Equilíbrio corporal e função vestibular em pacientes com esclerose múltipla

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Cusin, Flavia Salvaterra [UNIFESP]
Orientador(a): Gananca, Heloisa Helena Caovilla Malavasi [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
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Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7657947
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59510
Resumo: Objetivo: avaliar o equilíbrio corporal e a função vestibular em pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR). Método: foram incluídos 79 indivíduos de 18 a 65 anos de idade, de ambos os sexos, distribuídos em dois grupos: experimental (n=51) e controle (n=28). O grupo experimental foi composto por pacientes com EMRR, e o grupo controle por indivíduos hígidos, homogêneo em idade, sexo e índice de massa corporal em relação ao grupo experimental. A avaliação otoneurológica foi composta por anamnese, aplicação do Dizziness Handicap Inventory (DHI), escala visual analógica de tontura (EVAT) e avaliação da função vestibular com videonistagmografia (VNG), vídeo teste do impulso cefálico (vHIT) e posturografia estática (Tetrax IBSTM). Resultados: ao Tetrax IBSTM os pacientes com EMRR apresentaram valores maiores ou menores dos índices de estabilidade geral, distribuição de peso, sincronização da oscilação postural, risco de queda e das faixas de frequência de oscilação postural em duas, cinco ou todas as oito condições sensoriais, em relação ao grupo controle. A disfunção vestibular, visual e/ou somatossensorial de tipo periférico (51 %) prevaleceu sobre o tipo central. O grupo de EMRR, com escala expandida do estado de incapacidade superior a três pontos, apresentou maior risco de queda do que com pontuação inferior ou igual a três pontos (p=0,003). Houve correlação positiva do índice de risco de queda com pontuação total do DHI (s=0,380; p=0,006) e com EVAT (s=0,348; p=0,012). Na VNG, o grupo com EMRR apresentou latência aumentada à direita (p=0,035) e à esquerda (p=0,030) e velocidade reduzida à direita (p=0,007) dos movimentos sacádicos; ganho reduzido à direita (p=0,002) e à esquerda (p<0,001) do rastreio pendular; valores maiores (p=0,002) da velocidade do nistagmo pós-calórico, em relação ao grupo controle; e, presença de nistagmo semi-espontâneo; foi identificada disfunção vestibular periférica ou central (23,5%), periférica deficitária unilateral ( e central (15,7%) no grupo com EMRR. No vHIT, o grupo com EMRR apresentou ganho reduzido do reflexo vestíbulo-ocular (RVO) em quatro canais semicirculares (CSCs): lateral esquerdo (p=0,017), anterior direito (p= ), posterior esquerdo (p<0,001) e posterior direito (p=0,042), em relação ao controle; ocorreu redução do RVO em nove (17,6%) casos de EMRR. Conclusão: pacientes com EMRR podem apresentar inabilidade para manter o equilíbrio corporal, com risco de queda, e/ou disfunção vestibular periférica ou central.
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spelling Doutoradohttp://lattes.cnpq.br/1050567032375329Cusin, Flavia Salvaterra [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/8870574993300173Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Gananca, Heloisa Helena Caovilla Malavasi [UNIFESP]São Paulo2021-01-19T16:32:28Z2021-01-19T16:32:28Z2019-02-25Objetivo: avaliar o equilíbrio corporal e a função vestibular em pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR). Método: foram incluídos 79 indivíduos de 18 a 65 anos de idade, de ambos os sexos, distribuídos em dois grupos: experimental (n=51) e controle (n=28). O grupo experimental foi composto por pacientes com EMRR, e o grupo controle por indivíduos hígidos, homogêneo em idade, sexo e índice de massa corporal em relação ao grupo experimental. A avaliação otoneurológica foi composta por anamnese, aplicação do Dizziness Handicap Inventory (DHI), escala visual analógica de tontura (EVAT) e avaliação da função vestibular com videonistagmografia (VNG), vídeo teste do impulso cefálico (vHIT) e posturografia estática (Tetrax IBSTM). Resultados: ao Tetrax IBSTM os pacientes com EMRR apresentaram valores maiores ou menores dos índices de estabilidade geral, distribuição de peso, sincronização da oscilação postural, risco de queda e das faixas de frequência de oscilação postural em duas, cinco ou todas as oito condições sensoriais, em relação ao grupo controle. A disfunção vestibular, visual e/ou somatossensorial de tipo periférico (51 %) prevaleceu sobre o tipo central. O grupo de EMRR, com escala expandida do estado de incapacidade superior a três pontos, apresentou maior risco de queda do que com pontuação inferior ou igual a três pontos (p=0,003). Houve correlação positiva do índice de risco de queda com pontuação total do DHI (s=0,380; p=0,006) e com EVAT (s=0,348; p=0,012). Na VNG, o grupo com EMRR apresentou latência aumentada à direita (p=0,035) e à esquerda (p=0,030) e velocidade reduzida à direita (p=0,007) dos movimentos sacádicos; ganho reduzido à direita (p=0,002) e à esquerda (p<0,001) do rastreio pendular; valores maiores (p=0,002) da velocidade do nistagmo pós-calórico, em relação ao grupo controle; e, presença de