A língua e o outro: giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Mur, Jonas
Orientador(a): Carrasco, Alexandre de Oliveira Torres
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000276qw
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/61789
Resumo: Esta dissertação busca analisar os giros da linguagem no interior da obra de Jean-François Lyotard. Delimitamos esta pesquisa a partir da perspectiva dos estudos linguísticos, semióticos e da filosofia da linguagem, abordando, sobretudo, os escritos da década de 1970. Inicia-se com uma análise detalhada do seu doctorat d’État, o livro Discours, figure (1971), em que se toma como objeto a estética e a arte, designando o “figural” como elemento “fora da linguagem” (primeiro giro) a partir de um cruzamento da fenomenologia, estruturalismo e psicanálise. Em Dérive à partir de Marx et Freud (1973), Des dispositifs pulsionnels (1973) e Économie libidinale (1974), consolida-se uma “filosofia libidinal” em que se afirmam os “signostensores” por meio de uma metafísica pulsional engendrada pela “banda libidinal”. Seguem-se Instructions païennes (1977) e Rudiments païens (1977) afirmando as singularidades periféricas, isto é, forças antagônicas à unidade e ao centro que ele reúne sob o nome “paganismo”. No contexto de um tournant langagier, ocorre uma retração da sua “filosofia libidinal” prévia, direcionando-se a uma “linguagem sem fora” (segundo giro) que se situa no interior das análises discursivas na pragmática, dos paradoxos lógicos da sofística e dos jogos de linguagem. A heterogeneidade dos jogos de linguagem é apresentada em A condição pósmoderna (1979) e Au juste (1979); em seguida, a “linguagem sem fora” ontologizada se consolida nos “regimes de frase” e nos “gêneros de discurso” de Le différend (1983). Estimulada por uma divisão didática da obra elaborada por Alberto Gualandi (porém panorâmica na análise entre as continuidades e descontinuidades conceituais internas aos textos de Lyotard), a hipótese central que orienta esta dissertação consiste em mostrar que os deslocamentos teóricos na década de 1970, bem como as múltiplas concepções de linguagem de Lyotard movimentam-se em um “fora” e um “dentro” da linguagem, sobretudo por meio das noções de acontecimento e alteridade. Por fim, pretendemos introduzir em língua portuguesa o pensamento complexo e fecundo de Lyotard para além da sua importância nos estudos estéticos, ao destacar inovações nos estudos contemporâneos de epistemologia, linguagem, psicanálise, ética e política.
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spelling http://lattes.cnpq.br/9900707017877536Mur, Jonashttp://lattes.cnpq.br/2385165445956465Carrasco, Alexandre de Oliveira TorresGuarulhos2021-09-01T17:14:57Z2021-09-01T17:14:57Z2021-05-17Esta dissertação busca analisar os giros da linguagem no interior da obra de Jean-François Lyotard. Delimitamos esta pesquisa a partir da perspectiva dos estudos linguísticos, semióticos e da filosofia da linguagem, abordando, sobretudo, os escritos da década de 1970. Inicia-se com uma análise detalhada do seu doctorat d’État, o livro Discours, figure (1971), em que se toma como objeto a estética e a arte, designando o “figural” como elemento “fora da linguagem” (primeiro giro) a partir de um cruzamento da fenomenologia, estruturalismo e psicanálise. Em Dérive à partir de Marx et Freud (1973), Des dispositifs pulsionnels (1973) e Économie libidinale (1974), consolida-se uma “filosofia libidinal” em que se afirmam os “signostensores” por meio de uma metafísica pulsional engendrada pela “banda libidinal”. Seguem-se Instructions païennes (1977) e Rudiments païens (1977) afirmando as singularidades periféricas, isto é, forças antagônicas à unidade e ao centro que ele reúne sob o nome “paganismo”. No contexto de um tournant langagier, ocorre uma retração da sua “filosofia libidinal” prévia, direcionando-se a uma “linguagem sem fora” (segundo giro) que se situa no interior das análises discursivas na pragmática, dos paradoxos lógicos da sofística e dos jogos de linguagem. A heterogeneidade dos jogos de linguagem é apresentada em A condição pósmoderna (1979) e Au juste (1979); em seguida, a “linguagem sem fora” ontologizada se consolida nos “regimes de frase” e nos “gêneros de discurso” de Le différend (1983). Estimulada por uma divisão didática da obra elaborada por Alberto Gualandi (porém panorâmica na análise entre as continuidades e descontinuidades conceituais internas aos textos de Lyotard), a hipótese central que orienta esta dissertação consiste em mostrar que os deslocamentos teóricos na década de 1970, bem como as múltiplas concepções de linguagem de Lyotard movimentam-se em um “fora” e um “dentro” da