Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii
| Ano de defesa: | 2015 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/0013000025p1k |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47973 https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3674895 |
Resumo: | Introdução - No desenvolvimento placentário são intensos os processos de invasão, diferenciação e adaptação que ocorrem no organismo. Algumas complicações estão relacionadas com o desenvolvimento inadequado da placenta, como a expressão aumentada de citocinas tipo Th2, que podem causar maior susceptibilidade à toxoplasmose, consequentemente, à infecção placentária e fetal. Várias investigações indicam que entre as ações anti-inflamatórias da proteína anexina A1 (ANXA1) está a redução dos níveis das citocinas. Essa proteína também tem sido associada com processos proliferativos e apoptóticos, e estudos indicam que suas ações podem ser mediadas pelos receptores para peptídeos formilados (FPR). Embora os efeitos anti-inflamatórios da ANXA1 e do peptídeo Ac2-26, tenham sido explorados em diversas investigações, suas atividades durante o desenvolvimento placentário ainda não estão completamente esclarecidas. Objetivos -Considerando esses aspectos, avaliamosa ANXA1 em culturas de explantes dos vilos placentários humanos, de terceiro trimestre, infectados ou não com Toxoplasma gondii. Ainda, os explantespós-infecção foram tratados com o peptídeo Ac2-26.Métodos? Os vilos coriônicos placentários foram cultivados em meio RPMI suplementado, incubados a 37o C em estufa com 5% de CO2 e, após, infectados ou não com a cepa RH de T. gondii. Após 48 horas da infecção, as amostras foram tratadas com o peptídeo Ac2-26 por 24 horas, fixadas, incluídas em parafina e analisadas histologicamente. Nesses explantes analisamos imuno-histoquímicamente as expressões da ANXA1, dos receptores FPR1 e FPR2, da enzima COX-2 e do T. gondii. Nos explantes tratados com Ac2-26, investigamos a taxa de parasitismo por ensaio colorimétrico de ?-galactosidase, a expressão gênica de ANXA1 e os níveis de PGE2 pelo método de ELISA. Resultados - Nas análises histopatológicas dos vilos placentários, infectados com T. gondii,observamos a presença de células inflamatórias e taquizoítas e, no pós-tratamento com o peptídeo Ac2-26,diminuição dos parasitos intracelulares por meio da técnica de ?-galactosidase. A expressão da proteína ANXA1, coincidente com o receptor FPR1, foi detectada no epitélio trofoblásticodos grupos controle e infectado. Ainda, nos explantes pós-infecção e pós-tratamentocom Ac2-26 a imunorreatividade foi observada no sinciciotrofoblasto. Não houve imunomarcação para o receptor FPR2. A expressão gênica para ANXA1 não diferenciou entre os grupos sem tratamento e tratados com Ac2-26 (30 ?M). Coincidente com a redução da infecção, após administração do peptídeo, também houve redução da expressão de COX-2 e dos níveis de PGE2.Conclusão - Em conjunto, nossos dados mostram que o peptídeo Ac2-26 induzefeito antiparasitário em modelo experimental de explantes de vilos placentários humanos. Nesse contexto, o receptor FPR1, COX-2 e PGE2podem estar envolvidos no controle da infecção por T. gondii. |
| id |
UFSP_785f47c6bdcd22b9a6f0d67fb41a90bb |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.unifesp.br:11600/47973 |
| network_acronym_str |
UFSP |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
http://lattes.cnpq.br/5102737730539655Cardoso, Marystela Fávero de Oliveira [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/6777183244032055Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Oliani, Sonia Maria [UNIFESP]São Paulo2018-07-30T11:45:31Z2018-07-30T11:45:31Z2015-01-29Introdução - No desenvolvimento placentário são intensos os processos de invasão, diferenciação e adaptação que ocorrem no organismo. Algumas complicações estão relacionadas com o desenvolvimento inadequado da placenta, como a expressão aumentada de citocinas tipo Th2, que podem causar maior susceptibilidade à toxoplasmose, consequentemente, à infecção placentária e fetal. Várias investigações indicam que entre as ações anti-inflamatórias da proteína anexina A1 (ANXA1) está a redução dos níveis das citocinas. Essa proteína também tem sido associada com processos proliferativos e apoptóticos, e estudos indicam