O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/48912/001300001dgtp |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/11600/71636 |
Resumo: | A classificação no Esporte Paralímpico é constituída como um fator de nivelamento, agrupando os atletas em classes com funcionalidades de movimento ou deficiências semelhantes sendo dividida em: classificação oftalmológica para os atletas com deficiência visual; psicológica para os atletas com deficiência intelectual; e funcional para os atletas com deficiência física. Nesse sentido, as organizações que regem as modalidades Paralímpicas, devem assegurar que os sistemas de classificação sejam válidos com base em evidências científicas. Contudo, o que não está claro é se o alcance das evidências de Classificação definidos no Código de Classificação do IPC tem alcançado de maneira justa as competições, como no caso da deficiência visual que pode não sustentar o discurso da justiça esportiva. No paraciclismo, a deficiência visual é inserida com a prática através de uma bicicleta tandem (bicicleta dupla), com um atleta que enxerga conduzindo e pedalando à frente e o atleta com deficiência visual pedalando atrás. Dessa forma, todas as classes da deficiência visual, (B1, B2 e B3), competem juntas. Diante disso, o presente estudo buscou identificar se o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Para tanto, foi realizada uma pesquisa mista baseada nas especificidades exigidas pela modalidade, através da técnica de triangulação concorrente. Assim, o estudo dividiu-se em: 1. Seção qualitativa estruturada por um artigo com um levantamento descritivo a fim de analisar a relação desempenho e o nível de perda visual durante a prática do paraciclismo sob a perspectiva do atleta com deficiência visual e atleta piloto; 2. Seção quantitativa estruturada em um artigo com um levantamento descritivo correlacional, no qual foi analisada a correlação entre o desempenho e o número de medalhas sobre cada classe esportiva da deficiência visual (B1, B2 e B3), no paraciclismo. e; 3. Seção com um estudo de levantamento experimental, investigando a influência da visão sobre o desempenho de ciclistas sem deficiência visual. Por fim, foi realizado a integração, interpretação e discussão dos dados alcançados através dos três artigos sendo possível identificar que o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Dessa forma, o atual sistema de classificação para a deficiência visual no paraciclismo mostra-se o mais apropriado para a classe diante do Esporte Paralímpico. |
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http://lattes.cnpq.br/2803935909151337Ferreira, Mariane [UNIFESP]http://lattes.cnpq.br/2803935909151337Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Guerra, Ricardo Luís Fernandes [UNIFESP]Santos, SP2024-08-22T16:58:55Z2024-08-22T16:58:55Z2024-06-28A classificação no Esporte Paralímpico é constituída como um fator de nivelamento, agrupando os atletas em classes com funcionalidades de movimento ou deficiências semelhantes sendo dividida em: classificação oftalmológica para os atletas com deficiência visual; psicológica para os atletas com deficiência intelectual; e funcional para os atletas com deficiência física. Nesse sentido, as organizações que regem as modalidades Paralímpicas, devem assegurar que os sistemas de classificação sejam válidos com base em evidências científicas. Contudo, o que não está claro é se o alcance das evidências de Classificação definidos no Código de Classificação do IPC tem alcançado de maneira justa as competições, como no caso da deficiência visual que pode não sustentar o discurso da justiça esportiva. No paraciclismo, a deficiência visual é inserida com a prática através de uma bicicleta tandem (bicicleta dupla), com um atleta que enxerga conduzindo e pedalando à frente e o atleta com deficiência visual pedalando atrás. Dessa forma, todas as classes da deficiência visual, (B1, B2 e B3), competem juntas. Diante disso, o presente estudo buscou identificar se o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Para tanto, foi realizada uma pesquisa mista baseada nas especificidades exigidas pela modalidade, através da técnica de triangulação concorrente. Assim, o estudo dividiu-se em: 1. Seção qualitativa estruturada por um artigo com um levantamento descritivo a fim de analisar a relação desempenho e o nível de perda visual durante a prática do paraciclismo sob a perspectiva do atleta com deficiência visual e atleta piloto; 2. Seção quantitativa estruturada em um artigo com um levantamento descritivo correlacional, no qual foi analisada a correlação entre o desempenho e o número de medalhas sobre cada classe esportiva da deficiência visual (B1, B2 e B3), no paraciclismo. e; 3. Seção com um estudo de levantamento experimental, investigando a influência da visão sobre o desempenho de ciclistas sem deficiência visual. Por fim, foi realizado a integração, interpretação e discussão dos dados alcançados através dos três artigos sendo possível identificar que o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Dessa forma, o atual sistema de classificação para a deficiência visual no paraciclismo mostra-se o mais apropriado para a classe diante do Esporte Paralímpico.The classification in Paralympic Sport is constituted as a leveling factor, grouping athletes into classes with similar movement functionalities or disabilities. being divided into: ophthalmological classification for athletes with visual impairment; psychological for athletes with intellectual disabilities; and functional for athletes with physical disabilities. In this sense, the organizations that govern the Paralympic modalities must ensure that the classification systems are valid based on scientific evidence. However, what is not clear is whether the scope of Classification evidence defined in the IPC Classification Code has fairly reached competitions, as in the case of visual impairment, which may not support the discourse of sports justice. In paracycling, visual impairment is introduced through practice using a tend bicycle (double bicycle), with a sighted athlete driving and pedaling in front and the visually impaired athlete pedaling behind. In this way, all classes of visual impairment (B1, B2 and B3) compete together. Therefore, the present study sought to identify whether the level of visual loss impacts the performance of athletes with visual impairment in paracycling. To this end, mixed research was carried out based on the specificities required by the modality, using the concurrent triangulation technique. Thus, the study was divided into: 1. Qualitative section structured by an