Linguagem hipermídia, formação e (re)existências: estudo exploratório de dois espaços formativos impulsionadores do fortalecimento da democracia, à luz dos estudos decoloniais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Dias, Maria José da Silva
Orientador(a): Pesce, Lucila
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/48912/001300001t583
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/74182
Resumo: A presente pesquisa de doutorado em educação tem como corpus duas propostas formativas que emanam de contextos educativos não-formais. À guisa de escapar da monocultura epistemológica que permeia o campo formativo docente, o estudo investiga a oferta formativa, em dois espaços educativos que são suportados por contextos digitais: a) Instituto Devir Educom (em especial o projeto Círculo de Oficinas Memórias em Rede); b) Movimento Escolas em Luta (principalmente seu canal do YouTube). A pesquisa adota como ponto de partida recontar a complexa formação sociocultural brasileira, tecendo análise às propostas formativas efetivadas por essas duas instituições, a partir do período pandêmico. A tese tem como objetivo central prescrutar o status quo do campo formativo continuado, identificando as possíveis tendências, resistências e insurgências relacionadas às políticas públicas de inclusão digital, de modo a tornar inteligível nessas propostas as categorias analíticas ancoradas no aporte teórico afeito à relação formadora/formador e formanda/formando, com vistas a perceber aproximações e distanciamentos acerca das mudanças socioculturais e políticas que estão sendo consolidadas nas práticas sociais hodiernas, face à cultura digital instalada. A tese toma como premissa que a permanência de elementos da racionalidade técnico-instrumental nas ofertas formativas – oficialmente instituídas em estruturas sociais erguidas sob contextos históricos de colonialidade – impedem formações incisivas e efetivas para enfrentar os padrões hegemônicos, de modo a comprometer o impulsionamento da democracia e do Estado Democrático de Direito. A trajetória investigativa foi percorrida com a seguinte indagação: de que modo as experiências e vivências em ações formativas desenvolvidas por meio de recursos tecnológicos midiáticos ou hipermidiáticos fomentam a construção de ambientes socioculturais e políticos mais afeitos aos valores democráticos? Por se tratar de uma pesquisa exploratória que adota o levantamento bibliográfico e documental do corpus supracitado, a metodologia se vale da análise documental das ações formativas efetivadas nas instâncias formadoras investigadas, bem como da análise de conteúdo das informações e dados produzidos. Quanto ao quadro teórico de referência, a análise fundamentou-se nos referenciais da proposta educacional de Paulo Freire e dos estudos decoloniais, inserindo-se ainda outras(os) autores(as) da linha crítica, para cotejar os fenômenos investigados. Os achados da pesquisa sugerem que a manutenção da racionalidade instrumental que impera nas propostas de formação da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEDUC-SP) às escolas, inviabiliza a oferta de projetos formativos que utilizem dispositivos tecnológicos para transformar as práticas socioeducativas e fomentar a educação que almeje qualidade educativa, promova cidadania digital e equidade social. A partir da análise das duas instituições em tela, evidenciou-se a indispensabilidade de um campo formativo que: a) considere a relevância subjacente ao arcabouço teórico das metodologias emancipatórias; b) trate da potência ostentada pelas práticas pedagógicas que se valem do diálogo; c) avance na criação de ações para a escuta das atrizes e atores em formação; d) crie objetos de aprendizagem que permitam a construção coletiva e colaborativa de conhecimento; e) acrescente a valorização de saberes plurais, para enfrentar os elementos socioculturais originários da matriz colonial de poder – fidedignamente reproduzidos na cultura digital. Ao propor alternativas às práticas atualmente implementadas no âmbito da formação de professores, a tese contribui sugerindo caminhos formativos mais inclusivos quanto à integração das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TDIC), que superem a instrumentalização técnica, promovendo o entrelaçamento entre outras epistemologias e um ensino crítico, dialógico e, sobretudo, contra hegemônico, ancorado em bases mais democráticas.