nistagmo semi-espontâneo; foi identificada disfunção vestibular periférica ou central (23,5%), periférica deficitária unilateral ( e central (15,7%) no grupo com EMRR. No vHIT, o grupo com EMRR apresentou ganho reduzido do reflexo vestíbulo-ocular (RVO) em quatro canais semicirculares (CSCs): lateral esquerdo (p=0,017), anterior direito (p= ), posterior esquerdo (p<0,001) e posterior direito (p=0,042), em relação ao controle; ocorreu redução do RVO em nove (17,6%) casos de EMRR. Conclusão: pacientes com EMRR podem apresentar inabilidade para manter o equilíbrio corporal, com risco de queda, e/ou disfunção vestibular periférica ou central.Objective: assess body balance and vestibular function in patients with relapsing-remitting multiple sclerosis (RRMS). Method: We included 79 individuals aged between 18 and 65 years, males and females, distributed in two groups: experimental (n=51) and control (n=28). The experimental group was composed of patients with RRMS, and the control was homogeneous in age, gender and body mass index by healthy individuals, in relation to the experimental group. The neurotological assessment consisted of anamnesis, Dizziness Handicap Inventory (DHI), Visual Vertigo Analogue Scale (VVAS), vestibular function assessment with Videonystagmography (VNG), Video Head Impulse Test (vHIT) and Static posturography (Tetrax IBSTM). Results: upon performing Tetrax IBSTM, patients with RRMS showed higher or lower values of general stability, weight distribution, postural oscillation synchronization, risk of falling indices, and of the frequency ranges of postural oscillation in two, five or all eight sensory conditions, in relation to controls. Vestibular, visual and/or somatosensory dysfunction of peripheral type (51 %) prevailed over the central type. The group with RRMS, with an expanded disability status scale higher than three points, showed a higher risk of falling compared with the one with scores lower than or equal to three points (p=0,003). There was a positive correlation of the fall risk index with total DHI score (s=0,380; p=0,006) and with VVAS (s=0,348; p=0,012). In VNG, the group with RRMS showed increased right (p=0,035) and left (p=0.030) latency and decreased right velocity (p=0,007) of saccadic movements; decreased right (p=0,002) and left (p<0.001) gain of pendular eye tracking; higher values (p=0,002) of the post-caloric nystagmus velocity, in relation to the control group; and presence of semi-spontaneous nystagmus; peripheral or central ,5%), unilateral peripheral deficit (17, and central (15,7%) vestibular dysfunction were identified in the group with RRMS. In vHIT, the group with RRMS showed decreased gain of the vestibulo-ocular reflex (VOR) in four semicircular canals (CSCs), left lateral (p=0,017), right anterior (p=0,004), left posterior (p<0,001) and right posterior (p=0,042), in relation to control; decreased VOR happened in nine (17,6%) cases of RRMS. Conclusion: patients with RRMS may have an inability to maintain body balance, with risk of falling and/or peripheral or central vestibular dysfunction.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)114 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7657947CUSIN, Flavia Salvaterra. Equilíbrio corporal e função vestibular em pacientes com esclerose múltipla. 2019. 114f. Tese (Doutorado em Distúrbios da Comunicação Humana) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2019.FLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59510ark:/48912/001300001zk0cporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessEsclerose MúltiplaEquilíbrio PosturalTonturaReflexo Vestíbulo-OcularTeste De Função VestibularEquilíbrio corporal e função vestibular em pacientes com esclerose múltiplaBody balance and vestibular function in patients with multiple sclerosisinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de MedicinaDistúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia)Comunicação Humana: Normalidade, Transtornos E RepercussõesDiagnóstico, Prevenção E Intervenção Nos Distúrbios Da Audição E Do EquilibrioORIGINALFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdfFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdfapplication/pdf1621248https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f7213980-dfef-4f9b-9b1c-a420fdaf051f/downloada3c39bac0e0840b0620c42bdedc2bbfbMD51TEXTFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdf.txtFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdf.txtExtracted texttext/plain117421https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/52d0e1ec-174e-409c-bbe4-0195c1dda4bd/download8b5cbf27e11652a65fc44d62df4c5bdcMD52THUMBNAILFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdf.jpgFLÁVIA SALVATERRA CUSIN -A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2833https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/1ecd22e4-b132-454e-9003-1329f872e440/download373f6ad3cbf5888d0ba977ed022cf5f1MD5311600/595102024-08-10 23:20:14.128oai:repositorio.unifesp.br:11600/59510https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-10T23:20:14Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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