As associações do fenômeno inflammaging e fatores físicos em idosos ativos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santos, Carlos André Freitas dos [UNIFESP]
Orientador(a): Jacinto, Alessandro Ferrari [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300002drdf
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/74221
Resumo: Introdução: O inflammaging é um fenômeno que tem sido associado ao desenvolvimento e progressão de doenças comuns ao envelhecimento, como a sarcopenia e a síndrome da fragilidade. Se por um lado o aumento da gordura corporal está associado a um estado pró-inflamatório sistêmico, por outro lado, a prática regular de exercícios físicos pode atenuar o desenvolvimento desse cenário. Objetivo: investigar as associações entre o inflammaging, atividade física, composição corporal e o desempenho em testes físicos, em idosos ativos. Métodos: Para realização de dois estudos observacionais, foram recrutados idosos muito ativos e saudáveis. Para o primeiro estudo, uma análise transversal, participaram 70 idosas com idade média de 72,7 (± 6,2) anos, as quais foram separadas em grupos eutróficos, com sobrepeso e obesas. Foram avaliados: o índice de massa corporal (BMI) e circunferência da panturrilha; por bioimpedância: o percentual de gordura corporal (G%) e total (G kg); massa muscular esquelética (músculo) e massa livre de gordura, tanto em percentual (MLG %) quanto total (MLG kg); pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ): o tempo de atividade física de intensidade moderada por semana; por testes físicos: a força de preensão palmar (FPP), o teste de levantar e sentar na cadeira em 5 repetições (S/L 5x) e teste de salto vertical agachado (SA); além da determinação da concentração sérica de citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8 e IL-10) e das razões da citocina IL-10:citocinas inflamatórias. Já no segundo estudo, uma análise longitudinal, retrospectiva e prospectiva, participaram idosas (n = 18) e idosos (n = 7) (idade média = 73,8 ± 7,1) que foram avaliados antes da pandemia de COVID-19 (PRE), 12 meses após o distanciamento social (POST) e 10 meses após a retomada do treinamento físico (POST-TR). Foram avaliados: testes físicos [velocidade da marcha (VM) e timed-up-and-go-test (TUGT)]; força muscular (força de preensão palmar — FPP); a concentração sérica das citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8, IL-12p70, IFN-γ e IL-10) e as razões citocinas inflamatórias:IL-10.Resultados: Em relação ao primeiro estudo foi observado efeito positivo dos resultados do IPAQ sobre o TNF-α, do MLG(%) sobre a IL-10, do FPP e do SA sobre a IL-6, e efeito negativo da G(%) sobre IL-10/IL-6 e do SA sobre TNF-α. Constatou-se que as idosas eutróficas tinham maior MLG% e menor gordura corporal (kg e %) do que as outras idosas. Também, as eutróficas realizaram maior volume de atividade física semanal, saltaram mais alto e tinham maior concentração sérica de IL-6, maiores valores nas razões IL-10/IL-6, IL-10/TNF-α, IL-10/IL-8 comparadas com o grupo com sobrepeso. As idosas com obesidade tinham maior gordura corporal (kg e %) e menor MLG% do que todas as outras, além de maior concentração sérica de IL-6 do que as idosas com sobrepeso. Correlações negativas e positivas significativas entre composição corporal, testes físicos e concentrações séricas de citocinas foram encontradas intragrupo, nas voluntárias eutróficas e nas obesas. No segundo estudo, após 12 meses da pandemia as idosas apresentaram piora do desempenho nos testes GS e TUGT e os idosos pioraram a FPP. Neste mesmo período, em relação ao inflammaging, as mulheres tiveram redução da IL-10, IL-6 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10 e TNF-α/IL-10. Enquanto isso, os homens tiveram redução da IL-10 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10. Após a retomada do treinamento físico, as idosas melhoraram o desempenho no teste de GS e houve uma piora na FPP em relação a avaliação antes da pandemia. Entre os idosos, a FPF manteve-se inferior ao período anterior da pandemia. Em ambos os grupos houve um aumento da IL-10, uma redução da razão IL-8/IL-10 e um