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A tese tem como objetivo central prescrutar o status quo do campo formativo continuado, identificando as possíveis tendências, resistências e insurgências relacionadas às políticas públicas de inclusão digital, de modo a tornar inteligível nessas propostas as categorias analíticas ancoradas no aporte teórico afeito à relação formadora/formador e formanda/formando, com vistas a perceber aproximações e distanciamentos acerca das mudanças socioculturais e políticas que estão sendo consolidadas nas práticas sociais hodiernas, face à cultura digital instalada. A tese toma como premissa que a permanência de elementos da racionalidade técnico-instrumental nas ofertas formativas – oficialmente instituídas em estruturas sociais erguidas sob contextos históricos de colonialidade – impedem formações incisivas e efetivas para enfrentar os padrões hegemônicos, de modo a comprometer o impulsionamento da democracia e do Estado Democrático de Direito. A trajetória investigativa foi percorrida com a seguinte indagação: de que modo as experiências e vivências em ações formativas desenvolvidas por meio de recursos tecnológicos midiáticos ou hipermidiáticos fomentam a construção de ambientes socioculturais e políticos mais afeitos aos valores democráticos? Por se tratar de uma pesquisa exploratória que adota o levantamento bibliográfico e documental do corpus supracitado, a metodologia se vale da análise documental das ações formativas efetivadas nas instâncias formadoras investigadas, bem como da análise de conteúdo das informações e dados produzidos. Quanto ao quadro teórico de referência, a análise fundamentou-se nos referenciais da proposta educacional de Paulo Freire e dos estudos decoloniais, inserindo-se ainda outras(os) autores(as) da linha crítica, para cotejar os fenômenos investigados. Os achados da pesquisa sugerem que a manutenção da racionalidade instrumental que impera nas propostas de formação da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEDUC-SP) às escolas, inviabiliza a oferta de projetos formativos que utilizem dispositivos tecnológicos para transformar as práticas socioeducativas e fomentar a educação que almeje qualidade educativa, promova cidadania digital e equidade social. A partir da análise das duas instituições em tela, evidenciou-se a indispensabilidade de um campo formativo que: a) considere a relevância subjacente ao arcabouço teórico das metodologias emancipatórias; b) trate da potência ostentada pelas práticas pedagógicas que se valem do diálogo; c) avance na criação de ações para a escuta das atrizes e atores em formação; d) crie objetos de aprendizagem que permitam a construção coletiva e colaborativa de conhecimento; e) acrescente a valorização de saberes plurais, para enfrentar os elementos socioculturais originários da matriz colonial de poder – fidedignamente reproduzidos na cultura digital. Ao propor alternativas às práticas atualmente implementadas no âmbito da formação de professores, a tese contribui sugerindo caminhos formativos mais inclusivos quanto à integração das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TDIC), que superem a instrumentalização técnica, promovendo o entrelaçamento entre outras epistemologias e um ensino crítico, dialógico e, sobretudo, contra hegemônico, ancorado em bases mais democráticas.Não recebi financiamentolucila.pesce@unifesp.br269 f.DIAS, Maria José da Silva. Linguagem hipermídia, formação e (re)existências: estudo exploratório de dois espaços formativos impulsionadores do fortalecimento da democracia, à luz dos estudos decoloniais.https://hdl.handle.net/11600/74182ark:/48912/001300001t583porUniversidade Federal de São Pauloinfo:eu-repo/semantics/openAccess4. Educação de qualidadeFormaçãoLinguagem hipermídiaDecolonialidadeDemocraciaEducação básicaLinguagem hipermídia, formação e (re)existências: estudo exploratório de dois espaços formativos impulsionadores do fortalecimento da democracia, à luz dos estudos decoloniaisHypermedia language, education and (re)existences: an exploratory study of two educational spaces that drive the strengthening of democracy, in light of decolonial studiesinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionreponame:Repositório Institucional da UNIFESPinstname:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)instacron:UNIFESPEscola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)EducaçãoLinguagens e Saberes em Contextos FormativosORIGINALTese_Maria Jose da SIlva Dias.pdfTese_Maria Jose da SIlva Dias.pdfapplication/pdf15936483https://repositorio.unifesp.br/bitstreams/612944bf-680e-40a0-b320-eb856dac1a97/download0e11ec099a794a4cc32344440a0cc33cMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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Dias, Maria José da Silva
