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Metabólitos especiais de Saururus cernuus L. (Saururaceae) com ação antiparasitária: aspectos químicos e farmacológicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Brito, Juliana Ribeiro de [UNIFESP]
Orientador(a): Lago, João Henrique Ghilardi [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001dtqp
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/73899
Resumo: Saururus cernuus L. (Saururaceae) é uma macrófita perene de água doce, introduzida no Brasil como uma espécie exótica. Quimicamente, S. cernuus acumula lignanas, alcalóides e terpenóides com atividades biológicas incluindo antitumoral, anti-inflamatória e antiviral. Com base nos estudos reportados, este trabalho propôs investigar pela primeira vez o potencial farmacológico associado às doenças negligenciadas como doença de chagas, leishmaniose e esquistossomose, bem como a desreplicação molecular de diferentes tecidos desta espécie. No que concerne os oléos essenciais, foram identificados 48 compostos, com a predominância do β-sesquifelandreno e (E)-cariofileno nas inflorescências e galhos, respectivamente, safrol e β-sesquifelandreno nas folhas, e nas raízes, o limoneno, α-pineno e o canfeno. Esses óleos apresentaram diferentes atividades contra tripomastigotas de T. cruzi, bem como toxicidade contra células de mamíferos NCTC. Seus respectivos valores de CE50 mostram que o óleo essencial dos galhos (CE50 de 8,8 μg/mL e CC50 < 200 μg/mL - IS >22,7) foi o óleo mais ativo comparativamente ao benznidazol (CE50 4,6 μg/mL e CC50 > 200 μg/mL – IS > 43,5). A atividade anti- T. cruzi dos compostos fixos isolados das folhas de S. cernuus (1 - 8) foi realizada contra tripomastigotas e amastigotas, e a citotoxicidade em mamíferos foi investigada usando células NCTC. O composto 2 foi o mais eficaz contra tripomastigotas com CE50 de 3,7 μM, enquanto o composto 3 mostrou atividade em ambas as formas do parasita, com valores de CE50 de 7,0 e 16,2 μM, respectivamente. Com base nesses resultados, os compostos 2 e 3 foram selecionados para avaliar o mecanismo de morte celular. O composto 2 induziu alteração na permeabilidade da membrana plasmática e, consequentemente, nos níveis de EROS após 120 min de incubação. Utilizando citometria de fluxo e microscopia de fluorescência, o composto 3 mostrou alterações no potencial da membrana mitocondrial (ΔΨm) dos tripomastigotas. Para a atividade anti-L. amazonensis, os compostos 9 e 10 foram os mais ativos, sendo que o composto 10 apresentou maior potencial contra promastigotas e amastigotas. Além disso, os efeitos desses compostos parecem atuar diretamente nas formas amastigotas, uma vez que as células hospedeiras não mostram sinais de ativação celular. Além disso, ambas as moléculas foram capazes interagir com a membrana plasmática do parasita e podem interferir no núcleo do parasita de L. amazonensis. No que concerne à atividade anti-helmíntica, as neolignanas 2 e 6, foram avaliadas in vitro contra vermes adultos do Schistosoma mansoni. Essas neolignanas apresentaram uma atividade significativa contra o trematódeo S. mansoni, com valores de CE50 entre 12,6 – 28,1 μM.