aumento da razão IL-12p70/IL-10. No grupo das mulheres, a IL-6 e a IL-8 tiveram seus valores inferiores ao período pré pandemia, e uma redução das razões IL-6/IL-10, TNF-α/IL-10 e IFN-γ/IL-10. Moderadas e fortes correlações, entre as variáveis físicas e o inflammaging, foram encontradas em ambos os grupos. Conclusões: No primeiro estudo, o efeito positivo do exercício físico crônico, da massa e força muscular gerou uma melhor regulação do inflammaging, contrapondo o efeito negativo da gordura corporal. Então as mulheres eutróficas tiveram vantagens por serem mais ativas, mais fortes e terem menos gordura. Em relação ao segundo estudo, o destreinamento físico imposto pela pandemia promoveu uma redução no desempenho físico e um desequilíbrio do fenômeno inflamatório. A retomada dos exercícios físicos não foi suficiente para gerar a recuperação da força muscular, e promoveu uma regulação do inflammaging de maneira distinta entre os grupos. O grupo feminino teve uma resposta de atenuação inflamatória mais robusta, enquanto no grupo masculino, os homens mais fortes tiveram uma regulação mais adequada do inflammaging. Para ambos os grupos, a citocina IL-10 parece ter papel central na regulação deste fenômeno inflamatório.
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Para o primeiro estudo, uma análise transversal, participaram 70 idosas com idade média de 72,7 (± 6,2) anos, as quais foram separadas em grupos eutróficos, com sobrepeso e obesas. Foram avaliados: o índice de massa corporal (BMI) e circunferência da panturrilha; por bioimpedância: o percentual de gordura corporal (G%) e total (G kg); massa muscular esquelética (músculo) e massa livre de gordura, tanto em percentual (MLG %) quanto total (MLG kg); pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ): o tempo de atividade física de intensidade moderada por semana; por testes físicos: a força de preensão palmar (FPP), o teste de levantar e sentar na cadeira em 5 repetições (S/L 5x) e teste de salto vertical agachado (SA); além da determinação da concentração sérica de citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8 e IL-10) e das razões da citocina IL-10:citocinas inflamatórias. Já no segundo estudo, uma análise longitudinal, retrospectiva e prospectiva, participaram idosas (n = 18) e idosos (n = 7) (idade média = 73,8 ± 7,1) que foram avaliados antes da pandemia de COVID-19 (PRE), 12 meses após o distanciamento social (POST) e 10 meses após a retomada do treinamento físico (POST-TR). Foram avaliados: testes físicos [velocidade da marcha (VM) e timed-up-and-go-test (TUGT)]; força muscular (força de preensão palmar — FPP); a concentração sérica das citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8, IL-12p70, IFN-γ e IL-10) e as razões citocinas inflamatórias:IL-10.Resultados: Em relação ao primeiro estudo foi observado efeito positivo dos resultados do IPAQ sobre o TNF-α, do MLG(%) sobre a IL-10, do FPP e do SA sobre a IL-6, e efeito negativo da G(%) sobre IL-10/IL-6 e do SA sobre TNF-α. Constatou-se que as idosas eutróficas tinham maior MLG% e menor gordura corporal (kg e %) do que as outras idosas. Também, as eutróficas realizaram maior volume de atividade física semanal, saltaram mais alto e tinham maior concentração sérica de IL-6, maiores valores nas razões IL-10/IL-6, IL-10/TNF-α, IL-10/IL-8 comparadas com o grupo com sobrepeso. As idosas com obesidade tinham maior gordura corporal (kg e %) e menor MLG% do que todas as outras, além de maior concentração sérica de IL-6 do que as idosas com sobrepeso. Correlações negativas e positivas significativas entre composição corporal, testes físicos e concentrações séricas de citocinas foram encontradas intragrupo, nas voluntárias eutróficas e nas obesas. No segundo estudo, após 12 meses da pandemia as idosas apresentaram piora do desempenho nos testes GS e TUGT e os idosos pioraram a FPP. Neste mesmo período, em relação ao inflammaging, as mulheres tiveram redução da IL-10, IL-6 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10 e TNF-α/IL-10. Enquanto isso, os homens tiveram redução da IL-10 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10. Após a