Formação
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description A presente pesquisa de doutorado em educação tem como corpus duas propostas formativas que emanam de contextos educativos não-formais. À guisa de escapar da monocultura epistemológica que permeia o campo formativo docente, o estudo investiga a oferta formativa, em dois espaços educativos que são suportados por contextos digitais: a) Instituto Devir Educom (em especial o projeto Círculo de Oficinas Memórias em Rede); b) Movimento Escolas em Luta (principalmente seu canal do YouTube). A pesquisa adota como ponto de partida recontar a complexa formação sociocultural brasileira, tecendo análise às propostas formativas efetivadas por essas duas instituições, a partir do período pandêmico. A tese tem como objetivo central prescrutar o status quo do campo formativo continuado, identificando as possíveis tendências, resistências e insurgências relacionadas às políticas públicas de inclusão digital, de modo a tornar inteligível nessas propostas as categorias analíticas ancoradas no aporte teórico afeito à relação formadora/formador e formanda/formando, com vistas a perceber aproximações e distanciamentos acerca das mudanças socioculturais e políticas que estão sendo consolidadas nas práticas sociais hodiernas, face à cultura digital instalada. A tese toma como premissa que a permanência de elementos da racionalidade técnico-instrumental nas ofertas formativas – oficialmente instituídas em estruturas sociais erguidas sob contextos históricos de colonialidade – impedem formações incisivas e efetivas para enfrentar os padrões hegemônicos, de modo a comprometer o impulsionamento da democracia e do Estado Democrático de Direito. A trajetória investigativa foi percorrida com a seguinte indagação: de que modo as experiências e vivências em ações formativas desenvolvidas por meio de recursos tecnológicos midiáticos ou hipermidiáticos fomentam a construção de ambientes socioculturais e políticos mais afeitos aos valores democráticos? Por se tratar de uma pesquisa exploratória que adota o levantamento bibliográfico e documental do corpus supracitado, a metodologia se vale da análise documental das ações formativas efetivadas nas instâncias formadoras investigadas, bem como da análise de conteúdo das informações e dados produzidos. Quanto ao quadro teórico de referência, a análise fundamentou-se nos referenciais da proposta educacional de Paulo Freire e dos estudos decoloniais, inserindo-se ainda outras(os) autores(as) da linha crítica, para cotejar os fenômenos investigados. Os achados da pesquisa sugerem que a manutenção da racionalidade instrumental que impera nas propostas de formação da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEDUC-SP) às escolas, inviabiliza a oferta de projetos formativos que utilizem dispositivos tecnológicos para transformar as práticas socioeducativas e fomentar a educação que almeje qualidade educativa, promova cidadania digital e equidade social. A partir da análise das duas instituições em tela, evidenciou-se a indispensabilidade de um campo formativo que: a) considere a relevância subjacente ao arcabouço teórico das metodologias emancipatórias; b) trate da potência ostentada pelas práticas pedagógicas que se valem do diálogo; c) avance na criação de ações para a escuta das atrizes e atores em formação; d) crie objetos de aprendizagem que permitam a construção coletiva e colaborativa de conhecimento; e) acrescente a valorização de saberes plurais, para enfrentar os elementos socioculturais originários da matriz colonial de poder – fidedignamente reproduzidos na cultura digital. Ao propor alternativas às práticas atualmente implementadas no âmbito da formação de professores, a tese contribui sugerindo caminhos formativos mais inclusivos quanto à integração das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TDIC), que superem a instrumentalização técnica, promovendo o entrelaçamento entre outras epistemologias e um ensino crítico, dialógico e, sobretudo, contra hegemônico, ancorado em bases mais democráticas.
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