que suas ações podem ser mediadas pelos receptores para peptídeos formilados (FPR). Embora os efeitos anti-inflamatórios da ANXA1 e do peptídeo Ac2-26, tenham sido explorados em diversas investigações, suas atividades durante o desenvolvimento placentário ainda não estão completamente esclarecidas. Objetivos -Considerando esses aspectos, avaliamosa ANXA1 em culturas de explantes dos vilos placentários humanos, de terceiro trimestre, infectados ou não com Toxoplasma gondii. Ainda, os explantespós-infecção foram tratados com o peptídeo Ac2-26.Métodos? Os vilos coriônicos placentários foram cultivados em meio RPMI suplementado, incubados a 37o C em estufa com 5% de CO2 e, após, infectados ou não com a cepa RH de T. gondii. Após 48 horas da infecção, as amostras foram tratadas com o peptídeo Ac2-26 por 24 horas, fixadas, incluídas em parafina e analisadas histologicamente. Nesses explantes analisamos imuno-histoquímicamente as expressões da ANXA1, dos receptores FPR1 e FPR2, da enzima COX-2 e do T. gondii. Nos explantes tratados com Ac2-26, investigamos a taxa de parasitismo por ensaio colorimétrico de ?-galactosidase, a expressão gênica de ANXA1 e os níveis de PGE2 pelo método de ELISA. Resultados - Nas análises histopatológicas dos vilos placentários, infectados com T. gondii,observamos a presença de células inflamatórias e taquizoítas e, no pós-tratamento com o peptídeo Ac2-26,diminuição dos parasitos intracelulares por meio da técnica de ?-galactosidase. A expressão da proteína ANXA1, coincidente com o receptor FPR1, foi detectada no epitélio trofoblásticodos grupos controle e infectado. Ainda, nos explantes pós-infecção e pós-tratamentocom Ac2-26 a imunorreatividade foi observada no sinciciotrofoblasto. Não houve imunomarcação para o receptor FPR2. A expressão gênica para ANXA1 não diferenciou entre os grupos sem tratamento e tratados com Ac2-26 (30 ?M). Coincidente com a redução da infecção, após administração do peptídeo, também houve redução da expressão de COX-2 e dos níveis de PGE2.Conclusão - Em conjunto, nossos dados mostram que o peptídeo Ac2-26 induzefeito antiparasitário em modelo experimental de explantes de vilos placentários humanos. Nesse contexto, o receptor FPR1, COX-2 e PGE2podem estar envolvidos no controle da infecção por T. gondii. Introduction: Inplacental developmenttheinvasive processes, differentiation and adaptationthat occurin the bodyare intense.Some complicationsare related toinadequate developmentof the placenta, such as increased expression ofTh2 cytokineswhich can causeincreased susceptibilityto toxoplasmosis and consequently, placentaland fetalinfection.Several investigationsindicate that among theanti-inflammatory actions of the proteinannexinA1(ANXA1) isthe reduction ofcytokinelevels. This proteinhas also been linkedwithproliferativeandapoptotic processes, andstudies indicatethat their actionsmay be mediatedbyreceptors such asformylatedpeptides (FPR). Although theanti-inflammatory effects of ANXA1and its Ac2-26peptidehave beenexplored inseveral investigations, their activitiesduringplacental developmentare not yet fullyclarified.Aims- ANXA1 was evaluated in this studyin culture explants of humanplacentalvillous in thirdtrimester of pregnancy, infected or notwithToxoplasmagondii. Additionally,post-infected explants weretreated with theAc2-26peptide. Methods ?The explantswere cultured insupplementedRPMI, incubated at37oC in5% CO2 incubatorand afterwands, either infectedor not withT.gondiiRH strain. After 48 hoursof infection, samples were treated with theAc2-26peptide for 24 hours,fixed, embedded in paraffinandhistologically examined. Placentalvillousfromexplants were analyzed for immunohistochemicalto verify the expressions of ANXA1, formyl peptide receptors (FPR1 and FPR2) and COX-2 in placentas infected or not with T. gondii.Placentas from third trimester were treated with peptide Ac2-26.Gene expression of ANXA1 was also evaluated in treated samples by real time PCR.Theparasitism rate by?