retomada do treinamento físico, as idosas melhoraram o desempenho no teste de GS e houve uma piora na FPP em relação a avaliação antes da pandemia. Entre os idosos, a FPF manteve-se inferior ao período anterior da pandemia. Em ambos os grupos houve um aumento da IL-10, uma redução da razão IL-8/IL-10 e um aumento da razão IL-12p70/IL-10. No grupo das mulheres, a IL-6 e a IL-8 tiveram seus valores inferiores ao período pré pandemia, e uma redução das razões IL-6/IL-10, TNF-α/IL-10 e IFN-γ/IL-10. Moderadas e fortes correlações, entre as variáveis físicas e o inflammaging, foram encontradas em ambos os grupos. Conclusões: No primeiro estudo, o efeito positivo do exercício físico crônico, da massa e força muscular gerou uma melhor regulação do inflammaging, contrapondo o efeito negativo da gordura corporal. Então as mulheres eutróficas tiveram vantagens por serem mais ativas, mais fortes e terem menos gordura. Em relação ao segundo estudo, o destreinamento físico imposto pela pandemia promoveu uma redução no desempenho físico e um desequilíbrio do fenômeno inflamatório. A retomada dos exercícios físicos não foi suficiente para gerar a recuperação da força muscular, e promoveu uma regulação do inflammaging de maneira distinta entre os grupos. O grupo feminino teve uma resposta de atenuação inflamatória mais robusta, enquanto no grupo masculino, os homens mais fortes tiveram uma regulação mais adequada do inflammaging. Para ambos os grupos, a citocina IL-10 parece ter papel central na regulação deste fenômeno inflamatório. Background: Inflammaging is a phenomenon that has been associated with the development and progression of sarcopenia and frailty syndrome. While on the one hand, increased body fat is associated with a systemic pro-inflammatory state, on the other hand, regular physical exercise can mitigate the development of this scenario. Objective: To investigate the associations between inflammaging, physical activity, body composition, and performance in physical tests in active older people. Methods: To conduct two observational studies, very active and healthy old people were recruited. For the first study, a cross-sectional analysis, 70 old women with a mean age of 72.7 (± 6.2) years participated, who were divided into eutrophic, overweight and obese groups. The following were evaluated: body mass index (BMI) and calf circumference; By bioimpedance: body fat percentage (Fat%) and total fat (Fat kg), skeletal muscle mass (muscle), and free fat mass both in percentage (FFM%) and total (FFM kg); by the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ): the time of moderate-intensity physical activity per week; by physical tests: handgrip (HG), sit-up-stand-on-the-chair in 5 repetitions (Sit-up) and vertical squat jump test (SJ); in addition to the determination of serum cytokine concentration (IL-6, TNF-α, IL-8, and IL-10) and the ratios of IL-10 cytokine:inflammatory cytokines. However, for the second study, a longitudinal retrospective and prospective analysis, enrolled old women (n = 18) and old men (n = 7) (mean age = 73.8 ± 7.1), who were evaluated before the COVID-19 pandemic (PRE), 12 months after the lockdown (POST), and 10 months after resuming exercise training (POST-TR). Physical tests [gait speed (GS) and timed-up-and-go (TUG)]; muscle strength (handgrip—HG); and serum levels of cytokines (IL-6, TNF-α, IL-8, IL-12p70, IFN-γ and IL-10) and the ratios of inflammatory cytokines:IL-10 cytokine. Results: In relation to the first study, a positive effect of the IPAQ results on TNF-α, of FFM (%) on IL-10, of HG and SJ on IL-6, and a negative effect of Fat (%) on IL-10/IL-6 and of SJ on TNF-α were observed. It was observed that eutrophic old women had higher FFM% and lower body fat (kg and %) than other old women. Also, eutrophic women performed a greater volume of weekly physical activity, jumped higher and had higher serum concentrations of IL-6, higher values in the IL-10/IL-6, IL-10/TNF-α, IL-10/IL-8 ratios compared to the overweight group. The old women with obesity had higher body fat (kg and %) and lower FFM% than all others, in addition to higher serum concentrations of