Efeitos da técnica de Pilates sobre o assoalho pélvico associado ou não à contração voluntária muscular do assoalho pélvico: estudo cego, randomizado e controlado
| Ano de defesa: | 2015 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | Proposição: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de adicionar a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (MAP) num programa de exercício de Pilates em mulheres nuligestas sedentárias. Material e Métodos: Estudo randomizado controlado cego, com quinquenta e sete mulheres nulíparas e sedentárias que foram randomizados para um programa de exercícios de Pilates com ou sem contração voluntária dos MAP. Quarenta e oito mulheres concluiram esse estudo (vinte e quatro participantes em cada grupo). A avaliação da funcionalidade dos MAP foi feita por um fisioterapeuta, utilizando perineometria e palpação vaginal (Escala de Oxford). Além disso, foi realizada avaliação da espessura do músculo pubovisceral (EMP) e da área do levantador do hiato (ALH) por meio da ultrasonografia tridimensional (US-3D), realizada por dois médicos uroginecologistas. Todos os profissionais eram cegos à alocação dos grupos. Após essas avaliações, as voluntárias foram distribuídas aleatoriamente em dois grupos: Pilates (P) (n = 24) ou Pilates associado com a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (CVMAP) (P+CVMAP) (n=24). O protocolo de ambos os grupos consistiu em 24 sessões individuais e padronizadas de Pilates, 2 vezes por semana, com duração de 1 hora, realizadas exclusivamente por uma fisioterapeuta especializada em reabilitação dos MAP e instrutora da técnica Pilates. A única diferença do protocolo foi que no grupo P+CVMAP foi socilitada a contração dos MAP durante a execução dos exercícios da técnica de Pilates. Resultados: O grupo P+CVMAP mostrou-se significantemente melhor ao nível de 5% em relação ao grupo P, quando comparados os resultados por meio da escala de Oxford, perineometria e espessura do músculo pubovisceral. Conclusões: Nossos resultados sugerem que a adição da contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico para o programa de exercícios de Pilates é mais eficaz do que somente Pilates para melhorar a função dos MAP e EMP em mulheres nuligestas sedentárias. |
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http://lattes.cnpq.br/2545470341657690Souza, Luiza Torelli de [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/1759605211455265Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Sartori, Marair Gracio Ferreira [UNIFESP]São Paulo2018-07-30T11:44:45Z2018-07-30T11:44:45Z2015-12-31Proposição: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de adicionar a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (MAP) num programa de exercício de Pilates em mulheres nuligestas sedentárias. Material e Métodos: Estudo randomizado controlado cego, com quinquenta e sete mulheres nulíparas e sedentárias que foram randomizados para um programa de exercícios de Pilates com ou sem contração voluntária dos MAP. Quarenta e oito mulheres concluiram esse estudo (vinte e quatro participantes em cada grupo). A avaliação da funcionalidade dos MAP foi feita por um fisioterapeuta, utilizando perineometria e palpação vaginal (Escala de Oxford). Além disso, foi realizada avaliação da espessura do músculo pubovisceral (EMP) e da área do levantador do hiato (ALH) por meio da ultrasonografia tridimensional (US-3D), realizada por dois médicos uroginecologistas. Todos os profissionais eram cegos à alocação dos grupos. Após essas avaliações, as voluntárias foram distribuídas aleatoriamente em dois grupos: Pilates (P) (n = 24) ou Pilates associado com a contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (CVMAP) (P+CVMAP) (n=24). O protocolo de ambos os grupos consistiu em 24 sessões individuais e padronizadas de Pilates, 2 vezes por semana, com duração de 1 hora, realizadas exclusivamente por uma fisioterapeuta especializada em reabilitação dos MAP e instrutora da técnica Pilates. A única diferença do protocolo foi que no grupo P+CVMAP foi socilitada a contração dos MAP durante a execução dos exercícios da técnica de Pilates. Resultados: O grupo P+CVMAP mostrou-se significantemente melhor ao nível de 5% em relação ao grupo P, quando comparados os resultados por meio da escala de Oxford, perineometria e espessura