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No que concerne os oléos essenciais, foram identificados 48 compostos, com a predominância do β-sesquifelandreno e (E)-cariofileno nas inflorescências e galhos, respectivamente, safrol e β-sesquifelandreno nas folhas, e nas raízes, o limoneno, α-pineno e o canfeno. Esses óleos apresentaram diferentes atividades contra tripomastigotas de T. cruzi, bem como toxicidade contra células de mamíferos NCTC. Seus respectivos valores de CE50 mostram que o óleo essencial dos galhos (CE50 de 8,8 μg/mL e CC50 < 200 μg/mL - IS >22,7) foi o óleo mais ativo comparativamente ao benznidazol (CE50 4,6 μg/mL e CC50 > 200 μg/mL – IS > 43,5). A atividade anti- T. cruzi dos compostos fixos isolados das folhas de S. cernuus (1 - 8) foi realizada contra tripomastigotas e amastigotas, e a citotoxicidade em mamíferos foi investigada usando células NCTC. O composto 2 foi o mais eficaz contra tripomastigotas com CE50 de 3,7 μM, enquanto o composto 3 mostrou atividade em ambas as formas do parasita, com valores de CE50 de 7,0 e 16,2 μM, respectivamente. Com base nesses resultados, os compostos 2 e 3 foram selecionados para avaliar o mecanismo de morte celular. O composto 2 induziu alteração na permeabilidade da membrana plasmática e, consequentemente, nos níveis de EROS após 120 min de incubação. Utilizando citometria de fluxo e microscopia de fluorescência, o composto 3 mostrou alterações no potencial da membrana mitocondrial (ΔΨm) dos tripomastigotas. Para a atividade anti-L. amazonensis, os compostos 9 e 10 foram os mais ativos, sendo que o composto 10 apresentou maior potencial contra promastigotas e amastigotas. Além disso, os efeitos desses compostos parecem atuar diretamente nas formas amastigotas, uma vez que as células hospedeiras não mostram sinais de ativação celular. Além disso, ambas as moléculas foram capazes interagir com a membrana plasmática do parasita e podem interferir no núcleo do parasita de L. amazonensis. No que concerne à atividade anti-helmíntica, as neolignanas 2 e 6, foram avaliadas in vitro contra vermes adultos do Schistosoma mansoni. Essas neolignanas apresentaram uma atividade significativa contra o trematódeo S. mansoni, com valores de CE50 entre 12,6 – 28,1 μM. Saururus cernuus L. (Saururaceae) is a perennial freshwater macrophyte, introduced in Brazil as an exotic species. Chemically, S. cernuus accumulates lignans, alkaloids and terpenoids with biological activities including antitumor, anti-inflammatory and antiviral. Based on the reported studies, this work proposed to investigate for the first time the pharmacological potential associated with neglected diseases such as Chagas disease, leishmaniasis and schistosomiasis, as well as the molecular dereplication of different tissues of this species. With regard to essential oils, 48 compounds were identified, with a predominance of β-sesquiphelandrene and (E)-caryophyllene in the inflorescences and branches, respectively, safrole and β-sesquiphelandrene in the leaves, and in the roots, limonene, α-pinene and camphene. These oils showed different activities against T. cruzi trypomastigotes, as well as toxicity against NCTC mammalian cells. Their respective EC50 values show that the essential oil of twigs (EC50 of 8.8 μg/mL and CC50 < 200 μg/mL - IS >22.7) was the most active oil compared to benznidazole (EC50 4.6 μg/mL mL and CC50 > 200 μg/mL – IS > 43.5). The anti-T. cruzi activity of fixed compounds isolated from S. cernuus leaves (1 - 8) was performed against trypomastigotes and amastigotes, and cytotoxicity in mammals was investigated using NCTC cells. Compound 2 was the most effective against trypomastigotes with EC50 of 3.7 μM, while compound 3 showed activity in both forms of the parasite, with EC50 values of 7.0 and 16.2 μM, respectively. Based on these results, compounds 2 and 3 were selected to evaluate the mechanism of cell death. Compound 2 induced changes in plasma membrane permeability and, consequently, in ROS levels after 120 min of incubation. Using flow cytometry and fluorescence microscopy, compound 3 showed changes in mitochondrial membrane potential (ΔΨm) of trypomastigotes. For anti-L. amazonensis, compounds 9 and 10 were the most active, and compound 10 showed greater potential against promastigotes and amastigotes. Furthermore, the effects of these compounds seem to act directly on amastigotes, since host cells do not show signs of cell activation. Furthermore, both molecules were able to interact with the parasite's plasma membrane and could interfere with the nucleus of the L. amazonensis parasite. With regard to anthelmintic activity, neolignans 2 and 6 were evaluated in vitro against adult worms of Schistosoma mansoni. These neolignans showed significant activity against the fluke S. mansoni, with EC50 values between 12.6 – 28.1 μM.