IL-6 than the old women with overweight. Other significant negative and positive correlations between body composition, physical tests and serum cytokine concentrations were found in the groups of eutrophic and obese women. In the second study, after 12 months of the pandemic, the old women showed worsening performance in the GS and TUGT tests, and the old men had worsening HG. In this same period, in relation to inflammaging, women had a reduction in IL-10, IL-6 and IL-12p70, and an increase in the IL-6/IL-10, IL-8/IL-10 and TNF-α/IL-10 ratios. Meanwhile, men had a reduction in IL-10 and IL-12p70, and an increase in the IL-6/IL-10 and IL-8/IL-10 ratios. After resuming physical training, the old women improved their performance in the GS test and there was a worsening in HG compared to the assessment before the pandemic. Among the old men, HG remained lower than before the pandemic. In both groups, there was an increase in IL-10, a reduction in the IL-8/IL-10 ratios, and an increase in the IL-12p70/IL-10 ratios. Only for women it was observed that IL-6 remained lower, and a reduction in the IL-6/IL-10, TNF-α/IL-10 and IFN-γ/IL-10 ratios. Significant correlations between the variables were found in both groups. Conclusions: In the first study, the positive effect of chronic physical exercise, muscle mass and strength generated better regulation of inflammaging, counteracting the negative effect of body fat. So eutrophic women had advantages because they were more active, stronger and had less fat. Regarding the second study, the physical detraining imposed by the pandemic promoted a reduction in physical performance and an imbalance in inflammatory characteristics. The resumption of physical exercise was not sufficient to generate recovery of muscle strength, and promoted a regulation of inflammaging in a different manner between the groups. The female group had a more robust inflammatory mitigation response, while in the male group, the stronger men had a more adequate regulation of inflammaging. For both groups, the cytokine IL-10 appears to play a central role in the regulation of this inflammatory phenomenon.alessandrojacinto@gmail.com115 f.SANTOS, Carlos André Freitas dos. As associações do fenômeno inflammaging e fatores físicos em idosos ativos. 2025. 115 f. Tese (Doutorado em Medicina Translacional) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo, 2025.https://hdl.handle.net/11600/74221ark:/48912/001300002drdfporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNão se aplicaEnvelhecimentoInflammagigAtividade físicaComposição corporalTestes físicos funcionaisCitocinasAgingPhysical activityBody compositionFunctional testsCytokine profileAs associações do fenômeno inflammaging e fatores físicos em idosos ativosAssociations between the inflammaging phenomenon and physical factors in active old peopleinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de Medicina (EPM)Medicina TranslacionalLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/ef4cbc31-6465-4442-b38f-5e8ae5aafbcd/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD52ORIGINALTese_Carlos André Freitas dos Santos.pdfTese_Carlos André Freitas dos 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description Introdução: O inflammaging é um fenômeno que tem sido associado ao desenvolvimento e progressão de doenças comuns ao envelhecimento, como a sarcopenia e a síndrome da fragilidade. Se por um lado o aumento da gordura corporal está associado a um estado pró-inflamatório sistêmico, por outro lado, a prática regular de exercícios físicos pode atenuar o desenvolvimento desse cenário. Objetivo: investigar as associações entre o inflammaging, atividade física, composição corporal e o desempenho em testes físicos, em idosos ativos. Métodos: Para realização de dois estudos observacionais, foram recrutados idosos muito ativos e saudáveis. Para o primeiro estudo, uma análise transversal, participaram 70 idosas com idade média de 72,7 (± 6,2) anos, as quais foram separadas em grupos eutróficos, com sobrepeso e obesas. Foram avaliados: o índice de massa corporal (BMI) e circunferência da panturrilha; por bioimpedância: