Influência de variações climáticas no desenvolvimento de úlceras digitais e gravidade do fenômeno de Raynaud em pacientes com esclerose sistêmica: estudo de coorte prospectivo e multicêntrico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Rosário e Souza, Eduardo José do [UNIFESP]
Orientador(a): Kayser, Cristiane [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001wnc8
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=4155186
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48434
Resumo: Introdução: A esclerose sistêmica (ES) é um dos maiores desafios com que se deparam os reumatologistas na prática clínica. A disfunção vascular, traduzida precocemente pelo Fenômeno de Raynaud (FRy), habitualmente a primeira manifestação, constitui pré-requisito para as características clínicas subsequentes da doença, como as úlceras digitais (UD). Este estudo foi desenvolvido para avaliar o comportamento de duas manifestações vasculares da ES, FRy e as UD em diferentes regiões do Brasil, um país de dimensões continentais e clima variado. Material e métodos: Este foi um estudo de coorte prospectivo, observacional e multicêntrico. Cento e quarenta e um pacientes com ES de acordo com os critérios de classificação ACR/EULAR de 2013, provenientes de centros localizados em quatro regiões geográficas do Brasil (Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) foram incluídos no período de 01 de janeiro a 20 de março de 2012 e seguidos por 48 semanas, através de visitas bimensais. Resultados: Entre os 141 pacientes, 87% eram mulheres, com idade média de 47,8 (DP 12,3) anos, e uma duração média da doença de 7,9 (DP 7,6) anos. No início do estudo um total de 43 UD ativas foram observadas em 23 (16%) dos pacientes. Vinte e seis (18,4%) pacientes eram da zona de clima subtropical e 115 (81,6%) a partir da zona de clima tropical, sem diferença de idade, sexo, duração do FRy e da doença entre os grupos. A ES cutânea limitada foi observada em 43% dos pacientes, 61,7% apresentavam cicatrizes em polpa digital e 12,1% tinham história de gangrena ou amputação. Utilizando modelo de regressão logística múltipla, incluindo as associações significativas observadas na análise univariada, a presença de UD foi significativamente associada com pacientes que vivem na zona de clima subtropical (odds ratio [OR]=3,5, intervalo de confiança de 95% [IC 95%]=1,10-11,28, P=0,034), com história prévia de necrose ou amputação (OR=4,7, 95% CI=1,20-19,10, P=0,026) e com um maior SHAQ (OR=4,7, 95% CI=1,81-12,5, P=0,002). Houve uma variação significativa na temperatura média diária, a temperatura média na semana antes da avaliação, a gravidade do FRy, o número e a duração dos ataques de FRy na última semana, e o SHAQ durante o acompanhamento (p<0,001). Em particular, houve um aumento significativo na gravidade do FRy e do número de ataques de FRy durante o outono e inverno (semanas 8, 16, 24 e 32) (p <0,001), o que foi associado com uma diminuição significativa na temperatura média diária e a temperatura média na semana antes da avaliação (p<0,001). Houve também um aumento significativo no número de pacientes com UDs na comparação entre o verão (baseline) e outono/inverno (semana 16) (23 pacientes versus 34 pacientes; p=0,035). Conclusões: Neste estudo multicêntrico de coorte e prospectivo, realizado em um país continental com regiões geográficas e climas distintos, os pacientes com ES que vivem em uma região mais fria (clima subtropical) apresentaram um risco mais elevado de desenvolver UD do que aqueles pacientes que vivem em uma região mais quente (clima tropical). Além disso, o risco de UD também foi associado com uma história prévia de necrose ou amputação e com uma maior pontuação SHAQ. De modo interessante, na análise longitudinal foi observada uma variação sazonal da gravidade do FRy e do número de pacientes com UD.