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)joaohglago@gmail.com207 f.https://hdl.handle.net/11600/73899ark:/48912/001300001dtqpporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessNão se aplicaSaururus cernuus L.,Óleos essenciaisDoença de ChagasLeishmanioseEsquistossomoseEssential oilsChagas diseaseLeishmaniasisSchistosomiasisMetabólitos especiais de Saururus cernuus L. (Saururaceae) com ação antiparasitária: aspectos químicos e farmacológicosinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF)Biologia QuímicaORIGINALTESE DOUTORADO Juliana R Brito.pdfTESE DOUTORADO Juliana R Brito.pdfapplication/pdf15145361https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/71c44165-943c-4e9d-93e8-5254c97fa20f/download074bcceaf3a82c30a7d94064b8ffbcb4MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-86456https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/5111d6d0-f397-455c-8ffb-0b6451dccdac/download79881d6dea480587c66312d1102a8942MD52TEXTTESE DOUTORADO Juliana R Brito.pdf.txtTESE DOUTORADO Juliana R Brito.pdf.txtExtracted texttext/plain102571https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/78266961-da65-4cab-b66a-c56f3ba233f1/download7b28969764687787ef58300b8b49912fMD54THUMBNAILTESE 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Brito, Juliana Ribeiro de [UNIFESP]
Saururus cernuus L.,
Óleos essenciais
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Esquistossomose
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description Saururus cernuus L. (Saururaceae) é uma macrófita perene de água doce, introduzida no Brasil como uma espécie exótica. Quimicamente, S. cernuus acumula lignanas, alcalóides e terpenóides com atividades biológicas incluindo antitumoral, anti-inflamatória e antiviral. Com base nos estudos reportados, este trabalho propôs investigar pela primeira vez o potencial farmacológico associado às doenças negligenciadas como doença de chagas, leishmaniose e esquistossomose, bem como a desreplicação molecular de diferentes tecidos desta espécie. No que concerne os oléos essenciais, foram identificados 48 compostos, com a predominância do β-sesquifelandreno e (E)-cariofileno nas inflorescências e galhos, respectivamente, safrol e β-sesquifelandreno nas folhas, e nas raízes, o limoneno, α-pineno e o canfeno. Esses óleos apresentaram diferentes atividades contra tripomastigotas de T. cruzi, bem como toxicidade contra células de mamíferos NCTC. Seus respectivos valores de CE50 mostram que o óleo essencial dos galhos (CE50 de 8,8 μg/mL e CC50 < 200 μg/mL - IS >22,7) foi o óleo mais ativo comparativamente ao benznidazol (CE50 4,6 μg/mL e CC50 > 200 μg/mL – IS > 43,5). A atividade anti- T. cruzi dos compostos fixos isolados das folhas de S. cernuus (1 - 8) foi realizada contra tripomastigotas e amastigotas, e a citotoxicidade em mamíferos foi investigada usando células NCTC. O composto 2 foi o mais eficaz contra tripomastigotas com CE50 de 3,7 μM, enquanto o composto 3 mostrou atividade em ambas as formas do parasita, com valores de CE50 de 7,0 e 16,2 μM, respectivamente. Com base nesses resultados, os compostos 2 e 3 foram selecionados para avaliar o mecanismo de morte celular. O composto 2 induziu alteração na permeabilidade da membrana plasmática e, consequentemente, nos níveis de EROS após 120 min de incubação. Utilizando citometria de fluxo e microscopia de fluorescência, o composto 3 mostrou alterações no potencial da membrana mitocondrial (ΔΨm) dos tripomastigotas. Para a atividade anti-L. amazonensis, os compostos 9 e 10 foram os mais ativos, sendo que o composto 10 apresentou maior potencial contra promastigotas e amastigotas. Além disso, os efeitos desses compostos parecem atuar diretamente nas formas amastigotas, uma vez que as células hospedeiras não mostram sinais de ativação celular. Além disso, ambas as moléculas foram capazes interagir com a membrana plasmática do parasita e podem interferir no núcleo do parasita de L. amazonensis. No que concerne à atividade anti-helmíntica, as neolignanas 2 e 6, foram avaliadas in vitro contra vermes adultos do Schistosoma mansoni. Essas neolignanas apresentaram uma atividade significativa contra o trematódeo S. mansoni, com valores de CE50 entre 12,6 – 28,1 μM.
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