-galactosidase colorimetric assayand the levels ofPGE2by ELISA was detected.Results-Expressions ofANXA1protein are coincident with the FPR1receptorin trophoblasticofcontrol andinfectedgroups.After Ac2-26peptidetreatment,the intracellular parasites decrease and ANXA1 expression increase insyncytiotrophoblast cells. The expression ofCOX-2andPGE2 levelswere lower in the infected group compared with respective uninfected group without treatment. Conclusion -Together, our data highlight that Ac2-26 peptide is able to induce an anti-parasitic effect in placental explants of the advanced gestational age.In this context, the major indication isthat FPR1 receptor, COX-2 and PGE2 levels may be involved in thecontrol mechanism of T. gondiiinfectionsFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2013/08273-692 f.CARDOSO, Marystela Favero de Oliveira. Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii. 2015. 92 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Estrutural e Funcional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47973https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3674895ark:/48912/0013000025p1kporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessProcesso inflamatórioProteína Anexina A1Células cultivadasCiclo-oxigenase 2DinoprostonaToxoplasma gondiiInflammatory processProtein Annexin A1Explant cultureCOX-2PGE2Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondiiStudy of anti-inflammatory protein AnnexinA1 in explants cultures of human placental villous infected by Toxoplasma gondiiinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Biologia Estrutural e FuncionalCiências biológicasBiologia geralORIGINALMarystela Fávero de Oliveira Cardoso.pdfapplication/pdf4873851https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6bbddd3d-5e94-41b0-b4e6-791c2f33f4d1/download603a004547016bbff489357bff26f6d5MD5111600/479732025-05-12 10:01:57.475oai:repositorio.unifesp.br:11600/47973https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-05-12T10:01:57Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| dc.title.alternative.en.fl_str_mv |
Study of anti-inflammatory protein AnnexinA1 in explants cultures of human placental villous infected by Toxoplasma gondii |
| title |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| spellingShingle |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii Cardoso, Marystela Fávero de Oliveira [UNIFESP] Processo inflamatório Proteína Anexina A1 Células cultivadas Ciclo-oxigenase 2 Dinoprostona Toxoplasma gondii Inflammatory process Protein Annexin A1 Explant culture COX-2 PGE2 |
| title_short |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| title_full |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| title_fullStr |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| title_full_unstemmed |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| title_sort |
Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii |
| author |
Cardoso, Marystela Fávero de Oliveira [UNIFESP] |
| author_facet |
Cardoso, Marystela Fávero de Oliveira [UNIFESP] |
| author_role |
author |
| dc.contributor.advisorLattes.none.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/5102737730539655 |
| dc.contributor.authorLattes.none.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/6777183244032055 |
| dc.contributor.institution.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Cardoso, Marystela Fávero de Oliveira [UNIFESP] |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Oliani, Sonia Maria [UNIFESP] |
| contributor_str_mv |
Oliani, Sonia Maria [UNIFESP] |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Processo inflamatório Proteína Anexina A1 Células cultivadas Ciclo-oxigenase 2 Dinoprostona |
| topic |
Processo inflamatório Proteína Anexina A1 Células cultivadas Ciclo-oxigenase 2 Dinoprostona Toxoplasma gondii Inflammatory process Protein Annexin A1 Explant culture COX-2 PGE2 |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Toxoplasma gondii Inflammatory process Protein Annexin A1 Explant culture COX-2 PGE2 |
| description |
