica, com mais de 5 amigos e escolaridade materna no ensino médio (alunos de escolas públicas) e ensino superior (alunos de escolas privadas). O tipo de escola não interferiu na ocorrência de bullying. Meninas prevaleceram como vítimas (11,2%) e vítimas-agressoras (6,8%), enquanto meninos se apresentaram agressores (42,2%). A incidência de envolvidos em bullying é maior em meninos (37,5%), especialmente no ensino fundamental-2 (40%). Não houve correlação significativa entre Bullying, Inteligência e Competência Social na amostra total (n=507) e envolvidos (n=161). Entretanto, existe tendência de correlação inversa entre vítima e competência social total e escolaridade do aluno. Vítima-agressor apresenta correlação com competência em atividade, competência social total e escolaridade materna
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A escola, espaço de consolidação do saber e de trocas afetivas com amigos, é também local de maior ocorrência de bullying durante a adolescência, período de transformações corpóreas, de oscilação emocional, de busca de identidade e comportamento impulsivo e transgressor. No processo de intervenção anti-bullying, recorre-se a fatores de proteção internos como Inteligência e Competência Social buscando estratégias de superação a fim de reduzir a vulnerabilidade e promover a resiliência em jovens. Foi realizado estudo transversal com 507 adolescentes (11 a 17 anos), ambos sexos, no ensino fundamental-2 e ensino médio, em escolas públicas e privadas com objetivo de verificar ocorrência de bullying e fatores protetores associados a este evento, identificando a influência do nível intelectual e da competência social no bullying, entre adolescentes no contexto escolar. O questionário socioeconômico e demográfico foi aplicado individualmente. A incidência de Bullying foi mensurada pela Escala de Avaliação do Bullying Escolar – EAB-E. A Inteligência foi avaliada pelas Matrizes Progressivas de Raven- Escala Geral e a Competência Social através do Youth Self Report - YSR. Dentre os adolescentes pesquisados, 161 estavam envolvidos em bullying (31,8%), sendo 35 vítimas, 110 agressores e 16 vítimas-agressoras. Vítimas preponderaram aos 12 anos (meninos) e 15 anos (meninas). A renda familiar foi acima de 5 salários mínimos. A maioria era composta de adolescentes brancos, eutróficos, em atividades grupais, coabitando com pais, de religião evangélica, com mais de 5 amigos e escolaridade materna no ensino médio (alunos de escolas públicas) e ensino superior (alunos de escolas privadas). O tipo de escola não interferiu na ocorrência de bullying. Meninas prevaleceram como vítimas (11,2%) e vítimas-agressoras (6,8%), enquanto meninos se apresentaram agressores (42,2%). A incidência de envolvidos em bullying é maior em meninos (37,5%), especialmente no ensino fundamental-2 (40%). Não houve correlação significativa entre Bullying, Inteligência e Competência Social na amostra total (n=507) e envolvidos (n=161). Entretanto, existe tendência de correlação inversa entre vítima e competência social total e escolaridade do aluno. Vítima-agressor apresenta correlação com competência em atividade, competência social total e escolaridade maternaBullying is unwanted, aggressive behavior, with the usage of force, threat, or coercion to abuse or intimidate school aged children. It is a repeated and intentional action that carries an imbalance of social or physical power. Boys practice direct bullying (verbal and physical) more than girls that deal with the indirect form (subjective actions). The consequences will depend on the frequency, duration and severity of the aggression, but it is common to find socialization problems, academic, physical and emotional disorders. School is a set for consolidation of knowledge and affective exchanges with friends, but it is also the place of greater incidence of bullying in adolescence, which is a period of neural architecture reorganization, physical transformation, emotional oscillation, search for autonomy and identity, impulsive transgressor and risk behavior with omnipotence fantasies. Internal protection factors such as Intelligence and Social Competence are used to reduce vulnerability and promote resilience. Fluid intelligence is the adolescent's ability to understand, solve problems and gain insights in new situation, with little prior information. Social competence is perceived through adolescents' performance in sociability, academic performance and taking part in activities. A cross-sectional study was conducted with 507 adolescents (11 to 17 years old), both sexes, in elementary school-2 and high school, in public and private schools. A socioeconomic and demographic questionnaire was applied. The incidence of Bullying was measured by the School Bullying Assessment Scale - EAB-E. Intelligence was assessed by the Raven Progressive Matrices - General Scale and Social Competence through the Youth Self Report - YSR. Of the 507 adolescents surveyed, 161 were involved in bullying (31.8%), of which 35 were victims, 110 were aggressors and 16 were victim-agressor. Victims preponderated at 12 years (boys) and 15 years (girls). Family income was above 5 minimum wages. Caucasian, eutrophic majority belonged to groups, cohabiting with both parents, Christians, more than 5 friends and maternal schooling in high school (for students of public schools) and higher maternal education (for students of private schools). School type does not interfere in the occurrence of bullying and boys were more aggressive (42.2%). Girls prevail as victims (11.2%) and victim-aggressors (6.8%). Incidence of those involved in bullying is higher in boys (37.5%), especially in elementary school-2 (40%). Bullying, Intelligence and Social Competence are independent statistical variables. However, there is a tendency for an inverse correlation among Victim and Social Competence and positive correlation with student's schooling. Victim-aggressor presents correlation with Competence in Activity, Social Competence and Maternal schooling.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2018)124 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=66422432018-0393.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/52452ark:/48912/001300002nkqzporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessBullyingAdolescenteInteligênciaHabilidade socialScreeningIntervençãoBullyingAdolescentIntelligenceSocial abilityScreeningInterventionBullying em adolescentes: influência da inteligência e da competência social na sua incidênciaBullying in adolescents: influence of intelligence and social competence on their Incidenceinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaPediatria e Ciências Aplicadas á PediatriaCiências da SaúdeCrescimento e Desenvolvimento Normal e PatologicoORIGINALCristina Triches - A.pdfCristina Triches - A.pdfTese de doutoradoapplication/pdf2820064https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/7b393f98-f2fd-48b7-84a0-77006630babc/downloadb3fd774dd8d6f5b466c8a5ec1a16b3c8MD51TEXTCristina Triches - A.pdf.txtCristina Triches - A.pdf.txtExtracted texttext/plain112515https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/b34f6dab-62dc-48e3-8fef-4e1617acb03f/download813980c2ce5f8c4223e5b32d29704cf7MD52THUMBNAILCristina Triches - A.pdf.jpgCristina Triches - A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2928https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/d0d9183f-cfba-437b-9c03-b7858a2f70b4/downloadb514802f44de2638148589e2bb1cc6f1MD5311600/524522024-08-02 15:50:16.437oai:repositorio.unifesp.br:11600/52452https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-02T15:50:16Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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