Validação, reprodutibilidade e confiabilidade de dispositivos na mensuração da força muscular de ombro pelo The Athletic Shoulder Test em atletas de rugby union
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/74620 |
Resumo: | Introdução: A avaliação da força isométrica do ombro é relevante para reabilitação e desempenho esportivo. O Athletic Shoulder Test (ASH), tradicionalmente quantificado por plataforma de força (PF), é considerado referência, mas tem custo e disponibilidade limitados. Em esportes de contato como o rugby, métodos alternativos de menor custo podem ampliar o acesso à monitorização funcional. Objetivo: Avaliar a validade (correlação e concordância) de dispositivos portáteis de menor custo — dinamômetro isométrico portátil (DIP), balança digital (BD) e esfigmomanômetro (EM) — em comparação à PF durante o teste ASH. Métodos: Estudo transversal com 36 atletas de rugby. Força isométrica nas posições I, Y e T do ASH foi mensurada com PF, DIP, BD e EM (quando aplicável). Para análises de concordância PF vs dispositivos, utilizou‑se a subamostra de 25 atletas com dados completos do membro dominante; valores da PF foram convertidos de N para kgf (×0,10197). Confiabilidade teste‑reteste: ICC, EPM, MDCI. Concordância: Bland‑Altman. Resultados: O DIP apresentou melhor concordância com a PF nas três posições (viés = 3,15 kgf; LoA 95%: −15,70 a 21,99 kgf). A BD mostrou viés pequeno porém variabilidade moderada (5,00 kgf; LoA 95%: −14,90 a 24,90 kgf). O [SP/EM] exibiu maior discrepância (−23,40 kgf; LoA 95%: −111,20 a 64,40 kgf). Conclusão: O DIP é a alternativa mais precisa para mensurar força isométrica do ombro no ASH quando a PF não está disponível. A BD pode ser usada com cautela clínica. O EM apresentou variabilidade elevada e uso limitado. |
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Validação, reprodutibilidade e confiabilidade de dispositivos na mensuração da força muscular de ombro pelo The Athletic Shoulder Test em atletas de rugby unionAvaliaçãoOmbroForça muscularDinamômetroAssessmentShoulderMuscle strengthDynamometers3. Saúde e bem-estarIntrodução: A avaliação da força isométrica do ombro é relevante para reabilitação e desempenho esportivo. O Athletic Shoulder Test (ASH), tradicionalmente quantificado por plataforma de força (PF), é considerado referência, mas tem custo e disponibilidade limitados. Em esportes de contato como o rugby, métodos alternativos de menor custo podem ampliar o acesso à monitorização funcional. Objetivo: Avaliar a validade (correlação e concordância) de dispositivos portáteis de menor custo — dinamômetro isométrico portátil (DIP), balança digital (BD) e esfigmomanômetro (EM) — em comparação à PF durante o teste ASH. Métodos: Estudo transversal com 36 atletas de rugby. Força isométrica nas posições I, Y e T do ASH foi mensurada com PF, DIP, BD e EM (quando aplicável). Para análises de concordância PF vs dispositivos, utilizou‑se a subamostra de 25 atletas com dados completos do membro dominante; valores da PF foram convertidos de N para kgf (×0,10197). Confiabilidade teste‑reteste: ICC, EPM, MDCI. Concordância: Bland‑Altman. Resultados: O DIP apresentou melhor concordância com a PF nas três posições (viés = 3,15 kgf; LoA 95%: −15,70 a 21,99 kgf). A BD mostrou viés pequeno porém variabilidade moderada (5,00 kgf; LoA 95%: −14,90 a 24,90 kgf). O [SP/EM] exibiu maior discrepância (−23,40 kgf; LoA 95%: −111,20 a 64,40 kgf). Conclusão: O DIP é a alternativa mais precisa para mensurar força isométrica do ombro no ASH quando a PF não está disponível. A BD pode ser usada com cautela clínica. O EM apresentou variabilidade elevada e uso limitado. Introduction: The Athletic Shoulder Test (ASH), typically quantified with a force platform (FP), is a useful field measure of isometric shoulder strength but is costly and often unavailable in clinical or team environments. Lower-cost portable alternatives could expand access, particularly in collision sports such as rugby.Objective: To examine the validity (correlation and agreement) of lower-cost devices—a handheld isometric dynamometer (HHD), digital scale (DS), and sphygmomanometer (SPH)— against an FP during the ASH test. Methods: Cross-sectional study of 36 rugby athletes. Isometric force in ASH