Itinerário terapêutico de pessoas com hanseníase e deficiência adquirida: a análise do diagnóstico tardio

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Hespanhol, Mirella Chaves Laragnoit [UNIFESP]
Orientador(a): Uchôa-Figueiredo, Lúcia da Rocha [UNIFESP]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/00130000283p2
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8475688
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59086
Resumo: A hanseníase é uma doença transmissível, negligenciada e incapacitante. No Brasil, foram diagnosticados 25.218 casos novos de hanseníase no ano de 2016. A endemia segue alvo de estudos, uma vez que se observa a redução da prevalência da doença, mas com contínuo registro de casos novos ao ano e distribuição heterogênea pelo país. No diagnóstico, observam-se percentuais expressivos de avaliação de incapacidade grau II. Ou seja: pessoas que apresentam deficiências adquiridas em razão da doença. Só no Estado de São Paulo, 14,1% dos novos casos apresentaram grau II em 2016, um indicador epidemiológico que evidencia o diagnóstico tardio. Este trabalho teve como objetivo analisar o itinerário terapêutico da pessoa com hanseníase e deficiência adquirida identificada no diagnóstico. Trata-se de um estudo qualitativo do tipo exploratório e descritivo. Os dados produzidos foram obtidos através de levantamento epidemiológico, análise documental e entrevista em profundidade com pessoas com hanseníase. Além disso, o material foi submetido à análise de conteúdo, categoria temática. O cenário escolhido foram dois municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista: Praia Grande e São Vicente. Importante destacar que as cidades apresentaram semelhanças na constituição dos serviços de saúde, com perfis epidemiológicos parecidos. Em 2016, o grau II foi identificado em 16,66 % dos pacientes em São Vicente e em 15,38%, em Praia Grande. Para a realização do trabalho, foram entrevistados todos os participantes elegíveis, sendo três homens e uma mulher, com idades entre 45 e 61 anos. Do total, três estão aposentados por invalidez e um continua trabalhando. Importante destacar que os participantes apresentaram distintas trajetórias assistenciais para alcançar o cuidado em saúde. No encaminhamento, foram valorizadas as alterações estéticas causadas pela doença e ignoradas as alterações funcionais e as deficiências adquiridas. Já as categorias foram caracterizadas em quatro temáticas: cuidado em saúde; corpo na hanseníase; incapacidades na hanseníase e diagnóstico tardio. Através da análise dos intrincados itinerários terapêuticos, concluiu-se que os fatores que contribuíram para o diagnóstico tardio foram: a negligência na atenção as necessidades de saúde, observada pela dificuldade dos participantes em acessar o diagnóstico e tratamento oportuno da hanseníase; entrelaçamento histórico entre a “lepra” e a hanseníase que perpetua o estigma; ausência de informação sobre os sinais e sintomas da hanseníase entre a população ea inabilidade dos profissionais para o diagnóstico que contribuíram para a invalidação das queixas das pessoas adoecidas e demonstraram a fragilidade do cuidado. O estudo revelou o protagonismo dos participantes que, através do agir leigo, em busca de cuidado, modelam o sistema de saúde, demonstrando assim a real plasticidade dos recursos em saúde. Além disso, demonstrou para o serviço de referência sua responsabilidade, com novos desafios e enfrentamentos nos possíveis avanços em educação em saúde para a sensibilização e informação para o diagnóstico da hanseníase. Por fim, destacou ainda o itinerário terapêutico como ferramenta potente para a análise da atenção e do cuidado em saúde.