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Cento e quarenta e um pacientes com ES de acordo com os critérios de classificação ACR/EULAR de 2013, provenientes de centros localizados em quatro regiões geográficas do Brasil (Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) foram incluídos no período de 01 de janeiro a 20 de março de 2012 e seguidos por 48 semanas, através de visitas bimensais. Resultados: Entre os 141 pacientes, 87% eram mulheres, com idade média de 47,8 (DP 12,3) anos, e uma duração média da doença de 7,9 (DP 7,6) anos. No início do estudo um total de 43 UD ativas foram observadas em 23 (16%) dos pacientes. Vinte e seis (18,4%) pacientes eram da zona de clima subtropical e 115 (81,6%) a partir da zona de clima tropical, sem diferença de idade, sexo, duração do FRy e da doença entre os grupos. A ES cutânea limitada foi observada em 43% dos pacientes, 61,7% apresentavam cicatrizes em polpa digital e 12,1% tinham história de gangrena ou amputação. Utilizando modelo de regressão logística múltipla, incluindo as associações significativas observadas na análise univariada, a presença de UD foi significativamente associada com pacientes que vivem na zona de clima subtropical (odds ratio [OR]=3,5, intervalo de confiança de 95% [IC 95%]=1,10-11,28, P=0,034), com história prévia de necrose ou amputação (OR=4,7, 95% CI=1,20-19,10, P=0,026) e com um maior SHAQ (OR=4,7, 95% CI=1,81-12,5, P=0,002). Houve uma variação significativa na temperatura média diária, a temperatura média na semana antes da avaliação, a gravidade do FRy, o número e a duração dos ataques de FRy na última semana, e o SHAQ durante o acompanhamento (p<0,001). Em particular, houve um aumento significativo na gravidade do FRy e do número de ataques de FRy durante o outono e inverno (semanas 8, 16, 24 e 32) (p <0,001), o que foi associado com uma diminuição significativa na temperatura média diária e a temperatura média na semana antes da avaliação (p<0,001). Houve também um aumento significativo no número de pacientes com UDs na comparação entre o verão (baseline) e outono/inverno (semana 16) (23 pacientes versus 34 pacientes; p=0,035). Conclusões: Neste estudo multicêntrico de coorte e prospectivo, realizado em um país continental com regiões geográficas e climas distintos, os pacientes com ES que vivem em uma região mais fria (clima subtropical) apresentaram um risco mais elevado de desenvolver UD do que aqueles pacientes que vivem em uma região mais quente (clima tropical). Além disso, o risco de UD também foi associado com uma história prévia de necrose ou amputação e com uma maior pontuação SHAQ. De modo interessante, na análise longitudinal foi observada uma variação sazonal da gravidade do FRy e do número de pacientes com UD.Introduction: Systemic sclerosis (SSc) is one of the biggest challenges facing rheumatologists in clinical practice. Vascular dysfunction, translated by early Raynaud's phenomenon (RP), usually the first manifestation, is a prerequisite for subsequent clinical features of the disease, such as digital ulcer disease (DU). This study was designed to evaluate the behavior of two vascular manifestations of SSc, RP and DU in different regions of Brazil, a country of continental dimensions and varied climate. Material and methods: This was a prospective, observational, multicenter cohort. One hundred and forty-one patients with SSc according to the 2013 ACR/EULAR criteria for classification, from centers located in four regions of Brazil (Northeast, Midwest, Southeast and South) were included in the period of March 2012 and followed up for 48 weeks, through bimonthly visits. Results: Among the 141 patients, 87% were women, mean age of 47.8 (SD 12.3) years and mean disease duration of 7.9 (SD 7.6) years. At the beginning of the study a total of 43 active UD were observed in 23 (16%) patients. Twenty-six (18.4%) patients were from the subtropical climate zone and 115 (81.6%) from the tropical climate zone, without distinction of age, sex, duration of RP and disease between the groups. Using multiple logistic regression model, including the significant associations observed in the univariate analysis, the presence of UD was significantly associated with patients living in the subtropical climate zone (odds ratio [OR] = 3.5, 95% confidence interval [ 95% CI] = 1.10 to 11.28, P = 0.034), with a history of necrosis or amputation (OR = 4.7, 95% CI = 1.20 to 19.10, P = 0.026) and greater SHAQ (OR = 4.7, 95% CI = 1.81 to 12.5, P = 0.002). There was a significant variation in the average daily temperature, the average temperature in the week before the evaluation, the severity of RP, the number and duration of RP attacks last week, and the SHAQ during follow-up (p <0.001). In particular, there was a significant increase in the severity of RP and RP number of attacks during autumn and winter (weeks 8, 16, 24 and 32) (p <0.001), which was associated with a significant decrease in average temperature and daily average temperature in the week prior to the assessment (p<0.001). There was also a significant increase in the number of patients with DUs in the comparison between the summer (baseline) and autumn / winter (week 16) (23 patients versus 34 patients, p = 0.035). Conclusions: In this multicenter, prospective cohort study, performed in a continental country with different geographies and climates, patients with SSc who live in a colder region (subtropical) presented a higher risk of developing UD than those patients living in a warmer region (tropical climate). Furthermore, the risk of UD was also associated with a previous history of necrosis and amputation or greater SHAQ score. Interestingly in the longitudinal analysis, a seasonal variation in the severity of RP and in the number of patients with UD was observed.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)104 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=4155186ROSARIO E SOUZA, Eduardo José do. Influência de variações climáticas no desenvolvimento de úlceras digitais e gravidade do fenômeno de Raynaud em pacientes com esclerose sistêmica: estudo de coorte prospectivo e multicêntrico. 2016. 104 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde Aplicadas à Reumatologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.TESE DOUTORADO Eduardo José do Rosário e Souza - PDF A.pdfhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48434ark:/48912/001300001wnc8porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Esclerose sistêmicaFenômeno de raynaudÚlceras digitaisClima frioLocalização geográficaInfluência de variações climáticas no desenvolvimento de úlceras digitais e gravidade do fenômeno de Raynaud em pacientes com esclerose sistêmica: estudo de coorte prospectivo e multicêntricoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)Ciências da Saúde Aplicadas à ReumatologiaCiências da saúdeMedicinaORIGINALTESE DOUTORADO Eduardo José do Rosário e Souza - PDF A.pdfapplication/pdf3647278https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/eeff6cda-becb-4e53-b8a2-ca1dd2063784/downloada5787df45a17c55bf0b9023c9389b7d3MD5111600/484342024-11-22 15:49:51.025oai:repositorio.unifesp.br:11600/48434https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-11-22T15:49:51Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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