article with a descriptive survey in order to analyze the relationship between performance and the level of visual loss during paracycling from the perspective of the athlete with visual impairment and the pilot athlete ; 2. Quantitative section structured in an article with a correlational descriptive survey, in which the correlation between performance and the number of medals in each visual impairment sports class (B1, B2 and B3) in paracycling was analyzed. It is; 3. Section with an experimental survey study, investigating the influence of vision on the performance of cyclists without visual impairment. Finally, the integration, interpretation and discussion of the data obtained through the three articles was carried out, making it possible to identify that the level of visual loss impacts the performance of athletes with visual impairment in paracycling. Therefore, the current classification system for visual impairment in paracycling appears to be the most appropriate for the class in Paralympic Sport.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)ricardo.guerra@unifesp.br124 f.FERREIRA, Mariane. O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo. 2024. 124 f. Tese (Doutorado em Ciências do Movimento Humano e Reabilitação) - Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2024.Processo SEI 23089.008121/2024-58https://hdl.handle.net/11600/71636ark:/48912/001300001dgtpporUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccessParalympic SportVisual impairmentSports justiceSports ClassificationParacyclingEsporte ParalímpicoDeficiência visualJustiça esportivaClassificação EsportivaParaciclismoO Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do ParaciclismoThe Classification System in Paralympic Sport and its challenges regarding Visual Impairment: the case of ParacyclingEl Sistema de Clasificación en el Deporte Paralímpico y sus desafíos en materia de Discapacidad Visual: el caso del Paraciclismoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPInstituto de Saúde e Sociedade (ISS)Ciências do Movimento Humano e ReabilitaçãoBiodinâmica da Atividade Física, Esporte e Reabilitação FísicaEfeitos Agudos e Crônicos do Exercício FísicoORIGINALDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdfDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdfTese de doutoradoapplication/pdf1598965https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/05f1678a-b594-4002-957f-bcfd540378c6/download32f6f0978e78ad83248899aef42d5adeMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85679https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/de12ddbd-f682-4659-8efb-fff2cb2431ea/download859ba7aac438f424e54bd364c2aecf3cMD52TEXTDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdf.txtDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdf.txtExtracted texttext/plain9114https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/64ebc3e9-abbc-4f91-b533-57ecf4773282/download012551dec7319a920220d39b50efbef6MD54THUMBNAILDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdf.jpgDissertação_Mariane Ferreira_PDFA.pdf.jpgGenerated 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O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo |
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O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo |
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O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo |
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O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo |
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Ferreira, Mariane [UNIFESP] |
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Esporte Paralímpico Deficiência visual Justiça esportiva Classificação Esportiva Paraciclismo |
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A classificação no Esporte Paralímpico é constituída como um fator de nivelamento, agrupando os atletas em classes com funcionalidades de movimento ou deficiências semelhantes sendo dividida em: classificação oftalmológica para os atletas com deficiência visual; psicológica para os atletas com deficiência intelectual; e funcional para os atletas com deficiência física. Nesse sentido, as organizações que regem as modalidades Paralímpicas, devem assegurar que os sistemas de classificação sejam válidos com base em evidências científicas. Contudo, o que não está claro é se o alcance das evidências de Classificação definidos no Código de Classificação do IPC tem alcançado de maneira justa as competições, como no caso da deficiência visual que pode não sustentar o discurso da justiça esportiva. No paraciclismo, a deficiência visual é inserida com a prática através de uma bicicleta tandem (bicicleta dupla), com um atleta que enxerga conduzindo e pedalando à frente e o atleta com deficiência visual pedalando atrás. Dessa forma, todas as classes da deficiência visual, (B1, B2 e B3), competem juntas. Diante disso, o presente estudo buscou identificar se o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Para tanto, foi realizada uma pesquisa mista baseada nas especificidades exigidas pela modalidade, através da técnica de triangulação concorrente. Assim, o estudo dividiu-se em: 1. Seção qualitativa estruturada por um artigo com um levantamento descritivo a fim de analisar a relação desempenho e o nível de perda visual durante a prática do paraciclismo sob a perspectiva do atleta com deficiência visual e atleta piloto; 2. Seção quantitativa estruturada em um artigo com um levantamento descritivo correlacional, no qual foi analisada a correlação entre o desempenho e o número de medalhas sobre cada classe esportiva da deficiência visual (B1, B2 e B3), no paraciclismo. e; 3. Seção com um estudo de levantamento experimental, investigando a influência da visão sobre o desempenho de ciclistas sem deficiência visual. Por fim, foi realizado a integração, interpretação e discussão dos dados alcançados através dos três artigos sendo possível identificar que o nível de perda visual impacta no desempenho de atletas com deficiência visual no paraciclismo. Dessa forma, o atual sistema de classificação para a deficiência visual no paraciclismo mostra-se o mais apropriado para a classe diante do Esporte Paralímpico. |
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FERREIRA, Mariane. O Sistema de Classificação no Esporte Paralímpico e seus desafios sobre a Deficiência Visual: o caso do Paraciclismo. 2024. 124 f. Tese (Doutorado em Ciências do Movimento Humano e Reabilitação) - Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Saúde e Sociedade, Santos, 2024. |
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