linguagem, sobretudo por meio das noções de acontecimento e alteridade. Por fim, pretendemos introduzir em língua portuguesa o pensamento complexo e fecundo de Lyotard para além da sua importância nos estudos estéticos, ao destacar inovações nos estudos contemporâneos de epistemologia, linguagem, psicanálise, ética e política.This dissertation examines the language turns inside Jean-François Lyotard’s oeuvre. We narrow down this research through a perspective of linguistics, semiotics, and philosophy of language, focusing mainly on his writings of the 1970s. We begin with a detailed analysis of his doctorat d’État, Discourse, figure (1971), which aesthetics and art are taken as an object, and thus appointing the “figural” as a “language outside” element (first turn) amid a crossingover of phenomenology, structuralism and psychoanalys. In Dérive à partir de Marx et Freud (1973), Des dispositifs pulsionnels (1973) and Libidinal Economy (1974), a “libidinal philosophy” establishes itself when the “sign tensors” are affirmed through a metaphysical drive engendered by the “libidinal band”. These works are followed by Lessons in Paganism (1977) and Rudiments païens (1977), both claiming outskirts singularities, i. e., antagonistic forces between the unity and the center that he gathers under the label “paganism”. Throughout a linguistic turn situation, there is a withdrawal of his previous “libidinal philosophy”, moving towards a “language without outside” (second turn) located within the discourse analysis based in pragmatics, the logical paradoxes of sophistry and the language games. The heterogeneity of language games is shown in The Postmodern Condition (1979) and Just Gaming (1979); thereafter, an ontological “language without outside” establishes itself in The Differend’s (1983) “phrase regimens” and “genres of discourse”. Driven by a didactical division of Lyotard’s oeuvre drawn by Alberto Gualandi (albeit overlooked on his analysis between the conceptual follow-ups and gaps inside Lyotard’s texts), the main hypothesis that guides this dissertation is to show his theoretical shifts on the 1970s, along with Lyotard’s multiple views of language around an “outside” and an “inside”, especially through the notions of event and otherness/alterity. Finally, we intend to introduce Lyotard’s complex and fertile thought on Portuguese language, beyond its overt importance to aesthetics and philosophy of art, and by highlighting its innovations to contemporary epistemology, language theory, psychoanalysis, ethics and political theory.La présente dissertation veut analyser les tournants du langage dans l’œuvre de Jean-François Lyotard. Cette étude se concentre sur le point de vue des études linguistiques, sémiotiques et de la philosophie du langage, soulignant surtout les écrits des années 1970. Elle s’ouvre par une analyse approfondie de son doctorat d’État, le livre Discours, figure (1971), dont l’esthétique et l’art sont pris comme objet, en désignant le « figural » comme un élément « dehors du langage » (premier tour) depuis les passages croisés de la phénoménologie, du structuralisme et de la psychanalyse. Ensuite dans Dérive à partir de Marx et Freud (1973), Des dispositifs pulsionnels (1973) et Économie libidinale (1974), s’établit une « philosophie libidinale » dont s’affirment les « signes tenseurs » dès une métaphysique pulsionnelle engendrée par la « bande libidinale ». Puis se succèdent les Instructions païennes (1977) et Rudiments païens (1977), ces deux en affirmant les singularités périphériques, c’est-à-dire des forces antagonistes à l'unité et au centre qu’il recueille sous le nom de « paganisme ». Dans le contexte d’un tournant langagier, se produit une régression de sa précédente « philosophie libidinale », plutôt vers un « langage sans dehors » (deuxième tour) qui se situe à des analyses discursives sur la pragmatique, des paradoxes logiques de la sophistique et des jeux de langage. L’hétérogénéité des jeux de langage est à la fois présentée dans La condition postmoderne (1979) et Au juste (1979) ; alors, le « langage sans dehors » ontologisé s’établit comme « régimes de phrase » et les « genres de discours » dans Le différend (1983). Cette investigation a été motivée par une périodisation didactique de l’oeuvre réalisée par Alberto Gualandi (toutefois très synthétique à l’analyse entre les continuités et discontinuités conceptuelles qui ont lieu dans les textes de Lyotard) ; l’hypothèse centrale qui la guide est de démontrer que les déplacements théoriques des années 1970, ainsi que les plusieurs conceptions de Lyotard du langage se déplacent dans un « dehors » et un « dedans » du langage, notamment au long des