do músculo pubovisceral. Conclusões: Nossos resultados sugerem que a adição da contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico para o programa de exercícios de Pilates é mais eficaz do que somente Pilates para melhorar a função dos MAP e EMP em mulheres nuligestas sedentárias. Objective: The purpose of this study was to evaluate the effectiveness of adding voluntary pelvic floor muscle (PFM) contraction to the Pilates exercise program. Methods: An assessor-blinded randomized controlled trial. Fifth seven healthy nulliparous and physically inactive women were randomized to Pilates exercise program with or without voluntary pelvic floor muscle (PFM) contraction. Forty eight women concluded this study (twenty four participants for each group). The evaluation included assessments of PFM function at baseline and post 24 sessions of Pilates exercise program. The PFM function was recorded by a physiotherapist (PT1) using a Perineometer and vaginal palpation (Oxford Scale) and pubovisceral muscle thickness and the levator hiatus (LA) area were measured by US- 3D for this evaluation process was performed consisted by one Urogynecologist (UG) .Both professional were blinded to the group allocation. After the evaluation, volunteers were randomized in two groups: Pilates exercised (PE) (n=24) or Pilates exercises associated with voluntary PFM contraction (PE+PFM) (n=24). The protocol of both groups consisted of 24 biweekly 1-h sessions of individual and standardized Pilates program, performed by a physiotherapist specialized in PFM rehabilitation and Pilates technique (PT2). The pelvic floor muscle function measured by digital palpation and vaginal pressure measurement . Pubovisceral muscle thickness and the levator hiatus (LA) area were measured by ultrasound 3D. Both groups performed the same protocol. However, the physiotherapist requested the voluntary PFM contraction during Pilates exercises of PE+ PFMC group. Results:The group PE+PFM showed significantly greater functional improvements than did the group PE. When comparing Oxford scale, vaginal pressure and thickness pubovisceral muscle measurements at baseline and post treatment. Conclusions: Our findings suggest that adding the voluntary contraction to the Pilates exercise program is more effective than standardized Pilates to improve the PFM function and pubovisceral muscle.Fundação de Amparo de Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)88 f.SOUZA, Luiza Torelli de. Comparação dos efeitos sobre o assoalho pélvico da técnica de pilates associada ou não com à contração muscular voluntária do assoalho pélvico. 2015. 88 f. Tese (Doutorado em Ginecologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47572https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3215489ark:/48912/001300002hbp1porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessExercícios de pilatesTécnicas de exercício e de movimentoMúsculos do assoalho pélvicoDiafragma da pelvePilates exercisesPelvic floor muscleEfeitos da técnica de Pilates sobre o assoalho pélvico associado ou não à contração voluntária muscular do assoalho pélvico: estudo cego, randomizado e controladoEffectiveness of adding voluntary pelvic floor muscle contraction to the Pilates exercises program : an randomized controlled trialinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Medicina (Ginecologia)Ciências da saúdeMedicinaORIGINALTese_Luiza Torelli de Souza.pdfapplication/pdf2234489https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/e82f4519-e3fc-4eb4-87f3-2927320b7fe5/downloadca887fec460ad55ff6d217e426103877MD54TEXTLUIZA TORELLI DE SOUZA.pdf.txtLUIZA TORELLI DE SOUZA.pdf.txtExtracted texttext/plain102828https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/229be93d-2fe7-4f94-9fb1-0f33ba6ee9f5/downloadf54039d31d42a9b3570611afce9cb89fMD52THUMBNAILLUIZA TORELLI DE SOUZA.pdf.jpgLUIZA TORELLI DE SOUZA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2651https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/2f858e0a-4e6c-404b-8dcb-d909eee7868e/downloadd7c09fccbe8e8618f72826d9a6d04276MD5311600/475722025-05-08 11:48:31.777oai:repositorio.unifesp.br:11600/47572https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-05-08T11:48:31Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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