O estresse crônico de derrota social como modelo de depressão: envolvimento dos glicocorticoides
| Ano de defesa: | 2019 |
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Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Resumo: | A exposição crônica ao estresse social e a desregulação do eixo hipotálamopituitária-adrenal (HPA) são fatores associados ao transtorno depressivo maior. Neste estudo, avaliamos as consequências da exposição crônica ao estresse de derrota social sobre a atividade do eixo HPA durante e após o período de estresse. Além disso, também avaliamos possíveis alterações nos níveis de receptores glicocorticoides (GR) em regiões encefálicas do sistema de recompensa e associadas à regulação do eixo HPA, e se esses parâmetros se associariam a comportamentos do tipo depressivo. Para tal, camundongos suíços machos foram expostos a 10 dias de derrota social. No estudo 1, o comportamento dos animais foi avaliado pelo teste do splash de sacarose e teste de investigação social cerca de 3 horas e 24 horas após o término do protocolo de estresse, respectivamente. No estudo 2, amostras de sangue foram coletadas 7 dias antes do início e durante o protocolo de derrotas, bem como 24 horas após a última derrota para dosagem de corticosterona plasmática. Além disso, também 24 horas após a última derrota, os encéfalos dos animais foram coletados para dosagem de GR no hipotálamo, córtex pré-frontal, hipocampo ventral e estriado. No estudo 3, os animais foram submetidos ao teste de investigação social como um desafio comportamental agudo e, 30 minutos mais tarde, amostras de sangue foram coletadas para dosagem de corticosterona. Nossos resultados indicam que a derrota crônica parece promover uma redução da preferência social com importantes diferenças individuais, bem como redução no comportamento de grooming corporal estimulado pela solução de sacarose. Não observamos alterações nas concentrações de corticosterona (CORT) durante ou após o período derrotas. No entanto, a exposição à derrota social promoveu atenuação da resposta de CORT após o teste de investigação social, quando comparada ao grupo controle. Nenhuma alteração foi observada nos níveis de GR avaliados após o término do protocolo de estresse. Esses dados sugerem que o estresse crônico de derrota social tem efeito seletivo sobre alguns aspectos associados ao fenótipo do tipo depressivo. |
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http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761054Z3Nunes, Yasmin Cristina [UNIFESP]http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8169084J8Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)Quadros, Isabel Marian Hartmann de [UNIFESP}2020-11-16T16:56:03Z2020-11-16T16:56:03Z2019-09-26A exposição crônica ao estresse social e a desregulação do eixo hipotálamopituitária-adrenal (HPA) são fatores associados ao transtorno depressivo maior. Neste estudo, avaliamos as consequências da exposição crônica ao estresse de derrota social sobre a atividade do eixo HPA durante e após o período de estresse. Além disso, também avaliamos possíveis alterações nos níveis de receptores glicocorticoides (GR) em regiões encefálicas do sistema de recompensa e associadas à regulação do eixo HPA, e se esses parâmetros se associariam a comportamentos do tipo depressivo. Para tal, camundongos suíços machos foram expostos a 10 dias de derrota social. No estudo 1, o comportamento dos animais foi avaliado pelo teste do splash de sacarose e teste de investigação social cerca de 3 horas e 24 horas após o término do protocolo de estresse, respectivamente. No estudo 2, amostras de sangue foram coletadas 7 dias antes do início e durante o protocolo de derrotas, bem como 24 horas após a última derrota para dosagem de corticosterona plasmática. Além disso, também 24 horas após a última derrota, os encéfalos dos animais foram coletados para dosagem de GR no hipotálamo, córtex pré-frontal, hipocampo ventral e estriado. No estudo 3, os animais foram submetidos ao teste de investigação social como um desafio comportamental agudo e, 30 minutos mais tarde, amostras de sangue foram coletadas para dosagem de corticosterona. Nossos resultados indicam que a derrota crônica parece promover uma redução da preferência social com importantes diferenças individuais, bem como redução no comportamento de grooming corporal estimulado pela solução de sacarose. Não observamos alterações nas concentrações de corticosterona (CORT) durante ou após o período derrotas. No entanto, a exposição à derrota social