notions d’événement et d’altérité. Enfin, nous avons le but d’introduire pour les lecteurs lusophones la pensée complexe et féconde de Lyotard, au-delà de son importance dans les études esthétiques, en soulignant les innovations à des études contemporaines de l'épistémologie, du langage, de la psychanalyse, de l'éthique et politique.Não recebi financiamento161 f.A língua e o outro: giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotardhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/61789ark:/48912/00130000276qwporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccesslinguagemestéticafenomenologiapragmáticapós-estruturalismolanguageaestheticsphenomenologypragmaticspost-structuralismlangageesthétiquephénoménologiepragmatiquepoststructuralismeA língua e o outro: giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotardinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)FilosofiaHistória da FilosofiaFilosofia Francesa ContemporâneaORIGINALDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdfDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdfDissertação de Mestradoapplication/pdf1387035https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5be2d47e-7599-472b-b457-411f49a97b04/download9c371e976bd3e74e6d13de759d8b7253MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85818https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ef2d4e42-2c32-4656-9fdb-d5100bd4b57a/download2e92afe2d62560d09755ed4fa5355971MD52TEXTDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdf.txtDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdf.txtExtracted texttext/plain104069https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/213680d1-811a-4832-b4c8-d8c6eee2c421/download8bfe291ae476cd84c66f56afdd27261aMD59THUMBNAILDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdf.jpgDissertação de Mestrado - A língua e o outro - giros da linguagem na obra de Jean-François Lyotard - Jonas Mur.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2824https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/29da311d-a621-4c99-a6dc-8bab93005e8e/downloadaa197d8e4467d4a27363cc953c014e4cMD51011600/617892024-08-09 18:31:10.344oai:repositorio.unifesp.br:11600/61789https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-09T18:31:10Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo 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description Esta dissertação busca analisar os giros da linguagem no interior da obra de Jean-François Lyotard. Delimitamos esta pesquisa a partir da perspectiva dos estudos linguísticos, semióticos e da filosofia da linguagem, abordando, sobretudo, os escritos da década de 1970. Inicia-se com uma análise detalhada do seu doctorat d’État, o livro Discours, figure (1971), em que se toma como objeto a estética e a arte, designando o “figural” como elemento “fora da linguagem” (primeiro giro) a partir de um cruzamento da fenomenologia, estruturalismo e psicanálise. Em Dérive à partir de Marx et Freud (1973), Des dispositifs pulsionnels (1973) e Économie libidinale (1974), consolida-se uma “filosofia libidinal” em que se afirmam os “signostensores” por meio de uma metafísica pulsional engendrada pela “banda libidinal”. Seguem-se Instructions païennes (1977) e Rudiments païens (1977) afirmando as singularidades periféricas, isto é, forças antagônicas à unidade e ao centro que ele reúne sob o nome “paganismo”. No contexto de um tournant langagier, ocorre uma retração da sua “filosofia libidinal” prévia, direcionando-se a uma “linguagem sem fora” (segundo giro) que se situa no interior das análises discursivas na pragmática, dos paradoxos lógicos da sofística e dos jogos de linguagem. A heterogeneidade dos jogos de linguagem é apresentada em A condição pósmoderna (1979) e Au juste (1979); em seguida, a “linguagem sem fora” ontologizada se consolida nos “regimes de frase” e nos “gêneros de discurso” de Le différend (1983). Estimulada por uma divisão didática da obra elaborada por Alberto Gualandi (porém panorâmica na análise entre as continuidades e descontinuidades conceituais internas aos textos de Lyotard), a hipótese central que orienta esta dissertação consiste em mostrar que os deslocamentos teóricos na década de 1970, bem como as múltiplas concepções de linguagem de Lyotard movimentam-se em um “fora” e um “dentro” da linguagem, sobretudo por meio das noções de acontecimento e alteridade. Por fim, pretendemos introduzir em língua portuguesa o pensamento complexo e fecundo de Lyotard para além da sua importância nos estudos estéticos, ao destacar inovações nos estudos contemporâneos de epistemologia, linguagem, psicanálise, ética e política.
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