positions I, Y, and T was recorded with force platform (FP), HHD, DS and SPH (when feasible). FP‑referenced agreement analyses we used the subsample of 36 athletes with complete paired data for the dominant and non dominant limbs; FP forces (N) were converted to kgf (×0.10197) to match HHD/DS scales. Test‑retest reliability: ICC, Standard Error of Measurement (SEM), Minimal Detectable Change (MDC). Agreement: Bland–Altman. Results: The HHD demonstrated the closest agreement with FP across positions (bias 3.15 kgf; 95% LoA −15.70 to 21.99 kgf). The DS showed small bias with wider dispersion (bias 5.00 kgf; 95% LoA −14.90 to 24.90 kgf). The SPH showed large scatter and poor precision relative to FP; because SPH readings are in mmHg and were not converted to force, LoA are reported in the native pressure scale (data not directly comparable in kgf). Conclusion: The handheld isometric dynamometer is the most accurate low-cost alternative for measuring ASH shoulder force when a force platform is unavailable. A digital scale may be acceptable with clinical caution. The sphygmomanometer showed substantial variability and is not recommended for estimating absolute force.Não recebi financiamentoUniversidade Federal de São PauloAlbertini, Regiane [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2515657728339113http://lattes.cnpq.br/4825932513307842Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Fujita, André Polli [UNIFESP]2025-07-29T17:40:58Z2025-07-29T17:40:58Z2025-06-24info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion71 f.application/pdfFUJITA, André Polli. Validação, reprodutibilidade e confiabilidade de dispositivos na mensuração da força muscular de ombro pelo The Athletic Shoulder Test em atletas de rugby union. 2025. 71 f. Dissertação (Mestrado em Ciências do Movimento Humano e Reabilitação) - Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2025.Processo SEI 23089.007797/2025-13https://hdl.handle.net/11600/74620ark:/48912/001300001xvbqporSantos, SPinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESP2025-08-22T18:31:26Zoai:repositorio.unifesp.br:11600/74620Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652025-08-22T18:31:26Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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Validação, reprodutibilidade e confiabilidade de dispositivos na mensuração da força muscular de ombro pelo The Athletic Shoulder Test em atletas de rugby union Fujita, André Polli [UNIFESP] Avaliação Ombro Força muscular Dinamômetro Assessment Shoulder Muscle strength Dynamometers 3. Saúde e bem-estar |
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Introdução: A avaliação da força isométrica do ombro é relevante para reabilitação e desempenho esportivo. O Athletic Shoulder Test (ASH), tradicionalmente quantificado por plataforma de força (PF), é considerado referência, mas tem custo e disponibilidade limitados. Em esportes de contato como o rugby, métodos alternativos de menor custo podem ampliar o acesso à monitorização funcional. Objetivo: Avaliar a validade (correlação e concordância) de dispositivos portáteis de menor custo — dinamômetro isométrico portátil (DIP), balança digital (BD) e esfigmomanômetro (EM) — em comparação à PF durante o teste ASH. Métodos: Estudo transversal com 36 atletas de rugby. Força isométrica nas posições I, Y e T do ASH foi mensurada com PF, DIP, BD e EM (quando aplicável). Para análises de concordância PF vs dispositivos, utilizou‑se a subamostra de 25 atletas com dados completos do membro dominante; valores da PF foram convertidos de N para kgf (×0,10197). Confiabilidade teste‑reteste: ICC, EPM, MDCI. Concordância: Bland‑Altman. Resultados: O DIP apresentou melhor concordância com a PF nas três posições (viés = 3,15 kgf; LoA 95%: −15,70 a 21,99 kgf). A BD mostrou viés pequeno porém variabilidade moderada (5,00 kgf; LoA 95%: −14,90 a 24,90 kgf). O [SP/EM] exibiu maior discrepância (−23,40 kgf; LoA 95%: −111,20 a 64,40 kgf). Conclusão: O DIP é a alternativa mais precisa para mensurar força isométrica do ombro no ASH quando a PF não está disponível. A BD pode ser usada com cautela clínica. O EM apresentou variabilidade elevada e uso limitado. |
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