promoveu atenuação da resposta de CORT após o teste de investigação social, quando comparada ao grupo controle. Nenhuma alteração foi observada nos níveis de GR avaliados após o término do protocolo de estresse. Esses dados sugerem que o estresse crônico de derrota social tem efeito seletivo sobre alguns aspectos associados ao fenótipo do tipo depressivo.Chronic exposure to social stress and hypothalamic-pituitary-adrenal axis (HPA) dysregulation are associated to depressive disorder. In this study we evaluated the effects of chronic exposure to social defeat stress on depressive-like behaviors and on HPA axis activity during and after the stress period. Moreover, we also evaluated if chronic social defeat could induce changes in glucocorticoids receptors (GR) levels and in its translocation in brain areas related to reward system and HPA axis regulation. For this purpose, male Swiss mice were exposed to social defeat stress during 10 days. In study 1, depressive-like behavior was assessed during sucrose splash test and social investigation test conducted 3 hours and 24 hours after the end of the stress protocol, respectively. In study 2, blood samples were collected 7 days before onset and during the social defeat protocol, as well as 24 hours after the last defeat for measurement of plasma corticosterone levels. In addition, 24 hours after the end of social defeat protocol the animals’ brains were collected for GR analysis in the hypothalamus, prefrontal cortex, ventral hippocampus and striatum. In study 3, the animals underwent social investigation test as an acute behavioral challenge and, 30 minutes later, blood samples were collected for measurement of plasma corticosterone levels. Our results show that defeated mice exhibited decrease in social interest with important individual differences, as well as a decrease in body grooming behaviour induced by sucrose solution. Plasma corticosterone levels during and after social defeat protocol were unchanged when compared to non-stressed animals. However, defeated animals showed an attenuated corticosterone response to an acute challenge when compared to control group. The brain GR levels and its translocation were unchanged in stressed animals when compared to control animals. These data suggest that chronic exposure to social defeat has a selective effect on some aspects related to depressive phenotype.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa (AFIP)50 f.https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7761485NUNES, Yasmin Cristina. O estresse crônico de derrota social como modelo de depressão: envolvimento dos glicocorticoides. 2019. 50 f. Dissertação (Mestrado em Psicobiologia) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo.YASMIN CRISTINA NUNES -A.pdfhttps://repositorio.unifesp.br/handle/11600/58744ark:/48912/0013000028xv7porUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)info:eu-repo/semantics/openAccessEstresseDepressãoReceptores glicocorticóidesCorticosteronaEvitação socialAutocuidadoStressDepressionGlicocorticoids receptorsCorticosteroneO estresse crônico de derrota social como modelo de depressão: envolvimento dos glicocorticoidesChronic social defeat stress as a depression model: Glucocorticoids implication info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPSão Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM)PsicobiologiaNeurobiologia da Emoção, Cognição e MotivaçãoPsicobiologia do Estresse e Medicina ComportamentalORIGINALYASMIN CRISTINA NUNES -A.pdfapplication/pdf1212858https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/0f34422e-dca1-4247-86b0-86ee98e6fbb6/downloadd16775e5bd2bb928634f30c342284965MD52TEXTYASMIN CRISTINA NUNES -A.pdf.txtYASMIN CRISTINA NUNES -A.pdf.txtExtracted texttext/plain118725https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/1eaf818a-5943-4690-8a04-d93334f2bb19/download361d159a22b06d0871e19672e03d1837MD53THUMBNAILYASMIN CRISTINA NUNES -A.pdf.jpgYASMIN CRISTINA NUNES -A.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2728https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/441f1cd0-4234-4825-a125-07072a9ed88e/downloadffc0d03914108a3200157312c7df9377MD5411600/587442024-08-02 11:26:59.198oai:repositorio.unifesp.br:11600/58744https://repositorio.unifesp.brRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.unifesp.br/oai/requestbiblioteca.csp@unifesp.bropendoar:34652024-08-02T11:26:59Repositório Institucional da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)false |
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