o percentual de gordura corporal (G%) e total (G kg); massa muscular esquelética (músculo) e massa livre de gordura, tanto em percentual (MLG %) quanto total (MLG kg); pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ): o tempo de atividade física de intensidade moderada por semana; por testes físicos: a força de preensão palmar (FPP), o teste de levantar e sentar na cadeira em 5 repetições (S/L 5x) e teste de salto vertical agachado (SA); além da determinação da concentração sérica de citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8 e IL-10) e das razões da citocina IL-10:citocinas inflamatórias. Já no segundo estudo, uma análise longitudinal, retrospectiva e prospectiva, participaram idosas (n = 18) e idosos (n = 7) (idade média = 73,8 ± 7,1) que foram avaliados antes da pandemia de COVID-19 (PRE), 12 meses após o distanciamento social (POST) e 10 meses após a retomada do treinamento físico (POST-TR). Foram avaliados: testes físicos [velocidade da marcha (VM) e timed-up-and-go-test (TUGT)]; força muscular (força de preensão palmar — FPP); a concentração sérica das citocinas (IL-6, TNF-α, IL-8, IL-12p70, IFN-γ e IL-10) e as razões citocinas inflamatórias:IL-10.Resultados: Em relação ao primeiro estudo foi observado efeito positivo dos resultados do IPAQ sobre o TNF-α, do MLG(%) sobre a IL-10, do FPP e do SA sobre a IL-6, e efeito negativo da G(%) sobre IL-10/IL-6 e do SA sobre TNF-α. Constatou-se que as idosas eutróficas tinham maior MLG% e menor gordura corporal (kg e %) do que as outras idosas. Também, as eutróficas realizaram maior volume de atividade física semanal, saltaram mais alto e tinham maior concentração sérica de IL-6, maiores valores nas razões IL-10/IL-6, IL-10/TNF-α, IL-10/IL-8 comparadas com o grupo com sobrepeso. As idosas com obesidade tinham maior gordura corporal (kg e %) e menor MLG% do que todas as outras, além de maior concentração sérica de IL-6 do que as idosas com sobrepeso. Correlações negativas e positivas significativas entre composição corporal, testes físicos e concentrações séricas de citocinas foram encontradas intragrupo, nas voluntárias eutróficas e nas obesas. No segundo estudo, após 12 meses da pandemia as idosas apresentaram piora do desempenho nos testes GS e TUGT e os idosos pioraram a FPP. Neste mesmo período, em relação ao inflammaging, as mulheres tiveram redução da IL-10, IL-6 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10 e TNF-α/IL-10. Enquanto isso, os homens tiveram redução da IL-10 e IL-12p70, e aumento das razões IL-6/IL-10, IL-8/IL-10. Após a retomada do treinamento físico, as idosas melhoraram o desempenho no teste de GS e houve uma piora na FPP em relação a avaliação antes da pandemia. Entre os idosos, a FPF manteve-se inferior ao período anterior da pandemia. Em ambos os grupos houve um aumento da IL-10, uma redução da razão IL-8/IL-10 e um aumento da razão IL-12p70/IL-10. No grupo das mulheres, a IL-6 e a IL-8 tiveram seus valores inferiores ao período pré pandemia, e uma redução das razões IL-6/IL-10, TNF-α/IL-10 e IFN-γ/IL-10. Moderadas e fortes correlações, entre as variáveis físicas e o inflammaging, foram encontradas em ambos os grupos. Conclusões: No primeiro estudo, o efeito positivo do exercício físico crônico, da massa e força muscular gerou uma melhor regulação do inflammaging, contrapondo o efeito negativo da gordura corporal. Então as mulheres eutróficas tiveram vantagens por serem mais ativas, mais fortes e terem menos gordura. Em relação ao segundo estudo, o destreinamento físico imposto pela pandemia promoveu uma redução no desempenho físico e um desequilíbrio do fenômeno inflamatório. A retomada dos exercícios físicos não foi suficiente para gerar a recuperação da força muscular, e promoveu uma regulação do inflammaging de maneira distinta entre os grupos. O grupo feminino teve uma resposta de atenuação inflamatória mais robusta, enquanto no grupo masculino, os homens mais fortes tiveram uma regulação mais adequada do inflammaging. Para ambos os grupos, a citocina IL-10 parece ter papel central na regulação deste fenômeno inflamatório.
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