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Este trabalho teve como objetivo analisar o itinerário terapêutico da pessoa com hanseníase e deficiência adquirida identificada no diagnóstico. Trata-se de um estudo qualitativo do tipo exploratório e descritivo. Os dados produzidos foram obtidos através de levantamento epidemiológico, análise documental e entrevista em profundidade com pessoas com hanseníase. Além disso, o material foi submetido à análise de conteúdo, categoria temática. O cenário escolhido foram dois municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista: Praia Grande e São Vicente. Importante destacar que as cidades apresentaram semelhanças na constituição dos serviços de saúde, com perfis epidemiológicos parecidos. Em 2016, o grau II foi identificado em 16,66 % dos pacientes em São Vicente e em 15,38%, em Praia Grande. Para a realização do trabalho, foram entrevistados todos os participantes elegíveis, sendo três homens e uma mulher, com idades entre 45 e 61 anos. Do total, três estão aposentados por invalidez e um continua trabalhando. Importante destacar que os participantes apresentaram distintas trajetórias assistenciais para alcançar o cuidado em saúde. No encaminhamento, foram valorizadas as alterações estéticas causadas pela doença e ignoradas as alterações funcionais e as deficiências adquiridas. Já as categorias foram caracterizadas em quatro temáticas: cuidado em saúde; corpo na hanseníase; incapacidades na hanseníase e diagnóstico tardio. Através da análise dos intrincados itinerários terapêuticos, concluiu-se que os fatores que contribuíram para o diagnóstico tardio foram: a negligência na atenção as necessidades de saúde, observada pela dificuldade dos participantes em acessar o diagnóstico e tratamento oportuno da hanseníase; entrelaçamento histórico entre a “lepra” e a hanseníase que perpetua o estigma; ausência de informação sobre os sinais e sintomas da hanseníase entre a população ea inabilidade dos profissionais para o diagnóstico que contribuíram para a invalidação das queixas das pessoas adoecidas e demonstraram a fragilidade do cuidado. O estudo revelou o protagonismo dos participantes que, através do agir leigo, em busca de cuidado, modelam o sistema de saúde, demonstrando assim a real plasticidade dos recursos em saúde. Além disso, demonstrou para o serviço de referência sua responsabilidade, com novos desafios e enfrentamentos nos possíveis avanços em educação em saúde para a sensibilização e informação para o diagnóstico da hanseníase. Por fim, destacou ainda o itinerário terapêutico como ferramenta potente para a análise da atenção e do cuidado em saúde.Leprosy is a transmissible, neglected and incapacitating disease. In Brazil, 25,218 new cases of leprosy were diagnosed in 2016. The endemic disease continues to be the subject of studies, since it is observed a reduction in the prevalence of the illness, but with continuous registration of new cases per year and heterogeneous distribution throughout the country. In the diagnosis, expressive percentages of grade II disability assessment observed, that is, people who have acquired deficiencies due to the disease. In the state of São Paulo in the year 2016, 14.1% of the new cases presented grade II, as an epidemiological indicator that evidences the late diagnosis. This study aimed to analyze the therapeutic itinerary of the person with leprosy and acquired deficiency identified in the diagnosis. This is a qualitative study of the exploratory and descriptive type. The data produced obtained through epidemiological survey, documental analysis and in-depth interviews with people with leprosy; the material was submitted to content analysis, thematic category. The scenario chosen were two municipalities in the metropolitan region of BaixadaSantista: Praia Grande and São Vicente. The municipalities showed similarities in the Constitution of health services, with similar epidemiological profiles and in the year 2016, the occurrence of grade II was identified in 15.38% of the patients evaluated in Praia Grande and in 16.66% in São Vicente. All eligible participants were interviewed, totaling 4 people, 3 men and one woman, age between 45 and 61 years, 3 were retired due to disability and 1 continued to exercise the work. The participants presented distinct care trajectories to achieve healthcare. The categories weredivided in four themes: health care; Body in leprosy; Incapacities in leprosy and late diagnosis. Through the analysis of the intricate therapeutic itineraries, concluding that the factors that contributed to the late diagnosis were: the neglect in attention the health needs, observed by the difficulty of the participants in accessing the diagnosis and timely treatment of leprosy. The historical intertwining between "leper" and leprosy that perpetuates the stigma; Absence of information on the signs and symptoms of leprosy among the population. The inability of the professionals for the diagnosis that contributed to the invalidation of the complaints of the sick people and demonstrated the fragility of care. The study revealed the role of the participants who, through the lay act, in search of care, models the health system, thus demonstrating the real plasticity of health resources. It revealed to the reference service its responsibility, with new challenges and confrontations in the possible advances in health education for the awareness and information for the diagnosis of leprosy. Also emphasized the study of the therapeutic itinerary as a powerful tool for the analysis of health care.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019)146 p.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=8475688MIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/59086ark:/48912/00130000283p2porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessSaúde PúblicaHanseníasePessoa Com DeficiênciaDiagnóstico TardioItinerário TerapêuticoPublic HealthLeprosyDisabled PersonLate DiagnosisTherapeutic ItineraryItinerário terapêutico de pessoas com hanseníase e deficiência adquirida: a análise do diagnóstico tardioinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPBaixada Santista, Instituto de Saúde e SociedadeSão Paulo, Escola Paulista de EnfermagemEnsino em Ciências da SaúdeEnsino em Ciências da SaúdeAvaliação, Currículo, Docência e Formação em SaúdeORIGINALMIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdfapplication/pdf2053485https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/3bc0e920-8ef9-41e7-b79b-e0b70036b1ad/download85706915fc1bb2678967a464bbc39a1bMD51TEXTMIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdf.txtMIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdf.txtExtracted texttext/plain103472https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/a1d6c07f-2523-4339-b057-4df82c8231d6/download0f7369b181738909c37aa55d0da45d62MD55THUMBNAILMIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdf.jpgMIRELLA CHAVES LARAGNOIT HESPANHOL.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3034https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/2f89d259-6190-46dc-9a68-8b612042f299/download67c53c84dff9327cb938116cb91a6198MD5611600/590862024-08-10 18:34:16.112oai:repositorio.unifesp.br:11600/59086https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-10T18:34:16Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false
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Hespanhol, Mirella Chaves Laragnoit [UNIFESP]
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