Estudo da repercussão da cirurgia por via transvaginal sobre a microbiota vaginal
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | A busca por cirurgias minimamente invasivas é cada vez mais frequente, com o objetivo do uso de incisões cada vez menores, visando minimizar a inflamação decorrente do trauma cirúrgico. As cirurgias por via transvaginal vaginal mostraram benefícios relacionados ao acesso direto a órgãos pélvicos, rápida recuperação, menor índice de complicação e baixo custo. No entanto, relatos na literatura questionam um possível risco maior de infecção de sitio cirúrgico comparada à via abdominal e laparoscópica, pela presença da microbiota da mucosa vaginal. Objetivo: Avaliar o efeito da cirurgia por via transvaginal e sua relação com infecção de sitio cirúrgico, a antissepsia e a microbiota vaginal. Métodos: As pacientes (n=34) foram submetidas a laqueadura tubária pela via transvaginal e avaliadas quanto a: efeito da antissepsia por meio de culturas microbiana e por PCR real time; infecção pós operatória; e equilíbrio da microbiota vaginal por PCR real time e sequenciamento no período de 7 e 30 dias de pós operatório. Resultados: A antissepsia promoveu redução significante dos microrganismo da mucosa vaginal e nenhuma paciente do estudo apresentou infecção de sitio cirúrgico. Os procedimentos envolvidos na cirurgia transvaginal alteraram a microbiota e não permitiram a recuperação quanto a proporção e diversidade dos gêneros nos períodos estudado. Conclusões: 1) A via transvaginal não foi um fator de risco a infecção do sítio cirúrgico. 2) A redução microbiana da cavidade vaginal por antissepsia foi significante e este fato pode ter contribuído na prevenção de infecção de sítio cirúrgico. 3) A recuperação da microbiota vaginal ocorreu de forma quantitativa e não quanto à diversidade e proporção de gêneros bacterianos no período de 30 dias de pós operatório. |
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Métodos: As pacientes (n=34) foram submetidas a laqueadura tubária pela via transvaginal e avaliadas quanto a: efeito da antissepsia por meio de culturas microbiana e por PCR real time; infecção pós operatória; e equilíbrio da microbiota vaginal por PCR real time e sequenciamento no período de 7 e 30 dias de pós operatório. Resultados: A antissepsia promoveu redução significante dos microrganismo da mucosa vaginal e nenhuma paciente do estudo apresentou infecção de sitio cirúrgico. Os procedimentos envolvidos na cirurgia transvaginal alteraram a microbiota e não permitiram a recuperação quanto a proporção e diversidade dos gêneros nos períodos estudado. Conclusões: 1) A via transvaginal não foi um fator de risco a infecção do sítio cirúrgico. 2) A redução microbiana da cavidade vaginal por antissepsia foi significante e este fato pode ter contribuído na prevenção de infecção de sítio cirúrgico. 3) A recuperação da microbiota vaginal ocorreu de forma quantitativa e não quanto à diversidade e proporção de gêneros bacterianos no período de 30 dias de pós operatório.The search for minimally invasive surgeries is increasingly frequent, aiming at the use of smaller incisions, in order to minimize inflammation resulting from surgical trauma. The transvaginal route showed benefits related to direct access to pelvic organs, fast recovery, lower complication rate and low cost. However, reports in the literature question a possible increased risk of surgical site infection compared to the abdominal and laparoscopic access, due to the presence of the microbiota of the vaginal mucosa. Objective: To evaluate the effect of vaginal surgery and its relation with surgical site infection, antisepsis and vaginal microbiota. Methods: Patients (n = 34) were submitted to tubal ligation through the vaginal access and evaluated for: antisepsis effect by microbial cultures and by real time PCR; postoperative infection; and balance of the vaginal microbiota by real time PCR and sequencing at the 7 and 30 postoperative days. Results: Antisepsis promoted a significant reduction of the microorganism of the vaginal mucosa and no patient in the study had surgical site infection. The procedures involved in transvaginal route altered the microbiota and did not allow the recovery of the proportion and diversity of the bacterial genera in the studied periods. Conclusions: 1) The transvaginal access was not a risk factor for surgical site infection. 2) The microbial reduction of the vaginal cavity by antisepsis was significant and this fact may have contributed to the prevention of surgical site infection 3) The recovery of the vaginal microbiota occurred quantitatively but not for the diversity and proportion of bacterial genera in the period of 30 postoperative days.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2017)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)76 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=5439359http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/50358ark:/48912/001300001zcnnporUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessAntissepsiaMicrobiotaControle de infecçõesInfecções bacterianasAntisepsisMicrobiomeInfection controlBacterial infectionEstudo da repercussão da cirurgia por via transvaginal sobre a microbiota vaginalStudy of the repercussion of transvaginal surgery on the vaginal microbiotainfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola Paulista de MedicinaCiência cirúrgica interdisciplinarEfeitos Decorrentes de Proced. Biológicos ExperimentaisAlterações Funcionais e Histopatológicas Pós-OperatóriasORIGINALKarine Rhein Gavioli PDFA.pdfKarine Rhein Gavioli PDFA.pdfDissertação de mestradoapplication/pdf1210933https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/252c5c0e-b5ef-4bab-9240-fa9b39e3fc7e/downloaddb7f5e175307a0eb5158a1d14e4477f8MD51TEXTKarine Rhein Gavioli PDFA.pdf.txtKarine Rhein Gavioli PDFA.pdf.txtExtracted texttext/plain116015https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/f9863f92-01e0-413f-87ee-598d15382864/download00a00900ad51a448b2c36993c3bad994MD52THUMBNAILKarine Rhein Gavioli PDFA.pdf.jpgKarine Rhein Gavioli PDFA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2571https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/87d25edb-1095-4cfa-a1ff-81e6812725b0/download4096db75544295b21942737c9bdaec52MD5311600/503582024-08-02 16:37:54.489oai:repositorio.unifesp.br:11600/50358https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-02T16:37:54Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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