Introdução - No desenvolvimento placentário são intensos os processos de invasão, diferenciação e adaptação que ocorrem no organismo. Algumas complicações estão relacionadas com o desenvolvimento inadequado da placenta, como a expressão aumentada de citocinas tipo Th2, que podem causar maior susceptibilidade à toxoplasmose, consequentemente, à infecção placentária e fetal. Várias investigações indicam que entre as ações anti-inflamatórias da proteína anexina A1 (ANXA1) está a redução dos níveis das citocinas. Essa proteína também tem sido associada com processos proliferativos e apoptóticos, e estudos indicam que suas ações podem ser mediadas pelos receptores para peptídeos formilados (FPR). Embora os efeitos anti-inflamatórios da ANXA1 e do peptídeo Ac2-26, tenham sido explorados em diversas investigações, suas atividades durante o desenvolvimento placentário ainda não estão completamente esclarecidas. Objetivos -Considerando esses aspectos, avaliamosa ANXA1 em culturas de explantes dos vilos placentários humanos, de terceiro trimestre, infectados ou não com Toxoplasma gondii. Ainda, os explantespós-infecção foram tratados com o peptídeo Ac2-26.Métodos? Os vilos coriônicos placentários foram cultivados em meio RPMI suplementado, incubados a 37o C em estufa com 5% de CO2 e, após, infectados ou não com a cepa RH de T. gondii. Após 48 horas da infecção, as amostras foram tratadas com o peptídeo Ac2-26 por 24 horas, fixadas, incluídas em parafina e analisadas histologicamente. Nesses explantes analisamos imuno-histoquímicamente as expressões da ANXA1, dos receptores FPR1 e FPR2, da enzima COX-2 e do T. gondii. Nos explantes tratados com Ac2-26, investigamos a taxa de parasitismo por ensaio colorimétrico de ?-galactosidase, a expressão gênica de ANXA1 e os níveis de PGE2 pelo método de ELISA. Resultados - Nas análises histopatológicas dos vilos placentários, infectados com T. gondii,observamos a presença de células inflamatórias e taquizoítas e, no pós-tratamento com o peptídeo Ac2-26,diminuição dos parasitos intracelulares por meio da técnica de ?-galactosidase. A expressão da proteína ANXA1, coincidente com o receptor FPR1, foi detectada no epitélio trofoblásticodos grupos controle e infectado. Ainda, nos explantes pós-infecção e pós-tratamentocom Ac2-26 a imunorreatividade foi observada no sinciciotrofoblasto. Não houve imunomarcação para o receptor FPR2. A expressão gênica para ANXA1 não diferenciou entre os grupos sem tratamento e tratados com Ac2-26 (30 ?M). Coincidente com a redução da infecção, após administração do peptídeo, também houve redução da expressão de COX-2 e dos níveis de PGE2.Conclusão - Em conjunto, nossos dados mostram que o peptídeo Ac2-26 induzefeito antiparasitário em modelo experimental de explantes de vilos placentários humanos. Nesse contexto, o receptor FPR1, COX-2 e PGE2podem estar envolvidos no controle da infecção por T. gondii. |
| publishDate |
2015 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2015-01-29 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2018-07-30T11:45:31Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2018-07-30T11:45:31Z |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
CARDOSO, Marystela Favero de Oliveira. Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii. 2015. 92 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Estrutural e Funcional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47973 https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3674895 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/48912/0013000025p1k |
| identifier_str_mv |
CARDOSO, Marystela Favero de Oliveira. Investigação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em culturas de explantes de vilos placentários humanos infectados por Toxoplasma gondii. 2015. 92 f. Dissertação (Mestrado em Biologia Estrutural e Funcional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015. ark:/48912/0013000025p1k |
| url |
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47973 https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3674895 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
92 f. |
| dc.coverage.spatial.none.fl_str_mv |
São Paulo |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UNIFESP instname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) instacron:UNIFESP |
| instname_str |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| instacron_str |
UNIFESP |
| institution |
UNIFESP |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| collection |
Repositório Institucional da UNIFESP |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/6bbddd3d-5e94-41b0-b4e6-791c2f33f4d1/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
603a004547016bbff489357bff26f6d5 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
biblioteca.csp@unifesp.br |
| _version_ |
1863846194606768128 |